MPU quer saber quanto o PL pagou na ação contra as Urnas e a Eleição

Continua o cerco a ‘ação golpista do PL’ rejeitada pelo presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que pediu a invalidação dos votos de parte das urnas eletrônicas.

O Ministério Público acionou nesta quinta-feira, dia 24, o Tribunal de Contas da União pedindo punição ao partido de Valdemar da Costa Neto e o presidente Jair Bolsonaro.

O subprocurador Lucas Rocha Furtado, que acionou o TCU para saber quando foi pago pelo PL para produzir o relatório utilizado pela sigla que respalda a ação, e ainda, a identificação dos responsáveis.

PL é multado em R$ 22 milhões por ‘litigância de má-fé’

O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, rejeitou nesta quarta-feira, dia 23, a ação apresentada por Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, partido de Jair Bolsonaro, que pedia a anulação dos votos de mais de 279 mil urnas da eleição realizada no 2º turno.

Alexandre de Moraes ainda determinou que o PL pague uma multa no valor de R$ 22 milhões, por litigância de má-fé. Ele também mandou apurar ‘possíveis crimes comuns e eleitorais’ de Valdemar Costa Neto e Carlos Rocha, responsável pelo Instituto, que elaborou o relatório que serviu de base para a ação do PL, aqui integra da decisão de Alexandre de Moraes.

Governo Bolsonaro corta verba para água no Nordeste

Do UOL

A operação Carro-Pipa, do governo federal, que leva água potável às famílias no semiárido nordestino há mais de 20 anos, teve os recursos cortados neste mês, levando os caminhões a pararem o fornecimento do produto a moradores do interior no Nordeste.

O corte de recursos ocorreu logo após o segundo turno da eleição, no dia 30 de outubro, em que o presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu derrotado.

Segundo a planilha do Exército, que coordena a operação, 1,6 milhão de pessoas teriam direito ao abastecimento em novembro em oito estados do Nordeste, mas estão prejudicadas.

A operação Carro-Pipa é financiada com recursos do Exército Brasileiro em parceria com o MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional). O MDR diz que alertou o Ministério da Economia sobre a falta de recursos, sem retorno.

“Temos uma lei do Desarmamento vigente”, Flávio Dino sobre revogaço

Do G1

Cotado para o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Lula, o ex-governador do Maranhã e senador eleito Flávio Dino (PSB) defendeu nesta quinta-feira (17) a revogação de decretos de Jair Bolsonaro que possibilitou o acesso a armas no Brasil.

“Temos uma lei vigente, o estatuto do desarmamento, que foi objeto de um desmonte por atos infralegais, decretos, portarias. Isso sem dúvida é um tema fundamental do grupo de trabalho, pois é um tema que o presidente Lula escolheu, e é um tema aprovado pela sociedade brasileira (…) O certo é que, daqui para frente, o conceito fundamental é da lei de 2003, do estatuto do desarmamento (…) Não pode ser algo descontrolado, não pode ser liberou geral, porque todos os dias os senhores noticiam tiros em lares, em vizinhança, em bares e restaurantes, de pessoas cuja observação está lá nas matérias dos senhores: possuía registro de CAC. Então, mostra que esse conceito realmente fracassou e aquilo que fracassou deve ser revisto””, disse Dino.

Flávio Dino integra o grupo técnico de Justiça e Segurança Pública de transição para o novo governo Lula.

Deputado revela supostas relações familiares do Clã Bolsonaro

A entrevista do deputado federal, Julian Lemos (União-PB), ex-aliado de Jair Bolsonaro (PL), concedida ao ‘podcast Arretado’ está repercutindo e mostram supostas crises nas relações familiares do presidente Jair Bolsonaro.

O deputado Julian Lemos em 2018 foi coordenador da campanha de Bolsonaro no Nordeste, disse que a relação do presidente e a primeira-dama é de ‘fachada’. Ele também classifica de ‘sociopata’.

Federação e Sindicatos da PRF culpam Bolsonaro pela crise nas BRs

A Federação Nacional dos Agentes e Sindicatos da Polícia Rodoviária Federal em todo país, divulgaram nesta terça-feira, dia 1º, nota pública conjunta onde culpam o presidente Jair Bolsonaro (PL), pela dificuldade e desgaste da PRF, nas ações para desbloquear as BRs brasileiras.

“A postura do atual presidente da República, Jair Bolsonaro, em manter o silêncio e não reconhecer o resultado das urnas acaba dificultando a pacificação do país, estimulando uma parte de seus seguidores a adotarem ações de bloqueios nas estradas brasileiras.”, diz trecho na nota da FENAPRF.

NOTA PÙBLICA

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e os Sindicatos dos Policiais Rodoviários Federais de todo o Brasil reafirmam o compromisso com o Estado Democrático de Direito. O resultado das eleições de 2022 expressa a vontade da maioria da população e deve ser respeitado.

A postura do atual presidente da República, Jair Bolsonaro, em manter o silêncio e não reconhecer o resultado das urnas acaba dificultando a pacificação do país, estimulando uma parte de seus seguidores a adotarem ações de bloqueios nas estradas brasileiras.

Apesar disso, os PRFs seguem trabalhando diuturnamente para o restabelecimento do direito de ir e vir da população. Importa frisar que compete exclusivamente à gestão do Departamento de Polícia Rodoviária Federal providenciar e disponibilizar os meios e a organização do efetivo necessários para dar cumprimento à desobstrução das rodovias federais.

Nesse sentido, o sistema sindical dos PRFs segue cobrando uma postura firme da direção do DPRF, para prover os meios necessários para que a corporação cumpra suas funções constitucionais, garantindo assim o direito de ir e vir da população e resguardando a segurança e integridade dos policiais.

A Polícia Rodoviária Federal é um patrimônio da sociedade e seguirá firme na defesa da democracia, do respeito às leis e às decisões judiciais.

Brasília, 1º de novembro de 2022.

Brandão diz que não permitira desrespeito à democracia, ao anunciar liberação da BR 135

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), anunciou na noite desta segunda-feira, dia 31, a liberação da BR 135,na entrada de São Luís. Insatisfeitos com a vitória de Lula, eleitores de Bolsonaro interditaram várias rodovias federais no país.

“A entrada de São Luís já foi desbloqueada pela nossa polícia. Seguimos atentos à situação no Maranhão e não permitiremos desrespeito com o processo democrático. Reforço que o momento é de união em prol do desenvolvimento e da pacificação do país (…) A principal entrada de São Luís não pode ser interditada nem qualquer outro trecho por quem desrespeita o resultado do processo democrático das eleições. O nosso governo tomará as medidas cabíveis, obedecendo o que a lei determina, para promover a segurança dos maranhenses (…) A interdição de rodovias em protesto à derrota nas urnas prejudica deslocamentos urgentes, a exemplo de quem precisa chegar a uma unidade de saúde. O Brasil já manifestou democraticamente o que deseja para os próximos 4 anos, e agora é hora de união, em prol de um futuro melhor”, disse Carlos Brandão.

No Maranhão foram registradas interdições na BR-010 em Açailândia, BR-230, em Balsas, e ainda, em Estreito na BR-010.