O Maranhão agora tem Magnifica, sua própria marca e sabor de cerveja

 

magnifica
Foto: Reprodução

O maranhense, grande apreciador de cerveja, agora tem uma marca com identidade e sabor do Maranhão. Uma parceria do governo do estado e a Cervejaria Ambev resultou na cerveja Magnífica, feita a partir da mandioca.

O lançamento da cerveja do Maranhão foi realizado nesta terça-feira (18), e contou com a presença do governador Flávio Dino. A mandioca utilizada para produzir a nova linha de cerveja da Ambev, é fornecida por agricultores familiares do Tabuleiro de São Bernardo, no Baixo Parnaíba.

Nessa primeira fase, 78 famílias associadas ao Tabuleiro fornecerão mandioca para a produção da Magnífica. A estimativa é que, até o final de 2019, duas mil famílias de agricultores sejam agregadas ao projeto.

Para o presidente da Ambev, Bernardo Melo Paiva, a cerveja Magnífica é um presente da companhia para os maranhenses, além de ajudar na geração de novos postos de trabalhos.

“Do campo ao copo, ela é produzida no Estado, por maranhenses e para os maranhenses. Com a Magnífica contribuímos com desenvolvimento da região e oferecemos para o consumidor mais uma cerveja com a qualidade da Cervejaria Ambev”, disse Bernardo Paiva.

Estão ‘puxando o tapete’ de Chico Carvalho no partido de Bolsonaro

 

fra
Vereador Francisco Carvalho(PSL)

Do Blog do Jorge Vieira

O presidente estadual do PSL, vereador Chico Carvalho, em conversa com o titular do blog Jorge Vieira, nesta manhã de terça-feira (18), afirmou que “os rato da política do Maranhão estão querendo tomar o partido no Estado” e citou nominalmente a ex-candidata Maura Jorge, o ex-vereador Fábio Câmara e Alan Garcês que, segundo ele, estariam percorrendo gabinetes em Brasília tentando se apoderar da legenda.

“Tá uma futrica geral. Estão querendo tomar o partido a qualquer custo, existe uma turma percorrendo gabinetes em buscar de emprego e de tomar o partido, que tem como orientação lançar candidatos próprios em todos os municípios, inclusive transmitir essa informação aos companheiros de Caxias no último domingo quando voltei para agradecer os votos em Bolsonaro”.

Ele negou que tenha se afastado da ex-deputada por conta de indicações de cargos federais no Estado. “Quem vai indicar para os cargos existentes no Maranhão são os deputados federais, não serei eu, muito menos Maura Jorge. O Governo vai ter negociar com o congresso e que tem a oferecer é quem está no mandato”, observou Chico Carvalho.

Carvalho esclareceu que fez tudo para unir o partido durante a campanha eleitoral, que fez campanha para todos os candidatos do PSL, inclusive Maura Jorge, mas que a unificação da legenda se tornou impossível por conta do grupo da candidata a governadora. “O grupo dela é muito difícil, é muito ruim”, enfatizou.

Segundo o presidente do PSL, Maura Jorge e Alan Garcêz já estariam lançando até candidato a prefeito de São Luís. “Não estão respeitando as convenções do partido. Em São Luís temos até o Samuel de Itapecuru que teve 60 mil votos em São Luís, o Silvio Antônio que teve 10.500 votos, etc”, reclamou Carvalho.

Flávio Dino promete dedicação integral ao MA no segundo mandato

 

flavio-diplomado
Flávio Dino (Governador do Maranhão)/ Foto: Reprodução

Reeleito para governar por mais quatro anos o Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou as redes sociais para convidar a população para acompanhar a solenidade de sua diplomação e se comprometeu em melhorar a vida da população maranhense, principalmente os mais pobres.

“Hoje terei a alegria de receber o 2º diploma de governador do Maranhão. Mais uma vez me comprometo a atuar com seriedade e dedicação integral para melhorar as condições de vida de todos, especialmente dos mais pobres.”, disse Flávio Dino no twitter.

A posse será no dia 1° de janeiro, às 17 horas, na Praça Pedro II.

A solenidade comandada pela Justiça Eleitoral do Maranhão acontecerá nesta terça-feira (18), às 16h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana. Serão diplomados 98 pessoas eleitas em 2018, sendo: governador e vice, 2 senadores e os respectivos suplentes, deputados federais (18) e estaduais (42) mais os 1º e 2º suplentes de cada partido e/ou coligação.

Maia e Renan lideram pesquisas para presidir Câmara e Senado

 

TEMERMAIA
Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Renan Calheiros (MDB-AL)

A mais recente pesquisa do Painel do Poder,  Rodrigo Maia(DEM-RJ) e Rena Calheiros (MDB-AL) são os que apresentam melhor desempenho para as presidências da Câmara e Senado, respectivamente. Maia tentar se reeleger e Renan está buscando presidir o senado pela quarta vez. A pesquisa ouviu deputados e senadores eleitos e reeleitos.

Para 30% dos entrevistados, Maia será reconduzido por mais dois anos à presidência da Câmara, cargo que ocupa desde 14 de julho de 2016. Um dos líderes da bancada evangélica, João Campos (PRB-GO) é a segunda maior aposta, com 8,33% das menções. Atual primeiro vice-presidente da Casa, Fábio Ramalho (MDB-MG) aparece empatado em terceiro lugar com a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), ambos com 6,67% das citações. Arthur Lira (PP-AL) vem em seguida, com 3,33%. Capitão Augusto (PR-SP), da bancada da bala, e o calouro Kim Kataguiri (DEM-SP), que terá 23 anos ao ser empossado, figuram com 1,67%. Outros nomes somaram 30%. Não souberam ou não responderam, 11,66%.

No Senado, Renan é apontado como o próximo presidente por 25% dos entrevistados do Painel do Poder. Para 11,67%, o cargo será ocupado pela atual líder do MDB, Simone Tebet (MS). Já 8,33% confiam que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que tem o apoio de um grupo de parlamentares autodeclarados independentes, comandará a Casa pelos próximos dois anos. Mara Gabrilli (PSDB-SP), com 3,33%, e Eduardo Braga (MDB-AM), com 1,67%, completam a lista dos mais lembrados. Outros 35% acreditam em algum outro nome, e 15% não responderam ou disseram que não sabiam.

Omissão do Judiciário leva à morte uma em cada 10 vítimas de tortura

 

carceramento
Foto: Reprodução

Intitulado “Tortura em Tempos de Encarceramento em Massa”, um relatório produzido e divulgado neste fim de semana pela Pastoral Carcerária denuncia a omissão do Judiciário em termos de investigação, punição e reparação sobre ocorrências de tortura no sistema carcerário. O trabalho monitorou denúncias de 175 casos de tortura nos últimos quatro anos, sem que qualquer um deles tenha se desdobrado em abertura de ação penal para apuração de crime.  Do total de ocorrências de tortura, 10% das vítimas morreram.

A entidade detectou os seguintes problemas no sistema carcerário: agressão física, prática mais atrelada à tortura (58% dos casos); condições degradantes das estruturas prisionais (41%); negligência na prestação de assistência material, como alimentação, vestuário, produtos de higiene e roupa de cama (35%). A negligência na prestação de assistência à saúde foi detectada em 33% dos casos, e em outros 15% foi relatada a utilização de armas de fogo ou de menos poder letal como instrumento potencializador do sofrimento.

Leia mais aqui

Do Congresso em Foco

Mangabeira e os erros que tiraram a presidência de Ciro

 

luis naciff
FOTO: REPRODUÇÃO

Por Luis Nassif

As duas entrevistas de Roberto Mangabeira Unger – ao Valor (clique aqui) e à Folha (clique aqui) – esclarecem de vez as razões objetivas que levaram ao racha das esquerdas e à eleição de Jair Bolsonaro.

Mangabeira confirma o relato de Fernando Haddad, de que foi oferecido a Ciro o papel posteriormente desempenhado pelo próprio Haddad, de ser o vice-presidente na chapa de Lula e assumir a candidatura quando Lula fosse impedido.

Teria sido a fórmula ideal. Ciro seria imediatamente catapultado para a liderança e com sua retórica eficiente teria condições de vencer Bolsonaro no 2º turno.

Ciro esbarrou mais uma vez em seu grande defeito político. É bom para as grandes estratégias e péssimo para as definições táticas, prisioneiro de um temperamento forte, com uma autossuficiência deletéria, não se enquadrando nos limites dos pactos partidários. Quando a estratégia é bem-sucedida, entra em alpha e considera que tem a força. E não consegue identificar os limites políticos para entrar na etapa seguinte.

Sua visão era a de que o período Lula estava definitivamente encerrado e caberia a ele, Ciro, inaugurar o novo tempo, sem depender do lulismo. Como Mangabeira deixa claro, Ciro confundiu posições táticas com estratégicas.

No plano estratégico, era mais que hora do lulismo ceder espaço a uma nova etapa, diluindo o protagonismo excessivo do PT, principal combustível do pacto político mídia-Judiciário, e trabalhando as novas classes que surgiam – e que Mangabeira corretamente identifica como o novo empreendedorismo.

Ora, esse movimento era claro para o próprio Lula. Quando tentou a aproximação com Eduardo Campos, sabia a dificuldade para o PT superar a matriz original e abrir espaço para o novo temp.

No plano tático, no entanto, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal. Não adiantou Haddad dizer que Ciro estava minimizando não apenas a influência de Lula, mas 70 anos de tradição trabalhista no Brasil. Como pretendia montar uma frente deixando de lado o principal ator político das oposições nas últimas décadas?

Sua visão estratégica foi bem-sucedida. Desenvolveu o discurso mais eficiente de oposição à direita racional, de Geraldo Alckmin, e, depois, à direita insana de Jair Bolsonaro, um discurso denso, com propostas racionais e criativas, e uma retórica de guerra adequada para desmontar a agressividade vazia de Bolsonaro.

Na frente tática, esboroou-se.

Depois que perdeu as eleições, a ira posterior de Ciro contra o PT, foi apenas uma tentativa psicológica de enfrentar a ideia insuportável de que foi ele próprio que jogou fora a presidência por um gesto mal pensado.

Nenhum de seus argumentos se sustenta:

1. A alegação de que não queria comprometer seu projeto de país com o do PT.

Como bem lembra Mangabeira, uma coisa é aliança tática, visando ganhar as eleições e impedir o mal maior. Outra coisa, o projeto de governo, que é atribuição exclusiva do presidente da República. Ele seria o líder inconteste do projeto.

2. A alegação de que o PT não era aliado confiável.

Como assim? Alianças se formam em torno de propostas, conceitos e campos de interesse. Havia um amplo campo de interesses comuns para consolidar alianças com os partidos de esquerda, incluindo o PT, assim como um amplo arco de partidos de oposição, de centro-direita, para contrabalançar. Um político habilidoso deitaria e rolaria em um quadro desses. Seria um quadro confuso apenas para políticos com dificuldades para dialogar.

3. As acusações de que foi esfaqueado pelas costas, com o acordo do PT com o PSB também não se sustentam.

Queria o quê? Que depois de esnobado por Ciro Gomes, o PT abrisse mão de alianças estratégicas, para não melindrar o adversário? E porque foi possível uma aliança, conduzida por Lula, que interferiu nas eleições de Pernambuco e Minas Gerais? E por que estados como a Bahia e o Maranhão que, em circunstâncias normais estariam com Ciro, mantiveram-se fiéis ao candidato do PT? Por conta do prestígio político de Lula, que Ciro minimizou.

Esses embates ajudaram a realçar  a posição desprendida de Haddad que, em todos os momentos, colocou os interesses do país acima de seus interesses pessoais: quando apoiou a indicação de Ciro; e, depois, quando encarou o desafio de conduzir uma campanha presidencial perigosa.

Clique aqui para ler a conclusão da análise de Luis Nassif..

MP-MA transforma antiga sede em Centro Cultural e Administrativo

 

Fita_Centro_Cultural
FOTO: REPRODUÇÃO

O prédio sede do Ministério Público do Maranhão de 1995 a 2016, localizado na Rua Oswaldo Cruz, na área central de São Luís, agora é Centro Cultural e Administrativo do órgão. A solenidade de entrega foi realizada na sexta-feira (14), pelo o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho.

A nova unidade do MPMA, com foco na área cultural e histórica, tem objetivo de dar visibilidade ao trabalho da instituição e oferecer à comunidade um espaço de estímulo às artes, projetos sociais e educacionais.

O prédio abriga o Centro Cultural e Administrativo do Ministério Público do Maranhão, o Memorial do Ministério Público, a Escola Superior do Ministério Público, 23 Promotorias de Justiça e o Espaço Multimídia. Também haverá espaços para instituições parceiras, a exemplo do escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Viva Cidadão e Procon.

Foram investidos nas obras e reforma um total de R$ 4.532.590,36.

mp5
Nova Fachada

mp6

 

Suspeitas sobre ascensão política da família Bolsonaro aumentam

 

Jair-Bolsonaro
Bolsonaro pai, Francisco, e Bolsonaro filho: falecido capitão tinha papel-chave nas campanhas eleitorais do clã/Foto: Reprodução

A suspeita do Ministério Público de que a família Bolsonaro se beneficiou de um esquema de contribuições a partir de nomeações no Legislativo ganhou mais um desdobramento neste fim de semana. E não apenas devido à atuação do policial militar Fabrício de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) que, segundo indícios identificados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e apurados pelo MP, administrava uma espécie de caixinha de colaborações dos demais servidores  da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para o mandatário – o Coaf rastreou uma movimentação bancária de R$ 1,2 milhão, “atípica” para quem recebia um salário de R$ 8,5 mil.

Apuração da revista IstoÉ  feita nos gabinetes do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e de seus filhos revela uma prática semelhante ao esquema de caixinha de assessoria: funcionários do clã fizeram doações e prestaram serviços políticos para campanhas eleitorais dos Bolsonaro e, em alguns casos, os valores das contribuições ultrapassavam os próprios rendimentos de quem doava.

Continue lendo aqui…