“Pelo contrário, ele tem feito excelente trabalho”, Lula sobre ‘irritação’ com Dino

O presidente Lula (PT), usou as redes sociais nesta quarta-feira, dia 16, para negar peremptoriamente que teria se irritado com o ministro Flávio Dino(Justiça e Segurança Pública), devido à operação da PF relacionada as ‘joias’ no dia do lançamento do Novo PAC, conforme publicou o Jornal Folha de SP.

O presidente, além de negar a informação divulgada pelo jornal, elogiou a atuação de Flávio Dino à frente do Ministério da Justiça.

“Não estou nada irritado com Flávio Dino. Pelo contrário, ele tem feito um excelente trabalho”, destacou Lula.

Segundo a Folha de SP, a operação da Polícia Federal teria ofuscado o lançamento do PAC, ocorrido no Rio de Janeiro. O ministro Flávio Dino não participou da solenidade.

Lula e Flávio Dino participaram hoje em Brasília do encerramento da ‘7ª Marcha das Margaridas’ que reuniu milhares de mulheres. O ministro aproveitou também para mandar recado sobre a ‘suposta irritação’ do presidente com ele.

“não há razões para prender Bolsonaro agora”, diz Flávio Dino

Do UOL

O Ministro da Justiça, Flávio Dino, em entrevista nesta terça-feira, dia 15, disse que apesar da quantidade provas contra Jair Bolsonaro, não vê necessidade de prisão preventiva com base no caso das joias. Porém, com a evolução das investigações, o ex-presidente pode ser alvo de pedido de prisão.

A prisão preventiva tem requisitos específicos, dentre os quais materialidade de um crime, nesse caso já existe, em segundo lugar, indícios de autoria, como já mencionei, há indícios de autoria. Porém há outros requisitos que estão nos artigos 311 e 312 do CPP. Nesse momento, veja, neste dia em que estamos conversando, não vejo ainda razoes para essa medida extrema (…) Há uma evolução de apurações e, em algum momento, o poder judiciário pode decidir por essa medida. Mas as apurações ainda estão evoluindo. O que é importante para a sociedade é a garantia de que a verdade está sendo progressivamente trazida aos autos, ao processo, ao inquérito e demonstrada a sociedade“, disse Dino.

Eliziane quer Silvanei Vasques de volta à CPMI, preso hoje pela PF

A senadora, Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da CPMI do 8 de Janeiro, disse nesta quarta-feira, dia 9, vai pedir o retorno do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, preso hoje pela Polícia Federal na Operação Constituição Cidadã.

Ele é investigado por interferência nas eleições de 2022. 

“Quando Silvinei esteve na comissão, mentiu de forma escancarada em várias linhas. Tivemos vários pontos que pudemos comprovar, inclusive no momento da oitiva dele. Na sequência, encaminhamos uma representação junto ao Ministério Público Federal, para que tomasse as devidas providências. Logo em seguida, conversei com o presidente [da CPMI], deputado Artur Maia e com a imprensa, [dizendo] que havia a necessidade de reconvocação do Silvinei. E hoje, mais do que nunca, a partir desta prisão, está clara a necessidade dessa reconvocação”, disse Eliziane. 

Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-diretor da PRF entrou na mira da CPMI em razão das blitze realizadas pela instituição nas estradas do Nordeste no 2º turno da eleeição presidencial.

PF realiza operação contra Carla Zambbelli e Walter Delgatti

A Polícia Federal realiza operação nesta quarta-feira, dia 2, operação que tem como alvos a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti Neto, o mesmo da “Vaza Jato”.

Contra a deputada o mandado é apenas de busca e apreensão, já quanto a Delgatti o mandado é de prisão. A PF realiza buscas também no gabinete da parlamentar na Câmara Federal.

Zambelli e Delgatti são investigados por invasão aos sistemas do CNJ e na inserção de documentos e alvarás de soltura falsos no BNMP (Banco Nacional de Monitoramento de Prisões), sistema que auxilia autoridades judiciárias da justiça criminal na gestão de documentos atinentes às ordens de prisão/internação e soltura expedidas em todo o território nacional, materializando um Cadastro Nacional de Presos.

“Vi de tudo nas ultimas 24 horas”, Dino sobre caso Marielle

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, reagiu nesta terça-feira, dia 25, ao que classificou de “incomodo com os avanços das investigações do caso Marielle”.

As críticas a Flávio Dino ocorreram após a repercussão da prisão de mais um suspeito de envolvimento no caso e a delação de Élcio Queiroz que confessou participação na execução da vereadora.

PF avança em investigações no caso da morte de Marielle Franco

Dino defende ação da PF contra suspeitos de agredir ministro

O caso das agressões ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, na Itália, no último final de semana, ainda repercute. Uma das medidas adotadas, a busca e apreensão realizada pela PF contra os suspeitos, tem causado polêmica e dividido opiniões.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu a determinação de busca e apreensão. Para ele, a medida está assegurada “no artigo 240 do Código de Processo Penal. A medida se justifica pelos indícios de crimes já perpetrados”.

“Polícia Federal pediu Busca e Apreensão, no âmbito de investigação por agressões contra o ministro Alexandre de Moraes e sua família, baseada no artigo 240 do Código de Processo Penal. A medida se justifica pelos indícios de crimes já perpetrados. Tais indícios são adensados pela multiplicidade de versões ofertadas pelos investigados. Sobre a proporcionalidade da medida, sublinho que passou da hora de naturalizar absurdos. E não se cuida de “fishing expedition”, pois não há procura especulativa, e sim fatos objetivamente delineados, que estão em legítima investigação”, disse Flávio Dino.

A PF fez buscas e apreensão na residência dos empresário Roberto Mantovani Filh; a esposa dele, Andréa Munarão; e o empresário Alexandre Zanatta. Por determinação da ministra Rosa Weber a ação aconteceu em Santa Bárbara d’Oeste, em São Paulo.

Hoje durante entrevista coletiva em Bruxelas na Bélgica, o presidente Lula, ao ser questionado sobre o episódio, ele classificou os agressores de ‘animais selvagens’, contra o ministro Alexandre de Moraes e seus familiares.

Ministro Flávio Dino manda suspender perfis da PF e PRF

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, nesta quinta-feira, dia 29, determinou a suspensão dos perfis regionais da Policia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

“Em face da alegada invasão de perfil regional da PRF em Sergipe, inclusive com troca da senha, estou determinando a suspensão dos perfis regionais da PF e da PRF para análise da segurança, permanecendo somente os perfis nacionais nas redes sociais. Quanto à retirada do ar da postagem criminosa, a PRF está com providências em andamento. E investigação será instaurada para apuração dos fatos (…) Já foi instaurado Inquérito Policial na Polícia Federal em Sergipe para investigar a alegada invasão no perfil da Polícia Rodoviária Federal para postar indevida mensagem política. E a própria PRF fará sindicância interna. Luto todos os dias contra criminosos, de todos os tipos.”, disse Flávio Dino.

A determinação do ministro Flávio Dino foi motivada pela inacreditável publicação na manhã de hoje, no perfil oficial da PRF em Sergipe, campanha de doação de PIX para Jair Bolsonaro.

Em nota publicada nas redes sociais a PRF alegou que a publicação foi resultado de ação de hackers em sua unidade no estado de Sergipe.

PF identifica suspeito de ameaçar servidores de Instituto Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, dia 27, a Operação Guardião.

A investigação se iniciou a partir de informações encaminhadas pela Direção do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), no município de Bacabal, dando conta da existência de ameaças a vários servidores da instituição através de cartas anônimas deixadas na sala da direção.

Durante as investigações foi possível identificar um suspeito.

Policiais Federais cumpriram um mandado de busca e apreensão em uma residência na cidade de Bacabal, além de um mandado de intimação de medidas cautelares diversas da prisão: proibição de contato com servidores, proibição de acesso ao IFMA-Bacabal e instituição de trabalhado remoto.

A medida foi determinada pelo juízo federal da subseção judiciária do município.