O presidente estadual do PSL, vereador Chico Carvalho, em conversa com o titular do blog Jorge Vieira, nesta manhã de terça-feira (18), afirmou que “os rato da política do Maranhão estão querendo tomar o partido no Estado” e citou nominalmente a ex-candidata Maura Jorge, o ex-vereador Fábio Câmara e Alan Garcês que, segundo ele, estariam percorrendo gabinetes em Brasília tentando se apoderar da legenda.
“Tá uma futrica geral. Estão querendo tomar o partido a qualquer custo, existe uma turma percorrendo gabinetes em buscar de emprego e de tomar o partido, que tem como orientação lançar candidatos próprios em todos os municípios, inclusive transmitir essa informação aos companheiros de Caxias no último domingo quando voltei para agradecer os votos em Bolsonaro”.
Ele negou que tenha se afastado da ex-deputada por conta de indicações de cargos federais no Estado. “Quem vai indicar para os cargos existentes no Maranhão são os deputados federais, não serei eu, muito menos Maura Jorge. O Governo vai ter negociar com o congresso e que tem a oferecer é quem está no mandato”, observou Chico Carvalho.
Carvalho esclareceu que fez tudo para unir o partido durante a campanha eleitoral, que fez campanha para todos os candidatos do PSL, inclusive Maura Jorge, mas que a unificação da legenda se tornou impossível por conta do grupo da candidata a governadora. “O grupo dela é muito difícil, é muito ruim”, enfatizou.
Segundo o presidente do PSL, Maura Jorge e Alan Garcêz já estariam lançando até candidato a prefeito de São Luís. “Não estão respeitando as convenções do partido. Em São Luís temos até o Samuel de Itapecuru que teve 60 mil votos em São Luís, o Silvio Antônio que teve 10.500 votos, etc”, reclamou Carvalho.
Flávio Dino (Governador do Maranhão)/ Foto: Reprodução
Reeleito para governar por mais quatro anos o Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou as redes sociais para convidar a população para acompanhar a solenidade de sua diplomação e se comprometeu em melhorar a vida da população maranhense, principalmente os mais pobres.
“Hoje terei a alegria de receber o 2º diploma de governador do Maranhão. Mais uma vez me comprometo a atuar com seriedade e dedicação integral para melhorar as condições de vida de todos, especialmente dos mais pobres.”, disse Flávio Dino no twitter.
A posse será no dia 1° de janeiro, às 17 horas, na Praça Pedro II.
A solenidade comandada pela Justiça Eleitoral do Maranhão acontecerá nesta terça-feira (18), às 16h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana. Serão diplomados 98 pessoas eleitas em 2018, sendo: governador e vice, 2 senadores e os respectivos suplentes, deputados federais (18) e estaduais (42) mais os 1º e 2º suplentes de cada partido e/ou coligação.
A mais recente pesquisa do Painel do Poder, Rodrigo Maia(DEM-RJ) e Rena Calheiros (MDB-AL) são os que apresentam melhor desempenho para as presidências da Câmara e Senado, respectivamente. Maia tentar se reeleger e Renan está buscando presidir o senado pela quarta vez. A pesquisa ouviu deputados e senadores eleitos e reeleitos.
Para 30% dos entrevistados, Maia será reconduzido por mais dois anos à presidência da Câmara, cargo que ocupa desde 14 de julho de 2016. Um dos líderes da bancada evangélica, João Campos (PRB-GO) é a segunda maior aposta, com 8,33% das menções. Atual primeiro vice-presidente da Casa, Fábio Ramalho (MDB-MG) aparece empatado em terceiro lugar com a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), ambos com 6,67% das citações. Arthur Lira (PP-AL) vem em seguida, com 3,33%. Capitão Augusto (PR-SP), da bancada da bala, e o calouro Kim Kataguiri (DEM-SP), que terá 23 anos ao ser empossado, figuram com 1,67%. Outros nomes somaram 30%. Não souberam ou não responderam, 11,66%.
No Senado, Renan é apontado como o próximo presidente por 25% dos entrevistados do Painel do Poder. Para 11,67%, o cargo será ocupado pela atual líder do MDB, Simone Tebet (MS). Já 8,33% confiam que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que tem o apoio de um grupo de parlamentares autodeclarados independentes, comandará a Casa pelos próximos dois anos. Mara Gabrilli (PSDB-SP), com 3,33%, e Eduardo Braga (MDB-AM), com 1,67%, completam a lista dos mais lembrados. Outros 35% acreditam em algum outro nome, e 15% não responderam ou disseram que não sabiam.
As duas entrevistas de Roberto Mangabeira Unger – ao Valor (clique aqui) e à Folha (clique aqui) – esclarecem de vez as razões objetivas que levaram ao racha das esquerdas e à eleição de Jair Bolsonaro.
Mangabeira confirma o relato de Fernando Haddad, de que foi oferecido a Ciro o papel posteriormente desempenhado pelo próprio Haddad, de ser o vice-presidente na chapa de Lula e assumir a candidatura quando Lula fosse impedido.
Teria sido a fórmula ideal. Ciro seria imediatamente catapultado para a liderança e com sua retórica eficiente teria condições de vencer Bolsonaro no 2º turno.
Ciro esbarrou mais uma vez em seu grande defeito político. É bom para as grandes estratégias e péssimo para as definições táticas, prisioneiro de um temperamento forte, com uma autossuficiência deletéria, não se enquadrando nos limites dos pactos partidários. Quando a estratégia é bem-sucedida, entra em alpha e considera que tem a força. E não consegue identificar os limites políticos para entrar na etapa seguinte.
Sua visão era a de que o período Lula estava definitivamente encerrado e caberia a ele, Ciro, inaugurar o novo tempo, sem depender do lulismo. Como Mangabeira deixa claro, Ciro confundiu posições táticas com estratégicas.
No plano estratégico, era mais que hora do lulismo ceder espaço a uma nova etapa, diluindo o protagonismo excessivo do PT, principal combustível do pacto político mídia-Judiciário, e trabalhando as novas classes que surgiam – e que Mangabeira corretamente identifica como o novo empreendedorismo.
Ora, esse movimento era claro para o próprio Lula. Quando tentou a aproximação com Eduardo Campos, sabia a dificuldade para o PT superar a matriz original e abrir espaço para o novo temp.
No plano tático, no entanto, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal. Não adiantou Haddad dizer que Ciro estava minimizando não apenas a influência de Lula, mas 70 anos de tradição trabalhista no Brasil. Como pretendia montar uma frente deixando de lado o principal ator político das oposições nas últimas décadas?
Sua visão estratégica foi bem-sucedida. Desenvolveu o discurso mais eficiente de oposição à direita racional, de Geraldo Alckmin, e, depois, à direita insana de Jair Bolsonaro, um discurso denso, com propostas racionais e criativas, e uma retórica de guerra adequada para desmontar a agressividade vazia de Bolsonaro.
Na frente tática, esboroou-se.
Depois que perdeu as eleições, a ira posterior de Ciro contra o PT, foi apenas uma tentativa psicológica de enfrentar a ideia insuportável de que foi ele próprio que jogou fora a presidência por um gesto mal pensado.
Nenhum de seus argumentos se sustenta:
1. A alegação de que não queria comprometer seu projeto de país com o do PT.
Como bem lembra Mangabeira, uma coisa é aliança tática, visando ganhar as eleições e impedir o mal maior. Outra coisa, o projeto de governo, que é atribuição exclusiva do presidente da República. Ele seria o líder inconteste do projeto.
2. A alegação de que o PT não era aliado confiável.
Como assim? Alianças se formam em torno de propostas, conceitos e campos de interesse. Havia um amplo campo de interesses comuns para consolidar alianças com os partidos de esquerda, incluindo o PT, assim como um amplo arco de partidos de oposição, de centro-direita, para contrabalançar. Um político habilidoso deitaria e rolaria em um quadro desses. Seria um quadro confuso apenas para políticos com dificuldades para dialogar.
3. As acusações de que foi esfaqueado pelas costas, com o acordo do PT com o PSB também não se sustentam.
Queria o quê? Que depois de esnobado por Ciro Gomes, o PT abrisse mão de alianças estratégicas, para não melindrar o adversário? E porque foi possível uma aliança, conduzida por Lula, que interferiu nas eleições de Pernambuco e Minas Gerais? E por que estados como a Bahia e o Maranhão que, em circunstâncias normais estariam com Ciro, mantiveram-se fiéis ao candidato do PT? Por conta do prestígio político de Lula, que Ciro minimizou.
Esses embates ajudaram a realçar a posição desprendida de Haddad que, em todos os momentos, colocou os interesses do país acima de seus interesses pessoais: quando apoiou a indicação de Ciro; e, depois, quando encarou o desafio de conduzir uma campanha presidencial perigosa.
O prédio sede do Ministério Público do Maranhão de 1995 a 2016, localizado na Rua Oswaldo Cruz, na área central de São Luís, agora é Centro Cultural e Administrativo do órgão. A solenidade de entrega foi realizada na sexta-feira (14), pelo o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho.
A nova unidade do MPMA, com foco na área cultural e histórica, tem objetivo de dar visibilidade ao trabalho da instituição e oferecer à comunidade um espaço de estímulo às artes, projetos sociais e educacionais.
O prédio abriga o Centro Cultural e Administrativo do Ministério Público do Maranhão, o Memorial do Ministério Público, a Escola Superior do Ministério Público, 23 Promotorias de Justiça e o Espaço Multimídia. Também haverá espaços para instituições parceiras, a exemplo do escritório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Viva Cidadão e Procon.
Foram investidos nas obras e reforma um total de R$ 4.532.590,36.
Serão apresentados na manhã desta sexta-feira (14), na Superintendência Estadual de Investigações Criminais, no bairro de Fátima, em São Luís, acusados de furto e receptação de aparelhos de internet em diversos municípios maranhenses.
As investigações vinham sendo realizadas a 1 ano e 4 meses. A ‘Operação Dourados’ realizada pela Polícia Civil, em 25 municípios e região Metropolitana de São Luís e resultou no cumprimento de 27 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão em desfavor de Linderson Dourado Alves, apontado pela polícia como o líder do esquema.
Apresentação acontecerá na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), nesta sexta-feira(14), às 10hs.A operação envolveu 27 delegados de Policia, 70 Investigadores de polícia, escrivães, peritos criminais e técnicos em telefonia.
Os Alvos eram Sites instalados em subestações clandestinas, montados com equipamentos furtados e ou receptação da operadora OI, CLARO e outras. Foram apreendidos equipamentos do tipo placas DSLAM HUAWEI, (R$10.000), ARMÁRIOS (suítes), MOLDEN, CABOS DE FIBRA OTICA, GBICS (15 A 30 MIL REAIS), ROTEADORES VOIP, PLACA VOIP, ANTENAS, BATERIA DE GEL ESTACIONARIA.
As ordens judiciais foram cumpridas em vários municípios, dentre eles, São Luis, São José de Ribamar, e vários outros das Regiões do Médio Mearim e Baixada Maranhense.
Além do acusado preso e das buscas e apreensões foram encaminhados 12 conduzidos coercitivamente, e demais prisões.
Em comemoração aos 86 anos de instalação da Justiça Eleitoral no Maranhão, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão realizará na tarde da próxima sexta, 14 de dezembro, a partir das 16h, uma série de eventos.
O primeiro será a inauguração da página digital da Memória Eleitoral, seguido de entrega da Medalha do Mérito Eleitoral Ministro Arthur Quadros Collares Moreira, de entrega de certificados de reconhecimento a colaboradores, aposição de fotos nas Galerias de Presidente, Corregedoria e Biblioteca, finalizando com inauguração da Galeria de Diretores-Gerais.
Os agraciados com a Medalha são:
– ministros Reynaldo Soares da Fonseca e Laurita Hilário Vaz (Superior Tribunal de Justiça);
– desembargador Tyrone José Silva (vice-presidente e corregedor regional eleitoral em exercício do TRE-MA);
– procurador regional eleitoral José Jairo Gomes (TRE-DF);
– coronéis Jorge Allen Guerra Luongo (comandante geral da PMMA), Pedro de Jesus Ribeiro dos Reis (subcomandante-geral da PMMA), Eurico Alves da Silva Filho (coordenador de planejamento da PMMA) e Ismael de Souza Fonseca (comandante do Centro Tático Aéreo);
– general de brigada Luiz Gonzaga Viana Filho (comandante da 22º Brigada de Infantaria e Selva) e coronel Marcus Vinicius Soares Guimarães de Oliveira (comandante do 24º Batalhão de Infantaria Leve Barão de Caxias);
– capitão de mar e guerra Marcio Ramalho Dutra e Mello (Capitania dos Portos do Maranhão);
– reitor Saulo Henrique Brito Matos Martins (Ceuma); e
– coronel engenheiro Luciano Valentim Rechiuti (diretor do Centro de Lançamento de Alcântara).
Márcio Jerry durante coletiva sobre balanço de gestão/Foto: Karlos Geromy
“O governo do Maranhão está abrindo a temporada de entrevistas, esclarecimentos e balanço da gestão do governador Flávio Dino”, foi o que disse na manhã desta quinta-feira (13), o Secretário de Estado de Comunicação Social e Assuntos Políticos(Secap), Márcio Jerry, para dezenas de profissionais de imprensa, no Salão de Atos do Palácio do Leões.
Marcio Jerry informou que encontros do governo Flávio Dino e a imprensa para esclarecimentos do que esta acontecendo na gestão, se tornarão mais frequentes. Também reiterou que não estará na lista de secretários do próximo governo que começará a partir de 1º de janeiro. Ele assumirá e cumprirá o mandato na Câmara Federal, para o qual foi eleito no pleito eleitoral de outubro e de onde continuará trabalhando pelo Maranhão.
O secretário Marcio Jerry resumiu o balanço das ações nos quatro anos do governo, apontando desafios, avanços e objetivos para o Maranhão.
“O governador Flávio Dino conseguiu empreender muito nestes quatro anos, com avanços inquestionáveis em várias áreas essenciais das políticas públicas. Não há uma área em que não constatemos avanços importantes no comparativo com o que tínhamos no final de 2014.”
O balanço começou pelo setor de Educação, destacando o program Escola Digna; na Saúde com entregas de hospitais e ambulâncias; também falou do Mais Asfalto, com mais de 3 mil quilômetros de asfalto entregues; em relação a Segurança destacou investimentos na estrutura do sistema e número de policias que levaram a redução da criminalidade significativa no estado; ainda lembrou dos setores da Cultura e Turismo que também avançaram nos últimos quatro anos.
Para Marcio Jerry a incerteza da macropolítica e econômica continuam sendo o principal desafio para que o estado continue avançando na mesma pegada, mas há permanente trabalho e empenho da equipe de governo e do próprio Flávio Dino, para manter o ritmo da gestão estadual em manter contemplando os interesses do estado e do povo maranhense.
Abaixo alguns trechos do Balanço dos 4 anos de Governo Flávio Dino, feito por Márcio Jerry
Márcio Jerry fala sobre redução de repasses federais e relação com governo Bolsonaro