Flávio Dino e Eliziane Gama criticam Decreto de Bolsonaro que amplia porte de armas

 

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Jair Bolsonaro com parlamentares assinando do decreto das armas(Foto: Carolina Antunes/PR)

Foi publicado nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União, o Decreto de Bolsonaro que contempla também com porte advogados, caminhoneiros e políticos eleitos – desde o presidente da República até os vereadores.

O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa.

Para o governador Flávio Dino a medida de Jair Bolsonaro, mais uma vez atende interesses dos ricos.

“Decreto sobre armas é uma medida em favor dos mais ricos, que podem gastar acima de R$ 3.000 para ter uma arma legal. Para 99% da sociedade, o que interessa é investimento em Segurança Pública. O que explica o represamento do dinheiro do Fundo Nacional de Segurança Pública ?”, destacou Dino.

Já a senadora Eliziane Gama além de criticar a medida, apresentou um projeto no Senado para sustar o Decreto, segundo ela é ilegal.

“Apresentei projeto para sustar o Decreto presidencial que amplia o porte de armas. A medida extrapola os limites e é ilegal. Precisamos punir criminosos, diminuir o tráfico de drogas. Armar a população não é a saída. Segurança pública é responsabilidade do estado.” alertou a senadora do Maranhão.

Flávio Dino cobra dívidas da União com o Maranhão que chegam a R$ 15 bilhões

 

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Governador Flávio Dino durante reunião em Brasília com participação do presidente Bolsonaro/Foto: Reprodução

Durante reunião nesta quarta-feira (8), em Brasília, com o presidente Bolsonaro e os governadores, foram tratos questões federativas e apoio financeiro aos Estados.

Entre os temas abordados, estiveram a Lei Kandir, Plano Mansueto, Fundeb, Securitização, Cessão Onerosa e aumento da parcela de distribuição de arrecadação da União para estados e municípios. A discussão gerou uma carta, que foi entregue aos presidentes dos Poderes Executivo e Legislativo.

O governador Flávio Dino destacou a soma de R$ 15 bilhões em dividas que a União tem com o Maranhão. “Houve uma abordagem acerca da preocupação com a agenda federativa. É importante entender que a União deve dinheiro aos Estados, portanto não é uma agenda em que os Estados estão pedindo dinheiro novo, e sim o que a União efetivamente deve”, afirmou Flávio Dino.

O governador do Maranhão também pediu gestos concretos do governo Bolsonaro, em relação às demandas dos estados. “A nossa prioridade é acreditar que a Câmara e Senado irão pautar esses projetos e com isso viabilizar algum tipo de encaminhamento que desobstrua objetivamente o diálogo com o governo federal”, disse Flávio Dino.

Em relação à Previdência Social, Flávio Dino, voltou defender a retirada da proposta as medidas que prejudica mais os pobres. “Hoje, nos termos em que a proposta se encontra, é rigorosamente impossível haver um amplo entendimento sem retirar esses excessos antissociais.”

Bolsonaro se apressa e nega criação de imposto que incidiria até no ‘dízimo’

 

O presidente Jair Bolsonaro não perdeu tempo e negou a informação publicada na Folha de SP, sobre um novo imposto que estaria sendo criado pelo governo, que incidiria até dízimo das igrejas.

A medida atingiria em cheio os evangélicos, maioria apoiadores e eleitores do presidente.

A criação tinha sido confirmada pelo Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra. “A base da Contribuição Previdenciária é universal, todo o mundo vai pagar esse imposto, igreja, a economia informal, até o contrabando” afirmou.

Governo Bolsonaro prepara imposto que atingirá até o dízimo das igrejas

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes/Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro prepara um novo imposto que atingir até o ‘santo dizimo’ das igrejas. As informações sobre a medida polêmica está publicada na edição desta segunda-feira (29), da Folha de S. Paulo.

O governo nega, mas o novo imposto seria uma espécie de CPMF, que incidirá sobre todas transações financeiras, bancárias ou não, e que será rateado entre quem paga e recebe.

Segundo o Secretário da Receita Federal do governo Jair Bolsonaro (PSL), Marcos Cintra.

“A base da Contribuição Previdenciária é universal, todo o mundo vai pagar esse imposto, igreja, a economia informal, até o contrabando” afirma Marcos Cintra, Secretário da Receita Federal.

Fim dos cursos de Filosofia e Sociologia: ‘Sem pensamento crítico não há desenvolvimento social’

 

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O presidente Jair Bolsonaro e Olavo de Carvalho/Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta sexta-feira (26), em sua conta no twitter uma especie de fim das faculdades de Filosofia e Sociologia. Para ele e o ministro da Educação, Abraham Weintrab as duas áreas não contribuem para o contribuinte, e nem trazem retorno imediato.

O objetivo é priorizar cursos como: veterinária, engenharia e medicina”. É como investir em cursos de humanas fosse jogar fora o dinheiro do contribuinte.

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O governador do Maranhão Flávio Dino, também no twitter nesta sexta-feira, numa especie de contraponto à posição do governo Bolsonaro, disse que no âmbito do estado manterá os ensinos de Filosofia e Sociologia. Para ele, sem pensamento crítico nenhuma sociedade se desenvolve.

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No Brasil manifestação só quando for para apoiar o governo

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro/Foto: Reprodução

Da Revista Fórum

Está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17), Portaria assinada pelo ministro Sérgio Moro autorizando o emprego da Força Nacional de Segurança Pública na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, por 33 dias a partir de hoje.

A portaria atende a um pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, “no qual solicita o emprego da Força Nacional de Segurança Pública na região da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios”.

O objetivo da ação seria a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na defesa dos bens e dos próprios da União”. Mas, na prática, a Força Nacional está sendo escalada para reprimir manifestações marcadas para o local.

Há a expectativa de uma marcha de indígenas e atos de movimentos sociais para os próximos dias.

As manifestações de indígenas em Brasília fazem parte do ATL (Acampamento Terra Livre), uma marcha de indígenas de diversas partes do Brasil à capital federal que ocorre há 15 anos. Neste ano, o acampamento está previsto para acontecer entre os dias 24 e 26 de abril. Em 19 de abril, celebra-se o Dia do Índio.

O acampamento de indígenas em Brasília foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), na semana passada. Durante uma transmissão ao vivo via Facebook, o presidente se referiu ao evento como “encontrão” e disse que quem iria pagar a conta seria o “contribuinte”.

‘Conselho’ no governo Bolsonaro, agora só os dados pelo presidente

 

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Presidente Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

Centenas de conselhos, grupos de trabalho e comitês existentes na estrutura do governo federal estão na ‘mira’ do ex-capitão e presidente Jair Bolsonaro. Para ser mais preciso, eles totalizam cerca de 600 e praticamente todos serão extintos.

De acordo com o Congresso em Foco praticamente todos serão extintos. A medida esta inclusa entre as várias adotadas por Bolsonaro na ´quinta-feira (11), através decreto.

Os conselhos que não seguirem rigorosamente o comando do Palácio do Planalto, serão sumariamente ‘eliminados’.