Indicados de Bolsonaro ao STF, Mendonça e Marques, juntos no TSE

Os membros do STF elegeram nesta quinta-feira, dia 16, o ministro André Mendonça para a vaga de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aberta com o término do segundo biênio do ministro Alexandre de Moraes na Corte, que se dará no próximo dia 3 de junho.

O ministro agradeceu a confiança e assegurou que atuará com absoluta imparcialidade e deferência ao TSE, à Lei e à Constituição.

“honrado com importante responsabilidade e prerrogativa de conduzir o processo eleitoral, que é, na essência, o primado da democracia”, disse Mendonça.

Mendonça se junta à ministra Cármen Lúcia e ao ministro Nunes Marques, eleitos presidente e vice da Corte no último dia 7, para compor as vagas destinadas aos ministros do STF na Corte Eleitoral.

Com André Mendonça e Cássio Nunes a mais alta instância da Justiça Eleitoral, passa ser integrada por dois ministros indicados ao STF, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

O TSE é composto por sete ministros: três são originários do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois são representantes da classe dos juristas – advogados com notável saber jurídico e idoneidade.

Cada ministro é eleito para um biênio e não pode ser reconduzido após dois biênios consecutivos. A rotatividade dos juízes no âmbito da Justiça Eleitoral visa manter o caráter apolítico dos tribunais, de modo a garantir a isonomia nas eleições.

CPMI: “interferência de Poder”, Eliziane sobre decisão Mendonça

O ministro do STF, André Mendonça, desobrigou Osmar Crivelatti, ex-assessor da Presidência da República e atual integrante da equipe do ex-presidente Jair Bolsonaro, comparecer à CPMI dos Atos Golpistas do 8 de janeiro.

O assessor de Jair Bolsonaro está sendo aguardado nesta terça-feira, dia 19, na CPMI.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da ‘CPMI dos atos golpistas do 8 de janeiro’, classificou de “indevida interferência de Poder sobre outro”, a decisão do ministro André Mendonça.

“Liminares recentes de ministros do STF q/ desobrigam ida de depoentes à CPMI ferem de morte § 3º do art. 58 da CF, quando nos retiram poderes próprios de investigação de autoridade judicial. Lamentáveis decisões e indevida interferência de Poder sobre outro” (…) A oitiva do senhor Osmar Crivellatti, segundo-tenente do Exército que trabalhou com Mauro Cid na Ajudância de Ordens da Presidência da República, nos parece fundamental para a investigação dos fatos desta comissão de inquérito”, afirma Eliziane.

Osmar Crivelatti foi coordenador administrativo da Ajudância de Ordens da Presidência da República e era subordinado ao tenente-coronel Mauro Cid. O objetivo é ouvir o ex-auxiliar para buscar esclarecer os fatos preparatórios dos atos do dia 8 de janeiro.

O ministro André Mendonça, foi ministro da Justiça do governo Bolsonaro e indicado para o STF pelo ex-presidente. A decisão pode ser ‘um balde de água fria’ para as próximas convocações. A lei já autoriza que o depoimento se mantenha em silêncio, mas desautorizar o comparecimento poderá enfraquecer os trabalhos.

STF: Mendonça tenta culpar Dino, mas é enquadrado por Moraes

Os ministros do STF, André Mendonça e Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira, dia 14, travaram um forte debate durante o primeiro julgamento e condenação de envolvidos nos atos golpistas do dia 8 de janeiro.

O embate ocorreu após o ministro André Mendonça insinuar, com base na mesma versão que vem sendo utilizada por bolsonaristas, que o Ministro da Justiça, Flávio Dino, não teria determinado que a Força Nacional evitasse a invasão do Palácio do Planalto.

“Vossa excelência vem no plenário do STF para dizer que houve uma conspiração do governo contra o próprio governo? Tenha dó!”, disse Moraes, contestando Mendonça.

Mendonça ‘pede vista’ de cassação e bolsonarista é mantido no cargo

Do UOL

O presidente Jair Bolsonaro (PL), que comemorou semana passada a suspenção da cassação do seu aliado o deputado, Fernando Francisquini (União-PR), pelo ministro do STF, Kassio Nunes, no inicio da madrugada desta terça-feira, dia 7, teve mais um motivo para comemorar, o também ministro do STF, André Mendonça, pediu vista do julgamento virtual que analisaria a cassação do deputado no Supremo.

Os ministros Kssio Nunes Marques e André Mendonça chegaram ao STF por indicação do presidente Bolsonaro.

A votação de todos os 11 ministros do STF foi aberta à meia-noite. Mendonça pediu vista do processo à 0h01. O julgamento fica paralisado até que devolva o processo para análise. Não há prazo para que isso aconteça.

Estados vão recorrer de decisão do ministro do STF sobre ICMS

Do G1

O Comitê Nacional de Secretários da Fazenda, Finanças, Receitas ou Tributação dos Estados e Distrito Federal (Comsefaz), vai recorrer da decisão do ministro do STF, André Mendonça, sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A decisão de recorrer, foi tomada em reunião extraordinária do comitê.

“Fizemos uma avaliação técnico-jurídica. Nessa avaliação identificamos que o comitê nacional de secretários, apesar de respeitar toda a decisão judicial, cumprir decisões judiciais, a gente vai recorrer (..) Vamos recorrer por entender que todos os requisitos da lei complementar 192 foram cumpridos”, afirmou o presidente do Comsefaz.

O ministro Mendonça abriu prazo de cinco dias para que a Câmara, o Senado e o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) se manifestem sobre o tema. Em seguida, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a AGU terão prazo semelhante.

Mendonça vai para o STF após ‘molho histórico’

Por 47 votos a 32, o Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, dia 1º de novembro, a indicação de André Mendonça para o STF.

A realização da sabatina e votação dele estava parada a quatro meses na CCJ.

Ele foi advogado-geral da União e ministro da Justiça do governo Bolsonaro. Sua escolha pelo presidente foi parte da promessa de um nome com perfil de ‘terrivelmente evangélico’.

Mais cedo após ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça sua indicação foi aprovada por 18 votos a 9.

Ele vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio.

André Mendonça é mais um ‘escolhido’ de Bolsonaro para o STF

O advogado-geral da União, André Mendonça, 48 anos, é o escolhido do presidente Bolsonaro para vaga do ministro Marco Aurélio no STF.

Bolsonaro confirmou hoje terça-feira, dia 6, a aliados a escolha. Mas, já havia informado que sua decisão já havia sido tomada.

A tarefa de André Mendonça agora será enfrentar a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Por fim seu nome deverá ser ratificado pela maioria absoluta dos 81 senadores (41 votos).

André Mendonça será o segundo membro do STF escolhido pelo presidente Bolsonaro, o primeiro foi o ministro Nunes Marques.

STF suspende ‘dossiê dos antifascistas’ e isenta André Mendonça

O STF determinou por 9 a 1 que o governo Bolsonaro suspenda a coleta de informações de adversário, o tal do ‘dossiê dos antifascistas’. A relatora do julgamento ministra Cármen Lúcia se posicionou contra.

Apenas o ministro Marco Aurélio divergiu, os demais membros da corte seguiram a relatora. O ‘dossiê’ possui 579 dados de pessoas, entre eles, policiais e professores.

Durante o julgamento foi formado entendimento que o ministro da Justiça, André Mendonça, de que o ‘dossiê dos antifascistas’ foi criado antes do inicio da sua gestão.