Pesquisa realizada pelo PoderData mostra o presidente Jair Bolsonaro à frente na corrida eleitoral para 2022, com 35% das intenções de voto. O ex-presidente Lula aparece em 2º lugar, com 21%.
Em eventual 2º turno, Jair Bolsonaro venceria Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e João Dória na eleição presidencial de 2022. Mas, empataria com Lula e Sérgio Moro.
O levantamento mostra que Bolsonaro e Lula aparecem ambos com 41% de intenções de voto.
Os dados foram coletados de 14 a 16 de setembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 459 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Pesquisa PoderData mostra que a estratégia do presidente Bolsonaro de intensificar a agenda no Nordeste não funcionou na avaliação do governo na região.
A aprovação do governo Bolsonaro no Nordeste, que estava crescendo, caiu 8 pontos percentuais. Passou de 48% para 40% em relação de acordo com o último levantamento realizado em agosto.
A desaprovação ficou em 50% –variação positiva, dentro da margem de erro. As taxas estão abaixo da avaliação nacional: 51% aprovam o governo Bolsonaro e 41% desaprovam. Aqui mais informações no Poder 360
Flávio Dino, Governador do Estado do Maranhão – 14/02/2019 Romério Cunha/VPR/Flickr
Apesar das insinuações de que o PCdoB e o PT estão rompendo após 40 anos de alianças em eleições municipais, estaduais e federais pelo Brasil, o governador do Maranhão, Flávio Dino, principal liderança do Partido Comunista do Brasil, nega o afastamento entre as duas legendas e acredita que o momento esteja exigindo uma tática eleitoral dos partidos.
“Acho que é mais uma questão contingencial do que uma tendência. Eu não vejo esse afastamento, é tática eleitoral, eu te diria assim. Eu acho que é uma tática eleitoral do PCdoB para passar a cláusula de barreiras”, disse Dino,
Continue lendo Aqui na Coluna do Matheus Leitão da Veja
O presidente Jair Bolsonaro continua liderando a corrida eleitoral para a presidência em 2022. Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), realizado pelo site Poder 360, Bolsonaro aparece ainda com ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT), segundo colocado.
Bolsonaro tem 38% seguido por Haddad com 14%, em seguida, na terceira posição está Sérgio Moro com 10%, o quarto é Ciro Gomes (PDT), com 6%.
Os outros que pontuam na sequência da pesquisa são: Luiz Henrique Mandetta com 5%; o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 4%; e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com 3%.
Brancos e nulos somam 12%, enquanto 8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro/ Foto: Jorge William / Agência O Globo)
Sérgio Moro, ex-juiz da Lava Jato e ministro de Bolsonaro, e agora pré-candidato à Presidência, em 2022, está no centro de dois projetos de Lei na Camara Federal, que estabelece quarentena para ex-magistrados e membros do MP possam se candidarem a cargos eletivos.
Um garante a não-retroatividade, mas outro deixa a questão em aberto
Os deputados federais Fábio Trad (PSD-MS) e Beto Pereira (PSDB-MS), ambos autores de projetos de lei que propõem quarentena política a magistrados e membros do Ministério Público, divergem sobre possibilidade de a proposta atingir o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, possível candidato à Presidência da República, em 2022.
Enquanto Trad é enfático ao dizer que seu texto não retroage — ou seja, não alcança quem já deixou a magistratura, como é o caso do ex-juiz da Lava-Jato em Curitiba —, Beto afirma que, no âmbito do seu PL, a questão fica em aberto e deverá ser discutida pelos parlamentares.
A divergência mostra que matéria suscitará amplo debate.
Nesta seman a quarentena ficou evidênciado após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, defender a exigência de um período de oito anos de inelegibilidade para ex-juízes que se candidatem a cargo eletivo público — atualmente o prazo é de seis meses.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a proposta e disse que o assunto deve avançar nos próximos meses na Casa. (Correio Braziliense)
Governador do Maranhão, Flávio Dino, e o presidente Nacional do PSB, Siqueira Campos: “PSB está de portas abertas para Flàvio Dino”
Carlos Siqueira, presidente Nacional do PSB, convidou Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, para se filiar no partido. Ele negou que o convite tenha relação com a disputa 2022, mas é fato que Flávio Dino tá jogo da sucessão presidencial.
O PSB tem maior fundo eleitoral e tempo de televisão que o PCdoB
“..essa conversa já aconteceu há algum tempo, mas não se discutiu candidatura. Ele nunca falou isso comigo. É um grande quadro. O PSB está de portas abertas. Vamos ver. Depende dele..”, disse Siqueira.
O governador, Flávio Dino, um dos principais opositores e críticos do governo Bolsonaro, é também um dos nomes mais fortes da oposição para 2022.
Em entrevista ao Correio Brasilênse, disse que a oposição precisa abdicar divisões do passado e adotar um discurso de soluções para os graves problemas do país.
“Precisamos ter uma mensagem unificada, agora, para facilitar a busca de um discurso único para 2022. Porque, se não criarmos um clima positivo no atual momento, chegaremos nas eleições com um nível tal de animosidade, de mágoa, que prejudicará o diálogo”, indicou o governador maranhense”, disse Dino.
Sérgio Moro, ex-juiz da Lava-Jato e minstro da Justiça de Bolsonaro, agora é colunista do Jornal O Globo. Mídiático encontrou uma maneira de permancer em evidência após rompimento com o governo Bolsonaro.
Moro sabe que para se manter potencial candidato à presidencia da república precisa está ativo no debade político. Para isso, já se posiconou estratégicamente. Segundo ele, contra o ‘populismo’ (de esquerda ou de direita). Para quem não tinha ambições e interesse político e de poder adotou uma estrtégia interessante.
Na sua conta no twitter Sérgio Moro está sendo atacado por bolsonaristas e esquerdistas. Para os de esquerda ele usou a função de juiz da Lava Jato para tirar Lula da disputa presidencial em 2018 e eleger Bolsonaro. Já os bolsonaristas o chamam de ‘traíra’ porque depois de servir ao governo saiu atirando contra.
Até Bolsonaro não resistiu e debochou do seu ex-ministro e aliado, perguntando se ele também já assinou contrato com A Folha e Estado de SP.
‘.. não só virou herói da mídia, como agora faz parte dela..’, Bolsonaro debochando de Moro