O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), contestou nesta terça-feira, dia 26, o presidente Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Gudes, que voltaram defender a privatização da Petrobras.
Ao contrário do que deseja Paulo Guedes, que para agradar o mercado quer privatizar tudo, principalmente a Petrobras, para Flávio Dino, ‘a solução não é privatização. É exatamente o contrário: desprivatização’.
A solução para Petrobras não é privatização. É exatamente o contrário: desprivatização. Ou seja, ela não pode servir a interesses privados massacrando a população. “O Petróleo é Nosso” !
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento que contou com prensa do presidente Jair Bolsonaro, ontem segunda-feira, dia 25, defendeu a venda da Petrobras para ampliar investimentos públicos e em tecnologia e bancar gastos sociais.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta sexta-feira, dia 19, a troca no comando da Petrobras. O general Joaquim Silva e Luna substituirá Roberto Castello Branco. O general Silva e Luna estava da direção-geral da Itaipu Binacional e foi ministro da Defesa no governo Temer.
O governo alega que a mudança não está relacionada a política de preços dos combustíveis. É esperar pra ver.
O governo federal informou que vai fazer nesta terça-feira (31) a transferência de R$ 11,73 bilhões da cessão onerosa para estados e municípios.
O dinheiro de cessão onerosa é referente a um leilão de campos de petróleo que a União havia vendido em 2010 para a Petrobras. Como as regiões possuíam mais barris de óleo do que o previsto no contrato, o excedente foi leiloado em novembro de 2019.
O governo arrecadou, ao todo, R$ 69,96 bilhões com o leilão. Desse valor, R$ 34,4 bilhões foram pagos à Petrobras, R$ 23,86 bilhões ficaram com a União e o restante ficará com estados e municípios.
A fórmula de partilha com governos estaduais e municipais foi definida durante a discussão do tema no Congresso Nacional. Pelas regras aprovadas, o repasse aos estados seguirá um critério misto, com regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e da Lei Kandir.
No caso dos municípios, a verba será distribuída de acordo com os coeficientes que regem a repartição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).(Informações G1)
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), comentou com O Antagonista o resultado do leilão de hoje do pré-sal.
Ele disse que a expectativa de arrecadação era bem superior, “até porque se tratava de um leilão de bens já cabalmente identificados e, portanto, de baixo risco”.
Assim como o deputado Marcelo Ramos (PL) — veja aqui –, Dino considera que questões políticas influenciaram no resultado.
“Creio que a opção política por táticas de permanente conflagração, gerando constantes instabilidades institucionais, é um dos fatores que quebra a confiança de investidores privados.”
O governador acrescentou que “quem acabou por evitar um imenso vexame no leilão foi a Petrobras, tão atacada nos últimos anos”. Na avaliação dele, “isso mostra que destruir todo o setor público não é um bom caminho”. (O Antagonista)
No twitter o senador Weverton (PDT-MA), se posicionou sobre o megaleilão do Pré-Sal, realizado nesta quarta-feira (6). O resultado frustou as expectativas do governo, e o vexame não foi maior por causa da Petrobras. Para o senador ficou claro que o livre comercio não é a solução para tudo, como quer convencer a todos o governo e principalmente o ministro da Economia.
‘A #Petrobras salvou o megaleilão do pré-sal do fracasso absoluto hoje. Um grito de NÃO AO ENTREGUISMO! O livre mercado não é salvação para tudo, como vimos. Outra lição do dia: os grandes investidores não confiam tanto nesse governo como os governistas pregam. #PreSal ‘, disse Weverton.
O gás de cozinha está 5% mais caro a partir desta terça-feira (22) nas distribuidoras. O reajuste terá impacto no consumidor final no preço do botijão de 13kg.
A previsão é que o reajuste represente um aumento de 3% para os consumidores residencias e comercias, ma pode ser bem maior, isto porque, os custos aumentam com mão de obra, logística, impostos e margem de lucro.
A informação foi dada pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) e confirmado pela Petrobras.
“O Sindigás informa que suas empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras, na tarde de hoje [21], sobre o aumento no preço do GLP residencial (embalagens de até 13kg) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 kg). O aumento passa a valer a partir de amanhã, dia 22 de outubro, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações recebidas da Petrobras, o aumento do GLP residencial oscilará entre 4,8% e 5,3%, e o aumento do GLP empresarial entre 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento”, informa a nota do SINDIGÁS.