Flávio Dino e Márcio Jerry lamentam morte do ex-deputado Haroldo Lima

Morreu na madrugada desta quarta-feira, dia 24, Haroldo Lima, 81 anos, ex-deputado federal e dirigente histórico do PCdoB.

Também vítima da Covid-19, se encontrava internado e entubado na UTI desde a última sexta-feira, em um Hospital em Salvador.

O governador, Flávio Dino (PCdoB), e deputado licenciado e atual Secretário de Cidades do Maranhão, Márcio Jerry, presidente Estadual do PCdoB, lamentaram a morte de Haroldo Lima.

‘STF encerra triste capítulo do Direito no Brasil’, Dino sobre parcialidade de Moro

O ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), nas suas redes sociais na noite desta terça-feira, dia 23, classificou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, em processo contra o ex-presidente Lula, decido pela 2ª turma do STF, como o fim de “um triste capitulo da história do Direito no Brasil”.

Com a mudança do voto da ministra Cármen Lúcia dado em 2018, o placar contra o ex-juiz federal Sergio Moro no processo de suspeição pelo julgamento em que condenou o ex-presidente Lula no caso do tríplex no Guarujá.

Com isso, se formou maioria na 2ª turma do STF, por 3 a 2, com os votos de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowisk e Cármem Lúcia pela suspeição contra os votos de Edson Fachin e Kassio Nunes.

Brandão ou Weverton? Flávio Dino defini até dezembro nome do grupo

Em entrevista à TV Mirante nesta quinta-feira, dia 11, o governador Flávio Dino (PCdoB), informou que em julho inicia conversas com seu grupo sobre as eleições 2022, em dezembro anunciará candidatos ao governo, vice e senado no estado.

Os nomes mais fortes do grupo para suceder Flávio Dino são o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) e o senador Weverton (PDT), porém o governador disse que há outros nomes potencialmente possíveis de serem escolhidos. Segundo ele, os dois principais nomes já se comprometeram em aceitar a decisão do grupo.

“Os dois são bons aliados do nosso campo político, tem méritos e serviços prestados ao nosso estado e isso é prova de vitalidade de nosso grupo desses dois e outros que postulam, às vezes com menor enfase. Meu desejo, e já disse ao Carlos Brandão e Weverton e dirigentes partidários, é que passado a pandemia em meados de julho deste ano, a gente comece esse diálogo. A minha disposição é que até dezembro deste ano termos a chapa anunciada”, destacou Flávio Dino.

Quanto ao próprio futuro, Flávio Dino disse que sua pretensão em ficar no cargo até abril de 2022 continua, em principio seu objetivo é retornar ao Congresso. Mas, em razão das mudanças no cenário político após a devolução dos direitos políticos de Lula, aguardará conversa com o ex-presidente que deverá acontecer ainda este ano.

“Por imperativo legal disse que me desincompatibilizaria do cargo em abril de 2022, para concorrer a vaga no Senado. A reflexão continua nesse patamar, mas há outras pautas na agenda de 2021 como questões de âmbitos social, econômicos e pandêmico na frente. Eu não tenho feito eventos políticos, conversei com o ex-presidente Lula por telefone duas vezes, desde que sai a decisão do STF, disse que está muito entusiasmado e tão logo seja vacinado virá ao Maranhão, sobre o nosso estado e o Brasil mas não tem data ainda pra isso”, explicou Dino.

O governador Flávio Dino tem sido um dos mais cotados para compor como vice em eventual chapa presidencial encabeçada pelo ex-presidente Lula. O nome é defendida por militantes e lideranças do PT.

Ciro tenta minimiza rusga com Dino após atacar também o PT e Boulos

Ciro Gomes (PDT) usou as redes sociais no inicio da noite desta segunda-feira, dia 30, para tentar minimizar a rusga com Flávio Dino (PCdoB), após criticá-lo hoje em entrevista, onde também foram alvos, o PT e Guilherme Boulos (PSOL), ao analisar o resultado das eleições.

Na entrevista concedida ao Datena, o ex-ministro destacou o desempenho do PT nas urnas, chamou Boulos de radical e disse que Dino teria “perdido a noção da realidade”, por ter votado no domingo, dia 29, usando uma camisa com a frase ‘Lula Livre’.

Flávio Dino em resposta nas redes sociais, disse que não responderia a Ciro Gomes, em respeito ao pedetista, a união do campo democrático, e para evitar conflitos desnecessários.