
O Datafolha perguntou aos brasileiros qual o melhor presidente que o Brasil já teve, o ex-presidente Lula (PT), foi o escolhido por 51% das pessoas consultadas. Para 48% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro é o


O Datafolha perguntou aos brasileiros qual o melhor presidente que o Brasil já teve, o ex-presidente Lula (PT), foi o escolhido por 51% das pessoas consultadas. Para 48% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro é o


Pesquisa Datafolha, sobre a corrida eleitoral para presidência da república em 2022, divulgada nesta quinta-feira, dia 16, também mostra longa vantagem de Lula (PT) em relação as demais pré-candidatos, e que venceria no 1º turno.
No cenário A: Lula tem 48%; Bolsonaro 22%; Moro 9%; Ciro 7%; João Dória 4%; branco/nulo/ninguém 8% e não sabe 2%.
No cenário B: Lula tem 47; Bolsonaro 21%; Moro 9%; Ciro 7%: Doria 4% oscilando para 3%; Simone Tebet e Rodrigo Pacheco 1%.


A pesquisa foi realizada entre 13 e 16 de dezembro e ouviu 3.666 pessoas com mais de 16 anos em 191 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

O ex-presidente Lula (PT), que lidera as pesquisas visando as eleições para presidência da república, usou as redes sociais nesta quarta-feira, dia 15, para se solidarizar com o senador Cid Gomes e o presidenciável Ciro Gomes, ambos do PDT.
Ciro Gomes agradeceu ao ex-presidente Lula e reiterou que “O estado policial de Bolsonaro é uma ameaça à democracia e a todos os democratas.”
O ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PDT), também usou as redes sociais para se solidarizar com Ciro Gomes. Ele criticou a decisão que culminou com a operação da Polícia Federal.
“..Investigações podem ocorrer, mas sempre observando as garantias legais..”, destacou Dino.
A investigação, que começou em 2017, entes das eleições de 2018, indica o pagamento de R$ 11 milhões em propinas para que uma determinada empresa ganhasse o processo licitatório da Arena Castelão e, posteriormente, recebesse valores devidos pelo governo do Ceará.
Em entrevista hoje ao site Uol, Ciro Gomes acusou o presidente Jair Bolsonaro pela ação da PF contra ele e seu irmão o senador Cid Gomes.

A Operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quarta-feira, dia 15, por fraudes, desvios de recursos e pagamento de propinas, na construção do estádio Castelão no Ceará, teve como alvos o pré-candidato à presidência da república, Ciro Gomes, e seu irmão, o senador Cid Gomes, ambos do PDT.
Ciro Gomes reagiu nas redes sociais e atribuiu a ação da PF aos seus inimigos. Ele disse também que irá as últimas consequências contra os responsáveis por tentarem colocá-lo como o ‘cidadão abaixo da lei’.
“.. O Brasil todo sabe que o Castelão foi o estádio da Copa com maior concorrência, o primeiro a ser entregue e o mais barato para Copas do Mundo desde 2002. Ou seja, foi o estádio mais econômico e transparente já feito para a Copa do Mundo (..) O braço do estado policialesco de Bolsonaro, que trata opositores como inimigos a serem destruídos fisicamente, levanta-se novamente contra mim (..) Não tenho dúvida de que esta ação tão tardia e despropositada tem o objetivo claro de tentar me intimidar e deter as denúncias que faço todo dia contra esse governo que está dilapidando nosso patrimônio público com esquemas de corrupção de escala inédita (..) Sou um homem do embate, do combate e do Direito. Essa história não ficará assim. Vou até as últimas consequências legais para processar aqueles que tentam me atacar. Meus inimigos nunca me intimidaram e nunca me intimidarão. NINGUÉM VAI CALAR A MINHA VOZ..”, reagiu Ciro Gomes.
A operação foi determinada pelo juiz Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, da 3ª Vara Federal do Ceará. Foram determinados cumprimento de 14 mandatos de busca e apreensão contra os alvos da operação.

Do G1
Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira, dia 14, confirma liderança de Lula (PT) para presidência da república em 2022, com 48% das intenções de votos.
O presidente Bolsonaro (PL) continua na 2ª posição com 21% de votos.
Nos dois cenários revelados pela pesquisa Lula supera todos os demais pré-candidatos somados.
O levantamento foi realizado entre 9 a 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios. Margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), foi entrevistado nesta terça-feira, dia 14, no programa Fórum Onze e Meia.
Ele tratou basicamente sobre o pleito político eleitoral de 2022, com destaque para Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro, pré-candidato a presidência pelo PODEMOS.
Dino analisou a “3ª via” e a classificou como amontoada de gente com sinal claro de debilidade.
“A dita terceira via tem duas dificuldades hoje. Uma é a fragmentação e a outra é uma falta de identidade nítida. Não há coluna vertebral que sustente isso. Tem muita torcida pelo Moro, uma coisa meio esquisita (..) Por isso que eu acho que essa turma – e eu excluo o Moro um pouco disso – deve tentar se afirmar, o Doria, o Ciro, a Simone Tebet. É bom pro Brasil, pra democracia brasileira, porque esse espírito que encostou no Bolsonaro, e agora encosta no Moro, já mostrou que isso não vai dar certo. Então espero que esses outros consigam se afirmar”, disse Dino.

Em entrevista à Carta Capital, o governador Flávio Dino (PSB), disse nesta segunda-feira, dia 6, que posição de Sérgio Moro (Podemos) em recentes pesquisas eleitorais é mais por fracasso do governo Bolsonaro que mérito da Lava Jato.
“..Moro mantém patamar eleitoral razoável muito mais pelo fracasso de Bolsonaro do que propriamente pela herança do chamado ‘lavajatismo’. O fracasso de Bolsonaro na gestão econômica e social, na gestão sanitária, é que deixou esse espaço. Ciro estava tentando ocupar, agora Moro, tem Doria (..) Eles vão tentar deslocar Bolsonaro do segundo turno (..) Creio que, não obstante seja uma eleição aberta, Bolsonaro mantém um favoritismo em relação ao Moro. Bolsonaro é um líder nacional estabelecido, e tem um estranho, mas tem… Este estranho carisma (..) Repito, é uma eleição aberta. Moro pode passar Bolsonaro? Pode, mas não é provável, na minha ótica..”, destacou
Flávio Dino também declarou que é real a possibilidade da chapa presidencial Lula e Alckmin.

Jan Niklas e Lucas Mathias
A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no podcast Podpah, no YouTube, na quinta-feira, rompeu a barreira de seus tradicionais apoiadores e militantes políticos nas redes sociais. Após ser alvo de críticas da esquerda e da direita pela declaração sobre o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, Lula voltou a pautar o debate político entre os internautas de forma positiva.
Levantamento da Arquimedes, encomendado pelo GLOBO, identificou um dia após a entrevista 478 mil publicações com referência ao pré-candidato petista à Presidência. Dessas menções, 88% foram a favor. Além disso, foram mais de 292 mil acessos simultâneos à transmissão ao vivo da conversa, e o número de visualizações no YouTube passou dos 4,6 milhões na noite desta sexta-feira.
Para Pedro Bruzzi, um dos sócios da Arquimedes, a principal vitória de Lula, que contribuiu para que os números chegassem a esse patamar, foi o vocabulário usado pelo petista que “se adaptou muito bem ao público do podcast”.

— Falou, inclusive, de futebol, que é um tema que eles já gostam. Conseguir falar dessa maneira é um ponto positivo para ele. Mas para além disso, falou de maneira muito simples sobre política. Não usou politiquês, falou muito claramente — destacou Bruzzi.
Segundo a análise da Arquimedes, o alcance do debate para além dos perfis alinhados a Lula aconteceu também por se tratar de um podcast cujo público não consome política cotidianamente. Bruzzi explica que o ex-presidente “amplificou bastante os públicos que dialogaram entre si”.
A consequência veio em menções majoritariamente positivas nas redes sociais. E dentre os 12% das menções negativas, as críticas foram pontuais e concentradas em opositores já recorrentes, como apoiadores de Moro, Ciro e Bolsonaro.
— Foi bem positivo para Lula porque os críticos não fugiram dos tradicionais: Bolsonaristas, moristas e ciristas. Além disso, foram quase meio milhão de menções, apesar de não haver nenhuma declaração bombástica. O número foi conquistado só com a ida dele ao podcast — explicou Bruzzi.
Reação após menções negativas
A recuperação de uma imagem positiva nas redes foi outra das conquistas do petista com a entrevista. Em novembro, Lula já havia registrado um grande volume de menções, com dois momentos distintos. O primeiro, amplamente positivo, veio com sua viagem para a Europa, quando esteve com o presidente da França, Emmanuel Macron.
Em seguida, houve grande repercussão negativa com sua declaração sobre Daniel Ortega e o governo da Nicarágua. Agora, segundo a Arquimedes, o ex-presidente “começa dezembro pautando o debate político mais uma vez”.
— No podcast ele deu a mesma declaração sobre a Nicarágua, mas de uma maneira mais favorável a ele. Disse que a imprensa só se importa com os presos políticos na Nicarágua, mas que ele foi preso injustamente aqui e não houve a mesma manifestação. As críticas, evidentemente, não vieram só da imprensa, mas ele se saiu bem — comentou Pedro Bruzzi. (O Globo)