‘Ninguém te ama como eu’: Bolsonaro admite que se enganou com Trump

 

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Presidentes Donald Trump (EUA) e Jair Bolsonaro (Brasil)/Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro na noite de ontem, segunda-feira (2), na TV Record, de propriedade do parceiro e bispo, Edir Macedo, deu entender que se enganou com o Donald Trump, após se entregar de ‘corpo e alma’ ao presidente norte-americano, numa relação de subserviência constrangedora do seu governo com o EUA.

Mais cedo Bolsonaro disse que “qualquer coisa”, telefonaria para Trump, para resolver.

“Caso não tenha sucesso, me enganei sobre Trump”, disparou Bolsonaro.

O motivo da declaração de Bolsonaro foi descobrir que Trump nunca foi parceiro e amigo dele como pensava e sonhava. Ontem o presidente estadunidense, anunciou nas redes sociais aumento das tarifas de todo aço e alumínio importado do Brasil e da Argentina como retaliação à desvalorização “maciça” de suas moedas frente ao dólar.

Trump retalia Brasil e mostra que relação com EUA não é como Bolsonaro pensava

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro parece ter se empolgado e acreditado na parceria incondicional entre seu governo com o de Donald Trump, presidente dos EUA. O governo brasileiro chegou a se desentender até com outros nações, apenas para provar ao Tio Sam, que estava à sua disposição.

Nesta segunda-feira (2), o presidente norte-americano Donald Trump, mostrou no twitter que a reciprocidade em relação à política externa entre os dois países não é exatamente como pensavam Bolsonaro e Paulo Guedes. Ele anunciou aumento das tarifas de todo aço e alumínio importado do Brasil e da Argentina como retaliação à desvalorização “maciça” de suas moedas frente ao dólar.

“Brasil e Argentina têm provocado uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para os nossos agricultores. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas em todo aço e alumínio enviado para os EUA a partir desses países. O Federal Reserve também deve agir para que os países, dos quais existem muitos, não aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportar seus produtos de maneira justa”, tuitou Trump.

(Revista Fórum)

PIB do Maranhão é o 4º em crescimento no país e o 2º no Nordeste

 

Infografico_PIB_Regional_987321654111O PIB do Maranhão apresentou em 2017 o 4º maior crescimento com alta de 5,3% entre todos os Estados brasileiros e o 2º no Nordeste em 207 de acordo com IBGE divulgou nesta quinta-feira (14) pelo IBGE. A alta foi de 5,3%.

O governador Flávio Dino comemorou o resultado  e disse que os números de 2018 e 2019 serão muito bons também, apesar do momento de dificuldade da economia brasileira.

“Maranhão teve 4º maior crescimento do PIB em 2017, equivalendo a 4 vezes o crescimento do Brasil. Fruto da UNIÃO entre setor público e iniciativa privada, no campo e na cidade. Seguimos crescendo em 2018, 2019 e anos seguintes. E torcemos muito pela recuperação do Brasil inteiro” disse Flávio Dino.

O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de riquezas de um país, Estado ou cidade. Ou seja, quanto maior, melhor a economia.

O desempenho da economia maranhense também ficou também quatro vezes acima da média nacional, que cresceu 1,3%. O principal setor que puxou para cima o PIB maranhense foi o agronegócio.

Veja mais detalhes sobre os números do IBGE

Márcio Jerry ratifica defesa de soberania e quilombolas em Alcântara

 

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Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal/Foto: Reprodução

O deputado federal, Márcio Jerry (PCdoB-MA), defendeu nesta terça-feira (22), o acompanhamento do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas para garantir a soberania e a preservação dos direitos das comunidades tradicionais do Maranhão.

Na opinião de Jerry, o pacto selado precisa ser encarado como uma oportunidade.

 

Desigualdade: Brasil concentra maior renda nas mãos de 1% da população mais rica

 

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Foto: Reprodução

Relatório da Desigualdade Global, da Escola de Economia de Paris, divulgado nesta segunda-feira (19) pela Folha de S.Paulo, revela que o Brasil é o país de maior fosso social entre ricos e pobres.

Segundo o estudo, 1% da população (cerca de 1,4 milhão de pessoas) concentra 28,3% dos rendimentos no país, com média de ganhos de R$ 140 mil por mês. De outro lado, os 50% mais pobres (71,2 milhões de pessoas) ficam com 13,9% – que representa menos da metade do 1% mais rico. Essa parcela tem, em média, ganhos de R$ 1,2 mil mensais.

Depois do Brasil e do Qatar, onde o 1% detém 29% da renda, os países que lideram a lista são Chile, Líbano, Emirados Árabes e Iraque.

Othelino Neto destaca em reunião solução do passivo com população quilombola de Alcântara

 

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Othelino Neto (PCdoB), Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão/Foto: Reprodução

Com participação dos deputados federais Márcio Jerry (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB) além de representantes do governo e parlamento estadual foi realizada nesta segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa do Maranhão, uma reunião para discutir a regularização fundiária de comunidades quilombolas localizadas nas proximidades do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

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Reunião sobre impactos do Acordo Brasil e EUA nas comunidades quilombolas em Alcântara/Foto: Reprodução

Para Othelino Neto, Presidente da Assembleia Legislativa, é fato a importância do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasil e EUA para o país, mas é imperativo resolver o passivo com a população nativa de Alcântara desde implantação do CLA.

“Infelizmente, essas populações, que moravam à beira do mar e que viviam da pesca, tiveram a sua qualidade de vida reduzida a partir da implantação do CLA. E existe um débito histórico com as populações. Antes de nós partimos para um novo momento, é preciso que se resolva esse grande passivo para que, aí sim, se tenha credibilidade e a população tenha confiança em receber um novo projeto, quanto mais com as características deste que já foram anunciadas”, afirmou Othelino, frisando que é preciso que o Governo Federal resolva essa demanda, que está acumulada, para proteger a população quilombola.

Lula confirma Flávio Dino entre fortes lideranças do Campo Progressista no Brasil

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão, e o ex-presidente Lula/Foto: Reprodução

A primeira entrevista de Lula desde que foi preso em Curitiba continua repercutindo não só no Brasil. Foram quase duas horas respondendo perguntas da Folha de SP e o El Pais. Lula mostrou que não está isolado do mundo e indiferente à atual conjuntura política, social e econômica do Brasil.

Entre as várias questões abordadas, uma chamou atenção pelas possibilidades do Campo progressista, apresentadas pelo ex-presidente para futuras batalhas eleitorais no país. Entre os nomes citados por Lula está o governador do Maranhão Flávio Dino.

“.. acredito que a esquerda brasileira está acumulando um conjunto de pessoas muito importantes.., apesar de alguns não gostarem do PT é um partido muito forte,.. Você tem o Ciro Gomes, uma pessoa importante no Brasil. Tem o Flávio Dino,.. Tem uma novidade política que não teve bom desempenho eleitoral, mas é um menino que vai crescer muito, o companheiro [Guilherme] Boulos”, destacou Lula.