Não há suspeita de coronavírus em embarcação no Porto do Itaqui

 

EMAP

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), negou através de nota que há embarcação com um caso de suspeita de contaminação por coronavírus no Porto do Itaqui. Portando não havendo motivos para pânicos da população.

Ainda, segundo a EMAP, no Porto tem um Plano de Contigência para Assuntos de Interesse Internacional em Saúde Pública e segue as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde cabíveis aos pontos de entrada (portos e aeroportos).

NOTA

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) informa que, nesta quinta-feira (6), um tripulante do navio Condor Arrow, procedente dos Estados Unidos, precisou de cuidados médicos por apresentar dor de cabeça e formigamento no braço. O Plano de Emergência foi acionado e imediatamente o tripulante foi levado de ambulância para o Hospital UDI, onde foi constatado um infarto. 

O navio atracou no Porto do Itaqui na segunda-feira (3) após obter a Certidão de Livre Prática da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que atesta não haver a bordo doenças de risco epidemiológico.  

A operação do navio segue normalmente e as equipes de Saúde e Segurança da EMAP e da Anvisa estão em alerta para combater a entrada do coronavírus. 

A EMAP informa, ainda, que não há suspeitas de coronavírus no Porto do Itaqui, nem, tampouco, qualquer navio isolado em nossa área primária.  

O Porto do Itaqui conta com um Plano de Contigência para Assuntos de Interesse Internacional em Saúde Pública e segue as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde cabíveis aos pontos de entrada (portos e aeroportos).  

Caso esse Plano de Contigência seja acionado, o navio não recebe a autorização da Anvisa para atracar e a inspeção da embarcação é feita ainda na área de fundeio. No dia 30 de janeiro, técnicos da Anvisa estiveram no Porto do Itaqui para uma reunião técnica e de alinhamento de ações de controle que estão sendo adotadas em todo o país.

‘Isso que Bolsonaro fala na porta do Palácio não dá para levar a sério’, Flávio Dino sobre ICMS

 

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Governador do Maranhão Flávio Dino(PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse nesta quinta-feira (6), que a proposta do presidente Jair Bolsonaro para eliminar a cobrança do ICMS dos combustíveis resultaria na perda de arrecadação dos estados.

“Como o Bolsonaro já declarou várias vezes que não entende nada de economia e tudo tem que ser tratado com Guedes, a gente realmente só leva a sério quando for o Paulo Guedes propondo”, afirmou Flávio Dino.

O governador também se referiu as declarações polêmicas dadas com frequência pelo presidente Bolsonaro na entrada do Palácio do Planalto.

“Isso que Bolsonaro fala na porta do Palácio não dá para levar a sério porque o governo dele só dura 15 minutos por dia, que é o tempo que ele dá aquela entrevista, depois não tem mais governo, depende do Paulo Guedes, quando ele propuser a gente vai debater no âmbito da reforma tributária,  que é o único lugar possível”, acrescentou o governador.

A ideia é que o imposto estadual seja cobrado, no caso dos combustíveis, sobre o valor que sai da refinaria, fixo, em vez de incidir sobre o preço cobrado nos postos, que é maior.

Na última segunda-feira (3), 23 dos 27 governadores do país assinaram uma nota, sugerindo que Bolsonaro cortasse os tributos federais ao invés de interferir no ICMS. Não endossaram a nota os governadores Gladson Cameli (PP-AC), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Carlesse (DEM-TO) e Marcos Rocha (PSL-RO). (Informação Congresso em Foco)

Deputados pedem a ‘cabeça’ do controverso ministro Weintraub no STF

 

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Deputados federais de vários partidos pediram nesta quarta-feira (5), o impeachment do ministro da Educação, Abraham Weintraub, no STF (Supremo Tribunal Federal). No grupo estava o deputado, Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara, que já havia cobrado oficialmente esclarecimentos do ministro sobre o ‘caos’ no ENEM 2019.

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Deputado Federal, Márcio Jerry (PCdoB-MA)/Foto: Reprodução

‘Já estamos no STF para protocolar pedido de afastamento do Ministro da Educação, Abraham Weintraub . Ação do parlamento em defesa da educação brasileira’ disse Márcio Jerry no twitter.

De acordo com O Antagonista , o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), Presidente da Câmara Federal, teria sido informado com antecedência da medida adotada pelos colegas de parlamento e apoiado a iniciativa.

Quando dos problemas apresentados pelo ENEM coordenado por Weintraub, o presidente da Câmara se manifestado favorável à saída da pasta do ministro da Educação de Jair Bolsonaro.

‘Com um Ministro da Educação desses, nosso país não tem futuro’, lamentou Rodrigo Maia.

Mas, há os que defendem Weintraub, como presidente Jair Bolsonaro, e inclusive aqueles que o consideram perfeito para o cargo, como o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente.

‘Weintraub é o melhor ministro da Educação de todos os tempos’, defendeu Eduardo Bolsonaro

Em resposta a Bolsonaro governadores dizem para ele abrir mão de impostos

 

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Foto: Reprodução

A maioria dos governadores brasileiros, 22 dos 27, assinaram o documento divulgado nesta segunda-feira (3), em resposta a acusação de Jair Bolsonaro, que o aumento dos combustíveis é culpa dos mandatários estaduais. De acordo com Bolsonaro os governadores prejudicam o consumidor ao cobrarem em média 30% de ICMS.

“Consideramos que o governo federal pode e deve imediatamente abrir mão das receitas de PIS, COFINS e CIDE, advindas de operações com combustíveis”, diz o texto.

Assinaram o documento os governadores do Sul, Sudeste e Nordeste. Ficaram de fora da lista Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Acre e Tocantins.

NOTA DOS GOVERNADORES EM RESPOSTA A BOLSONARO

Posicionamento de vinte e dois governadores em relação ao ICMS sobre combustíveis

Os Governadores dos Estados têm enorme interesse em viabilizar a diminuição do preço dos combustíveis. No entanto, o debate acerca de medidas possíveis para o atingimento deste objetivo deve ser feito nos fóruns institucionais adequados e com os estudos técnicos apropriados.

Diante da forma como o tema foi lançado pelo Presidente da República, exclusivamente por intermédio de redes sociais, cumpre aos Governadores esclarecer que:

1 – O ICMS está previsto na Constituição Federal como a principal receita dos Estados para a manutenção de serviços essenciais à população, a exemplo de segurança, saúde e educação.

2 – O ICMS sobre combustíveis deriva da autonomia dos Estados na definição de alíquotas e responde por, em média, 20% do total da arrecadação deste imposto nas unidades da Federação. Lembramos que 25% do ICMS é repassado aos municípios.

3 – Segundo o pacto federativo constante da Constituição Federal, não cabe à esfera federal estabelecer tributação sobre consumo. Diante do impacto de cerca de 15% no preço final do combustível ao consumidor, consideramos que o governo federal pode e deve imediatamente abrir mão das receitas de PIS, COFINS e CIDE, advindas de operações com combustíveis.

4 – O governo federal controla os preços nas refinarias e obtém dividendos com sua participação indireta no mercado de petróleo – motivo pelo qual se faz necessário que o governo federal explique e reveja a política de preços praticada pela Petrobras.

5 – Os Estados defendem a realização de uma reforma tributária que beneficie a sociedade e respeite o pacto federativo. No âmbito da reforma tributária, o ICMS pode e deve ser debatido, a exemplo dos demais tributos.

6 – Nos últimos anos, a União vem ampliando sua participação frente aos Estados no total da arrecadação nacional de impostos e impondo novas despesas, comprimindo qualquer margem fiscal nos entes federativos.

Os Governadores dos Estados clamam por um debate responsável acerca do tema e reiteram a disponibilidade para, nos fóruns apropriados, debater e construir soluções.

Brasília, 3 de fevereiro de 2019.

Obras serão retomadas no curso de Medicina da UFMA em Imperatriz

 

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Foto: Reprodução

A Superintendência de Infraestrutura (Sinfra) da Universidade Federal do Maranhão assinou termo de aditivo para a continuidade das obras do bloco 1 do prédio do curso de Medicina do Câmpus de Imperatriz.

O investimento é de R$ 345.492,86, e os reparos serão na parte hidráulica e elétrica do pavilhão, complementação da cobertura, instalação de equipamentos de combate a incêndio, revestimentos, piso e pintura em geral. A obras serão iniciadas na próxima semana, e a previsão de conclusão é no mês de maio.

Segundo Geovane Bezerra da Silva Júnior, diretor de Planejamento e Controle da Sinfra, os trabalhos no prédio estavam parados havia muito tempo, e uma das ações imediatas da nova gestão da Universidade é resolver a situação de várias obras inacabadas.

“Uma das prioridades do reitor Natalino Salgado é dar continuidade à reforma do bloco do prédio do curso de Medicina do Câmpus de Imperatriz. Isso beneficiará toda a comunidade acadêmica do curso, dando suporte em termo de infraestrutura, como salas de aulas e banheiros”, esclareceu.

Segundo, Willian da Silva Lopes, coordenador do curso de Medicina em Imperatriz, a retomada das obras beneficiará em torno de 400 alunos e possibilitará o desenvolvimento de metodologias ativas que o curso exige.

“As obras paradas prejudicavam diretamente a dinâmica de aulas, pela limitação de salas. No período de provas, era preciso montar um planejamento para não ocorrer choque de horários. Na última avaliação do curso, feita pelo Ministério da Educação (MEC), perdemos pontos no quesito de infraestrutura e, com a retomada da obra, poderemos melhorar a nota do curso futuramente”, pontuou.

PCdoB divulga Manifesto e percorrerá o país com o Movimento 65

 

vermelhoO PCdoB divulgou o manifesto do Movimento 65 que contém os objetivos e as bandeiras políticas, bem como a sua identidade visual. O Movimento é uma novidade no campo democrático e progressistas para as eleições de 2020.

O manifesto busca a adesão de lideranças populares, progressistas, patrióticas e democráticas cujo compromisso é “a defesa do Brasil, dos direitos povo, da democracia, hoje seriamente golpeados e ameaçados”.

Para Luciana Santos, presidenta nacional do PCdoB, a iniciativa trata-se de um instrumento de luta em favor do Brasil. O Movimento 65 está aberto para mulheres e homens comprometidos com as causas de suas cidades.

Ainda de acordo com Luciana Santos, as eleições de 2020 são decisivas para o país.

“As eleições municipais decidem sobre a qualidade de vida das pessoas. Queremos ser uma alternativa, estimulando também quem não tem partido e deseja se candidatar. Por isso estamos convidando a conhecer a experiência do PCdoB nas cidades e estados que administramos”, afirmou.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, participará da agenda de atividades em todo país. Para ele, o Movimento 65 possibilitará um debate amplo e ações concretas.

“Queremos construir um espaço para discutir a boa política, bons rumos para o país e possibilitar a candidatura de pessoas progressistas às prefeituras e câmaras municipais”, destacou Flávio Dino.

Estão previstos atos de lançamento nas principais capitais do país com a participação de lideranças nacionais e locais. O calendário de atividades do Movimento 65 teve início na quinta-feira (23), em Fortaleza (CE) com um ato que contou com a presença do vice-presidente nacional do PCdoB, Walter Sorrentino, parlamentares e lideranças políticas e sociais do Ceará.

O agenda do Movimento 65 se intensificará durante a pré-campanha eleitoral em todos os estados com prazo até 3 de abril, data final para se filiar para ser candidato ou candidata nas eleições municipais deste ano. Até lá o Movimento terá intensa atividade na internet com site próprio e nas redes sociais do PCdoB, onde já está disponível o manifesto, a identidade visual e materiais promocionais. Além disso, serão divulgados contatos nos estados para que os interessados e interessadas possam se integrar ao movimento.

Nos próximos dias serão lançados vídeos das lideranças nacionais do PCdoB e os líderes partidários locais estão sendo incentivados também a gravarem mensagens de convite ao Movimento 65.

O Movimento 65 dialoga diretamente com o Movimento Comuns, recentemente lançado pela ex-candidata à vice-presidenta da República, Manuela d’Ávila e outras lideranças políticas e de movimentos sociais. (Com informações do Portal Vermelho)