Othelino Neto coordena entendimento e serviços voltarão no Aldenora Bello

 

aldenora
Foto: Reprodução

O deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, reuniu-se, nesta terça-feira (8), com diretores do Hospital Aldenora Bello, Promotoria de Justiça da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde. O objetivo foi encontrar uma solução para o serviço de pronto atendimento da unidade de saúde.

“Nós percebemos a situação se agravando e, por isso, convidei representantes da diretoria da Fundação Antônio Dino, assim como o secretário estadual de Saúde e a promotora da Saúde, para que pudéssemos discutir conjuntamente e achar caminhos mais rápidos para que os serviços voltem a ser ofertados o quanto antes”, afirmou Othelino Neto.

Na reunião a direção do hospital assumiu o compromisso de retomar, já na próxima semana, alguns serviços que foram suspensos, como o Pronto Atendimento Oncológico, as cirurgias, combate à dor e cuidados paliativos.

“Nós pedimos que, na quinta-feira próxima, o Aldenora Bello já nos apresente a planilha do que é fundamental para que possam superar esse momento de crise pelo qual estão passando. Soma-se a isso o fato de os deputados estaduais terem disponibilizado de suas emendas parlamentares um valor para que possa, também, ajudar na solução dos problemas do hospital e, assim, volte a atender a população”, garantiu Othelino.

O Hospital Aldenora Bello é mantido pela Fundação Antônio Jorge Dino e deixou de oferecer alguns serviços aos pacientes com câncer por falta de recursos financeiros. O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, ressaltou que o Estado vem ajudando a instituição dentro de sua capacidade financeira.

“O Aldenora Bello é uma instituição privada que se mantém com recursos próprios, tem o repasse do SUS e recebe recursos do Governo Federal, mas que tem tido dificuldade na manutenção dos seus serviços e no manejo do dia a dia. O que estamos tentando fazer é vendo ainda outras formas para ajudar, além do que já fazemos, pois ajudamos sempre na manutenção do hospital”, ponderou Carlos Lula.

O diretor financeiro do Hospital Aldenora Bello, Ruy Lopes de Freitas, pontuou que com o apoio da Assembleia Legislativa, por meio de emendas parlamentares, os serviços deverão voltar ao normal.

“Agradecemos ao presidente Othelino, que nos convidou, e às autoridades envolvidas, que podem ajudar o Aldenora Bello a cumprir a sua missão de cuidar dos pacientes com câncer. Faremos um estudo específico para a utilização das emendas parlamentares que os 42 deputados indicaram para nós, no valor de R$ 100 mil cada um, somando R$ 4,2 milhões. É algo que pode ser uma solução de médio prazo extremamente importante para o Aldenora Bello e, principalmente, para o paciente portador de câncer no Maranhão”, assinalou Ruy Lopes.

Flávio Dino alerta para ‘sinais’ que podem levar o país a um futuro nada animador

 

flavio-dino-1
Governador Flávio Dino/Foto: Reprodução

Sempre atento aos acontecimento políticos nacionais, o governador do  Maranhão, Flávio Dino, voltou nesta terça-feira (16), usar o twitter para chamar atenção da população para um cenário nada animador para o Brasil. Ao se referir à proposta do governo Bolsonaro de interromper o aumento real do salário mínimo, ele considerou duplamente equivocado.

“Por exemplo, a decisão do atual governo federal de interromper a política de aumento real do salário mínimo é duplamente equivocada: congela desigualdades sociais abissais e desestimula participação dos mais pobres no mercado de consumo”, ressalta Flávio Dino.

Para o governador, as medidas que o governo federal está adotando, principalmente as voltados para serviços e finanças públicas poderão levar o país a uma paralisação total.

“Sublinho também a grave destruição de serviços públicos com o colapso das finanças públicas em todos os níveis. Com a economia parada, como recuperar estradas, ampliar hospitais, realizar concursos e pagar servidores ? Brasil está parando e lamento que alguns não queiram ver”, pontuou Dino.

Flávio Dino também demonstra preocupação com o recrudescimento dos conflitos institucionais e abusos que podem levar o país para uma direção perigosa. Principalmente em razão de medidas que aprofundam desigualdades e geram mais incertezas que alimentam a ideia de uma solução extrema, que poderá arrastar o Brasil a situação igual de um passado recente.

“Crescem na prática os sinais de um Estado militar e policialesco no Brasil. Tiros, armas, a ideia falsa de que somente militares nos salvarão, violência e ódio para todos os lados, o suposto horror à “velha política”. Receita que pode conduzir a uma ditadura aberta”, alerta o governador do Maranhão.