IBOPE: para 33% Bolsonaro é o maior culpado pela situação da pandemia

Pesquisa Ibope divulgada neste domingo(6), mostra que para 38% dos entrevistados o povo é o maior responsável pela situação da covid-19 no Brasil.

O presidente Bolsonaro é apontado por 33% o principal responsável

O levantamento também aponta que 71% dos brasileiros concordam que o país sofreu mais do que o esperado com a pandemia.

Entre os que se dizem de direita, 8% disseram que Bolsonaro agravou a pandemia, enquanto 45% culpam a população.

Quanto aqueles que se declaram de esquerda, 78% responsabilizam Bolsonaro, já 15% destes atribuem ao o povo. Aqui mais detalhes no O GLOBO

Bolsonaro entregará várias obras no país, a maioria iniciadas nas gestões Lula e Dilma

Focado em 2022 e surfando na popularidade adquirida com o auxílio emergencial, o presidente Bolsonaro viajará ainda este ano pelo Brasil, segundo a coluna  Painel, da Folha para inaugurar obras de infraestrutura, a maioria iniciadas nos governos Dilma e Lula.

Das 33 obras, 25 foram iniciadas na gestão petista na presidência e 2 no governo de Temer. Apenas seis foram autorizadas pelo governado Bolsonaro, algumas delas vinham sendo pensadas em governos anteriores.

A maioria das obras fazem parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), criado em 2007 na gestão do PT.

Movimento Negro e várias entidades pedem impeachment de Bolsonaro

 

Foto: Reprodução

Movimento Negro que reúne 150 organizações protocola nesta quarta-feira (12), um pedido de impeachment de Jair Bolsonaro.

O documento acusa Bolsonaro de cometer crimes de responsabilidade contra a vida da população negra e suas comunidades.

Além da Coalizão do Movimento, apoam a iniciativa 600 entidades e instituições de todo o país, entre elas, trabalhadores e trabalhadoras domésticas, saúde, informais, plicativos, construção civil e cultura e religião.

Bolsonaro vincula mortes pela Covid a governadores adversários

 

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247 – Enquanto o país ultrapassa os mais de 100 mil óbitos em decorrência da Covid-19, o governo Jair Bolsonaro, sem ministro da Saúde, prepara uma lista para relacionar governadores e prefeitos com as regiões com maiores índices da doença.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, o nome do aliado Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, foi omitido.

No entanto, o documento que O Globo teve acesso mostra que há um “top 5” de locais com mais “novos casos” e “novos óbitos”.

Ao lado dos indicadores, vem o nome dos cinco chefes do Executivo estadual respectivos, começando por João Doria, governador de São Paulo e adversário político de Bolsonaro.

O documento foi elaborado pela Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República usando dados do Ministério da Saúde justamento do último sábado, dia em que o Brasil ultrapassou os 100 mil mortos pela Covid-19.

Eleição 2022: Bolsonaro na frente com 38%; Flávio Dino aparece com 3%

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro continua liderando a corrida eleitoral para a presidência em 2022. Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), realizado pelo site Poder 360, Bolsonaro aparece ainda com ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT),  segundo colocado.

Bolsonaro tem 38% seguido por Haddad com 14%, em seguida, na terceira posição está Sérgio Moro com 10%, o quarto é Ciro Gomes (PDT), com 6%.

Os outros que pontuam na sequência da pesquisa são: Luiz Henrique Mandetta com 5%; o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 4%; e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com 3%.

Brancos e nulos somam 12%, enquanto 8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.

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Bolsonaro mais que dobrou número de militares em cargos no governo

 

Foto: Reprodução

De acordo com o jornal O Globo um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), constatou que a quantidade de militares da ativa e reserva em cargos civis mais do que dobrou no governo  Bolsonaro.

Em 2018, havia 2.765 militares em cargos civis do governo federal. Em 2019, o número chegou a 3.515 cargos destinados a servidores oriundos da caserna. E em 2020, o total chegou a 6.157, um aumento de 122%.

É a primeira vez que um levantamento mostra a militarização do governo Bolsonaro. Um dos maiores aumentos ocorreu entre militares que passaram a ocupar cargos comissionados.

Em 2016 eram 1.965, em 2018 caiu para 1.934. Já no primeiro ano do governo Bolsonaro, a quantidade subiu para 2.324, um aumento de 20%. Neste ano, são 2.643 militares ocupando esses cargos, ou 34,5% a mais. Aqui mais informações

General Pazuello interino da Saúde cancela agenda no Maranhão

 

General Eduardo Pazzuello, ministro interino da Saúde/Foto: Reprodução

O ministro interino da Saúde, General Eduardo Pazuello, cancelou sua viagem ao Maranhão marcada para esta terça-feira (14).

Na agenda estava reunião com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, que também é presidente do CONASS (Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde).

O motivo do cancelamento não ficou claro, o que acabou sendo objeto de especulações, como: interferência de políticos maranhenses próximos a Bolsonaro e adversários de Flávio Dino, e também, a posição do governador do Maranhão em relação à polêmica envolvendo o ministro do STF Gilmar Mendes e as Forças Armadas.

Renato Federa disse que recusou o convite de Bolsonaro para o MEC

 

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Renato Feder, secretário de Educação e Esportes do Paraná. Ele recusou o convite de Bolsonaro para assumir o MEC/Foto: Reprodução

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreve Felder