Megaoperação da Polícia Civil está prendendo agressores de mulheres em todo país

Está sendo realizada nesta segunda-feira, dia 8, uma megaoperação nos 26 estados e o Distrito Federal. O objetivo é combater violência contra a mulher, em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

A coordenação é do Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com as Polícias Civis dos 26 estados e Distrito Federal.

Com o nome de “Operação Resguardo” a ação conta com a participação da ação cerca de cinco mil policiais civis. Estão sendo cumpridos 7 mil mandados de prisão.

São apuradas são apuradas 43 mil denúncias, sendo 101 mil vítimas atendidas, além de 900 armas apreendidas.

Dino pede ao embaixador dos EUA intermediação junto as vacinas Pfizer e Janssen

Durante reunião virtual sexta-feira, dia 5, do Consórcio da Amazônia Legal com o embaixador Todd Chapman dos EUA, o governador Flávio Dino solicitou que sinalize aos laboratórios Pfizer e Janssen que os estados da Amazônia Brasileira possuem interesse em adquirir diretamente vacinas contra a Covid-19.

“.. se for possível sinalizar a fornecedores que nós desejamos comprar vacinas. Todos os nove estados têm endereçado essa demanda aos grandes fabricantes e com avanço do plano de vacinação dos Estados Unidos, queremos crer que talvez seja possível esse esforço de diplomacia. Nós temos os recursos disponíveis em cada um dos estados (..) Não temos intenção de concorrer com o PNI, queremos complementar o PNI, porque consideramos que em um país continental como o nosso, com 210 milhões de pessoas, 25 milhões só na Amazônia Legal, temos uma necessidade muito elevada”, afirmou o governador Flávio Dino, presidente do Consórcio da Amazônia Legal. 

O embaixador dos EUA informou que acompanha a situação e está à disposição dos estados para auxiliar diplomaticamente na situação

“Estamos completamente abertos para poder oferecer vacinas do mundo, com a tecnologia mais moderna que existe. Queremos trabalhar com vocês, queremos cumprir com as normais legais do país, e vocês terão todo acesso a essas empresas. Entendo completamente que essa é a prioridade número um para um governador agora, a saúde da sua gente”, respondeu Todd Chapman. 

Em carta 16 governadores cobram empenho de Bolsonaro para comprar vacinas

CARTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Os Governadores dos Estados abaixo assinados solicitam ao Presidente da República Federativa do Brasil imediata adoção das providências necessárias a fim de viabilizar a obtenção – junto a entidades estrangeiras e organismos internacionais – de novas doses de imunizantes contra a Covid19, de modo a auxiliar no controle do aumento exponencial dos casos de infecção e do número de óbitos pelo coronavírus, conforme observado nos últimos dias em todo o território nacional.

Os Entes Federados têm envidado todos os seus esforços, mas estão no limite de suas forças e possibilidades. Nos últimos meses, instalaram milhares de novas vagas em Unidades de Terapia Intensiva, contrataram profissionais de saúde de diversas áreas e viabilizaram a compra de equipamentos, além de investirem em medidas como o distanciamento social e a orientação da população por meio de estratégias claras de comunicação.

Esse conjunto de ações, ainda que indispensável, demonstra estar próximo do exaurimento. Ninguém discorda de que, nas próximas semanas, talvez meses, a pandemia seguirá ceifando vidas, ameaçando, desafiando e entristecendo todos nós.

Nesse contexto, a vacinação em massa, com a maior brevidade possível, é a alternativa que se afigura como a mais recomendável, e, provavelmente, a única capaz de deter a pandemia, permitindo que o Brasil, seus Estados e Municípios, aos poucos, possa retornar à normalidade, com as devidas medidas sanitárias e econômicas.

Reconhecemos que, neste grave momento, há no mundo uma extraordinária procura por vacinas, junto a diferentes fornecedores. Acompanhamos o anúncio de novas aquisições pelo Ministério da Saúde, mas também percebemos que é preciso agilizar mecanismos de compra, explorar e concretizar todos os meios de aquisição disponíveis, para vacinar, no menor espaço de tempo possível, a maior quantidade de brasileiros. Se não tivermos pressa, o futuro não nos julgará com benevolência.

Por isso, pedimos ao Governo Federal, especialmente por meio dos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores, esforço ainda maior para obter, em curto prazo, número consideravelmente superior de doses. Caso seja possível, sugerimos também o requerimento de apoio e intermediação da Organização Mundial da Saúde.

Neste momento, há novas, reais e importantes justificativas para que o Brasil obtenha, com celeridade, novas remessas de imunizantes, a principal delas é a chegada e a rápida disseminação, já no estágio de transmissão comunitária, da nova variante P1, que tem se revelado ainda mais letal, prejudicando os esforços para proteger a vida de nossas cidadãs e cidadãos, bem como de suas famílias.

O mundo acompanha com preocupação o rápido avanço do contágio por essa variante no Brasil, o que torna o bloqueio da disseminação desse tipo de vírus matéria de interesse de diversas nações, inclusive porque outras variantes podem dela advir.

O percentual de vacinas aplicado no Brasil, a despeito do empenho de Governadores, Prefeitos e profissionais da saúde em todo o País, ainda é muito baixo e, no ritmo atual, infelizmente, atravessaremos o ano lamentando a irreparável perda de vidas, além da baixa expectativa de imunizar efetivamente todos os grupos prioritários. Os exemplos cada vez mais bem-sucedidos de países que estão contendo a pandemia por meio da vacinação, combinada com outras práticas de prevenção e higiene, não remete a outro caminho que não seja o esforço político e diplomático de todos – liderado no plano das relações internacionais pelo Governo brasileiro – a fim de garantir, desde logo, novos carregamentos de vacinas.

Esses imunizantes são hoje para o Brasil e para os brasileiros muito mais do que uma alternativa ou medicamento: representam a própria esperança da população e, nesse sentido, nenhum governante pode correr o risco de não esgotar todas as possibilidades ou de procrastinar ações e procedimentos. Cada minuto, cada hora e cada dia são preciosos e decisivos, e constituem a triste diferença entre viver ou morrer.

Por fim, os Governadores que subscrevem este documento estão, como sempre estiveram, à disposição para colaborar para a consecução das medidas propostas, e confiam que o Governo Federal pode acelerar os procedimentos necessários – utilizando a importância geopolítica, histórica e econômica do Brasil – à obtenção de novos aportes de imunizantes para a população brasileira.

Brasília, 4 de março de 2021.

RENAN FILHO

Governador do Estado de Alagoas

WALDEZ GOÉS

Governador do Estado do Amapá

RUI COSTA

Governador do Estado da Bahia

CAMILO SANTANA

Governador do Estado do Ceará

RENATO CASAGRANDE

Governador do Estado do Espírito Santo

FLÁVIO DINO

Governador do Estado do Maranhão

MAURO MENDES

Governador do Estado de Mato Grosso

HELDER BARBALHO

Governador do Estado do Pará

JOÃO AZÊVEDO

Governador do Estado da Paraíba

PAULO CÂMARA

Governador do Estado de Pernambuco

WELLINGTON DIAS

Governador do Estado do Piauí

FÁTIMA BEZERRA

Governadora do Estado Rio Grande do Norte

EDUARDO LEITE

Governador do Estado do Rio Grande do Sul

BELIVALDO CHAGAS

Governador do Estado de Sergipe

Covid-19 já causa 1 de cada 4 mortes naturais no pais na fase mais critica da pandemia

Do UOL

O ano 2021 já levou a covid-19 ser a responsável por uma em cada quatro mortes por causas naturais no Brasil no mês de fevereiro, quarto mês seguido de alta nesse percentual.

Os dados são do Transparência da Arpen (Associação de Registradores de Pessoas Naturais).

O índice de casos e mortes em fevereiro é o maior até aqui na pandemia, com a covid-19 respondendo por 24,9% das mortes por causas naturais no país. A segunda maior média foi registrada em janeiro, quando esse índice foi de 24,4%.

Médicos do Ceará dizem em nota e vídeo que ‘Bolsonaro não é bem vindo ao estado’

Do Viomundo

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura), tem agenda marcada no estado do Ceará, sexta-feira, dia 26, onde participarão da retomada de obras em três rodovias federais.

Pelo menos para ‘Médicos em Defesa da Vida, da Ciência e do SUS, do Coletivo Rebento’, Bolsonaro não é bem-vindo ao estado neste momento de agravamento da pandemia.

Em nota e vídeo os médicos cobram vacinação, isolamento social, auxilio emergencial e respeito a direitos dos profissionais de saúde.

O Brasil atinge marca de 250.036 mil mortes por Covid-19

O Brasil atingiu a marca de 250.036 mil mortes por Covid-19, nesta quarta-feira, dia 24. Foram 1.390 mortes registradas no último boletim divulgado no inicio da noite de hoje desde o começo da pandemia.

O primeiro caso registrado no Brasil completará 1 ano na próxima sexta-feira, dia 26, quando um homem de 61 foi confirmado com o novo coronavírus.

O crescimento foi 30% só dois meses de 2021, confirmando o avanço depois das festas de final de ano e o carnaval.

“Operação Secreta Etiópia-Maranhão” que salvou vidas no inicio da pandemia vira livro

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou no final da manhã desta quarta-feira, dia 24, o recebimento do exemplar do livro-reportagem cujo titulo é “Operação Secreta Maranhão-Etiópia”, que trata da ação que resultou na aquisição de respiradores para o estado, quando o equipamento era o mais procurado em todo mundo.

“O livro A Operação Secreta Etiópia-Maranhão – A guerra dos respiradores no ano da pandemia revela os segredos e os bastidores desse enredo cinematográfico, permeado de intriga e suspense. Como uma sequência de ações – planejadas ou improvisadas – se tornaria um plano bem-sucedido que virou notícia em vários países e salvou a vida de milhares de pessoas? (..) Maranhão comprou da China, mandou para Etiópia e driblou governo federal para ter respiradores – Depois de ter sido atravessado por Alemanha, EUA e governo federal, estado montou operação de guerra”.

Reprovação do governo Bolsonaro continua subindo, agora é 35,9%

Do UOL

A reprovação do governo Bolsonaro subiu 8 pontos em quatro meses e atingiu 35,5%, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira, dia 22, a avaliação positiva caiu quase nove pontos, agora é 32,9%.

A pesquisa realizou 2.002 entrevistas presenciais, de 18 a 20 de fevereiro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.