‘Perco uma votação, jamais a coerência’, diz Márcio Jerry após aprovação da Reforma

 

AB28615E-171A-4AE8-A9B5-1D246E895403A aprovação da Reforma da Previdência em 1º turno na noite desta quarta-feira (10), teve apoio de 14 dos 18 deputados federais da bancada maranhense. Apenas Márcio Jerry (PCdoB), Eduardo Braid (PMN), Bira do Pindaré (PSB) e Zé Carlos (PT) votaram contra.

Nas redes sociais o deputado Márcio Jerry disse que entre perder a votação ou sua coerência, optou e se manterá a última e ao lado do trabalhador.

‘Perco uma votação, jamais perco a coerência e compromisso com nosso povo trabalhador. Com muito orgulho votei contra essa reforma que deforma a previdência. Luta que segue. Avante !!!’, disse Márcio Jerry.

Votaram a favor:

Aluísio Mendes (Podemos)

André Fufuca (PP)

Cleber Verde (PRB)

Edilázio Júnior (PSD)

Gastão Vieira (PROS)

Gil Cutrim (PDT)

Hildo Rocha (MDB)

João Marcelo Souza (MDB)

Josimar Maranhãozinho (PL)

Junior Lourenço (PL)

Juscelino Filho (DEM)

Marreca Filho (Patriota)

Pastor Gildenemyr (PL)

Pedro Lucas Fernandes (PTB)

“Ninguém é obrigado a continuar como ministro meu..”. E aí Paulo Guedes??

 

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Paulo Guedes e Jair Bolsonaro/Foto Reprodução

O todo poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, o ‘Posto Ipiranga’ do presidente Jair Bolsonaro, parece não desfrutar mais dessa condição. Após sua declaração publicada na revista Veja, que pegará um avião e vai embora se a Reforma da Previdência for transformada em ‘reforminha’, teve que engolir uma resposta no minimo intrigante.

“Ninguém é obrigado a continuar como ministro meu. Logicamente, ele está vendo uma catástrofe. E é verdade, concordo com ele se nós não aprovarmos uma reforma muito próxima da que nós enviamos para o parlamento..”, disse Bolsonaro em solo nordestino nesta sexta-feira (24).

Flávio Dino cobra dívidas da União com o Maranhão que chegam a R$ 15 bilhões

 

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Governador Flávio Dino durante reunião em Brasília com participação do presidente Bolsonaro/Foto: Reprodução

Durante reunião nesta quarta-feira (8), em Brasília, com o presidente Bolsonaro e os governadores, foram tratos questões federativas e apoio financeiro aos Estados.

Entre os temas abordados, estiveram a Lei Kandir, Plano Mansueto, Fundeb, Securitização, Cessão Onerosa e aumento da parcela de distribuição de arrecadação da União para estados e municípios. A discussão gerou uma carta, que foi entregue aos presidentes dos Poderes Executivo e Legislativo.

O governador Flávio Dino destacou a soma de R$ 15 bilhões em dividas que a União tem com o Maranhão. “Houve uma abordagem acerca da preocupação com a agenda federativa. É importante entender que a União deve dinheiro aos Estados, portanto não é uma agenda em que os Estados estão pedindo dinheiro novo, e sim o que a União efetivamente deve”, afirmou Flávio Dino.

O governador do Maranhão também pediu gestos concretos do governo Bolsonaro, em relação às demandas dos estados. “A nossa prioridade é acreditar que a Câmara e Senado irão pautar esses projetos e com isso viabilizar algum tipo de encaminhamento que desobstrua objetivamente o diálogo com o governo federal”, disse Flávio Dino.

Em relação à Previdência Social, Flávio Dino, voltou defender a retirada da proposta as medidas que prejudica mais os pobres. “Hoje, nos termos em que a proposta se encontra, é rigorosamente impossível haver um amplo entendimento sem retirar esses excessos antissociais.”

Maia diz que Governo Bolsonaro é um ‘deserto’ e não tem projeto para combater pobreza

 

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Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia/Foto: Reprodução

Em entrevista ao Jornal O Estado de SP, publicada neste sábado (23), o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou criticar duramente o governo Bolsonaro. Para ele, com exceção dos projetos da Previdência e de Sérgio Moro, o governo é um ‘deserto’.

Rodrigo Maia chamou novamente atenção do ativismo excessivo de Bolsonaro no twitter. Segundo ele, o Brasil precisa ir para vida real e o presidente ao invés de se limitar em ficar criticando a esquerda, deveria fazer seu governo de direta apresentar alguma alternativa para enfrentar problemas graves do país, por exemplo: a extrema pobreza e o desemprego.

“Precisamos que o país volte a ter projeto. Qual é o projeto do governo Bolsonaro, fora a Previdência? Fora o projeto do ministro [Sérgio] Moro? Não se sabe. Qual é o projeto de um partido de direita para acabar com a extrema pobreza? Criticaram tanto o Bolsa Família e não propuseram nada até agora no lugar.”

“O Brasil precisa sair do Twitter e ir para a vida real. Ninguém consegue emprego, vaga na escola, creche, hospital por causa do Twitter.”

Governadores do Nordeste definem posições sobre temas nacionais

 

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Fórum de Governadores do Nordeste (Foto: Handson Chagas)

No encontro dos Governadores do Nordeste que aconteceu ontem quinta-feira (14), em São Luís do Maranhão, os governadores definiram posições claras em relação a pautas nacionais, como: Previdência, Estatuto do Desarmamento e desvinculação de despesas com saúde e educação.

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