Como votou a bancada maranhense para volta das Coligações em 2022

Por 339 votos a favor e 123 contra Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (11) o texto-base da PEC da reforma eleitoral (Proposta de Emenda à Constituição 125/11).

Os destaques que podem alterar o texto serão votados na sessão do Plenário desta quinta-feira (12).

A votação da PEC foi viabilizada após acordo entre a maioria dos partidos sobre pontos polêmicos do texto aprovado na comissão especial.

O Plenário retirou do texto o “distritão” nas eleições de 2022 para deputados, sistema de eleição majoritário, segundo o qual apenas os mais votados são eleitos. O texto volta as coligações partidárias para as eleições proporcionais (deputados e vereadores) a partir de 2022.

Como votou a bancada maranhense na volta das coligações:

Aluisio Mendes PSC Sim

André Fufuca PP Sim

Bira do Pindaré PSB Sim

Cleber Verde Republicanos Sim

Edilázio Júnior PSD Não

Gastão Vieira PROS Sim

Gil Cutrim Republicanos Sim

Hildo Rocha MDB Não

Josimar Maranhãozinho PL Não

Josivaldo JP Podemos Sim

Junior Lourenço PL Sim

Juscelino Filho DEM Sim

Pastor Gil PL Não

Pedro Lucas Fernandes PTB Sim

Rubens Pereira Júnior PCdoB Sim

Zé Carlos PT Sim

Weverton lança pré-candidatura ao governo no sábado em Imperatriz

O senador Weverto Rocha (PDT), lança sua pré-candidatura ao governo do Maranhão no próximo sábado, dia 14, na cidade de Imperatriz.

Nas redes sociais Weverton está anunciando o ato que também marca a série de eventos políticos que realizará em várias cidades de todas as regiões do estado, com objetivo de reunir lideranças políticas e discutir projetos e propostas para o Maranhão.

O senador Weverton faz parte da base de apoio do governo Flávio Dino e disputa a indicação do grupo. Nos meios políticos é cada vez mais forte a tese de que será candidato sendo ou não o escolhido.

Câmara enterra Voto Impresso e aplica derrota em Bolsonaro

A ‘novela’ da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso, defendido pessoalmente pelo presidente Bolsonaro, como era esperado foi rejeitada nesta terça-feira, dia 10, derrota política direta do presidente e do governo.

O resultado foi de 229 (SIM) e 218 (NÃO) e 1 (ABSTENÇÃO) o total de votos foi de 448. Não votaram 64 deputados. O governo precisava de 308 votos para aprovar a PEC.

Governistas ainda tentaram adiar a votação e parlamentares informaram que foram pressionadas para para evitar uma derrota acachapante.

Como votou a bancada maranhense:

Aluisio Mendes (PSC-MA) -Votou Sim

André Fufuca (PP-MA)

Bira do Pindaré (PSB-MA) -Votou Não

Cleber Verde (Republican-MA) -Votou Sim

Edilazio Junior (PSD-MA) -Votou Não

Gil Cutrim (Republican-MA) -Votou Não

Marreca Filho (Patriota-MA) -Votou Não

Gastão Vieira (PROS-MA) -Votou Não

Hildo Rocha (MDB-MA)

João Marcelo S. (MDB-MA)

JosimarMaranhãozi (PL-MA) -Votou Não

Josivaldo JP (Podemos-MA) -Votou Sim

Junior Lourenço (PL-MA) -Votou Não

Juscelino Filho (DEM-MA)

Pastor Gil (PL-MA) -Votou Sim

Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) -Votou Não

Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) -Votou Não

Zé Carlos (PT-MA) -Votou Não

PoderData: 1 em cada 5 eleitores de Bolsonaro hoje votaria em Lula.

Pesquisa Poder360PoderData revela um dado ainda mais preocupante para o Palácio do Planalto, no 1º turno Lula (PT) herdaria o voto de 1 em cada 5 eleitores de Bolsonaro, que votaram em 2018.

No 2º turno o eleitorado de Bolsonaro está rachado: 49% o têm como candidato no momento, enquanto 48% escolheriam outro nome ou votariam em branco ou nulo. Outros 3% dizem não saber como responder.

Lula é o nome que mais absorve votos de quem votou em Bolsonaro.

A maioria dos eleitores de Haddad (PT) em 2018 mantém-se fiel ao partido: 67% votariam em Lula; 3% escolheriam Bolsonaro; 9% querem Ciro; 7%, Datena; 5%, Doria; 3%, Mandetta; 2% branco ou nulo e 5% que não sabem.

Alexandre de Moraes manda investigar Jair Bolsonaro por fake news

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, aceitou nesta quarta-feira, dia 4, pedido do TSE e mandou investigar o presidente Bolsonaro por espalhar fake news (notícias falsas).

“..não há dúvidas de que as condutas do Presidente da República insinuaram a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, utilizando-se do modus operandi de esquemas de divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário, o Estado de Direito e a Democracia; revelando-se imprescindível a adoção de medidas que elucidem os fatos investigados..”, diz trecho do ministro do STF.

A notícia-crime contra Bolsonaro foi pedido pelo TSE e aprovado por unanimidade na última segunda-feira, dia 2, pela divulgação de mentiras com o objetivo de desestabilizar o processo eleitoral brasileiro. Aqui a decisão decisão do ministro Alexandre de Mmoraes.

‘..Bolsonaro só não dará um golpe, se for contido..’, alerta Flávio Dino

O governador, Flávio Dino (PSB), em entrevista concedida à Globo News, no final da noite de ontem, terça-feira, dia 23, voltou alertar para o objetivo de Bolsnaro em tentar um golpe para manter o poder.

“..essa marcha golpista que está em curso, é preciso entender que Bolsonaro só não dará um golpe, se for contido, porque os impulsos estão bem evidente (..) Só o poder contém o poder, precisa ter um poder democrático amplo para evitar que Bolsonaro venha a consumar seus instintos autoritários..”, alertou Flávio Dino.

Congresso quer realizar maior mudança na lei eleitoral e política desde 1988

Da Folha de SP

O Congresso Nacional tenta mudar praticamente toda legislação eleitoral e política brasileira, após o recesso parlamentar. Se entrar em vigor será a maior reforma desde 1988.

Entre os principais pontos que podem ser alterados estão:

a) Revogação da Legislação Eleitoral Ordinária e Consolidada das Regras em único código

b) Alteração das Regras Eleitorais Estabelecidas pela Constituição

c) Voto Impresso

d) Mine Reforma Eleitoral no Senado

e) Fundo Eleitoral

f) Semipresidencialismo

“harmonia e independência não implicam impunidade”, Fux para Bolsonaro

Do Conjur

O ministro Luiz Fux, presidente do STF, reabriu os trabalhos na Suprema Corte, nesta segunda-feira, dia 2, com um pronunciamento direcionado ao presidente Bolsonaro, que tem atiçado seus seguidores contra a democracia e sistema eleitoral brasileiro.

“..Numa sociedade democrática, momentos de crise nos convidam a fortalecer — e não deslegitimar — a confiança da sociedade nas instituições. Afinal, no contexto atual, após 30 anos de consolidação democrática, o povo brasileiro jamais aceitaria que qualquer crise, por mais severa, fosse solucionada mediante mecanismos fora dos limites da Constituição (..) Porém, harmonia e independência entre os poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições (..) Permanecemos atentos aos ataques de inverdades à honra dos cidadãos que se dedicam à causa pública. Atitudes desse jaez deslegitimam veladamente as instituições do país; ferem não apenas biografias individuais, mas corroem sorrateiramente os valores democráticos consolidados ao longo de séculos pelo suor e pelo sangue dos brasileiros que viveram em prol da construção da democracia de nosso país..”, disse Fuxx.