Haddad bota bloco na rua e Dino diz que retira nome se Lula for liberado em 2022

247 – O ex-prefeito Fernando Haddad antecipou, quinta-feira, dia 4, que aceitou ser candidato a presidente em 2022, diante do impasse sobre os direitos políticos do ex-presidente Lula.

“Ele me chamou para uma conversa no último sábado e disse que não temos mais tempo para esperar (..) Ele me pediu para colocar o bloco na rua e eu aceitei”, afirmou Haddad.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), cujo o nome tem figurado como um dos possíveis nomes da esquerda para disputa presidencial em 2022, disse ao site que se forem devolvidos os direitos políticos de Lula, ele retira seu nome da sucessão presidencial em nome da unidade democrática. 

Dino diz que está contando os dias para Bolsonaro se juntar a Trump

O governador Flávio Dino, reagiu nas redes sociais, a reação de Bolsonaro à oposição, nesta quarta-feira, dia 3, na reabertura dos trabalhos na Câmara e Senado.

Ao iniciar seu pronunciamento, Bolsonaro teve que ouvir sonoros gritos de ‘fascista’. Em resposta disse ‘nos encontraremos em 22’.

“Estamos contando os dias para que Bolsonaro vá fazer companhia a Trump”, disse Flávio Dino no twitter.

“Reuni hoje em Brasília com os senadores Weveton e Eliziane”, destaca Márcio Jerry

O deputado federal, Márcio Jerry (PCdoB), aproveitou esta segunda-feira, dia 1º, em Brasília, para reforçar as relações políticas com os senadores Weverton (PDT) e Eliziane (Cidadania), ambos do grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão.

“Reuni hoje em Brasília com nossos senadores @wevertonrocha e @elizianegama , duas importantes lideranças do campo político da mudança liderado pelo gov @FlavioDino . Diálogos pelo Maranhão!”, destacou Márcio Jerry.

“Muito feliz com a visita do deputado @marciojerry. Conversamos sobre projetos de desenvolvimento, conjuntura política e cenários para as próximas eleições. Nosso compromisso é com a população maranhense e a busca de melhorias para o Maranhão” disse Eliziane.

O deputado que foi a Brasília participar da eleição da Câmara Federal, reassume ainda esta semana, a Secretaria de Cidades do Estado, onde já passou dar uma dinâmica importante.

Nos meios políticos no estado, são cada vez mais fortes a especulação de uma chapa para sucessão do governo em 2022, composta por Weverton e Márcio.

Dino volta pontuar em pesquisa sobre sucessão presidencial 2022

Do Valor Econômico

A pesquisa Atlas divulgada quarta-feira, dia 27, para sucessão presidencial em 2022, mostra Bolsonaro, com 34,5%. Na sequência está Lula, com 22,3%; Sergio Moro 11,3%; Ciro Gomes 8,8%; João Doria 3,6% ; Mandetta 3,4%, Luciano Huck 1,9% e Flávio Dino 1,4%.

No cenário sem Lula, Bolsonaro tem 34,4%, seguido por Haddad, com 13,4%; Ciro Gomes 11,6%; Sergio Moro 11,6%; Mandetta 4,8% e Doria, 4,3%.

Realizada entre os dias 20 e 24 de janeiro, a pesquisa consultou 3073 pessoas, por recrutamento online.

Bolsonaro quer ‘voto impresso’ de volta no Brasil em 2022

O presidente Bolsonaro disse durante sua live desta quinta-feira, dia 5, que vai se dedicar pessoalmente para a volta do ‘voto impresso’ no Brasil.

A eleição nos EUA de fato impactou o governo brasileiro, mas que se imaginava e ascendeu o ‘sinal de alerta’ do bolsonarismo.

“.. vamos mergulhar na Câmara e Senado para que a gente possa realmente ter um sistema eleitoral confiável em 2022..”, presidente Bolsonaro durante live.

“..um bom caminho é lançar um bolsonarista em 2022..”, Dino para Bolsonaro

O presidente Bolsonaro voltou atacar o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), nesta terça-feira, dia 27, sem citar seu nome.

‘É preciso tirar o PCdoB do governo do Maranhão’, disse o presidente Bolsonaro.

Bolsonaro tem visita prevista ao estado na quinta-feira, dia 29, e parece querer criar um clima de acirramento político e ideológico com Dino.

Ele passará em São Luís e Imperatriz, principais colégios eleitoras do Maranhão, onde tem interesse no resultado das eleições em 2020, para tentar tirar o grupo liderado por Flávio Dino no estado 2022.

Flávio Dino reagiu com um desafio ao presidente e o bolsonarismo no Maranhão.

“.. quer me tirar do governo do Maranhão, um bom caminho é lançar um bolsonarista assumido na eleição de 2022. Em 2018, não chegaram a 10% no Maranhão..”, reagiu Flávio Dino.

Ciro e Lula ameaçam mais Bolsonaro do que Doria e Huck em 2022

Para líderes no Congresso Nacional ouvidos pela nova edição do Painel do Poder, ferramenta do site Congresso em Foco, as chances de Bolsonaro (sem partido) se reeleger em 2022 cresceram.

Os nomes mais fortes contra ele são Ciro Gomes (PDT) e Lula (PT).

O apresentador de TV e empresário Luciano Huck e o ex-juiz e ministro Sérgio Moro empataram na quarta posição, em quinto está João Dória (PSDB). Aqui mais detalhes sobre o levantamento

Dino e Eliziane criticam Bolsonaro por desautorizar compra da vacina Chinesa Chinovac

O presidente Jair Bolsonaro incomodado com o lucro político do governador de São Paulo, João Dória (PSDB), pré-candidato a presidente em 2022, desautorizou nesta quarta-feira, dia 21, o ministério da Saúde, comprar a vacina chinesa Chinovac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

A decisão de Bolsonaro ocorre um dia após o ministro Pazuello, anunciar a compra de 46 milhões de doses da vacina junto ao governo de São Paulo.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que ontem participou da reunião dos governadores com o ministério da Saúde, para tratar das vacinas, reagiu à decisão do presidente Bolsonaro, dizendo que ele só pensa em “palanque e guerra”. Ele também defendeu que os governadores procurem o Congresso Nacional e a Justiça, para garantir o aceso da população à vacina.

“Bolsonaro agora quer fazer a “guerra das vacinas”. Só pensa em palanque e guerra. Será que ele não quer jogar War ou videogame com Trump ? Enquanto jogasse, ele não atrapalharia os que querem tratar com seriedade os problemas da população(..) Não queremos uma nova guerra na Federação. Mas, com certeza os governadores irão ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário para garantir o acesso da população a todas as vacinas que forem eficazes e seguras. Saúde é um bem maior do que disputas ideológicas ou eleitorais”, destacou Dino no twitter.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), também lamentou a decisão do governo Bolsonara. Para ela, é ‘estupidez’ e ‘irresponsabilidade’ desprezar e politizar uma vacina eficaz só por causa do país que produz.

“A decisão de desautorizar o Ministério da Saúde a comprar a vacina chinesa contra o Coronavírus beira a estupidez. Desprezar uma vacina eficaz apenas em razão do país q/ a produz é menosprezar a vida. Queremos a cura da doença. Politizar saúde pública é irresponsabilidade”, disse Eliziane.

O presidente Bolsonaro não esconde de ninguém sua prioridade com as eleições 2022. Ele é o próprio ‘pragmatismo político’ em nome da permanência no poder’.