
O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), vítima ano passado de fake news que dizia que ele havia morrido, se solidarizou nesta terça-feira (17), com o também deputado federal, Gastão Vieira (PROS), alvo da mesma pratica hoje nas redes sociais.


O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), vítima ano passado de fake news que dizia que ele havia morrido, se solidarizou nesta terça-feira (17), com o também deputado federal, Gastão Vieira (PROS), alvo da mesma pratica hoje nas redes sociais.


A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), negou através de nota que há embarcação com um caso de suspeita de contaminação por coronavírus no Porto do Itaqui. Portando não havendo motivos para pânicos da população.
Ainda, segundo a EMAP, no Porto tem um Plano de Contigência para Assuntos de Interesse Internacional em Saúde Pública e segue as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde cabíveis aos pontos de entrada (portos e aeroportos).
NOTA
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) informa que, nesta quinta-feira (6), um tripulante do navio Condor Arrow, procedente dos Estados Unidos, precisou de cuidados médicos por apresentar dor de cabeça e formigamento no braço. O Plano de Emergência foi acionado e imediatamente o tripulante foi levado de ambulância para o Hospital UDI, onde foi constatado um infarto.
O navio atracou no Porto do Itaqui na segunda-feira (3) após obter a Certidão de Livre Prática da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que atesta não haver a bordo doenças de risco epidemiológico.
A operação do navio segue normalmente e as equipes de Saúde e Segurança da EMAP e da Anvisa estão em alerta para combater a entrada do coronavírus.
A EMAP informa, ainda, que não há suspeitas de coronavírus no Porto do Itaqui, nem, tampouco, qualquer navio isolado em nossa área primária.
O Porto do Itaqui conta com um Plano de Contigência para Assuntos de Interesse Internacional em Saúde Pública e segue as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde cabíveis aos pontos de entrada (portos e aeroportos).
Caso esse Plano de Contigência seja acionado, o navio não recebe a autorização da Anvisa para atracar e a inspeção da embarcação é feita ainda na área de fundeio. No dia 30 de janeiro, técnicos da Anvisa estiveram no Porto do Itaqui para uma reunião técnica e de alinhamento de ações de controle que estão sendo adotadas em todo o país.

A reposta do empresário Paulo Marinho, nesta terça-feira (10), ao deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), durante sessão da CPMI da Fake News, na Câmara Federal, sugeriu sério problemas ‘mentais’ do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) ele é “absolutamente perturbada”, só Freud para dizer o que passa na cabeça do filho de Bolsonaro.
“Os grupos radicais de direita são reais. Para eles quem não está a favor de Jair Bolsonaro é contra o Brasil. São uns desocupados que ficam colocando suas frustrações pessoais para xingar os outros na internet”, alertou Paulo Marinho.
Paulo Marinho é suplente de Senador, a casa dele foi utilizada como um especie de QG de comunicação do PSL em 2018. Ele confirmou a existência do tal Gabinete do Ódio.
Para o deputado Márcio Jerry, as declarações de Paulo Marinho revelaram o nível de ações das milícias digitais nas eleições de 2018, a serviço do então candidato e vencedor do pleito Jair Bolsonaro, o que representa riscos graves para a democracia brasileira.

A reunião da CPI das Fake News na Câmara Federal na quarta-feira (4), com a presença da deputada federal Joice Hasselmann (PSL), que se ofereceu para depor e denunciou um ‘gabinete do ódio’, que segundo ela, seria comandado pelos irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro, filhos do presidente, promoveu um embate triste entre as antigas amigas e deputadas Joice Hasselmann e Carla Zambelli.
A classificação para o que aconteceu durante a sessão da CPI em vários momentos foi uma verdadeira e lamentável ‘lavem de roupa suja’. As revelações e baixarias foram de conspirações na campanha e após a chegada ao poder de Jair Bolsonaro a questões pessoais.

O governador Flávio Dino agradeceu nesta segunda-feira (17), o esclarecimento sobre a fake news espalhada nas redes sociais, que o acusava de trocar a bandeira do Brasil por uma de um país comunista.
“Agradeço ao exato esclarecimento. Tratamos bem os que nos visitam e tenho fotos com bandeiras de Israel, Canadá, Portugal e outros países. Os que inventaram a agressão insana são os mesmos que seguem quem bate continência à bandeira dos Estados Unidos. Não é o meu caso.
Utilizaram uma foto registro de uma agenda de Flávio Dino com representantes da China para disseminarem a mentira e darem contornos de verdade.
De acordo com o Palácio dos Leões, quando há agendas oficiais com representantes de outros países com o chefe do Poder Executivo do Estado, a utilização da bandeira do país dos visitantes segue rito protocolar do Governo do Maranhão.

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), disse no twitter na noite desta quarta-feira (5), que está adotando providência em relação ao autor(es), da noticia falsa espalhada em grupos de whatsApp de que ele teria morrido num acidente de avião.
“Atenção !!! Postagem CRIMINOSA reproduzida no WhatsApp diz que morri há pouco em acidente aéreo. Estou aqui vivo, graças a Deus. E adotando as providências para descobrir quem cometeu tamanho absurdo”, esclareceu Márcio Jerry.
A notícia foi plantada por hackers no site oficial do governo do Maranhão.

É fake news a informação sobre ‘aumento de salários de presos’ no Maranhão, divulgada nesta sexta-feira (3) nas redes sociais e espalhada em grupos de WhatsApp. Quem garante é o deputado federal Márcio Jerry.
O parlamentar usou sua conta no twitter para denunciar, segundo ele, mais uma mentira sórdida e baixa com a intensão de prejudicar a política de ressocialização de presos no Maranhão.
“A baixaria da hora é mentir sobre políticas de ressocialização de presos feitas pelo Governo do Maranhão com êxito e aplausos, em absoluto cumprimento da lei” alertou Jarrry.
Segundo o governo quem criou a fake news, pegou uma foto de 2016 quando da entrega do Cartão Reintegração e Cidadania para dizer que se trata de aumento de salários para presos. O program foi criado para evitar circulação de dinheiro nos presídios do estado.
Os presos que integram o Programa Reintegração e Cidadania trabalham e de acordo com a lei recebem ¾ do salário mínimo, ou seja, R$ 748,50. Desse total 15% fica para custear as despesas do interno na prisão. 25% ficam retido em conta judicial. E 60%( 449,10) fica com a família. Tudo rigorosamente dentro do que determina a Lei.
O governador Flávio Dino, também no twitter, reagiu da seguinte forma à informação.

Para Márcio Jerry, os interessados em espalhar esse tipo de noticia falsa devem está saudosos das rebeliões e decapitações em Pedrinhas.
“Presos ressocializados com o devido cumprimento da pena, na forma da Lei, significa menos crimes, menos criminosos, mais paz social. Mas tem gente incomodada porque em Pedrinhas acabou a era das rebeliões e decapitações com seres humanos sendo queimados por facções criminosas” ressaltou o deputado.

Do Portal Vermelho
Em artigo no jornal Folha de S.Paulo deste domingo (21), o governador do Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, disse que o inquérito aberto contra fake news visa a proteção do independência do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, após a terrível tragédia de 11 de setembro nos Estados Unidos teorias do direito penal do inimigo ganharam imenso impulso, inicialmente ao pretexto de combater o terrorismo. Em nome dessa causa, garantias jurídicas só atrapalhariam, o que justificaria um “direito excepcional”.
Não tardou para que outros “inimigos” fossem identificados: narcotráfico, corrupção, imigração ilegal. Legitimadas por causas nobres, tais teorias logo aportaram em terras brasileiras, com forte foco na temática da corrupção, escreve ele.
“Não há dúvida de que o combate à corrupção é justo e necessário. No Brasil, avançamos muito nas últimas décadas acerca do tema, tanto no que se refere às leis quanto ao sistema institucional encarregado de executa-las, com destaque ao papel imensamente positivo de órgãos como o Ministério Público. Entretanto não custa lembrar: remédio mal administrado vira veneno. Por isso, não faltaram alertas de que, no Estado de Direito, os fins não justificam os meios e de que atropelar garantias constitucionais costuma ter maus resultados”, afirma.
Tais alertas, diz o governador, “foram ignorados e passamos a ver muitas coisas estranhas”. Por exemplo, com base na esquisita “doutrina jurídica do clamor das ruas”, alguns magistrados e procuradores, como se fossem líderes políticos, passaram a fazer apelos ao povo, em vídeos nas redes sociais e até passeatas. Tais anomalias, vindas da própria comunidade jurídica, acabaram por estimular agressões e intimidações contra ministros do Supremo, mesmo que este não fosse o desejo dos autores dos inusitados vídeos”, afirma.
Segundo Dino, qualquer interpretação jurídica discrepante dos cânones do direito penal do Inimigo passou a ser vista como heresia e coisa de corruptos. “Quem não lembra de ameaças até ao saudoso ministro Teori Zavascki, instigadas em criminosas mensagens de redes sociais? Alguns passaram a gostar de acender a fogueira da ‘opinião pública’, mesmo que isso aniquilasse um valor constitucional essencial na democracia: a independência judicial”, diz ele.
“Considero que é nesse contexto que deve ser analisado o inquérito instaurado pelo ministro Dias Toffolli e delegado ao ministro Alexandre de Moraes, nos termos do artigo 43 do Regimento Interno do STF, que tem vigência como lei processual. O inquérito tem amparo em norma vigente e atende ao imperativo de proteger a independência do Supremo e até a integridade física dos seus membros. Como em todo inquérito, pode haver decisões certas ou equivocadas, mas contra elas há o controle judicial exercido pelo próprio plenário do Supremo”, afirma.
Quando concluído, segundo o governador, o inquérito poderá resultar em arquivamento. Mas também poderá resultar em ações penais públicas ou mesmo promovidas pelas vítimas mediante queixa subsidiária, assegurada pela Constituição. “Aliás, seria positiva uma melhor reflexão sobre essa regra constitucional: a ação penal pode ser iniciada pela vítima mediante queixa subsidiária, quando o Ministério Público não observa prazos legais. Isso serve para afastar a tese, não amparada pela Constituição, de que o Ministério Público é o senhor absoluto da persecução penal”, escreve.
“Vivemos uma quadra perigosa em que muitos agem como se não houvesse amanhã. Creio que podemos sobreviver se revalorizarmos a nossa Constituição e a democracia. Precisamos de menos disputas corporativas. Um Supremo independente e eficiente interessa a todos os brasileiros. Penso que o Ministério Público é imprescindível para proteger a independência do Judiciário, colaborando nas investigações contra pessoas que ameaçam fechar o Supremo, assassinar seus integrantes, fazer chantagens, agredir suas famílias e casas. É hora de serenidade e de uma ampla união em defesa do Estado democrático de Direito”, conclui.