O Reggae agora é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade

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Bob Marley maior icone do Reggae: Foto: Reprodução

Nascido na Jamaica o reggae, entrou nesta quinta-feira (29), para a lista de Patrimônio Cultural e Imaterial da Humanidade. O cantor e compositor Bob Marlery é o maior representante do  ritmo com milhões de álbuns vendidos no mundo inteiro. Ele morreu em Miami, em 11 de maio de 1981, aos 36 anos de idade.

A UNESCO informou que o reggae surgiu num espaço cultural de grupos marginalizados, principalmente no oeste de Kingston, capital jamaicana, alcançando projeção na década de 1960, com influência  de antigos ritmos jamaicanos e musicas caribenhas, latinas, africanas e norte-americanas.

Um dos fortes fatores que levaram o reconhecimento do reggae como Patrimônio da Humanidade foi sua contribuição para a discussão internacional sobre questões como a injustiça, a resistência, amor e humanidade. Na Jamaica as crianças começam tocar reggae nas escolas.

O reggae tem forte influência na cultura  maranhense, principalmente em São Luis, considerada a ‘Jamaica Brasileira’. Em reconhecimento a importância e contribuição no estado o governador Flávio Dino, em janeiro de 2018, criou o Museu do Reggae Maranhão. A casa funciona no Centro Histórico de São Luís e é a segunda em todo o mundo. A primeira fica na Jamaica.

Premiado: Palocci pena reduzida e prisão domiciliar; Dirceu mantida pena

Site Congresso em Foco

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Palocci e Dirceu/ Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) determinou nesta quarta-feira (28), por maioria de votos, a redução da pena imposta ao ex-ministro Antonio Palocci pela Operação Lava Jato. Em junho do ano passado, ele foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e agora terá que cumprir 9 anos e 10 meses de reclusão, em regime domiciliar e com monitoramento eletrônico. Cabe recurso contra a decisão.

Na mesma sessão de julgamentos, o TRF-4 negou recursos da defesa e manteve a condenação de oito anos e dez meses de prisão também imposta pela Lava Jato ao ex-ministro José Dirceu – somadas todas as sentenças já aplicadas ao petista, já são 31 anos de prisão a cumprir.

Ex-homem forte do governo Lula (2003-2010), Palocci fez um polêmico acordo de delação premiada, de imediato rejeitado pelo Ministério Público, e está preso desde 2016 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR).

O ex-ministro é acusado de envolvimento em esquema de propinas pagas pela Odebrecht em troca favorecimento em contratos e demais benefícios junto à Petrobras.

A defesa de Palocci afirmou que vai aguardar a publicação do acórdão do julgamento para então decidir se impetrará recurso, mas já manifestação satisfação com a sentença. Advogado de Palocci, Tracy Reinaldet irá a Curitiba para formular a decisão de soltura, com medidas restritivas de liberdade, à Polícia Federal para que o ex-ministro possa ser solto ainda nesta quarta-feira (28).

A delação premiada do ex-ministro foi determinante para a decisão dos desembargadores, que se amparam na legislação pertinente para beneficiar o condenado. O entendimento, contudo, não alcançou a unanimidade, uma vez que o desembargador Victor Luiz dos Santos Laus discordou dos pares em relação a algumas questões jurídicas.  O julgamento teve início em 24 de outubro, mas um pedido de vista havia adiado a conclusão da decisão.

Caso Dirceu

Condenado pela Lava Jato em setembro pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Dirceu já havia conseguido reduzir no TRF-4 a pena da primeira instância, a princípio fixada em 11 anos e três meses de cadeia. Mas, insatisfeita com o dosimetria da pena, a defesa recorreu para tentar anular ou ao menos recalcular a punição.

No julgamento desta quarta-feira (28), o relator do processo, desembargador João Pedro Gebran Neto, rejeitou os recursos e a 8ª Turma do TRF-4 seguiu tal entendimento, optando por manter a condenação em oito anos de prisão.

A exemplo de Palocci, Dirceu era uma das figuras de proa do lulismo. Um dos fundadores do PT, foi nomeado ministro-chefe da Casa Civil em 2003, primeiro ano do governo Lula. Foi um dos protagonistas do escândalo do mensalão (Ação Penal 470), que explodiu contra a gestão Lula em 2005 e depois viria a paralisar o Supremo Tribunal Federal (STF) por meses a partir de 2012, quando o caso foi a julgamento.

Com o mandato de deputado federal cassado na Câmara, Dirceu foi condenado a 7 anos e 11 meses de prisão por envolvimento no mensalão. Ele foi duas vezes preso nos últimos meses, mas foi posto em liberdade em junho, por decisão do STF que resguardou o direito à soltura diante da pendência de análise de recursos em tribunais superiores.

Gleisi Hoffmann e Ana Amélia agitam Senado com forte bate-boca

 

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Senadoras Gleisi Hoffmann (PT) e Ana Amelia (PP)/ Foto: Folha Política

Não convide as senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Ana Amélia (PP-RS), para confraternização de fim de ano. Elas voltaram travar inicialmente um intenso debate que se transformou em bate-boca, nesta quarta-feira (28), no Plenário do Senado Federal.

A petista estava na tribuna defendendo o ex-presidente Lula, quando a senadora Ana Amélia, ao pedir um aparte prontamente negado, foi iniciado uma forte troca de acusações. A sessão estava sendo presidida pelo senador Cidinho Santos (PR-MT), que parecia não saber o que fazer diante da fúria das duas experientes parlamentares.

Adversárias declaradas, não é a primeira vez que protagonizam esse tipo de situação no Senado Federal. Porém, a partir de 2019, elas terão que buscar outro espaço para continuarem confrontando as diferenças pessoais e políticas.

Gleisi Hoffmann (Presidente Nacional do PT) não concorreu à reeleição ao Senado,  disputou e conquistou uma das vagas na Câmara Federal. Já Ana Amélia, concorreu como vice na chapa derrotada de Geraldo Alckmim, e ficará sem mandato. Não há oficialmente informações o que fará, mas há quem diga que ainda espera espaço no governo Bolsonaro, cujo voto e apoio declarou no segundo turno.

 

Novela da duplicação da BR 135: MPF recomenda nova suspensão da obra

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Deputado Federal Rubens Pereira Jr.(PCdoB-MA): Foto: Reprodução

Em obras, o trecho da BR 135 no Maranhão que deverá ser duplicado, entre Bacabeira e Santa Rita poderá ser suspenso. No local estão ocorrendo intervenções que deverão ser concluídas por meio de um plano emergencial.

Diante da possibilidade real de nova suspensão no próximo trecho da duplicação da BR 135, o deputado federal Rubens Pereira Jr. (PCdoB), um dos parlamentares maranhenses que tem cobrado e acompanhado de perto o desenrolar das obras, reagiu a possível medida.

“Defendemos a continuidade da duplicação, respeitando todos os critérios técnicos. A sociedade não aceita mais atrasos”, destacou.

O motivo da recomendação estaria relacionado a questões de danos a comunidades quilombolas no local das obras. Na última quinta-feira (22), durante reunião o MPF questionou  critérios utilizados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) relacionada identificação de comunidades quilombolas impactadas pelas obras.

O DNIT, por sua vez informou  que solicitou flexibilização de portaria interministerial  para limitar o estudo ambiental das comunidades distantes do rodovia a um raio de 10 km, ao invés de 40 km, fixados no normativo. A flexibilização foi justificada com o argumento que as obras referem-se apenas a duplicação e não construção de uma nova rodovia.

O Departamento de Transportes também apresentou um estudo elaborado pela própria autarquia, onde constam todas as comunidades quilombolas presentes dentro de uma margem de 10 kms da rodovia e que seriam afetadas pela duplicação da BR-135.

O MPF também indagou o DNIT sobre o andamento das obras, que informou que somente há intervenções da autarquia entre os municípios de Bacabeira e a sede do município de Santa Rita, e que recentemente houve um ‘certo atrito’ com moradores em outro ponto das intervenções, na região de Colombo.

Considerando as informações apresentadas pelo DNIT, o MPF recomendou suspensão imediata das obras, tendo em vista que nenhum trecho das obras de duplicação estaria distante a mais de 10 kms de quaisquer comunidades listadas nos municípios de Rosário, Santa Rita, Itapecuru-Mirim e Miranda do Norte.

Para Rubens Pereira Jr a paralisação das obras representa grande prejuízo aos cofres públicos, não resolve um problema de décadas, e tornará o trecho ainda mais perigoso.

Conclusão das obras

Durante o encontro com o MPF, o DNIT se comprometeu, em prazo de 10 dias, a apresentar um plano emergencial para a conclusão dos trechos entre os municípios de Bacabeira e Santa Rita, diante dos riscos à segurança da população que transita pela estrada.

Já o MPF comprometeu-se a emitir recomendações complementares ao DNIT e à Secretaria de Meio Ambiente do Maranhão (SEMA) a orientar pela suspensão imediata das obras de duplicação da BR-135 até que sejam efetivados os estudos de impacto ambiental sobre a perspectiva do elemento quilombola.

Mandioca do MA será testada pela AMBEV na produção de cerveja

 

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Parceria do Governo do Maranhão, iniciativa privada e Agricultura Familiar:  Foto: Divulgação

 

Agricultores familiares de Magalhães de Almeida entregaram nesta semana 30 toneladas de mandioca colhidas de sua propriedade com destino à cidade de Araripina, em Pernambuco, localidade onde reside um dos reservatórios da companhia de capital aberto brasileira, Ambev.

A colheita foi realizada nas áreas de produção da Cooperativa dos Produtores Rurais dos Tabuleiros do São Bernardo.

Na propriedade, os agricultores recebem o apoio dos técnicos da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp/MA), que auxiliam na garantia da qualidade da produção local.

A mandioca está passando por testes e, caso a cervejaria aprove, deverá comprar mais toneladas do Maranhão. A atividade está ligada ao acordo mantido entre a Cooperativa e a Ambev na fabricação da cerveja “Nossa”, vendida somente em Pernambuco.

O Maranhão a exemplo da parceria com a Ambev, vem ampliação os investimentos no Estado. O diálogo com grandes empresas visa dar prosseguimento a estratégia econômica do Governo baseada em investimentos públicos e privados.

Perímetro Irrigado Tabuleiros de São Bernardo

Criado há 30 anos com o objetivo de gerar produção de fruticultura irrigada, tirar famílias da pobreza e combater a seca, o projeto Perímetro Irrigado ‘Tabuleiros de São Bernardo’ foi abandonado, tendo sido retomado na gestão atual para desenvolver a agricultura familiar do Maranhão. São 78 famílias associadas e beneficiadas pelo projeto.

Coletiva de Imprensa detalhará nova prisão do delegado Thiago Bardal

 

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Delegado Thiago Bardal/ Foto: Reprodução

A Secretaria de Segurança Pública convocou a imprensa para uma coletiva, no final da manhã desta quarta-feira (28), onde as autoridades darão todos detalhes sobre as investigações e a operação realizada na madrugada de hoje, que culminou com a nova prisão do delgado Thiago Bardal, um agente da Policia Cível e dois advogados.

As prisões foram resultado de um trabalho conjunto que envolveu a Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO)  e Ministério Público Estadual.

O delegado Thiago Bardal foi preso preventivamente. Além dele também foram presos o investigador João Batista Sousa Marques e os advogados Werther FerrazJunior e Ary Cortez Prado Junior.

Também foram realizadas buscas e apreensões. As ações ocorreram, simultaneamente, em São Luis e Imperatriz.

As prisões foram determinadas pela 1ª Vara Criminal de São Luis e são fruto de investigação conjunta iniciada no primeiro semestre deste ano, os acusados se associaram em uma verdadeira organização criminosa, com objetivo de extorquir grupos criminosos, vindo a receber parcela dos produtos dos assaltos a agências bancárias, e a proteger, mediante o pagamento de propina, criminosos que integravam o crime organizado.

As investigações remontam aos anos de 2015 e 2016, quanto TIAGO BARDAL assumiu a chefia da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

De acordo com a investigação o delegado Thiago Bardal tinha como homem de confiança o agente Batista que juntos cobravam propina de quadrilhas que atuavam no Maranhão, especialmente no roubo a banco, e que o faziam por intermédio dos advogados

As informações dão conta de que os policiais recebiam cerca de R$100.000,00 (cem mil reais) por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.

Os policiais presos seguem para a Delegacia da Cidade Operária e os advogados para o sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.As investigações avançam, com a intenção de averiguar a participação de outros policiais no esquema criminoso.

Vereadores de Pedreiras querem uso de bafômetro antes das sessões

 

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Vereadores de Pedreiras/ Foto: Sandro Vagner

Com sessões plenárias quatro vezes por semana, a Câmara Municipal de Pedreiras no Maranhão, começou os trabalhos na última segunda-feira (26), com uma indicação no minimo curiosa, em meio a pauta.

De iniciativa da bancada de oposição, a indicação sub-escrita pelos cinco vereadores, propõe à Presidência da Câmara que submeta os membros do legislativo municipal uso do bafômetro, antes das sessões.

Bafômetro é o nome popular do Etilômetro, um dos instrumentos de fiscalização no trânsito mais polêmicos e que serve para identificar se uma pessoa está ou não dirigindo sob a influência de álcool.

No caso da Câmara de Vereadores de Pedreiras, assim como no transito, a preocupação é também com a segurança. Segundo os defensores da proposta, a utilização do instrumento é porque há suspeitas de vereador(es) participando das sessões embriagados.

Apoiam a medida os vereadores Elcimar Silva Lima Filho”Elcinho Gírio” (PRP), Zezinho do Amor” (PTB); Márcio Francigard Furtado e Silva, “Gard Furtado” (PR); e Aristóteles Silva Sampaio, “Totinho Sampaio” (REDE).

Do blog do Sandro Vagner, com edição

STF julgará mais um pedido de liberdade para Lula antes do recesso

Do Congresso em Foco

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2ª turma do STF julgará novo pedido de liberdade a Lula/ Foto: Reprodção

Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin liberou para julgamento nesta terça-feira (27) mais um pedido de liberdade apresentado pela defesa do ex-presidente Lula, preso desde 7 de abril em Curitiba (PR) e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

O caso será analisado pela Segunda Turma do STF e pode ter decisão anunciada já no próximo mês, antes do recesso do Judiciário a ser iniciado em 20 de dezembro, mas o próprio Fachin já julga na próxima terça-feira (4).

Na argumentação, a defesa de Lula alega a parcialidade do juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba até 19 de novembro, quando deixou de ser magistrado para assumir o Ministério da Justiça no governo Jair Bolsonaro (PSL). Segundo os advogados do petista, a suspeição reside no próprio fato de que Moro integrará a gestão do adversário do PT na eleições presidenciais deste ano.

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