Bancada maranhense vota em peso a favor do novo Código Eleitoral

O texto-base do novo Código Eleitoral foi aprovado na Câmara Federal, quinta-feira, dia 9, na próxima semana serão analisados os destaques. A matéria foi aprovada com 378 a 80 votos.

Uma dos mais polêmicas temas foi retirado do projeto: a quarentena de cinco anos de desligamento do cargo que seria exigida de juízes, membros do Ministério Público, guardas municipais, militares e policiais para poderem concorrer às eleições a partir de 2026.

A bancada maranhense votou em peso a favor do texto, com exceção dos deputado Junior Lourenço (PL) e Marreca Filho (Patriota) que não votaram.


Aluisio Mendes (PSC-MA) -votou Sim
André Fufuca (PP-MA) -votou Sim
Bira do Pindaré (PSB-MA) -votou Sim
Cleber Verde (Republican-MA) -votou Sim
Edilazio Junior (PSD-MA) -votou Sim
Gastão Vieira (PROS-MA) -votou Sim
Gil Cutrim (Republican-MA) -votou Sim
Hildo Rocha (MDB-MA) -votou Sim
Josimar Maranhãozinho (PL-MA) -votou Sim
Junior Lourenço (PL-MA) – Ausente
Juscelino Filho (DEM-MA) -votou Sim
Marreca Filho (Patriota-MA) – Ausente
Pastor Gil (PL-MA) -votou Sim
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) -votou Sim
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) -votou Sim
Zé Carlos (PT-MA) -votou Sim

Lula crescendo e desaprovação de Bolsonaro aumentando

O Instituto Atlas Político divulgado nesta segunda-feira, dia 6, véspera dos atos convocados por Jair Bolsonaro, para o 7 de setembro, traçou um panorama eleitoral de 2022.

Os números estão cada vez mais favoráveis ao ex-presidente Lula.

A desaprovação de Bolsonaro voltou a subir. Foi de 62% em julho, para 64%. Em maio, o índice estava em 57%.

A aprovação, por sua vez, chegou ao menor patamar desde o primeiro levantamento, feito em abril de 2020: 32%. Além desses, 4% não souberam responder.

A avaliação também bateu recorde negativo. Pela primeira vez, aqueles que avaliam o governo como Ruim ou Péssimo são mais que 60%: 61%. Por outro lado, os que avaliam como Ótimo ou Bom são 24%. Outros 14% avaliam a gestão de Bolsonaro como Regular.

Eleições

A vantagem do ex-presidente Lula (PT) para Bolsonaro se ampliou tanto em primeiro quanto em segundo turno, segundo a pesquisa.

Em um cenário de primeiro turno com cinco candidatos (Lula, Bolsonaro, Ciro Gomes, João Doria e Eduardo Leite), o petista registra 40,6% contra 34,5% do atual presidente.

O ex-presidente chega a 42,6% quando são quatro postulantes; Bolsonaro fica com 35,4%. O terceiro colocado nos cenários é Ciro Gomes (PDT), que varia entre 8,8% e 10,2%.

A pesquisa revela ainda que, em um eventual segundo turno, Lula ganharia de Bolsonaro com 52,5% dos votos, contra 35,9% do atual presidente – uma vantagem de 16,6 pontos. 11,6% não souberam responder.

Lula melhora imagem

Segundo os dados da pesquisa Atlas, Lula vem em uma crescente desde janeiro, em uma situação oposta a de Bolsonaro. Essa foi a primeira vez que o instituto mostra o ex-presidente com mais de 40% dos votos em primeiro turno.

Além disso, o instituto mostra uma expressiva melhora na imagem do ex-mandatário.

De julho para setembro, a imagem positiva subiu de 43% para 46% e a negativa despencou de 54% para 48%. Entre maio e dezembro de 2020, a imagem negativa de Lula passava dos 60%. Desde janeiro, os índices ficam cada vez mais favoráveis ao petista.

A imagem de Lula é a melhor desde que o instituto começou esta medição, em maio de 2019. (Revista Fórum)

Ministro do STF, Luís Fux, pede respeito ao se referir ao dia 7

O ministro Luís Fux, presidente do STF, nesta quinta-feira, dia 2, pediu respeito ao se referir às manifestações do próximo dia 7, organizadas pelos apoiadores do presidente Bolsonaro.

“A Suprema Corte confia que os cidadãos agirão em suas manifestações com senso de responsabilidade cívica e respeito institucional, independentemente da posição político-ideológica que ostentam.”, destacou o ministro Fux.

Genial/Quest mostra aumento da chance de Lula vencer no 1º turno

Da Revista Fórum

Com 47% das intenções de votos, o ex-presidente Lula (PT), aumentou as chances do petista vencer as eleições no 1º turno em 2022, é que revela a Pesquisa Genial/Quest divulgada nesta quarta-feira, dia 1º.

Jair Bolsonaro aparece com 26%, Ciro Gomes (PDT) com 9%, e João Doria (PSDB) com 6%.

Na simulação com Rodrigo Pacheco (DEM), que soma 1%, Lula fica com 46%, Bolsonaro mantém os 26%, Ciro vai a 8% e Doria, 6%.

Com Simone Tebet (MDB), que tem 2%, Lula, Bolsonaro e Ciro mantêm os mesmos porcentuais, enquanto Doria via a 5%.

Com o apresentador José Luiz Datena (PSL), que tem 7% das intenções de voto, Lula marca 44% e Bolsonaro 25%.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores nas 27 unidades da federação entre os dias 26 e 29 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos e o nível de confiabilidade de 95%.

Fiesp e Febraban adiam manifesto para depois do dia 7 de setembro

Do O Globo.

O manifesto em defesa da harmonia entre os poderes envolvendo a Fisp (Fedração das Industrias de São Paulo) e Febraban (Federação Brasileira de Bancos), deverá acontecer só após o dia 7 de setembro.

A decisão teria sido tomado após conversa do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputado, com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

No próximo dia 7 de setembro está marcada mobilização a favor de Bolsonoro e um suposto golpe institucional.

Aliados de Bolsonaro já admitem que derrota pode ocorrer no 1º turno

Do Uol

Setores importantes do Centrão, aliado de Bolsonaro no Congresso, já reconhecem a grande possibilidade de derrota do presidente em 2022.

O cenário traçado é visto com tanta preocupação pelos os aliados, que segundo eles, Bolsonaro poderá perder a eleição ainda no primeiro turno.

Na avaliação desses setores, o cenário mais favorável a Bolsonaro, mas que não significaria a certeza da reeleição, só poderá ocorrer em caso de mudança radical da postura do presidente e melhora significativa na econômica, aspectos considerados difíceis de ocorrer.

Com inflação, juros e desemprego em alta, a população sente os efeitos da deterioração econômica e do aumento do preço dos alimentos, do gás de cozinha, da conta de luz e da gasolina. Não se trata de uma situação vista como passageira e, além de tudo, é agravada por uma nova onda da pandemia, crise hídrica e arroubos autoritários de Bolsonaro, que investe em ameaças à democracia e em conflitos institucionais.

‘Não quero modelo cubano ou chinês, mas o inglês’, Lula sobre mídia.

O ex-presidente Lula, líder em todas as pesquisas eleitorais para as eleições de 2022, disse nesta quinta-feira, dia 26, nas redes sociais que o modelo da mídia no Brasil, “é de quando a gente escrevia carta”.

Lula voltou a defender a ‘regulamentação da mídia’ no Brasil, aos críticos da polêmica medida enviou a seguinte mensagem, “não quero modelo cubano ou chinês, quero o modelo inglês”.

Durante a recente passagem de Lula pelo Maranhão, foi questionado sobre sobre o projeto de regulamentação dos meios de comunicação no Brasil, após duras críticas a setores da imprensa brasileira admitiu que essa é uma autocrítica que precisa fazer.

“Tenho que fazer uma autocrítica. Nós não tratamos a reforma da comunicação, como deveria ser tratada (..) Aprovamos um programa para que a gente pudesse regulamentar os meios de comunicação. Eu não sei por que ‘cargas d’água’ não foi colocado no Congresso esse projeto (..) “Eu gostaria que a Rede Globo pedisse desculpas pra mim”, disse Lula.

O polêmico projeto de regulamentação da mídia no Brasil, sempre defendido pelo PT e que não foi viabilizado quando estava no poder, voltou a ser utilizado por setores da grande imprensa e adversários de Lula, para dizer que o petista é tão autoritário quanto Bolsonaro.

Bolsonaro não quer Moraes comandando as Eleições em 2022

De acordo com a coluna do Tales Farias no Uol, nesta terça-feira, dia 24, o objetivo de Bolsonaro com o pedido de impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes, é desgastá-lo e impedir que ele presida as eleições de 2022.

O atual vice-presidente do TSE, Edson Fachin, assume o comando da corte em fevereiro de 2022, mas fica no cargo só até agosto. O critério de sucessão é a data da posse como membro do TSE.

Segue, portanto, a ordem que cada ministro assumiu no STF.

Assim, o presidente do tribunal após Fachin será o ministro Alexandre de Moraes.