Flávio Bolsonaro pedirá ao pai que ‘ponha freio’ em Michelle Bolsonaro

Do O Globo

A crise no clã Bolsonaro, que se intensificou após declarações de Michelle Bolsonaro sobre a aliança do bolsonarismo com Ciro Gomes no Ceará, chega nesta terça-feira, dia 2, à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, quando o senador Flávio Bolsonaro comunicará ao pai, que se encontra preso, a situação e pedirá que ponha ‘freio em Michelle’.

Michelle responde filhos de Bolsonaro: ‘Respeito a opinião, mas penso diferente’

No evento de lançamento da pré-candidatura do Eduardo Girão (Novo), Michelle atacou Ciro Gomes, que deve ser candidato ao governo estadual pelo PSDB.

“Fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita? isso não dá. Nós vamos nos levantar e nós vamos trabalhar para eleger o Girão”, disse ela diante inclusive de Fernandes, numa fala classificada como “autoritária” por Flávio e que recebeu críticas também de Carlos e Eduardo. De acordo com fontes do PL, o presidente da legenda, Valdemar da Costa Neto, também de sentiu atingido pela fala de Michelle.

Na tarde desta terça, depois do encontro entre Flávio e o pai, o PL vai realizar uma reunião de emergência para, nas palavras dos integrantes do PL, “enquadrar” a madrasta.

Por causa dessa postura, Michelle, que é presidente do PL Mulher, foi chamada para uma reunião com a cúpula do partido na tarde desta terça-feira, onde, nas palavras de lideranças do PL, será “enquadrada”.

“Ciro endossa decisão do PDT”, Carlos Lupi sobre apoio a Lula

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, legenda que disputou a eleição presidencial no 1º turno, Ciro Gomes, anunciou nesta terça-feira, dia 4, apoio integral do partido ao Lula, no 2º turno.

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, já declarou apoio a Lula, falta o partido oficializar.

FSB/BTG: Bolsonaro e Ciro lideram em rejeição

Divulgada nesta segunda-feira, dia 22, mais uma pesquisa FSB/BTG Pactual, para presidência da república. Entre os destaques está o índice de rejeição dos candidatos , com Bolsonaro (PL) ainda na liderança acompanhado por Ciro Gomes (PDT)

Pesquisa estimulada:

Lula (PT): 45%

Jair Bolsonaro (PL) 36%

Ciro Gomes (PDT) 6%

Simone Tebet (MDB) 3%

Vera Lucia (PSTU) 1%

Pablo Marçal (Pros) 1%

Luiz Felipe D’Avila (Novo) 0%

Soraya Thronicke (União Brasil) 0%

José Maria Eymael (DC) 0%

Sofia Manzano (PCB) 0%

Leonardo Péricles (UP)

0% Roberto Jefferson (PTB) 0%

Nenhum: 4%

Branco/nulo: 2%

Não sabe/não respondeu: 3%.

Foram ouvidas 2 mil eleitores por telefone entre 19 e 21 de agosto. A confiança é de 95%. A pesquisa custou R$ 128.957,83 e foi registrada no TSE com o número BR-00244/2022.

Ciro Gomes é o primeiro a realizar Convenção nesta quarta-feira, dia 20

Do UOL

A primeira candidatura à presidência da republica a ser homologada será a de Ciro Gomes (PD), nesta quarta-feira, dia 20, na sede do PDT em Brasília. O candidato a vice deverá ser anunciada até 15 de agosto, quando encerra o prazo para registro de candidatura.

O prazo para realização das Convenções acontecem entre 20 de julho a 5 de agosto. Os candidatos terão até 15 de agosto para realizarem os registros de candidaturas.

Ciro Gomes (PDT): 20 de julho, em Brasília

Lula (PT): 21 de julho, em São Paulo

André Janones (Avante): 23 de julho, em Belo Horizonte

Jair Bolsonaro (PL): 24 de julho, no Rio de Janeiro

Simone Tebet (MDB): 27 de julho, em conversão virtual

Luiz Felipe D’Ávila (Novo): 30 de julho, em São Paulo

Sofia Manzano (PCB): 30 de julho, em São Paulo

José Maria Eymael (DC): 31 de julho, em São Paulo

Vera Lúcia (PSTU): 31 de julho, em São Paulo

Luciano Bivar (União Brasil), 5 de agosto, em São Paulo

Leonardo Péricles (UP): a definir

Pablo Marçal (Pros): a definir

Lula, Bolsonaro e Ciro em Salvador no Dia da Independência da Bahia

Da Folha de SP

O estado da Bahia celebra sua independência no próximo sábado, dia 2, participarão das comemorações os três principais candidatos ao Palácio do Planalto nas Eleições 2022.

A data marca a expulsão dos portugueses de Salvador ocorrida em 1823.

Lula (PT), Bolsonaro (PL), e Ciro (PDT) estarão em Salvador no mesmo dia, o que passou a ser uma grande preocupação do setor de segurança, visto que terá muita movimentação de militantes políticos e apoiadores dos pré-candidatos nas ruas.

Lula, Bolsonaro e Ciro terão agendas distas. O ex-presidente Lula participará de um ato político na Fonte Nova, já o presidente Jair Bolsonaro terá como agenda a participação a mais uma motociata.

Quanto a Ciro Gomes, este deverá participa de ato no Largo da Lapinha e do tradicional cortejo.

“..posição do Ciro é tão ruim que não serve nem a ele..”, Dino sobre ataques

Em entrevista à Carta Capital, o ex-governador do Maranhão Flávio Dino (PSB), criticou os ataques de Ciro Gomes (PDT) ao ex-presidente Lula (PT). Para Dino, a postura de Ciro além de não colaborar com o campo progressista, prejudica ele próprio.

“A posição do Ciro é tão ruim que não serve nem a ele, pois não resulta em um ganho eleitoral e, ao mesmo tempo, o faz perder a capacidade de seduzir uma parte da sociedade (..) Fica algo árido, hostil  e sem necessidade. Espero que em algum momento ele acorde e corrija a sua posição política (..) Ele jamais será uma alternativa para a direita. O bolsonarista não vai buscar o Ciro. Se ele tem o Bolsonaro verdadeiro, por que votará no Bolsonaro falso”, disse Flávio Dino.

Ciro agradece solidariedade de Lula após operação da PF

O ex-presidente Lula (PT), que lidera as pesquisas visando as eleições para presidência da república, usou as redes sociais nesta quarta-feira, dia 15, para se solidarizar com o senador Cid Gomes e o presidenciável Ciro Gomes, ambos do PDT.

Ciro Gomes agradeceu ao ex-presidente Lula e reiterou que “O estado policial de Bolsonaro é uma ameaça à democracia e a todos os democratas.”

O ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PDT), também usou as redes sociais para se solidarizar com Ciro Gomes. Ele criticou a decisão que culminou com a operação da Polícia Federal.

“..Investigações podem ocorrer, mas sempre observando as garantias legais..”, destacou Dino.

A investigação, que começou em 2017, entes das eleições de 2018, indica o pagamento de R$ 11 milhões em propinas para que uma determinada empresa ganhasse o processo licitatório da Arena Castelão e, posteriormente, recebesse valores devidos pelo governo do Ceará.

Em entrevista hoje ao site Uol, Ciro Gomes acusou o presidente Jair Bolsonaro pela ação da PF contra ele e seu irmão o senador Cid Gomes.

Irmãos Ciro e Cid Gomes são alvos da Polícia Federal

A Operação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quarta-feira, dia 15, por fraudes, desvios de recursos e pagamento de propinas, na construção do estádio Castelão no Ceará, teve como alvos o pré-candidato à presidência da república, Ciro Gomes, e seu irmão, o senador Cid Gomes, ambos do PDT.

Ciro Gomes reagiu nas redes sociais e atribuiu a ação da PF aos seus inimigos. Ele disse também que irá as últimas consequências contra os responsáveis por tentarem colocá-lo como o ‘cidadão abaixo da lei’.

“.. O Brasil todo sabe que o Castelão foi o estádio da Copa com maior concorrência, o primeiro a ser entregue e o mais barato para Copas do Mundo desde 2002. Ou seja, foi o estádio mais econômico e transparente já feito para a Copa do Mundo (..) O braço do estado policialesco de Bolsonaro, que trata opositores como inimigos a serem destruídos fisicamente, levanta-se novamente contra mim (..) Não tenho dúvida de que esta ação tão tardia e despropositada tem o objetivo claro de tentar me intimidar e deter as denúncias que faço todo dia contra esse governo que está dilapidando nosso patrimônio público com esquemas de corrupção de escala inédita (..) Sou um homem do embate, do combate e do Direito. Essa história não ficará assim. Vou até as últimas consequências legais para processar aqueles que tentam me atacar. Meus inimigos nunca me intimidaram e nunca me intimidarão. NINGUÉM VAI CALAR A MINHA VOZ..”, reagiu Ciro Gomes.

A operação foi determinada pelo juiz Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, da 3ª Vara Federal do Ceará. Foram determinados cumprimento de 14 mandatos de busca e apreensão contra os alvos da operação.