Governo Bolsonaro prepara imposto que atingirá até o dízimo das igrejas

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia Paulo Guedes/Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro prepara um novo imposto que atingir até o ‘santo dizimo’ das igrejas. As informações sobre a medida polêmica está publicada na edição desta segunda-feira (29), da Folha de S. Paulo.

O governo nega, mas o novo imposto seria uma espécie de CPMF, que incidirá sobre todas transações financeiras, bancárias ou não, e que será rateado entre quem paga e recebe.

Segundo o Secretário da Receita Federal do governo Jair Bolsonaro (PSL), Marcos Cintra.

“A base da Contribuição Previdenciária é universal, todo o mundo vai pagar esse imposto, igreja, a economia informal, até o contrabando” afirma Marcos Cintra, Secretário da Receita Federal.

Lula confirma Flávio Dino entre fortes lideranças do Campo Progressista no Brasil

 

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Flávio Dino, governador do Maranhão, e o ex-presidente Lula/Foto: Reprodução

A primeira entrevista de Lula desde que foi preso em Curitiba continua repercutindo não só no Brasil. Foram quase duas horas respondendo perguntas da Folha de SP e o El Pais. Lula mostrou que não está isolado do mundo e indiferente à atual conjuntura política, social e econômica do Brasil.

Entre as várias questões abordadas, uma chamou atenção pelas possibilidades do Campo progressista, apresentadas pelo ex-presidente para futuras batalhas eleitorais no país. Entre os nomes citados por Lula está o governador do Maranhão Flávio Dino.

“.. acredito que a esquerda brasileira está acumulando um conjunto de pessoas muito importantes.., apesar de alguns não gostarem do PT é um partido muito forte,.. Você tem o Ciro Gomes, uma pessoa importante no Brasil. Tem o Flávio Dino,.. Tem uma novidade política que não teve bom desempenho eleitoral, mas é um menino que vai crescer muito, o companheiro [Guilherme] Boulos”, destacou Lula.

Lula não aliviou nem FHC na entrevista à Folha de S. Paulo e o El País

 

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Ex-presidentes Fernando Henrique e Lula/Foto: Reprodução

Revista Forum – O ex-presidente Lula criticou o comportamento recente de FHC (PSDB), durante entrevista concedida aos jornalistas Florestan Fernandes Júnior, do El País, e Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira (26). A Folha divulgou neste sábado (27), a entrevista completa.

“O Fernando Henrique Cardoso não tem jogado um papel que o nome dele deveria merecer. Ele fala muito sobre quase tudo desnecessariamente. Eu, sinceramente, acho que ele poderia ter um papel de grandeza para quem já foi presidente da República, para quem já foi chamado de príncipe da sociologia. Ele poderia ter um papel mais respeitoso com ele mesmo, não comigo”, declarou Lula.

“O problema do Fernando Henrique Cardoso é que ele nunca aceitou o meu sucesso. Ele me adorava no fracasso. Quando eu fui eleito, ele falou: bom, o Lulinha só vai durar quatro anos e aí eu vou voltar com pompa e tudo”, afirmou.

Fim dos cursos de Filosofia e Sociologia: ‘Sem pensamento crítico não há desenvolvimento social’

 

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O presidente Jair Bolsonaro e Olavo de Carvalho/Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta sexta-feira (26), em sua conta no twitter uma especie de fim das faculdades de Filosofia e Sociologia. Para ele e o ministro da Educação, Abraham Weintrab as duas áreas não contribuem para o contribuinte, e nem trazem retorno imediato.

O objetivo é priorizar cursos como: veterinária, engenharia e medicina”. É como investir em cursos de humanas fosse jogar fora o dinheiro do contribuinte.

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O governador do Maranhão Flávio Dino, também no twitter nesta sexta-feira, numa especie de contraponto à posição do governo Bolsonaro, disse que no âmbito do estado manterá os ensinos de Filosofia e Sociologia. Para ele, sem pensamento crítico nenhuma sociedade se desenvolve.

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Bolsonaro veta comercial do BB e desperta curiosidade da população

 

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Foto: Reprodução

Ao vetar o comercial do Banco do Brasil que destaca a diversidade, o governo Bolsonaro não avaliou o quanto a medida poderia repercutir negativamente. O interesse pela peça publicitária 30 segundos voltada para jovens aumentou após a decisão do governo.

O cancelamento do comercial teria sido determinado pelo próprio Jair Bolsonaro, que também demitiu o diretor de Marketing do BB.

Deputados Federais brigam por causa de ‘milhões’ para aprovar Reforma da Previdência

 

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Foto: Reprodução

A sessão na Câmara Federal nesta quarta-feira (24), foi suspensa após uma confusão generalizada. Os deputados foram aos empurrões e agressões verbais. O motivo foi a negociação que estaria sendo acertada entre o governo Bolsonaro e os deputados para aprovação da Reforma da Previdência. O assunto foi tratada na Folha de SP.

A confusão começou quando o deputado Aliel Machado (PSB-PR), ao usar a palavra no plenário começou tratar do assunto. Imediatamente o deputado José Medeiros (Podemos-MT), partiu para cima do colega e o chamando de ‘vaga bundo’.

De acordo com a matéria, em reunião que participaram o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS)  foi oferecido um extra de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022 a cada deputado federal que votar a favor da Reforma da Previdência.