


O deputado Márcio Jerry, vice líder do PCdoB na Câmara Federal, se somou aos inúmeros políticos que repudiaram mais uma declaração preconceituosa e infeliz do ministro Paulo Guedes (Economia), que nesta quarta-feira (12), ao defender a alta do dólar disse que ‘empregada doméstica estava indo para Disney, uma festa danada’.
“Incrível o nível degradado desse governo de Jair Bolsonaro. Um bando que tem aversão a pobres, cultua ditadores, mantém relações perigosas com criminosos/milicianos, detesta e persegue a educação e a ciência…”, disse Márcio Jerry.
O parlamentar se solidarizou com as empregadas domésticas do Brasil, e cobrou do presidente Bolsonaro, no minimo, um pedido de desculpas em nome do governo.
“E viva viva todas as empregadas domésticas do Brasil. O mínimo que o presidente Jair Bolsonaro poderia fazer agora seria pedir desculpas em nome do governo e repudiar publicamente a idiotice preconceituosa de seu principal ministro”, cobrou Jerry.
Quanta a declaração do ministro Paulo Guedes, que ao defender a alta do dólar aproveitou para externar todo seu preconceito em relação aos pobres, usando como exemplo, o fato de empregadas viajarem para Disney quando o dólar estava baixo, o deputado Márcio Jerry classificou da seguinte maneira.
“Que que é isso ??? Que sujeito boçal, quanta discriminação !!!..” definiu Márcio Jerry.

O Senadora Elizaene Gama (Cidadania-MA) destacou nas redes sociais o resultado da Pesquisa Atlas Político que mostra o desempenho da gestão do governador do Maranhão, e ainda, o nome do governador Flávio Dino (PCdoB), entre os principais pré-candidatos de oposição a Jair Bolsonaro.

Sobre a Frente Ampla que a senadora Eliziane destaca é a mesma defendida pelo governador Flávio Dino que já se reuniu para discutir com várias lideranças políticas de diferentes matizes, entre elas, os ex-presidentes: Sarney, Lula e Fernando Henrique.

Levantamento realizado pela consultoria Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro e divulgado nesta quarta-feira (12) pelo El País aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro.
Sem Lula e Sérgio Moro na disputa, o presidente aparece com 41% das intenções de voto, seguido pelo apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Na terceira posição está o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), com 13%, o governador de São Paulo João Doria (PSDB), tem 2,5%.

Reunido em Brasília nesta terça-feira (11), o Fórum dos Governadores aprovou nota (íntegra) em que reivindica a imediata aprovação de uma proposta que mantenha em vigência e amplie a participação da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que expira em 31 de dezembro.
O Congresso discute o assunto, mas esbarra na resistência da equipe econômica e do ministro da Educação, Abraham Weintraub. (Informação Congresso em Foco)

O ministro Paulo Guedes (Economia) pediu desculpas aos servidores públicos por chamá-los de ‘parasitas’. Segundo ele, sua fala foi retirada de contexto. Então tá!..
Nesta terça-feira (11), o Portal Uol informa que o braço direto de Paulo Guedes, o ex-deputado pelo PSDB, Rogério Marinho, recebeu R$ 189 mil para participar de 11 reuniões no Serviço Social do Comércio (SESC), entidade do Sistema S e Confederação Nacional do Comércio, que recebeu R$ 3,4 milhões em verbas públicas somente nos primeiros oito meses de 2018.
Sempre pronto a opinar sobre tudo e causar polêmicas na saída do Palácio de Planalto, o presidente Bolsonaro, nesta segunda-feira (10), demonstrando incomodo não quis conversa com os jornalistas que fazem plantão no Palácio.
Segundo ele, no Brasil existem muitos problemas, mas hoje não teria conversa com repórteres. A atitude do presidente foi para evitar ainda mais especulações e suspeitas sobre a morte de Adriano da Nóbrega ocorrido na madrugada de domingo (9), na Bahia.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), também comentou neste domingo (9), a morte de Adriano da Nóbrega ocorrida na madrugada de hoje durante troca de tiros com a polícia na Bahia.
Para Flávio Dino a morte de Adriano da Nóbrega, considerado peça chave para esclarecimento da morte de Marielle Franco, torna imperativo o esclarecimento do assassinato da vereadora do Rio, também para melhor compreensão da atual conjuntura política e social no Brasil.
“A pergunta fundamental mais uma vez se impõe: quem matou Marielle? Quem mandou matar Marielle ? As respostas são fundamentais para entender a atual conjuntura brasileira, marcada por violências e agressões” destacou Dino no twitter.
Segundo o Ministério Público no Rio de Janeiro, Adriano era miliciano e ligado a Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz. Ele tava foragido desde o inicio de 2019, no inicio deste ano o ministro Sérgio Moro(Justiça e Segurança) ao divulgar uma lista com os criminosos mais procurados do país deixou de fora o nome de Adriano da Nóbrega. O ministro foi muito cobrado e criticado pela ausência do nome.