Para Dino, tudo indica que Bolsonaro tentará invadir o Congresso ou o STF

Os governadores se reuniram nesta segunda-feira, dia 23, para discutirem a crise entre os poderes.

Hoje em entrevista ao Uol News , o governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), disse que os últimos posicionamentos do presidente indicam que Bolsonaro e seus aliados tentarão invadir o Congresso Nacional ou mesmo do STF, semelhante ao que ocorreu no Capitólio nos EUA, após as eleições.

“Acho que a atitude nesse momento deve ser de serenidade, porém, de firmeza porque mesmo que ele [Bolsonaro] não tenha êxito nessas tentativas de invadir o Congresso, invadir o Supremo, coisas desse tipo, tudo indica que algo desse tipo será tentado. E ao tentar, já há vítimas. Nós vimos isso no Capitólio, nos EUA. E temos que evitar essa confrontação entre brasileiros. A paz deve prevalecer, o respeito às regras da democracia deve prevalecer”, afirmou o governador.

Para ele, se as eleições presidenciais em 2022 ocorrerem com esse “clima gerado pelo Bolsonaro” é possível que o país se depare com confrontações e uma possível guerra civil.

“Porque se nós formos para a eleição nesse clima gerado pelo Bolsonaro, nós podemos não ter problemas agora no 7 de setembro, mas podemos ter problema no outro 7 de setembro quando se avizinhará a derrota eleitoral do Bolsonaro. E, aí sim, no ambiente eleitoral eles podem perpetrar algum tipo de confrontação, assolar ódio, gerar uma espécie de guerra civil. Então é uma situação muito grave e o general Mourão, repito, apesar de ser uma pessoa à direita, é uma figura que tem se comportado de modo sério, respeitável, diferente do presidente da República”, ponderou Dino.

Gasolina já passa dos R$ 7 o litro em alguns estados

Pesquisa semanal da ANP mostra que o preço da gasolina comum está mais alto, passando de R$ 7 o litro.

No Rio de Janeiro o preço mais baixo encontrado foi de R$ 5,89 e o maior, de R$ 7,05 pelo litro.

No Acre o preço varia de R$ 6,19 a R$ 7,13. Rio Grande do Sul e Tocantins são onde os preços estão mais altos.

Nas redes sociais o preço crescente da gasolina repercutiu aumentando as criticas ao governo Bolsonaro.

Lula recebe no MA proteção e título de Guardião dos Territórios indígenas

O ex-presidente Lula se reuniu com líderes de povos indígenas de várias tribos do Maranhão e o Pará, nesta quinta-feira, dia 19, em São Luís. Ele participou de ritual de proteção e foi homenageado com o título Guardião dos Território.

“..Talvez não tenhamos feito tudo que poderíamos, mas daqui pra frente nada será feito de um gabinete em Brasília..”, disse Lula, ao assumir compromisso com a causa indígena.

Lula também ao visitar hoje as obras do Hospital da Ilha, em São Luís, agradeceu e parabenizou os governadores em nome do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), pelo exemplo e lição que estão dando ao governo Bolsonaro, no enfrentamento à pandemia.

“..estão fazendo aqui é dando uma lição de moral no governo federal, no ministro da Saúde, dizendo: olha, nós estamos fazendo a nossa parte, façam a vocês..”, destacou Lula.

Lula esta no Maranhão desde a noite de ontem, quarta-feira, dia 18, e permanece até amanhã sexta-feira cumprindo agenda com lideranças políticas e movimentos sociais.

Lula é recibo por Dino no Maranhão, onde cumpre extensa agenda

O ex-presidente Lula foi recebido em São Luís na noite desta quarta-eira, dia 18, pelo governador Flávio Dino (PSB), e por militantes políticos.

Lula fica em São Luís até sexta-feira, dia 20, onde tem encontros agendados com com lideranças políticas e movimentos sociais.

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Lula retorna ao MA nesta quarta, dia 18, onde cumpre extensa agenda

O ex-presidente Lula volta ao Maranhão nesta quarta-feira, dia 18, onde segue com sua visita política no Nordeste, após passar pelos estados de Pernambuco e Piauí.

Lula desembarca em São Luís onde cumprirá extensa agenda com participação em entrevista coletiva, encontros com lideranças políticas, entre elas, o governador Flávio Dino (PSB), movimentos sociais e militantes do PT.

Segundo a coluna Radar da Veja, o avanço de Lula no Nordeste onde já é muito forte, está tirando o sono no Palácio do Planalto.

Enquanto Jair Bolsonaro insiste na estratégia suicida de ataques ao STF e de golpe militar, o ex-presidente Lula segue costurando apoios e defendo vacina contra a Covid-19, o combate à fome, desenvolvimento regional, emprego, incentivo a micro e pequena empresa, educação e saúde.

Pesquisa XP-Ipespe confirma Lula com 40% e Bolsonaro 24%

Pesquisa XP-Ipespe divulgada nesta terça-feira, dia 17, confirma tendência de crescimento de Lula na disputa de 2022, para Presidência da República.

Na pesquisa realizada neste mês de agosto Lula aparece com 40% dos votos contra 24% de Jair Bolsonaro.

Na sequencia aparecem: Ciro Gomes (10%), Sérgio Moro (9%), Mandetta e Eduardo Leite (4%), João Doria (5%), Datena (5%) e Rodrigo Pacheco (1%).

A pesquisa XP-Ipespe mostra também queda da popularidade do governo Bolsonaro continua em queda. Em julho era 52% de “ruim e péssimo”, em agosto o percentual é de 54%.

Lula apresentou tendência de crescimento em todas as pesquisas realizadas até o momento, um total de cinco.

Foram entrevistadas 1000 pessoas em todo país entre os dias 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

Dino contesta general Heleno: “Artigo 142 da CF não cria poder moderador”

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), professor de Direito Constitucional e ex-juiz federal, nesta terça-feira, dia 17, lembrou nas redes sociais ao general Heleno (ministro de Segurança Institucional) que o “Artigo 142 da Constituição Federal não cria poder moderador“.

O general Augusto Heleno durante entrevista à Rádio Jovem Pan, ontem segunda-feira, dia 16, não descartou uma intervenção militar no Brasil.

“O artigo 142 é bem claro, basta ler com imparcialidade. Se ele existe no texto constitucional, é sinal de que pode ser usado (..) O artigo não diz quando os militares devem intervir, mas diz que é para manter a tranquilidade do país”, disse o general Heleno.

No artigo citado pelo general Heleno, que justificaria a medida através das Forças Armadas, não fala em ruptura democrática ou intervenção, com base na Constituição Federal.