Bolsonaro culpa quarentena por preços dos alimentos e diz que perdoa quem fez

Sem saber o que fazer e dizer em relação ao aumento de preços dos alimentos, entre eles, o arroz cujo o pacote com 5kg chega a custar R$ 40 ao consumidor, o presidente Bolsonaro no ‘cercadinho do Alvorada’ culpou a quarentena contra o coronavírus pela crise.

“Lá atrás falavam, me criticavam, falavam o quê… Vírus ou empregos. Pessoal falou fique em casa, a Economia vem depois. Apesar disso, eu perdoo quem falava isso aí (..) Muitos políticos sabiam que eu estava certo. Estamos nos empenhando para a economia pegar”, disse Bolsonaro a partidários. 

“Minha vontade é encher tua boca com uma porrada, tá”, Bolsonaro para um repórter

Do Site Uol

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste domingo (23) hoje a um jornalista que teria vontade de “encher tua boca com uma porrada”. O questionamento feito pelo repórter do Jornal O Globo a Bolsonaro ocorreu durante visita à Catedral de Brasília.

A ameaça ocorreu após Bolsonaro ser perguntado sobre os depósitos feitos por Fabrício Queiroz na conta bancária da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

O presidente então reagiu à pergunta com a afirmação: “Minha vontade é encher tua boca com uma porrada, tá”.

O jornal O Globo repudiou a fala do presidente e afirmou que “tal intimidação mostra que Jair Bolsonaro desconsidera o dever de qualquer servidor público, não importa o cargo, de prestar contas à população. Continue lendo aqui

“..popularidade de Bolsonaro não é sustentável..”, diz Flávio Dino

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alertou o campo progressista, nesta sexta-feira (14), para não desanimar com a pesquisa DataFolha que revela crescimento da popularidade de Bolsonaro.

Para Flávio Dino, o crescimento significativo do governo e de Bolsonaro, a melhor desde o início, não é sustentável. De acordo com ele, os problemas familiares e no próprio governo deverão reverter esse cenário.

Flávio Dino também aconselhou o campo progressista a continuar apresentando alternativas para os problemas do país de maneira “clara, viável e conectadas com as necessidades da população”.

Covid-19: parlamentares maranhenses reagem a descaso de Bolsonaro com mortos

 

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A declaração do presidente Bolsonaro no facebook, na noite de ontem quinta-feira (6), sobre a marca de 100 mil mortos por coronavírus, que o Brasil deve atingir nas próximas horas, continua repercutindo negativamente.

“Vamos chegar a 100 mil mortos, mas vamos tocar a vida”, disse Bolsonaro

Parlamentares maranhenses como senador Weverton (PDT), os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB) e Gastão Viera (PROS) reagiram com indignação ao que consideraram descaso do presidente do Brasil, com os milhares de mortos e seus familiares.

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“Com quase 100 mil mortos pela Covid-19, Bolsonaro diz que é preciso continuar tocando a vida. Se tivesse compromisso com o povo, o presidente não se daria por satisfeito sabendo que isso não é mais possível para quase 100 mil brasileiros. Seu descaso com a vida é revoltante.”, senador Weverton.

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“O estúpido presidente fala sobre 100 mil mortes com a naturalidade de um mensageiro da morte.”, declarou Márcio Jerry.

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“Fernando Lins, Luis Pinheiro Alves, Ezon Ferraz, Ricardo Archer, José Gentil, João Cebola , Plinio Nesello e esposa, Pedro Ivo, pedem que avise Bolsonaro QUE ESTÃO TOCANDO A VIDA, revoltados com seu descaso e brutalidade com a vida do ser humano.A dor, a saudade, são imensas (..) A dor das famílias ainda nem acomodou o luto pelos 100 mil mortos, e o governo quer mais..chegar aos 200 mil. Ontem, já pediu ao TCU autorização para gastar o que sobrou das verbas que deveriam ir para o combate ao vírus. É eleição gente, 2022, a prioridade..”, comentou Gastão Vieira.

“além de ironizar o desemprego, está desinformado sobre o Maranhão”, Dino para Bolsonaro

 

Governador Flávio Dino lamentou a ironia do presidente Jair Bolsonaro sobre desemprego e disse que insitirá no Pacto Nacional do Desemprego/Reprodução

O presidente Bolsonaro (Sem Partido), ao usar o ‘cercadinho’ na saída do Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (28), como era esperado respondeu com ironia à proposta do governador do Maranhão, Flávio Dino(PCdoB), que em ofício solicitou um Pacto Nacional pelo Emprego, em razão do agravamento do desemprego no país nos próximos meses.

Tem governador agora que quer que eu faça um pacto pelo emprego. Mas, ele continua com o estado dele fechado, disse o Bolsonaro.

Flávio Dino lamentou a ironia do presidente quanto a sua sugestão, e acrescentou que Bolsonaro é desinformado em relação ao Maranhão. Ele também disse que  insitirá no Pacto.

“O presidente Bolsonaro, além de ironizar indevidamente o tema do desemprego, está desinformado sobre o Maranhão. Estamos com praticamente 100% das atividades econômicas funcionando, há muitas semanas (..) Considero que o desemprego não é assunto a ser tratado com ironias. Espero que o presidente da República leve a sério a urgencia de ações efetivas. É impossível tratar do tema no “cercadinho” do Alvorada. Por isso, insisto na ideia do Pacto Nacional pelo Emprego”, destacou Flávio Dino nas redes sociais.

O deputado, Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, reagiu em tom de indignação à posição do presidente Bolsonaro, sobre a sugestão do governador Flávio Dino. Para ele, o presidente é preguiçoso, negligente e irresponsável. Por isso reagiu assim.

É um preguiçoso, além de negligente e irresponsável. Por isso reage assim. Nem aí para trabalhar por emprego para a população. Bolsonaro reage com ironia a pacto pelo emprego sugerido por Flávio Dino”, reagiu Márcio Jerry no twitter.

O governador Flávio Dino é um dos principais adversários de Bolsonaro e de seu governo, também poderá enfrentá-lo nas urnas em 2022. Através de ofíco enviado a Bolsonaro, ele propos união de empresas, empresarios, sindicatos e governadores, com coordenação do presidente, para viabilizar um Pacto Nacional pelo Emprego”, e enfrentar crise.

Pelo comentário do presidente, ele deverá usar como estratégia para justificar o desemprego, culpar os governadores, a ter que com eles encontrar saída para crise, que já era muito grave antes da pandemia.

Em ofício Flávio Dino propõe a Bolsonaro Pacto Nacional pelo Emprego

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino, em ofício ao presidente Bolsonaro nesta segunda-feira (27), sugeriu que ele convoque governadores, empresas e trabalhadores para junto enfrentarem o aumento do desemprego no país.

A iniciativa de Flávio Dino aconteceu após entrevista públicada na Folha de SP com o secretário de Política Econômica do governo Bolsonaro sobre aumento do desemprego no Brasil.

 

Bispos dizem que “Governo Bolsonaro se baseia em uma economia que mata”

 

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Jair Bolsonaro voltou a se encontrar com apoiadores na frente do Palácio do Planalto neste sábado, 18 de abril (Foto: Sergio LIMA / AFP)

Um grupo de 152 bispos, arcebispos e bispos eméritos do Brasil divulgou neste domingo 26 uma nota de repúdio ao presidente Jair Bolsonaro e à maneira que seu governo atua durante a pandemia do novo coronavírus.

Chamada de “Carta ao Povo de Deus, o grupo diz que o Brasil atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história, vivendo uma “tempestade perfeita” e cita os erros cometidos pelo governo federal.

“Assistimos, sistematicamente, a discursos anticientíficos, que tentam naturalizar ou normalizar o flagelo dos milhares de mortes pela COVID-19, tratando-o como fruto do acaso ou do castigo divino, o caos socioeconômico que se avizinha, com o desemprego e a carestia que são projetados para os próximos meses, e os conchavos políticos que visam à manutenção do poder a qualquer preço”, dizem os líderes católicos.

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Enquanto faltam medicamentos em UTIs sobra cloroquina no Brasil

 

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O governo foi alertado, em maio de 2020, de que o Brasil poderia ter falta de medicamentos usados nas UTIs em pacientes com covid-19 —doença causada pelo novo coronavírus.

Mesmo assim, decidiu investir na compra de cloroquina e hidroxicloroquina (fármacos que não têm eficácia comprovada contra a doença) e, agora, tem mais de 4 milhões de comprimidos em estoque.

As informações estão em atas de reuniões do COE (Comitê de Operações de Emergência).

O comitê é formado por especializados em emergências de saúde pública. Entre os orgãos no COE estão o Ministério da Saúde, a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Instituto Evandro Chagas. (O Estado de S. Paulo)