Aliança Pelo Brasil: Dino e Eliziane destacam paradoxo em bandeiras ‘religiosa’ e ‘armamentista’

 

dino e eleiziane

O partido da família Bolsonaro  é um dos assuntos mais comentados dentro e fora dos meios políticos. Ainda não existe formalmente, mas seu presidente já foi anunciado e será Jair Bolsonaro e o vice Flávio Bolsonaro e ainda Jair Renan um dos conselheiro, este o filho mais novo de Bolsonaro.

APBPelo menos dois aspectos das bandeiras defendidas do Aliança Pelo Brasil o ‘religioso’ e ‘armamentista’ chamaram atenção de Flávio Dino (PCdoB) e Eliziane Gama (Cidadania), respectivamente católico e evangélica. Os políticos maranhenses viram um grande paradoxo.

“Jesus Cristo não andou com espadas e lanças. Uma pessoa que realmente leu os Evangelhos sabe disso. Logo, há incompatibilidade entre apologia a armas e a mensagem cristã. Essa é uma Verdade que realmente liberta”, governador Flávio Dino.

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Mat. 5,9”, senadora Eliziane Gama.

Ex-juiz Sérgio Moro assume blindagem da família Bolsonaro

 

moro-e-bolsonaro
Ministro e ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro e o presidente Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

Em entrevista nesta manhã de quinta-feira (21) na CBN, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, disse que o fato do porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro dizer que se enganou indica fraude no processo.

“Há um possível envolvimento fraudulento do nome do presidente”, disse Sérgio Moro.

Ao se referir à informação sobre a nova linha de investigação que leva ao envolvimento do vereador Carlos Bolsonaro, o ministro defendeu a federalização do caso Marielle, um vez que para ele, há uma tentativa de politização do caso.

“Vendo esse novo episódio em que se busca politizar a investigação indevidamente, a minha avaliação […] é que o melhor caminho é a federalização”, insistiu Moro.

Bolsonaro lançará ‘Aliança pelo Brasil’ e avisou que será o presidente do partido

 

patria_bolsonaro-1573948020
Foto: Reprodução

A criação do partido ‘Aliança pelo Brasil’ de perfil com bases que remetem ao integralismo lançará sua pedra fundamental na próxima quinta-feira (21), como anunciou o presidente Jair Bolsonaro, que também disse que presidirá o partido.

O novo partido que já é considerado da ‘família Bolsonaro’ terá que além de coletar as assinaturas para sua criação passar à frente de outros pedidos de criação de outras siglas que tramitam no TSE.

De acordo com o filho do presidente e senador Flávio Bolsonaro, eles contam com a força dos seguidores nas redes sociais para agilizar a coleta de assinaturas. Se o TSE aceitar as assinaturas digitais será também novidade.

“Precisaremos de 491 mil assinaturas para criar o Aliança pelo Brasil e, em apenas quatro dias, já somos mais de 640 mil aliados nas três redes sociais. A partir do dia 21 de novembro vamos iniciar a coleta das assinaturas”, disse Flávio Bolsonaro.

Parlamentares querem derrubar medida de Bolsonaro que acaba com registro de Jornalista

 

30/07/2019 Cerimônia de Revisão e Modernização das Normas Re
Foto: Reprodução

O jornalista e deputado Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, está entre os parlamentares dispostos a derrubarem no Congresso Nacional a  Medida Provisória 905/2019, que acaba com a obrigatoriedade de registro para atuação profissional de jornalistas, publicitários, radialistas e outras 11 profissões, promete sofrer pressões da bancada do PT e do PCdoB.

“Governo Bolsonaro age para destruir Jornalismo com Medida Provisória inconstitucional. Total apoio para derrubarmos a MP!”, disse Jerry que também é jornalista.

Segundo conversas já realizadas entre parlamentares contrários à medida de Jair Bolsonaro, e os presidentes da Câmara e Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) respectivamente, a possibilidades de ser revoga o fim da obrigatoriedade de registro para a profissão de jornalista.

Através de nota a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) reagiu ao anuncio da MP pelo governo Bolsonaro. Também revelou um levantamento de medidas adotadas por jair Bolsonaro contra jornalistas e veículos de comunicação desde que assumiu a presidência da república.

Veja aqui o levantamento

Flávio Dino alerta para ‘pegadinha’ no pacote de Guedes e Bolsonaro

 

Flávio-Dino-1-1200x720
Flávio Dino, governador do Maranhão/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), disse na manhã desta terça-feira (6), que o pacote do governo Bolsonaro apresentado ontem no Congresso tem ‘embalagem’ com ideias necessárias para esconder o objetivo real, manter a riqueza concentrada na mão da minoria da população brasileira.

“Sobre pacotes: em meio a algumas ideias úteis, embrulha-se o principal, ou seja, concentração de riqueza e renda nas mãos de poucos. Assim é impossível haver consumo e poupança privada. E, por conseguinte, impossível haver investimentos privados para impulsionar desenvolvimento”, avaliou Flávio Dino.

De acordo com Flávio Dino o ‘estado mínimo’, obsessão de Paulo Guedes, que incautos passaram defender como solução para desenvolver o país, na verdade aprofundará as desigualdades e a pobresa. Ele lembra ainda que preparar o governo para priorizar e atender interesses do 1% mais rico da população brasileira poderá trazer consequências políticas e sociais graves a curto e médio prazo ao Brasil.

“Estado mínimo” significa maior concentração de riqueza e renda nas mãos de poucos. Políticas públicas são essenciais para os mais pobres e para a classe média. É um erro estrutural governar para o 1% mais rico da sociedade”, alerta o governador Flávio Dino.

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes propõem desmonte de benefícios trabalhistas

 

pauloguedes_bolsonaro
Foto: Reprodução

Nas propostas apresentadas e entregues por Bolsonaro e Paulo Guedes na terça-feira (5), no Congresso Nacional, há extinção de 248 fundos públicos, entre eles, está o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que destina recursos para o seguro-desemprego e abono salarial.

Segundo a Folha de S.Paulo, Bolosnaro e Guedes sabem que receberam criticas e resistência pela medida, pela medida representar o desmonte de benefícios trabalhistas. O objectivo do governo é utilizar cerca de R$ 40 bilhões depositado no cofre do FAT.

Os fundos são alimentados por recursos e vinculados a um recebimento específico, como tributos, royalties ou receitas de empresas beneficiárias de incentivos fiscais.

Dos fundos públicos, ficariam preservados apenas 33 deles, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), o FPE (Fundo de Participação dos Estados), o FCO (Fundo de Financiamento do Centro-Oeste), o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) e o FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). (Informações Revista Fórum)

PF pede prisão de Dilma Rousseff mesmo ela não sendo investigada, mas STF nega

 

brasil dilma
Foto: Reprodução

NOTA À IMPRENSA

É estarrecedora a notícia de que a Polícia Federal pediu a prisão da ex-presidenta Dilma Rousseff num processo no qual ela não é investigada e nunca foi chamada a prestar qualquer esclarecimento.

A ex-presidenta sempre colaborou com investigações e jamais se negou a prestar testemunho perante a Justiça Federal, nos casos em que foi instada a se manifestar.

Hoje, 5 de novembro, ela foi convidada a prestar esclarecimentos à Justiça, recebendo a notificação das mãos civilizadas e educadas de um delegado federal. No final da tarde, soube pela imprensa do pedido de prisão.

O pedido de prisão é um absurdo diante do fato de não ser ela mesma investigada no inquérito em questão. E autoriza suposições várias, entre elas que se trata de uma oportuna cortina de fumaça. E também revela o esforço inconsequente do ministro da Justiça, Sérgio Moro no afã de perseguir adversários políticos. Sobretudo, torna visível e palpável o abuso de autoridade.

Ainda bem que prevaleceu o bom senso e a responsabilidade do ministro responsável pelo caso no STF, assim como do próprio Ministério Público Federal.

Assessoria de Imprensa
Dilma Rousseff

Proposta de Bolsonaro e Guedes de extinção de municípios será decido pelo Congresso

 

guedes e bolsonaro
Paulo Guedes e Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

De acordo com a proposta de Pacto Federativo apresentado nesta terça-feira (5), por Bolsonaro e Paulo Guedes no Congresso Nacional, o Brasil poderá reduzir número de  municípios, criação de novos e incorporação pelo município vizinho.

No Maranhão pelo menos quatro poderão deixar de existir se a proposta do governo prosperar tal como foi apresentada, são eles: Nova Yorque, Junco do Maranhão, São Felix de Balsas e São Pedro dos Crentes, este último tem como prefeito Lahesio Rodrigues do Bonfim (PSL), o mais Bolsonarista dos prefeitos do Maranhão.

Perguntado sobre a polêmica da proposta, uma vez que haverá eleições municipais no próximo ano, o ministro da economia Paulo Guedes jogou a responsabilidade para o Congresso Nacional.

“Quem vai decidir se município será com 5 mil, 10 mil pessoas? Sou eu ou o Congresso? Não sabemos qual o tamanho ideal então é um tema para o Congresso discutir”, disse Guedes.

De acordo com a Secretaria de Fazenda 1.254 cidades tem menos de 5.000 mil habitantes com isso com base na proposta poderão ser extintos com base na proposta do governo. A extinção dos municípios aconteceria a partir de 2026, caso a PEC do Pacto Federativo seja aprovada. O número equivale a 22,5% do total de 5.570 municípios brasileiros.