CNT/MDA: Lula continua na liderança e Ciro passa Moro

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, dia 21, confirma a liderança de Lula (PT) com 42,2% das intenções de votos para presidência da república.

Bolsonaro (PL) continua na segunda posição com 28%, seguido agora por Ciro (PDT), com 6,7%; que passou Moro (Podemos), com 6,4%.

Estimulado – Lula: 42,2%; Jair Bolsonaro: 28,0%; Ciro Gomes: 6,7%; Sérgio Moro
6,4%; João Dória: 1,8%; André Janones: 1,5%; Simone Tebet: 0,6%; Felipe d’Avila (0,3%);
Rodrigo Pacheco (0,3%); Branco/nulo: 6,2%; Indeciso: 6,0%.

Espontâneo – Lula: 32,8%; Jair Bolsonaro: 24,4%; Ciro Gomes: 2,6%; Sérgio Moro:
2,1%; André Janones: 0,5%; João Dória: 0,3%; Outros: 1,1%; Branco/nulo: 7,9%;
Indeciso: 28,3%.

A pesquisa revela a consolidação de Lula e Bolsonaro, com vantagem para o petista. Apesar da mudança de posição Ciro e Moro permanecem estagnados.

Realizada entre os dias 16 a 19 de fevereiro de 2022, a pesquisa ouviu 2002 pessoas. A margem de erro é 2,2 para mais ou menos e nível de confiança de 95,6%. Número do registro no TSE: BR-09751/2022

Presidenciáveis também disputam entrevistas em Rádios

Da Folha de SP

Uma estratégia comum aos principais pré-candidatos à presidência da república quem vem chamando atenção, são as entrevistas em Emissoras de Rádio em Todo Brasil.

Juntos Lula (PT), Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Moro (Podemos) concederam 30 3ntrevistas, apenas na primeira quinzena de fevereiro.

As entrevistas nas Emissoras de Rádio, são mais informais que na TV e grandes redes de comunicação. Os candidatos ficam com mais tempo e liberdade para falarem sobre temas mais instigantes.

DataIlha: Weverton 14,4% e Brandão 12,6%; tecnicamente empatados

Pesquisa do instituto DataIlha, divulgada nesta terça-feira, dia 15, mostra o senador Weverton Rocha (PDT), com 14,4%; e o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), com 12,6%; tecnicamente empatados.

Pesquisa do instituto DataIlha, divulgada nesta terça-feira, dia 15, mostra o senador Weverton Rocha (PDT), com 14,4%; e o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), com 12,6%; tecnicamente empatados.

Em outro cenário, quando é retirado o nome do ex-secretário Simplício Araújo. A disputa fica ainda mais acirrada entre Weverton com 14,7%; e Carlos Brandão, 13,1%.

 

Na consulta espontânea, quando não é apresentado nomes ao entrevistado, Carlos Brandão lidera com 5,4%.

Para o senado, a pesquisa DataIlha mostra Flávio Dino na liderança com 49,7%., contra o presidente da FAMEM, , Erlanio Xavier, com 9,9%.

Em outro cenário, entre Flávio Dino disputando o prefeito Lahésio Bonfim. O governador vence com 46,2%, contra o prefeito de São Pedro dos Crentes que tem 20,3%.

A pesquisa DataIlha também perguntou aos eleitores sobre a presidência da república. O ex-presidente Lula (PT), lidera com 49,8%.

Realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%. Foram ouvidos 2 mil eleitores, estratificadas por município, gênero, faixa etária, grau de escolaridade, renda e religião. Está registrada no TSE, sob o nº 00422/2022.

Avaliação negativa de Bolsonaro sobe para 61% no Nordeste

Do Uol

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, dia 9, aponta que no Nordeste a avaliação negativa de Jair Bolsonaro (PL) subiu para 61%, entre janeiro e fevereiro.

Na média nacional nos quatro cenários analisados para a disputa da Presidência da República, Lula aparece com 46%, Bolsonaro, 24%, Moro (Podemos), 8%, e Ciro Gomes (PDT), 7%.

O petista ganha em todos os cenários de segundo turno.

Eleições 2022: PSB e PT voltam se reunir nesta quinta-feira dia 10

Dirigentes do PSB e PT voltam se reunirem nesta quinta-feira, dia 10, na pauta filiação de Geraldo Alckmin e Federação. Os partidos estão com a união praticamente fechada para as Eleições 2022.

O encontro acontecerá com o aval importante de 19 deputados federais do PSB, que em carta aos membros do partido eles se posicionam em favor da candidatura de Lula e da federação entre PSB, PT, PCdoB e PV.

Aos Membros do Diretório Nacional do PSB
Aos Filiados do Partido Socialista Brasileiro

A unidade política preconizada neste documento, apoiado por ampla maioria da Bancada, com o claro objetivo de que o princípio que deva prevalecer na Federação é o do equilíbrio, perpassa por oito pontos:

I. Candidatura única do nosso campo político, representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embasada nos princípios democráticos e republicanos e amplo lastro social, de diálogo franco com as forças políticas democráticas, para retomar a economia, a estabilidade política, o compromisso social com os brasileiros e enfrentar a dor desumana e inaceitável da fome e da pobreza, através da geração de
empregos, fortalecimento dos serviços públicos e distribuição de renda;

II. Construção de Programa de Governo que assegure a democracia; promova políticas de combate ao desemprego e a fome, e garanta políticas públicas de educação, saúde, assistência social, segurança pública e de preservação ambiental sustentável.

III. Constituição de Federação de Partidos tendo como núcleo central o PSB, o PT, o PCdoB e o PV, podendo ser integrada por outros partidos que queiram dela participar e estejam de acordo com o programa por ela defendido.

IV. Que a Assembleia de Direção da Federação seja equilibrada e incorpore o peso do número de prefeitos e vereadores de cada partido. O PSB não quer ser maior do que é, mas também não pode ter o seu tamanho reduzido;

V. Que se estabeleça a figura das candidaturas natas aos prefeitos dos partidos que compõe a federação e que tiverem o direito de disputar a sua reeleição;

VI. Que na definição das vagas para as candidaturas a deputados federais e estaduais seja considerada também a proporcionalidade de cada partido nos estados (não apenas na proporcionalidade nacional que pode distorcer a realidade dos estados);

VII. Para impedir qualquer tipo de hegemonismo nas decisões internas e a fim de promover o consenso como método fundamental de resolução em caso de divergências, que seja instituído o poder de veto aos partidos minoritários.

A federação dos partidos progressistas é a base da unidade das forças democráticas para vencermos as eleições de 2022, que será plebiscitária acerca da Constituição de 1988; para eleger maior número de parlamentares alinhados com o seu Programa de Governo e dar garantias para a governabilidade, fator essencial de sustentação do futuro governo no ambiente de ameaça à democracia como esse que o País atravessa.

Por oportuno, reafirmamos a nossa confiança na condução política do presidente Carlos Siqueira que saberá transpor eventuais diferenças internas de posicionamento, conduzindo o PSB a uma condição que acentue sua influência no atual cenário político do país.

Brasília, 08 de Fevereiro de 2022.

Alessandro Molon; Aliel Machado; Bira do Pindaré; Camilo Capiberibe; Cássio Andrade; Danilo Cabral; Denis Bezerra; Elias Vaz; Felipe Carreras; Gervásio Maia; Gonzaga Patriota; Júlio Delgado; Lídice da Mata; Marcelo Freixo; Marcelo Nilo; Mauro Nazif; Milton Coelho; Rafael Mota; Vilson da Fetaemg

“Não vamos manter preço da gasolina dolarizado”, diz Lula

O ex-presidente Lula (PT) confirmou nesta quinta-feira, dia 3, que vai mudar a política de preços da Petrobras. O petista lidera todas as pesquisas presidências para as eleições de 2022.

Segundo ele, não dá para “enriquecer acionista e empobrecer a dona de casa”. A fala de Lula foi durante entrevista concedida na manhã de hoje para uma Rede de Rádios do Paraná.

“Nós não vamos manter o preço da gasolina dolarizado. É importante que o acionista receba seus dividendos quando a Petrobrás der lucro, mas eu não posso enriquecer o acionista e empobrecer a dona de casa que vai comprar um quilo de feijão e paga mais caro por causa da gasolina”, disse Lula.

Sobre a eleição para o governo do Paraná, Lula disse que trabalhará pela candidatura do ex-senador e governador Roberto Requião (MDB-PR).

“Estamos comprometidos a apoiar no Paraná o companheiro Roberto Requião. Vou trabalhar para que ele seja candidato a governador e que o PT o apoie”, destacou Lula.

Roberto Requião anunciou a pré-candidatura ao governo do Paraná no último dia 11 de janeiro.

“..Moro não tem futuro na política..”, diz Lula à Rádio Tupi

Da Revista Fórum

O ex-presidente Lula (PT), líder nas pesquisas para presidência da república até agora, em entrevista à Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 1º, voltou a criticar o governo Bolsonaro e disse que “não acredita que Moro tenha futuro na política”.

“Eu sinceramente de vez em quando fico pensando se devo falar do Moro ou não, porque ele é uma figura insignificante. É um deus de barro que foi construído para me prejudicar (..) Uma parte da imprensa digeria as mentiras dele com muita facilidade e transformava as mentiras dele e da pequena quadrilha de procuradores da força-tarefa lá de Curitiba como se fossem verdades. E hoje eu sinto que aqueles que me acusaram de forma leviana, acreditando nas mentiras do Moro e nas mentiras dos procuradores, não têm como desfazer as mentiras. Eu já não tenho mais processos, mas aqueles que me acusaram continuaram teimando: ‘Ah, mas não foi julgado o mérito’. A única pessoa que queria que julgassem o mérito era eu. Mas, aí o processo foi anulado e não tem mais processo. O juiz foi considerado parcial, portanto um juiz que não merecia ser juiz, que nunca deveria ter colocado uma toga. E acho que ele vai ser medíocre como candidato à Presidência”, disse Lula.

Direção nacional do PT defende chapa Lula e Alckmin

Com o titulo ‘Resistência, Travessia e Esperança’, a direção nacional do PT, se posiciona sobre aliança que poderá viabilizar chapa de Lula e Geraldo Alckmin.

O ex-tucano deverá se filiar ao PSB, que está próximo de formar uma federação com PT para as eleições 2022.

“Cresce a consciência nacional de que só Lula pode liderar um processo de reconstrução do país. E, consciente do seu papelele já cumpre a missão, edificando pontes com aqueles que já estiveram do outro lado, mas, por nutrir valores democráticos, podem e devem estar juntos neste processo de retomada democrática do país”, diz o trecho da carta.

Resistência, Travessia e Esperança

São tempos difíceis os que vive o Brasil. O governo Bolsonaro trouxe uma crise sem precedentes na história e uma retomada só é possível quando ele chegar ao fim, o que faz de 2022 um momento histórico. Como se estivéssemos em uma contagem regressiva, para o ano terminar junto com o obscurantismo que as eleições podem derrotar. Essa perspectiva fez a esperança voltar ao país e um sentimento novo toma conta dos que defendem a democracia, a justiça social e a solidariedade.

Bom mesmo seria fechar os olhos e acordar em 2023. Mas, até lá, existe uma longa travessia. Temos um ano de muita luta pela frente e a dedicação de cada um será determinante para a construção de um novo tempo. O negacionismo oficial com a pandemia continua matando, impera um desemprego e fome sem precedentes, políticas públicas e a proteção social são desmanteladas, direitos dos trabalhadores retirados, se aprofunda a destruição do meio ambiente, permeia uma degradação das instituições e dos valores humanistas e democráticos. Portanto, é preciso agregar ao nosso dicionário a palavra resistência.

 Vivemos tempos de resistência, travessia e esperança. E estas consignas ilustram o nome do seminário organizado pelo Partido dos Trabalhadores, a Fundação Perseu Abramo, o Instituto Lula e as bancadas petistas no Senado e na Câmara dos Deputados e que acontece nos dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro. Ele foi concebido para buscar uma melhor compreensão do cenário em que estamos inseridos, para assim construir com a oposição e os setores democráticos a luta contra o processo de destruição de conquistas obtidas ao longo de décadas, ou de séculos. Entender que o momento exige pactos sobre valores necessários para de novo unir o Brasil. Baseado no amor para vencer o ódio, na solidariedade para superar a discórdia, na cooperação ao invés do individualismo e no compromisso profundo com a supressão das desigualdades históricas que alicerçam a nossa nação. 

 Um encontro construído por quem traz na bagagem o legado dos governos democráticos e populares, que nos credencia a liderar saídas para um Brasil em crise, amparadas no Estado soberano que garante direitos e distribui renda e oportunidades para todos. Fundamentado no fortalecimento da dinâmica interna da economia brasileira, na ampliação dos mecanismos de proteção social e na reativação dos investimentos públicos.

 Cresce a consciência nacional de que só Lula pode liderar um processo de reconstrução do país. E, consciente do seu papelele já cumpre a missão, edificando pontes com aqueles que já estiveram do outro lado, mas, por nutrir valores democráticos, podem e devem estar juntos neste processo de retomada democrática do país.

 A esperança que Lula desperta vem do esperançar, que Paulo Freire conjugou como se levantar, não desistir, reconstruir. Esses verbos são partes da própria vida do presidente e da imensa maioria dos brasileiros, que, apesar de todas as adversidades, não desistem dos seus sonhos.

 O desafio que temos é bem maior que conceber programas para uma pré-candidatura, que já se transformou num amplo movimento de brasileiros e brasileiras que querem sair do desalento e que têm em Lula sua única esperança. Representa a disputa estratégica pelo futuro, concebida em torno de um projeto de desenvolvimento inclusivo e sustentável para que o Brasil, consciente do seu tamanho, do seu potencial e da grandeza da sua gente, volte a ser uma referência de nação soberana e justa com seu povo.

 Gleisi Hoffmann – presidenta nacional do PT

Aloizio Mercadante – presidente de Fundação Perseu Abramo

Marcio Pochmann – presidente do Instituto Lula

Reginaldo Lopes – líder do PT na Câmara dos Deputados

Paulo Rocha – líder do PT no Senado