Ministro Barroso elogia Weverton durante entrevista ao Ponto e Virgula

 

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O ministro do STF, Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não popou elogios ao senador Weverto (PDT), nesta quarta-feira (24), durante entrevista ao programa Ponto e Virgula na Rádio Difusora FM.

Weverton relatou a PEC de adiamento das Eleições 2020 , aprovada em 1º e 2º turnos no Senado Federal, ontem. Barroso disse está impressionado com a articulação e condução do senador maranhense na aprovação da proposta  no Senado, em 48 horas.

O ministro falou durante a entrevista sobre realização do pleito eleitoral em meia a pandemia do novo coronavírus.

O ministro Roberto Barroso já havia parabenizado o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o senador Weverton (PDT-MA), nas redes sociais.

Cerco em torno de Bolsonaro pode fazer governo cair no colo de Mourão

 

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O Estado de S. Paulo, publicou nesta sexta-feira (19) a informação que militares da ativa e da reserva se preparam para possibilidade real de queda de Bolsonaro.

Segundo a colunisista  Eliane Cantanhêde, o cerco que está se fechando no STF em torno do presidente já está sendo visto por alguns setores como “alívio” diante da decepção com a condução do governo Bolasonaro, entre eles, militares da ativa e reserva.

“O temor desses setores era de que o torniquete fosse do TSE e estrangulasse a chapa Bolsonaro-Mourão, mas o cerco contra Bolsonaro, filhos, advogado e apoiadores mais radicais se fecha não no TSE, que pode cassar a chapa, mas no Supremo, onde as investigações envolvendo bolsonaristas de todos os tipos levam diretamente ao presidente e não há nada contra o vice”, afirma a colunista.

“Nada disso aconteceu no governo FHC, Lula, Dilma, Temer”, ministro Barroso no Roda Viva

 

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Entrevistado do Programa Roda Viva da TV Cultura, desta segunda-feira (15), o ministro do STF, Roberto Barros, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Questionado sobre se a Justiça terá peito para cassar a Chapa Bolsonaro/Mourão, considerando as ameaças de ruptura democrática, o ministro  disse ‘.. não posso fazer de conta que não está acontecendo alguma coisa,.. Mas, não acho que se possa dizer que as Forças Armadas estão no governo.”

TSE divulga quanto cada Partido receberá do Fundo Eleitoral em 2020

 

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O TSE divulgou nesta segunda-feira (8) os valores aos quais 32 dos 33 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral terão direito do total de R$ 2.034.954.824,00 do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral).

O PT com R$ R$ 200.925.914,05 é o partido que receberá o maior valor, o que receberá o menor é o UP com  R$ 1.233.305,95. O NOVO foi a única agremiação partidária que abriu mão do recurso.

Esta é a segunda vez que o Fundo – aprovado em 2017 pelo Congresso Nacional – será utilizado em uma eleição no país. Apenas o partido Novo não entrou na partilha dos valores, por uma decisão interna da legenda, que renunciou aos recursos.

As verbas do Fundo Eleitoral que não forem utilizadas nas campanhas eleitorais deverão ser devolvidas ao Tesouro Nacional

Confira aqui Quanto cada Partido Político receberá

Eleições 2020: Convenções poderão ser realizadas entre 20 de julho a 5 de agosto

 

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Por unanimidade de votos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a possibilidade de realização das convenções partidárias de forma virtual para a escolha dos candidatos que disputarão as Eleições 2020.

O posicionamento foi definido ao responder consulta formulada pelo deputado federal Hiram Manuel (PP-RR) sobre o tema, diante do quadro de pandemia do coronavírus (Covid-19) enfrentado com o distanciamento social, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

As convenções partidárias deverão ser realizadas entre o dia 20 de julho e 5 de agosto, conforme prevê o Calendário Eleitoral.

O relator, ministro Luis Felipe Salomão, ponderou em seu voto que as convenções virtuais devem seguir as regras e procedimentos previstos na Lei nº 9.504/97 e na Res. TSE 23.609/2019, além de respeitarem as normas partidárias e a democracia interna das legendas.

Além disso, ficou definido que os partidos têm autonomia para utilizarem as ferramentas tecnológicas que entenderem mais adequadas para suas convenções.

“As convenções partidárias constituem etapa das mais relevantes do macro processo eleitoral, porquanto objetivam a escolha, no âmbito interno dos partidos políticos, dos pré-candidatos que virão a representar os ideais, as aspirações e os programas das legendas nas campanhas”, destacou em seu voto, ao lembrar que os artigos 7º e 8º da Lei das Eleições não prescrevem modalidade específica de formato, ou seja, se presencial ou virtual.

Para o ministro, negar a adoção do formato virtual equivaleria a ignorar a realidade enfrentada no combate à doença e, diante do Calendário Eleitoral, poderia inviabilizar etapa imprescindível à concretização de eleições democráticas e transparentes.

Ele destacou, ainda, que deve ser levado em conta o Projeto de Lei nº 1.179/2020, aprovado recentemente pelo Congresso Nacional, e que dispõe sobre o Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas de Direito Privado (RJET) no período da pandemia do Coronavírus. De acordo com o texto da lei, associações, sociedades e fundações devem observar as restrições a eventos presenciais até 30 de outubro de 2020, priorizando assembleias virtuais. Apesar de não se referir especificamente às convenções partidárias, o mesmo entendimento pode ser aplicado por analogia.

Grupo de Trabalho

O relator propôs, ao final de seu voto, que a Presidência do TSE crie Grupo de Trabalho (GT) para estudar e definir regras com ênfase especial nas convenções virtuais.

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, concordou com a sugestão sobre criação do GT para estabelecer diretrizes a serem obedecidas pelas legendas nas convenções virtuais. Entre elas, como se dará o registro do resultado das convenções, em que local tais informações ficarão armazenadas, dentre outros detalhes. Ao final dos trabalhos, o GT deve apresentar uma minuta de resolução a ser deliberada pelo Plenário ainda no mês de junho.

Mais duas consultas sobre o mesmo tema também foram analisadas na sessão de hoje. Entre elas, um questionamento do partido Republicanos sobre a possibilidade de alterar a data das convenções. O Plenário decidiu que o prazo de 180 dias antes do pleito, estabelecido pela Lei das Eleições, não pode ser flexibilizado justamente porque dependeria de alterar a norma no âmbito legislativo. A outra será respondida pelo GT.

TSE começará julgar ações contra a Chapa Bolsonaro-Mourão

 

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O Tribunal Superior Eleitoral programou para a próxima terça-feira (3) o julgamento de duas ações contra a chapa Jair Bolsonaro-Hamilton Mourão nas eleições de 2018.

De acordo com O Globo, as Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes), movidas pelos então candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Marina Silva (Rede), questionam o hackeamento do grupo de Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, que tinha 2,7 milhões de integrantes.

A página passou a se chamar “Mulheres com Bolsonaro #17” e foi usada pelo então candidato Jair Bolsonaro em sua página oficial. “Obrigado pela consideração, mulheres de todo o Brasil”, escreveu o ex-capitão, à época. Para os autores dos processos, isso seria um indício de participação do ex-capitão.

Há ainda outros seis processos no TSE contra a chapa vencedora do pleito de 2018. (Revista Fórum)

Comissão Mista do Congresso discutirá Eleições 2020, sem prorrogação de mandato

 

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O deputado Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara Federal, disse nesta terça-feira (19) que poderá ser criada uma comissão da Câmara e o Senado, para discutir as eleições municipais de 2020, sem prorrogação de mandato.

“O presidente Davi Alcolumbre formará um grupo envolvendo as duas casas para discutirmos a questão da data das eleições. Se vamos mantê-la ou modificá-la dentro do próprio mandato, em uma outra data”, disse.

De acordo com Maia, a decisão que também passará pelo TSE, o adiamento da eleição sem prorrogação de mandato é uma posição quase unânime na discussão que teve com os líderes.

Jair Bolsonaro criador do Aliança Pelo Brasil comemora decisão do TSE

 

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presidente Jair Bolsonaro, feliz com a decisão do TSE/Foto: Reprodução

“É benefício para alguns, onerosa para todos e sem nenhum ganho para o sistema eleitoral”,  ministro Og Fernandes relator que votou contra.

O Tribunal Superior Eleitoral decidiu por 4 a 3, na noite de ontem terça-feira (3), ser possível assinatura eletrônica nas fichas ou listas expedidas pela Justiça Eleitoral para criação de partido político, desde que haja prévia regulamentação pelo TSE e condições tecnológica para garantir autenticidade das assinaturas.

tseMas, enquanto o TSE não define a regulamentação, o presidente Bolsonaro vai comemorando, mesmo a decisão ainda não garantindo viabilidade da criação formal do Aliança Pelo Brasil, partido cujo o dono é Bolsonaro que demonstrou toda sua satisfação com a decisão no twitter.

Votaram a favor o ministros Salomão, Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, Sérgio Banhos e Luís Roberto Barroso. Ficaram vencidos em parte o relator, a presidente da Casa, ministra Rosa Weber, e o ministro Edson Fachin.