Augusto Aras é contemplado com indicação para permanecer na PGR

Não chega ser surpreendente a decisão do presidente Bolsonaro, que nesta terça-feira, dia 20, anunciou a indicação de Augusto Aras, para permanecer como Procurador-Geral da República.

Agora caberá ao Senado Federal decidir sobre a indicação para recondução do PGR.

O procurador Augusto Aras, que também não estava na lista tríplice do MPF quando foi escolhido a primeira vez por Bolsonaro para PGR, agradeceu a nova indicação.

“Honrado com a recondução para o cargo de procurador-geral da República, reafirmo meu compromisso de bem e fielmente cumprir a Constituição e as Leis do País”, declarou Aras.

Bolsonaro simplesmente ignorou a lista tríplice indicada pelos Membros do Ministério Público Federal que vinha sendo respeitada desde o governo Lula.

Os escolhidos foram os subprocuradores Luiza Frischeisen, Mario Bonsaglia e Nicolao Dino.

Após o anuncio do presidente Bolsonaro indicando Augusto Aras para conduzir por mais 2 anos a PGR, a Associação Nacional dos Procuradores da República(ANPR), divulgou nota lamentando e criticando a decisão do presidente.

Aqui a íntegra da nota

Bolsonaristas buscam saída para desgaste após Fundão de R$ 5,7 bi

Da Folha de SP

Bolsonaristas que articularam e votoram em peso no Fundo Eleitoral de R$ 5,7 bilhões, tentam estancar o desgaste e já cogitam propor uma redução para R$ 4 bilhões, o dobro do valor da última eleição em 2019.

O objetivo é encontrar uma saída para o imbróglio sem contrariar o centrão.

Ontem segunda-feira, dia 19, durante entrevista à TV Brasil o presidente Bolsonaro considerou vetar o fundo.

“É uma cifra enorme, que no meu entender está sendo desperdiçada, caso ela seja sancionada. Posso adiantar para vocês que não será sancionada”, disse Bolsonaro.

Governistas lembram que em 2019, a proposta inicial era aumentar o fundo de R$ 1,7 bilhões para 3,8 bilhões, ficou em R$ 2 bilhões.

PSDB pode não lançar candidatura própria para presidente em 2022

Do Uol

O presidente do PSDB, Bruno Araújo (PE), disse nesta terça-feira, dia 19, em nome de uma unidade “distante da polarização” entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, o partido não descarta abrir mão de candidatura própria na eleição presidencial de 2022.

“O PSDB está aberto até o último momento nas convenções de construir essa unidade no campo distante da polarização entre o presidente [Jair] Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente [Luiz Inácio] Lula [da Silva] (PT)”, disse Bruno Araújo ao jornal O Globo.

Até agora o PSDB tem quatro pré-candidatos disputando a indicação do partido para 2022: João Doria, governador de São Paulo; Eduardo Leite; governador do Rio Grande do Sul; Tasso Jereissati, senador pelo Ceará; e Arthur Virgílio Neto, ex-prefeito de Manaus.

Bolsonaro é diagnosticado com obstrução intestinal e levado para SP

O presidente Jair Bolsonaro será internado na noite desta quarta-feira, dia 14, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

Ele deu entrado na madrugada de hoje no Hospital das Forças Armadas, em Brasilia, com dores abdominais. Após exames foi diagnosticado com obstrução intestinal.

Ainda internado em Brasília, uma foto dele acamado e um texto politizando as condições em que se encontra, foi postado na conta do presidente no instagram onde ataca o PSOL e o PT.

Agora é oficial: governo indica ‘terrivelmente evangélico’ para o STF

Está publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, dia 13, a indicação de André Mendonça ao STF para a vaga do ministro Marco Aurélio, que se aposentou.

Ainda em 2019 Jair Bolsonaro prometeu escolher um nome ao Supremo Tribunal Federal que fosse ‘terrivelmente evangélico’.

A escolha de André Mendonça, que também é pastor evangélico, tem objetivo de sinalizar e agradar o seguimento evangélico, fatia significativa do eleitorado de Jair Bolsonaro.

André Mendonça, 48 anos, é paulista e advogado da União desde 2000. Formado em ciências jurídicas e sociais pelo Centro Universitário de Bauru (SP), em 1993; especialista em direito público na UnB (Universidade de Brasília); doutor e mestre em Direito pela Universidade de Salamanca na Espanha. Na AGU, atuou destacadamente na área de combate à corrupção.

Fux diz que Bolsonaro ‘pediu perdão’ por ataques às instituições

Do Brasil 247

O ministro Luiz Fux, Presidente do STF, disse nesta segunda-feira, dia 12, após se reunir com Jair Bolsonaro, que o presidente da república pediu ‘perdão’ pelos ataques às instituições.

“Debatemos o quão importante para a democracia brasileira é o respeito às instituições e os limites impostos pela Constituição Federal. O presidente entendeu, se utilizou até de um momento evangélico, ele gosta de orar diuturnamente, houve o perdão e, ao final, nós combinamos uma reunião entre os Três Poderes para nós fixarmos balizas sólidas para a democracia brasileira, tendo em vista a estabilidade do nosso regime político”, disse Fux.

André Mendonça é mais um ‘escolhido’ de Bolsonaro para o STF

O advogado-geral da União, André Mendonça, 48 anos, é o escolhido do presidente Bolsonaro para vaga do ministro Marco Aurélio no STF.

Bolsonaro confirmou hoje terça-feira, dia 6, a aliados a escolha. Mas, já havia informado que sua decisão já havia sido tomada.

A tarefa de André Mendonça agora será enfrentar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Por fim seu nome deverá ser ratificado pela maioria absoluta dos 81 senadores (41 votos).

André Mendonça será o segundo membro do STF escolhido pelo presidente Bolsonaro, o primeiro foi o ministro Nunes Marques.

Escolhido de Bolsonaro ao STF julgará caso que Renan Calheiros é alvo

Do Uol

O novo ministro do STF indicado por Jair Bolsonaro, ao assumir a cadeira ocupada pelo ministro Marco Aurelio, participará logo de inicio do julgamento da Lava Jato conhecido por “quadrilhão do MDB”, um dos alvos é o senador Renan Calheiros, desafeto do presidente por causa da relatoria da CPI da Covid-19.

Deve ser julgada a denúncia contra o chamado “quadrilhão do MDB”.

Foram denunciados os senadores Edison Lobão (MA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA) por associação criminosa.

No mesmo inquérito foram acusados também os ex-senadores José Sarney e Sérgio Machado.