Othelino destaca rejeição do Voto Impresso e fim da Lei de Segurança Nacional

O deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, classificou nesta quarta-feira, dia 11, como descabida e extemporânea a PEC do Voto Impresso, rejeitada na Câmara Federal.

Othelino parabenizou a postura dos deputados federais e destacou a Bancada Maranhense, que, por ampla maioria, votou contra a aprovação do Voto Impresso e a extinção da Lei de Segurança Nacional.

“Não faria sentido o Brasil retroagir ao voto impresso, depois de avançar tanto com o sistema eletrônico de votação, que é seguro e tem toda a garantia para que a vontade do eleitor prevaleça (..) O importante é que a Câmara rejeitou a PEC, assim como o Senado, ontem, extinguiu aquela famigerada Lei de Segurança Nacional, criada no período do Regime Militar e que não fazia mais nenhum sentido. O Congresso, de forma equilibrada, deu as respostas aos ímpetos autoritários do presidente da República”, afirmou Othelino Neto. 

Câmara enterra Voto Impresso e aplica derrota em Bolsonaro

A ‘novela’ da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso, defendido pessoalmente pelo presidente Bolsonaro, como era esperado foi rejeitada nesta terça-feira, dia 10, derrota política direta do presidente e do governo.

O resultado foi de 229 (SIM) e 218 (NÃO) e 1 (ABSTENÇÃO) o total de votos foi de 448. Não votaram 64 deputados. O governo precisava de 308 votos para aprovar a PEC.

Governistas ainda tentaram adiar a votação e parlamentares informaram que foram pressionadas para para evitar uma derrota acachapante.

Como votou a bancada maranhense:

Aluisio Mendes (PSC-MA) -Votou Sim

André Fufuca (PP-MA)

Bira do Pindaré (PSB-MA) -Votou Não

Cleber Verde (Republican-MA) -Votou Sim

Edilazio Junior (PSD-MA) -Votou Não

Gil Cutrim (Republican-MA) -Votou Não

Marreca Filho (Patriota-MA) -Votou Não

Gastão Vieira (PROS-MA) -Votou Não

Hildo Rocha (MDB-MA)

João Marcelo S. (MDB-MA)

JosimarMaranhãozi (PL-MA) -Votou Não

Josivaldo JP (Podemos-MA) -Votou Sim

Junior Lourenço (PL-MA) -Votou Não

Juscelino Filho (DEM-MA)

Pastor Gil (PL-MA) -Votou Sim

Pedro Lucas Fernan (PTB-MA) -Votou Não

Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) -Votou Não

Zé Carlos (PT-MA) -Votou Não

Políticos criticam desfile de tanques e armamentos de guerra na Esplanada

Políticos de vários partidos se posicionaram nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 10, contra o desfile de tanques e armamentos de guerra marcado para esta terça-feira, dia em que ocorre a votação no Plenário da Câmara Federal da PEC do Voto Impresso.

A Operação Formosa faz parte do treinamento militar da Marinha no Planalto Central. Este ano, o evento contará também com a participação do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira.

Serão mais de 2,5 mil militares das três Forças. Apesar de não ser a primeira vez que ocorre o desfile, o roteiro nunca havia passado no centro do poder nacional em Brasília.

“..blefe para plateia cada vez menor..”, Eliziane sobre ‘live bomba’ de Bolsonaro

A senadora Eliziane (Cidadania-MA), lamentou na noite desta quinta-feira, dia 29, o esforço desesperado do presidente Bolsonaro em desqualificar ‘sem provas’ o sistema eleitoral brasileiro.

Segundo a senadora, o presidente ‘se transformou em alguém sem nenhuma credibilidade’.

“Em uma live c/ videos requentados e teorias delirantes, o presidente ñ provou absolutamente nada contra as urnas eletrônicas. Mais um blefe p/uma plateia cada vez menor e mais radical. É o remake da cloroquina. O presidente se transformou em alguém sem nenhuma credibilidade”, cravou Eliziane Gama.

O presidente convocou a população e imprensa, desde que não fizessem perguntas, para acompanharem hoje sua ‘live bomba’ quando provaria ‘fralde’ nas Eleições realizadas através das urnas eletrônicas, mas o que aconteceu foi o mais do mesmo.

Dino classifica ‘ameaça a Eleição’ de gravíssima; Braga Netto e Arthur Lira negam

O governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), na manhã desta quinta-feira, dia 22, cobrou posicionamento imediato do Ministério da Defesa, em relação a publicação do Jornal O Estado de S. Paulo, sobre a suposta ameaça atribuída ao general Braga Neto (ministro Chefe da Defesa) do governo Bolsonaro, às eleições 2022.

Braga Netto teria mandado avisar o deputado Arthur Lira (PP), presidente da Câmara Federal, no dia 8 de julho e pediu para comunicar a quem interessasse que não haveria eleições em 2022 sem voto impresso, no momento da fala ele estaria junto com os chefes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica.

As Forças Armadas são instituições de estado e devem proteger a Democracia. Então nunca é demais lembrar:

Constituição Federal, art. 5º, XLIV – constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático;

Lei de Segurança Nacional, Art. 17 – Tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito. Pena: reclusão, de 3 a 15 anos. (…)

Art. 18 – Tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados. Pena: reclusão, de 2 a 6 anos. Escolham aí o tipo penal.

O ministro do STF, Roberto Barros, presidente do TSE, em postagem nas redes sociais disse que Braga Netto e Arthur Lira negaram o teor da matéria do Jornal o Estado de SP.

O deputado Arthur Lira também se manifestou nas redes sociais sobre a polêmica, porém seu posicionamento foi pouco esclarecedor.

O general Braga Netto (Chefe da Defesa), também se posicionou durante evento hoje em Brasilia, onde leu uma nota que disse que será publicada no site do Ministério da Defesa.

“Hoje foi publicada uma reportagem na imprensa que atribui a mim mensagens tentando criar uma narrativa sobre ameaça feitas por interlocutores a presidente de outro poder. O Ministro da Defesa não se comunica com os presidentes dos poderes por meio de interlocutores. Trata-se de mais uma desinformação que gera instabilidade entre os poderes da República em um momento que exige a união nacional”, destacou Braga Netto.

PDT de Ciro se une a Bolsonaro pelo voto impresso

Da Veja

Segundo a coluna Radar da Veja, o presidente Jair Bolsonaro ganhou nesta quinta-feira, dia 27, um aliado improvável na cruzada pelo voto impresso nas eleições do ano que vem.

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi divulgou um vídeo defendendo a medida.

“Sem a impressão do voto, não há possibilidade de recontagem. Sem a recontagem, a fraude impera”, diz Lupi no vídeo do PDT.

Bolsonaro quer ‘voto impresso’ de volta no Brasil em 2022

O presidente Bolsonaro disse durante sua live desta quinta-feira, dia 5, que vai se dedicar pessoalmente para a volta do ‘voto impresso’ no Brasil.

A eleição nos EUA de fato impactou o governo brasileiro, mas que se imaginava e ascendeu o ‘sinal de alerta’ do bolsonarismo.

“.. vamos mergulhar na Câmara e Senado para que a gente possa realmente ter um sistema eleitoral confiável em 2022..”, presidente Bolsonaro durante live.