Toffoli defende Judiciário e critica “notinhas públicas” contra Bolsonaro

 

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O ministro Dias Toffoli, presidente do STF, durante entrevista no Roda Viva da TV Cultura segunda-feira (11), defendeu o Judiciário e disse que os problemas da política precisam ser resolvidos pela política, se referindo ao Executivo e Legislativo.

“não haverá unidade e soluções para os problemas com notinhas”.

O posicionamento de Toffoli se deu em razão do questionamento sobre o comportamento do presidente Bolsonaro na pandemia. De acordo com ele, os membros dos poderes executivo e legislativo, escolhidos pelo povo é que devem encontrar soluções.

“.. não é soltando notas que se resolve problemas tão graves quanto no nosso país (..) temos que resolver primeiro na política, e a política são os eleitos pelo povo, poder executivo,  legislativo, governadores de estado, parlamentos e prefeitos, é a política que defende o futuro da nação..”, destacou Toffoli.

Questionado sobre o papel do Poder Judiciário na atual conjuntura, disse que o poder está fazendo seu papel.

“..na arena do poder judiciário.., o juiz fala nos autos e fala no foro..”

Presidentes do STF, Senado e Câmaras discutem Pandemia sem participação de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

Se reuniram nesta segunda-feira (16), os presidentes Dias Toffoli (STF), Davi Alcolumbre (Senado) e Rodrigo Maia (Câmara Federal) para avaliarem a crise mundial da Pandemia do Novo Coronavírus.

“Estou com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o presidente do STF, Dias Toffoli, e o presidente da Câmara, para tratar sobre as ações de enfrentamento ao Covid-19 no Brasil para os próximos dias. Outras autoridades também participam do encontro”, disse Davi Alcolumbre no twitter.

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, também participou e só deixou o local após o término, mesmo sendo convocado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, no meio da reunião, segundo a Revista Crusoé.

‘..destruiu empresas. Jamais aconteceria nos EUA ou Alemanha..’, Toffoli sobre Lava Jato

 

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Dias Toffoli, presidente do STF, e Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro da Justiça/Foto: Reprodução

O Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, certamente sofrerá ataques de lavajatistas e milicias digitais após dizer em entrevista publicada nesta segunda-feira (16), no jornal O Estado de S.Paulo que a Lava Jato “destruiu” empresas brasileiras, e o que ela fez no Brasil não aconteceria nos EUA e Alemanha.

“A Lava Jato foi muito importante, desvendou casos de corrupção, colocou pessoas na cadeia, colocou o Brasil numa outra dimensão do ponto de vista do combate à corrupção, não há dúvida. Mas destruiu empresas. Isso jamais aconteceria nos Estados Unidos. Jamais aconteceu na Alemanha”, disse.

(Revista Fórum)

“Moro virou escravo e não deixa ministério por não ter para onde ir”, diz Delegado Waldir

 

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Sérgio Moro, Ministro da Justiça e Segurança Pública/Foto: Reproduçãi

Por Jóse Cássio ao DCM

Sergio Moro é um morto vivo no ministério da Justiça.

E Bolsonaro, para salvar a pele de Flávio, juntou-se a Dias Toffoli – além de ter indicado o Procurador Geral da República, Augusto Aras, o presidente do STF está costurando um nome para suceder o decano Celso de Mello no Supremo.

Esses são apenas dois dos inúmeros motivos que levaram o Delegado Waldir (PSL-GO) a romper com o presidente.

Às 19h desta segunda, 28, encerra o prazo para as justificativas dos 19 deputados do partido que foram notificados por infidelidade. Além de ataques pessoais a colegas, a tropa bolsonarista do PSL infringiu o código de ética ao cobrar transparência administrativa.

“Bolsonaro nunca cobrou transparência dos diversos partidos pelos quais passou”, diz Delegado Waldir. “Especialmente quando assumiu o PSL e deu carta branca para o Gustavo Bebianno”.

O caso Sérgio Moro acabou sendo a gota d´água que azedou a relação entre Waldir e Bolsonaro.

O deputado conta que Moro chegou a ser demitido verbalmente após uma discussão ríspida quando Bolsonaro pensou na possibilidade de retirar do cargo o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, aliado do ministro.

“Moro virou um escravo”, diz o ex-líder do PSL. “Ele não deixa o ministério porque não tem para onde ir, sequer teria renda para se sustentar, já que abandonou a magistratura. A dúvida é saber quanto tempo ele vai aguentar”.

Bolsonaro, segundo Delegado Waldir, abdicou da luta contra a corrupção.

Controla a PF, não ajuda a aprovar o pacote anticrime, retirou o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça e, surpresa maior, é contra a prisão após a 2ª instância.

“Ele está preocupado com questões pessoais, como proteger os filhos”, diz Waldir.

“Por esse motivo a composição com a presidência do Supremo. Está fazendo tudo diferente do que dizia, então esse é o motivo da insatisfação de muitos e, especialmente o meu caso, já que nunca abri mão da minha independência”.

(Informações do DCM)

Ministro Dias Toffoli será homenageado na Assembleia Legislativa do Maranhão

 

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Foto: Reprodução

O ministro Dias Toffoli , presidente do Supremo Tribunal Federal, receberá no próximo dia 20 de setembro, a maior honraria do Poder Legislativo do Maranhão. A Medalha do Mérito legislativo “Manuel Beckman será entregue a Dias Toffoli por iniciativa do deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente do Parlamento Estadual.

“O ministro Dias Toffoli tem uma longa trajetória a serviço do Direito e da Justiça no Brasil. Uma militância de algumas décadas como advogado, depois foi nomeado ministro do Supremo, hoje é o presidente daquela Corte, que é a maior instância do Poder Judiciário e, por isso, merece o reconhecimento do povo do Maranhão”, justificou Othelino Neto.

Natural de São Paulo, o ministro Dias Tofffolio, além de presidir o Supremo Tribunal Federal, também preside, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro já passou pelo Supremo Tribunal Eleitoral. Foi advogado-geral da União durante o Governo Lula e presidiu a comissão de juristas responsável pela elaboração do anteprojeto do novo Código Eleitoral brasileiro.

Revista Veja revela que o Brasil esteve à beira de uma Convulsão Social, o ápice seria 10 de Abril

 

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Dias Toffoli: “O Supremo deve ter esse papel moderador, oferecer soluções em momentos de crise” (Cristiano Mariz/VEJA)

Matéria publicada nesta sexta-feira (9), pela revista Veja, revela que uma ação iniciada pelo ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), barrou um provável  impeachment  do presidente Jair Bolsonaro.

Na entrevista, Dias Toffoli, conta que costurou um acordo nos primeiros meses do ano com os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foram várias encontros e temas tratados, entre eles, um movimento pró-impeachment de Bolsonaro e julgamentos que poderiam resultar na libertação de Lula.

De acordo com o ministro Toffoli, estava em andamento um processo de convulsão social no país. Havia insatisfação de militares, classe política e de empresários, incomodados com a forma que o presidente Bolsonaro começou conduzir o país.

Veja aqui a entrevista com Dias Toffoli

Lava Jato investigou Dias Toffoli: “..temos que ver como abordar esse assunto. Com cautela.”

 

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Montagem: Reprodução

Em novos diálogos revelados pelo Intercept Brasil e Folha do S. Paulo nesta quinta-feira (1º), mostram que o atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli e sua esposa Roberta Rangel, foram informalmente investigados por Delta Dallagnol e procuradores da Lava Jato em 2016.

Em 13 de julho, Dallagnol já havia levantado a questão com procuradores da Lava Jato. “Caros, a OAS touxe a questão do apto do Toffoli?”. E foi advertido por Sérgio Bruno Cabral Fernandes, de Brasília. “Temos que ver como abordar esse assunto. Com cautela.”

De acordo com a Constituição Federal, os ministros do STF não podem ser investigados por procuradores da primeira instância. Eles só podem ser julgados pelo próprio tribunal, onde quem atua em nome do Ministério Público Federal é o procurador-geral da República.

Veja aqui mais informações

Poderes admitem desdobramentos após revelações evolvendo Moro e a Lava Jato

 

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Rodrigo Maia, Dias Toffoli e Davi Alcolumbre/Foto: Reprodução

De acordo com a Folha de São Paulo, há possibilidade real de desdobramentos no Congresso Nacional, inclusive uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), relacionado ao vazamento das conversas envolvendo Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e a lava Jato.

O Palácio do Planalto adotou inicialmente cautela em relação ao caso, algo incomum no atual governo. O presidente Jair Bolsonaro teria sido orientado se afastar ao máximo da polêmica, mas a qualquer momento terá que se posicionar.

Os presidentes da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e o presidente do STF, Dias Toffoli, se reuniram na manhã desta segunda-feira (10), para avaliarem a crise envolvendo as conversas do ex-juiz Sérgio e Procuradores da Lava Jato.

É aguardado com expectativa a opinião do presidente Bolsonaro, sobre a repercussão e gravidade do caso envolvendo mais um membro do seu governo, o super-ministro Sérgio Moro.

Sociedade saberá quem está certo no último capitulo da ‘novela’

 

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Dias Toffoli, Presidente do STF/Foto: Reprodução

Forum – O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo com a suspensão da censura a sites de direita, declarou que o tempo mostrará que ele e Alexandre de Moraes estão certos na condução do inquérito que investiga ataques e notícias falsas contra os integrantes da Corte.

“Às vezes, é necessário ser um cordeiro imolado para fazer o bem”, declarou Toffoli à coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo. “Estou me expondo, do ponto de vista da minha imagem pessoal”, acrescentou o ministro.

Ele afirmou, ainda, que será melhor entendido quando as apurações forem concluídas.

“As pessoas, lá na frente, e inclusive a imprensa, vão reconhecer que estamos certos”, disse, sem entrar em detalhar.

Reação

A criação do inquérito pelo presidente da Corte e a censura a sites e postagens em redes sociais provocaram forte reação em diversos setores, inclusive de dentro do próprio STF.

Um grupo de advogados, inclusive, se reuniu nesta quinta-feira (18), em São Paulo, com o objetivo de organizar um manifesto em defesa do STF.

Mesmo que sejam contrários às decisões de suspender matérias jornalísticas ou censurar entrevistas, como ocorreu quando Luiz Fux impediu o contato do ex-presidente Lula com a imprensa, os especialistas defendem a Corte.