Flávio Dino pediu audiência com Bolsonaro para tratar da BR 135

 

IMG-20200218-WA0028
Foto: Reprodução

Motoristas de Vans do Transporte Alternativo de Passageiros interditaram na manhã desta terça-feira (18), a BR-135, na altura do município de Miranda. O motivo são as péssimas condições de trafegabilidade na rodovia de responsabilidade do governo Bolsonaro.

O governador Flávio Dino, usou na manhã de hoje as redes sociais, para dizer que ainda ontem pediu uma audiência com presidente Bolsonaro, para falar sobre a estrada e pedir providencias.

“Ontem pedi ao presidente da República uma audiência para tratar sobre a péssima situação de estradas federais BRs no Maranhão. Desde o início do ano passado solicitações de obras foram feitas, mas com nenhum resultado. Na audiência, vou oferecer ajuda ao Governo Federal”, disse Flávio Dino no twitter.

Não é de agora os apelos ao governo federal para recuperar as rodovias federais no Maranhão. Ainda ano passado o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, conheceu in loco as condições da BR-135, mas por enquanto nenhuma providencia pratica foi adotada.

O governo se comprometeu usar o Exercito para realizar a recuperação da estrada, mas deve ocorrer apenas em no mês de julho. Enquanto isso, com a intensidade das chuvas e a situação precária da rodovia os problemas se agravarão, não sendo nenhuma surpresa se o transito na BR 135 ficar completamente inviabilizado.

Governadores criticam fala de Bolsonaro sobre miliciano morto na Bahia

 

ajustada_IMG_9440
Foto: Reprodução

Governadores de 20 estados elaboraram divulgaram nesta segunda-feira (17), uma carta “em defesa do pacto federativo”, na qual criticam declarações de Jair Bolsonaro, feitas no último fim de semana, sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na Bahia.

Os governadores citam recentes falas de Bolsonaro “confrontando os governadores” e “se antecipando a investigações policiais para atribuir graves fatos à conduta das polícias e seus governadores”.

Bolsonaro insinuou que pode ter havido queima de arquivo pela polícia da Bahia, o que foi rebatido pelo governador do estado, Rui Costa (PT).

Assinam a nota governadores de 20 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia, Paraíba, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Maranhão, Acre, Amapá, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso do Sul e Amazonas.

cartagovernadores

 

‘Morte de miliciano deveria ser assunto de polícia, não do presidente’, diz Flávio Dino

 

IMG_20200217_110059-1
Flávio Dino, governador do Maranhão, e Jair Bolsonaro, presidente da Republica

O governador, Flávio Dino (PCdoB), comentou também no final de semana a morte  do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto no último dia 9, na Esplanada (BA). O governador ainda mandou um recado para o presidente Jair Bolsonaro.

“Morte de miliciano acusado de crimes não deveria ser assunto do presidente da República, e sim da Polícia. O presidente da República deveria ter outras prioridades: desemprego; crescimento da economia; preço do gás de cozinha; educação e saúde, entre outros”, disse no twitter Flávio Dino.

No sábado 15, Bolsonaro se pronunciou pela primeira vez sobre a morte de Adriano. O presidente responsabilizou a “PM da Bahia, do PT”  pela morte do miliciano e ironizou: “Precisa dizer mais alguma coisa?”.

Na mesma entrevista, Bolsonaro chegou a chamar Adriano de herói da Polícia Militar quando justificava uma homenagem feita ao policial, em 2005, pelo seu filho Flávio Bolsonaro.

“Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo. Naquele ano ele era um herói da Polícia Militar”, afirmou o presidente.

(Informações Carta Capital)

Márcio Jerry cobra desculpas de Bolsonaro após Guedes discriminar empregadas domésticas

 

IMG_20200212_235056 (1)
Deputado Federal, Márcio Jerry (PCdoB), e Paulo Guedes (Ministro da Economia)

O deputado Márcio Jerry, vice líder do PCdoB na Câmara Federal, se somou aos inúmeros políticos que repudiaram mais uma declaração preconceituosa e infeliz do ministro Paulo Guedes (Economia), que nesta quarta-feira (12), ao defender a alta do dólar disse que ‘empregada doméstica estava indo para Disney, uma festa danada’.

“Incrível o nível degradado desse governo de Jair Bolsonaro. Um bando que tem aversão a pobres, cultua ditadores, mantém relações perigosas com criminosos/milicianos, detesta e persegue a educação e a ciência…”, disse Márcio Jerry.

O parlamentar se solidarizou com as empregadas domésticas do Brasil, e cobrou do presidente Bolsonaro, no minimo, um pedido de desculpas em nome do governo.

“E viva viva todas as empregadas domésticas do Brasil. O mínimo que o presidente Jair Bolsonaro poderia fazer agora seria pedir desculpas em nome do governo e repudiar publicamente a idiotice preconceituosa de seu principal ministro”, cobrou Jerry.

Quanta a declaração do ministro Paulo Guedes, que ao defender a alta do dólar aproveitou para externar todo seu preconceito em relação aos pobres, usando como exemplo, o fato de empregadas viajarem para Disney quando o dólar estava baixo, o deputado Márcio Jerry classificou da seguinte maneira.

“Que que é isso ??? Que sujeito boçal, quanta discriminação !!!..” definiu Márcio Jerry.

Bolsonaro evita falar com repórteres sobre morte de Adriano da Nóbrega

 

Sempre pronto a opinar sobre tudo e causar polêmicas na saída do Palácio de Planalto, o presidente Bolsonaro, nesta segunda-feira (10), demonstrando incomodo não quis conversa com os jornalistas que fazem plantão no Palácio.

Segundo ele, no Brasil existem muitos problemas, mas hoje não teria conversa com repórteres. A atitude do presidente foi para evitar ainda mais especulações e suspeitas sobre a morte de Adriano da Nóbrega ocorrido na madrugada de domingo (9), na Bahia.

 

‘Isso que Bolsonaro fala na porta do Palácio não dá para levar a sério’, Flávio Dino sobre ICMS

 

Flavio-Dino-Marina-Barbosa-750x430
Governador do Maranhão Flávio Dino(PCdoB)/Foto: Reprodução

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse nesta quinta-feira (6), que a proposta do presidente Jair Bolsonaro para eliminar a cobrança do ICMS dos combustíveis resultaria na perda de arrecadação dos estados.

“Como o Bolsonaro já declarou várias vezes que não entende nada de economia e tudo tem que ser tratado com Guedes, a gente realmente só leva a sério quando for o Paulo Guedes propondo”, afirmou Flávio Dino.

O governador também se referiu as declarações polêmicas dadas com frequência pelo presidente Bolsonaro na entrada do Palácio do Planalto.

“Isso que Bolsonaro fala na porta do Palácio não dá para levar a sério porque o governo dele só dura 15 minutos por dia, que é o tempo que ele dá aquela entrevista, depois não tem mais governo, depende do Paulo Guedes, quando ele propuser a gente vai debater no âmbito da reforma tributária,  que é o único lugar possível”, acrescentou o governador.

A ideia é que o imposto estadual seja cobrado, no caso dos combustíveis, sobre o valor que sai da refinaria, fixo, em vez de incidir sobre o preço cobrado nos postos, que é maior.

Na última segunda-feira (3), 23 dos 27 governadores do país assinaram uma nota, sugerindo que Bolsonaro cortasse os tributos federais ao invés de interferir no ICMS. Não endossaram a nota os governadores Gladson Cameli (PP-AC), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Carlesse (DEM-TO) e Marcos Rocha (PSL-RO). (Informação Congresso em Foco)