Evento de Mulheres com Bolsonaro não tem mulher entre palestrantes

Da Monica Bergamo

O encontro promovido pelo Grupo Voto que ocorrerá dias 9 e 10 de março, em Brasília, para debater o papel da mulher na política, não tem mulheres entre os palestrantes.

O evento é para homenagear o Dia Internacional da Mulher.

De acordo com organização da homenagem no encontro com Bolsonaro e os outros convidados a plateia será composto na sua totalidade por mulheres.

“O objetivo maior é romper com o(s) ciclo de poder masculino”, destacou Karim Miskulin presidente do Grupo Voto.

Participarão o presidente Jair Bolsonaro; o ministro da Economia, Paulo Gudes; o deputado Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara Federal; e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas (pré-candidato ao governo de São Paulo apoiado por Bolsonaro).

General Fernando Azevedo desiste da Diretoria-Geral do TSE

O general Fernando Azevedo, ex-ministro da Defesa do governo do Bolsonaro, não assumirá a Diretoria-Geral do TSE. Um novo nome será anunciado até o fim desta semana.

“Na última terça-feira (15), o general Fernando Azevedo comunicou aos ministros Edson Fachin e Alexandre de Morais que, em virtude de questões pessoais de saúde e familiares, não ficará à frente da Diretoria-Geral do Tribunal Superior Eleitoral na próxima gestão que inicia em 22 de fevereiro”, disse o TSE, em nota.

Mario Frias não viajará com Bolsonaro para Rússia

Do G1

O secretário especial de Cultura, Mario Frias, e de assessores da pasta a viagem que Bolsonaro fará Rússia, Hungria e Polônia. A comitiva do governo embarca nesta segunda-feira, dia 14.

Mario Frias ficou fora da lista da viagem após o Ministério Público pedir ao Tribunal de Contas da União apure uma viagem dele para Nova York, em dezembro de 2021.

Frias e um assessor gastaram R$ 78 mil em verbas públicas para se reunir presencialmente com o empresário Bruno Garcia e com o lutador de jiu-jitsu Renzo Gracie.

GAM é salário e deve ser computada quando se fala de piso, diz Justiça

A Justiça do Estado do Maranhão confirmou que as gratificações fazem parte do piso salarial dos professores. Ou seja, para calcular o piso é preciso levar em conta tudo aquilo que o professor recebe no fim do mês quando o salário cai na conta.

As gratificações caem todos os meses, assim como o vencimento básico. 

De acordo com a Justiça, o piso salarial dos professores da rede estadual do Maranhão é bem maior que o nacional, seja de 40 horas ou de 20 horas. A decisão é de 2016 e continua valendo até hoje.

A sentença da Vara de Interesse Difusos e Coletivos da Ilha de São Luís foi tomada com base em parecer do Ministério Público. Esse parecer foi claro ao dizer que as gratificações fazem parte do piso salarial. 

A Justiça então decidiu: “… não significa que o vencimento base terá esse valor, devendo ser considerados também para fins de alcance do piso o montante pago pela Fazenda Pública Estadual referente a gratificação por atividade do magistério (..) “Constato, portanto, que o piso salarial fixado para profissionais da educação no Estado do Maranhão no ano de 2016 é superior ao piso nacional estabelecido pela Lei nº 11.738/2008”, diz o juiz na decisão.

Embora de 2016, a conclusão sobre a superioridade do piso da rede estadual maranhense se mantém até hoje, inclusive com margem mais ampla. 

Para jornada de 40 horas, o piso salarial na rede estadual maranhense é de R$ 6.867,68. No Brasil, é de R$ 3.845,63. Esse valor já inclui o reajuste de 33,24% anunciado pelo governo federal no mês passado. 

Para a jornada de 20 horas, a diferença também é grande. No Maranhão, o piso é de R$ 3.433,84; o piso nacional é de R$ 1.922,81.

Avaliação negativa de Bolsonaro sobe para 61% no Nordeste

Do Uol

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, dia 9, aponta que no Nordeste a avaliação negativa de Jair Bolsonaro (PL) subiu para 61%, entre janeiro e fevereiro.

Na média nacional nos quatro cenários analisados para a disputa da Presidência da República, Lula aparece com 46%, Bolsonaro, 24%, Moro (Podemos), 8%, e Ciro Gomes (PDT), 7%.

O petista ganha em todos os cenários de segundo turno.

Moraes, Fachin e Bolsonaro se encontram nesta segunda-feira dia 7

Os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Edson Fachin, se reúnem com Jair Bolsonaro nesta segunda-feira dia 7, no Palácio do Planalto.

O encontro será protocolar de entrega do convite a Bolsonaro, para posse dos ministros na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no dia 28 deste mês, com o fim do mandato do ministro Roberto Barroso.

A relação de Jair Bolsonaro com os Ministros Alexandre de Moraes e Roberto Barroso não tem sido das melhores.

“..Moro não tem futuro na política..”, diz Lula à Rádio Tupi

Da Revista Fórum

O ex-presidente Lula (PT), líder nas pesquisas para presidência da república até agora, em entrevista à Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 1º, voltou a criticar o governo Bolsonaro e disse que “não acredita que Moro tenha futuro na política”.

“Eu sinceramente de vez em quando fico pensando se devo falar do Moro ou não, porque ele é uma figura insignificante. É um deus de barro que foi construído para me prejudicar (..) Uma parte da imprensa digeria as mentiras dele com muita facilidade e transformava as mentiras dele e da pequena quadrilha de procuradores da força-tarefa lá de Curitiba como se fossem verdades. E hoje eu sinto que aqueles que me acusaram de forma leviana, acreditando nas mentiras do Moro e nas mentiras dos procuradores, não têm como desfazer as mentiras. Eu já não tenho mais processos, mas aqueles que me acusaram continuaram teimando: ‘Ah, mas não foi julgado o mérito’. A única pessoa que queria que julgassem o mérito era eu. Mas, aí o processo foi anulado e não tem mais processo. O juiz foi considerado parcial, portanto um juiz que não merecia ser juiz, que nunca deveria ter colocado uma toga. E acho que ele vai ser medíocre como candidato à Presidência”, disse Lula.

“Dez centavos de aumento? Difícil”, diz Mourão sobre reajuste

Do Metropole

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) comentou rapidamente nesta segunda-feira, dia 24, o Orçamento de 2022 sancionado por Bolsonaro, ao chegar no Palácio do Planalto.

Ele fez referência principalmente ao valor para reajuste dos servidores públicos que ficou em R$ 1,7 bilhão.

“Tem esse espaço aí de R$ 1,7 bilhão, mas ele é pequeno, né?! Não dá para todo mundo. Vai dar quanto para cada um? Dez centavos de aumento? Difícil”, disse Mourão.

A tesourada total foi de R$ 3,18 bilhões em relação ao texto aprovado pelo Congresso.

Cortes no Orçamento Federal 2022:

Educação: R$ 739,9 milhões
Ministério do Trabalho: R$ 1 bilhão
Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões;
Cidadania: R$ 284,3 milhões;
Infraestrutura: R$ 177,8 milhões;
Agricultura: R$ 87,2 milhões;
Saúde: R$ 74,2 milhões;
Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões;
Comunicações: R$ 63,5 milhões;
Defesa: R$ 62,1 milhões;
Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões;
Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões;
Turismo: R$ 35,1 milhões;
Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões;
Minas e Energia: R$ 11,4 milhões;
Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões;
Presidência da República: R$ 1,8 milhão
Banco Central: R$ 100 mil
Ministério da Economia: R$ 100 mil