Covid-19: Bolsonaro poderá ser enquadrado em crime de responsabilidade

 

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Foto: Reprodução

A estratégia de ‘omitir dados e números’ de mortes e contaminação pela covid-19, adotada pelo governo Bolsonaro, está causando mais desgaste e problemas ao Palácio do Planalto.

Dentre as reações e medidas em resposta à decisão do governo está a possibilidade do presidente ser enquadrado em crime de responsabilidade, que consta no Projeto de Lei apresentado pelo líder da oposição na Câmara Federal, André Figueredo (PDT), que determina a divulgação diária dos dados completos sobre a pandemia, como vinha sendo realizo.

“Considerando que a garantia constitucional do acesso à informação somente se realiza plenamente com a divulgação TEMPESTIVA das informações, ainda mais quando está em jogo a saúde do povo brasileiro, é que apresentamos este projeto de lei, para que o Presidente da República faça publicar o boletimdiário, até as 18 horas, da situação epidemiológica da doença Covid-19 no Brasil, com dados registrados nas últimas 24 horas, bem assim dos respectivosdados acumuladosdo impacto da pandemia. Além disso, o projeto prevê queo Presidente da República incorre em crime de responsabilidadeem caso de descumprimentoda determinação prevista na lei que certamente será convertida deste projeto.”, diz parte da justificativa do Projeto de Lei.

Câmara Federal poderá divulgar dados que o governo quer omitir

 

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Presidente da Câmara, Rodrigo Maia/Foto: Reprodução

A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha ações contra o coronavírus solicitou ao presidente da Casa Legislativa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que oficie o governo federal para que sejam enviados os dados consolidados sobre a doença.

O objetivo é que a Câmara possa fazer a divulgação oficial do número de casos e mortes confirmadas diariamente. Além do Ministério da Saúde, a solicitação também é feita ao Tribunal de Contas da União (TCU) e ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

O Ministério da Saúde mudou nesta semana a forma como faz a divulgação diária de números de casos e mortos confirmadas pela doença. O novo boletim não apresenta o número total de mortes por coronavírus.

Leia a íntegra da solicitação feita a Maia para que a Câmara passe a divulgar os dados consolidados.

Ao Excelentíssimo Senhor
Deputado RODRIGO MAIA
Presidente da Câmara dos Deputados

Assunto: Compartilhamento de dados referentes ao Covid-19

Excelentíssimo Senhor Presidente,
Vimos por meio deste pleitear a V. Exa. que oficie ao Ministério da Saúde, Tribunal de Contas da União e ao CONASS – Conselho Nacional dos Secretários de Saúde – solicitando que enviem diariamente à Câmara dos Deputados todos os dados consolidados, acerca dos números levantados sobre o Novo Coronavírus, como, por exemplo, número de novos casos, óbitos diários, óbitos totais da pandemia, casos clínicos curados, etc.

Reforçamos que já foi enviado por esta Comissão Externa, no dia 14 de abril do corrente ano, ofício ao Ministério da Saúde que tinha por objeto o pedido de compartilhamento de informações sobre a Pandemia do Novo Coronavírus com esta Comissão Externa, com vistas a abastecer os Deputados Federais dos dados reais existentes sobre esta Pandemia que atinge nosso país.

Enfatizamos que esta solicitação se faz necessária visando respeitar os princípios constitucionais da eficácia e transparência, e que os supracitados dados são primordiais para que este Colegiado da Câmara dos Deputados tenha as informações necessárias e em tempo real para embasar suas ações na luta contra o Coronavírus.

Certos da atenção de V. Exa. no atendimento a este pleito antecipamos agradecimentos.
Atenciosamente,

Deputado DR. LUIZ ANTONIO TEIXEIRA JR.
Coordenador

Deputada CARMEN ZANOTTO
Relatora

(Congresso em Foco)

Ministério da Saúde tem 72 horas para explicar omissão de dados da Covid-19

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o general Eduardo Pazuello (ministro-interino da Saúde)/Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal determinou apuração dos motivos que levaram o Ministério da Saúde excluir Informações da Covid-19 com o número de mortes decorrentes da doença.

A alteração dos dados divulgados diariamente pela pasta foi oficializada após o sistema ficar fora do ar por quase 20 horas.

Além do procedimento, o despacho determina o envio de ofício ao ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para que ele forneça, no prazo de 72 horas, informações detalhadas acerca do tema.

“Na hipótese de ser verdadeira a informação de que há pretensão do governo federal de rever quaisquer dados já divulgados, atinentes à pandemia, informar qual é a razão pela qual essa eventual correção não poderia ser efetuada, independentemente da supressão prévia de informações”, detalha um dos trechos do documento.

O total acumulado de mortos pela covid-19 deixou de ser divulgado pelo Ministério da Saúde e foi amplamente publicado por veículos de comunicação ao longo de sábado (6), o que foi confirmado pelo MPF em consulta ao portal no fim da tarde.

Aqui integra da portaria do MPF

Ministério da Saúde: Teich também é demitido ao optar pela Ciência e OMS

 

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Foto: Reprodução

No auge da pandemia do coronavírus no Brasil, mais um Ministro da Saúde, se demite do governo Bolsonaro. O médico Nelson Teich, que não chegou a completar um mês no cargo, não suportou a pressão contra a ciência e a OMS (Organização Mundial de Saúde).

A saída de Nelson Teich, segundo a cair durante a pandemia, preocupa autoridades porque aprofunda a crise sanitária com reflexos políticos impactantes.

O deputado federal Henrrique Mandeta reagiu da seguinte maneira.

“Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé!”, disse Mandeta.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, um dos maiores críticos da postura do presidente em relação ao enfrentamento da Covid–19, disse nas redes sociais que espera que as instituições compreendam tantos desastres da gestão de Bolsonaro.

“A confusão que Bolsonaro cria é única no planeta. Espero que as instituições julguem o quanto antes a produção de tantos desastres, entre os quais a demissão de DOIS ministros da Saúde em meio a uma gigantesca crise sanitária. O Brasil merece uma gestão séria e competente”, alertou Flávio Dino.

O ex-ministro Ciro Gomes foi outro que se manifestou nas redes sociais e classificou Bolsonaro de genocida.

“A queda de mais um ministro da saúde mostra a face genocida de Bolsonaro. Mais do que nunca, é essencial que todos se unam contra Bolsonaro no dia 19/05, às 18h30. Vamos para as janelas gritar junto com todo Brasil: #ForaBolsonaro #ImpeachmentJá!”, reagiu no twitter Ciro Gomes.

Para o governador do Ceara, Camila Santana, disse que a saída do segundo Ministro da Saúde, em menos de um mês, causa insegurança e preocupação.

“A saída do segundo ministro da Saúde em menos de um mês traz enorme insegurança e preocupação. É inadmissível que, diante da gravíssima crise sanitária que vivemos, o foco do Governo Federal continue sendo em torno de discussões políticas e ideológicas. Isso é uma afronta ao país”, Camilo Santana.

Covid-19: Brasil bate novo recorde com 11.385 novos casos em 24 horas

 

graficoCom 11.385 novos casos em 24 horas, Brasil bate novo recorde de pessoas contaminados pela Covid-19. O maior número contabilizado até então se deu em 9 de maio, quando foi registrado 10.611.

Os dados são os mais recentes divulgados nesta quarta-feira (13), pelo Ministério da Saúde. O número de novos casos é de 13.149 mortes e óbitos 749 nas últimas 24 horas.

O país tem atualmente confirmados 188.974 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

Brasil registra 600 óbitos e 6.935 novos casos de Covid-19 em 24 horas

 

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Foto: Reprodução

De acordo com dados do Ministério da Saúde nesta terça-feira (5), o Brasil já ocupa a 3ª posição em número de casos em 24 horas no mundo. Nas últimas 24 horas foram 6.935 casos novos e 600 novos óbitos, sendo que a maior parte é referente a outros períodos, mas foi inscrita de ontem para hoje.

Foram registrados 114.715 casos de coronavírus e 7.921 mortes provocadas pela doença no Brasil até as 20h de hoje, segundo informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país. São consideradas recuperadas após contraírem a doença 48.221 pessoas, o que representa 42% do total de casos confirmados.

Atualmente, estão em acompanhamento outras 58.573 pessoas (51,1%) e 1.579 óbitos permanecem em investigação.

Apesar de muitos municípios do país ainda não registrarem casos da doença, de forma geral, o coronavírus está presente em todos os estados do país. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 34.053 casos e 2.851 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 12.391 casos e 1.123 óbitos.

O estado que registra menos notificações é Mato Grosso do Sul, com 283 confirmações de casos e dez mortes. Tocantins, agora, tem 303 casos e sete mortes.

Covid-19: Brasil registra 474 mortes em 24h, e com 5.017 mortos superando a China

 

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O Brasil bateu um triste novo record em número de mortos vítimas do novo coronavírus. Nas ultimas 24h, segundo o próprio Ministério da Saúde houve 474 novas mortes. O número de notificações neste mesmo período também teve um aumento expressivo.

Desde a atualização feita na última segunda-feira (27) pelo Ministério da Saúde ocorreram 5.385 novas notificações.

O Brasil ultrapassou a marco dos 71 mil casos de infectados pela doença. Ao todo, são 71.886 diagnosticados por covid-19  e 5.017 mortes.

Atualmente, todos os estados brasileiros registram casos e mortes por coronavírus. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 24.041 casos e 2.049 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 8.504 casos e 738 óbitos. O estado que no momento registra menos notificações é Tocantins, com 79 casos e duas mortes.

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Brasil registra mais 338 óbitos e chega ao total de 4.543 mortes, e 66.501 casos confirmados

 

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O Ministério da Saúde registrou 66.501 casos de coronavírus e 4.543 mortes da doença no Brasil nesta segunda-feira (27), segundo informações repassadas pelas Secretarias Estauduais de Saúde de todo o país.

Nas últimas 24 horas, foram 4.613 casos novos e 338 novos óbitos. Atualmente, todos os estados brasileiros registram casos e mortes por coronavírus.

São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 21.696 casos e 1.825 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 7.944 casos e 677 óbitos. O estado que no momento registra menos notificações é Tocantins, com 67 casos e duas mortes.

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Pessoas acima de 60 anos se enquadram no grupo de risco, mesmo que não tenham nenhum problema de saúde associado. Além disso, pessoas de qualquer idade que tenham comobirdades, como cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal, imunodepressão, obesidade, asma e puérperas, entre outras, também precisam redobrar os cuidados nas medidas de prevenção ao coronavírus.

Covid-19: Brasil registra 61.888 casos e 4.205 mortes, o MA é 6º em número de casos confirmado

 

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Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde registrou 61.888 casos de coronavírus no Brasil e 4.205 mortes até às 14h deste domingo (26), segundo informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 3.379 novos casos e 189 novos óbitos.  Todos os estados brasileiros registram casos e mortes por coronavírus. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 20.715 casos e 1.700 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 7.111 casos e 645 óbitos.

No Maranhão o número de novos casos chegaram a 187, contaminados já somam 2410 caso, 125 óbitos. Casos descarados são 67 e pessoas recuperadas 463.

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Hospitais Particulares no MA não tem mais como atender pacientes de Covid-19

 

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A situação de atendimento aos infectados pelo novo coronavírus no Maranhão tende a se agravar ainda mais nos próximos dias. Alguns dos principais hospitais particulares já informaram que já não tem mais capacidade de atendimento de pacientes com vírus.

O governador Flávio Dino confirmou a informação e demonstrou que está preocupado com a demanda que terá que ser absorvida pela rede pública de saúde.

“Importantes hospitais privados do Maranhão informam que não tem mais capacidade de atender pacientes de coronavírus. Isso vai sobrecarregar ainda mais a rede pública. No que depender do governo do Estado, seguirei a política de ampliação ao máximo que eu puder”, lamentou Flávio Dino.