Maranhão foi o 2º no NE com melhor resultado na balança comercial

O Maranhão teve o segundo melhor resultado na balança comercial de 2020 em todo o Nordeste, com saldo de US$ 1,39 bilhão.

Mesmo estados com economias maiores que o Maranhão não atingiram resultado melhor. Só a Bahia conseguiu desempenho melhor no Nordeste, com US$ 2,9 bilhões. 

O saldo é a diferença entre o que foi exportado e o que foi importado no mesmo período.

É importante ter um saldo positivo na balança comercial porque isso significa uma economia competitiva. Entre todos os estados brasileiros e o Distrito Federal, 16 tiveram saldo positivo e dez foram negativos.

Maranhão é destaque em investimentos em obras e serviços

O Maranhão foi o Estado do Nordeste com o maior percentual de investimentos públicos em 2020, de acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional do Governo Federal.

O índice chegou a 10% em relação à Receita Total, num ano impactado pela pandemia e pela crise econômica. A liderança na região é divida com o Ceará, que também alcançou 10%. 

Levando em conta o país todo, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de investimentos. 

Investimentos públicos representam novos serviços e novas obras para a população. Podem ser estradas, atendimentos de saúde, hospitais e opções de lazer. 

As informações sobre os investimentos estão no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (Foco Estados + Distrito Federal), do Tesouro Nacional, que faz um Raio-X sobre as contas públicas desses entes federativos. 

A secretária de Planejamento e Orçamento do Maranhão, Cynthia Mota Lima, lembra que os investimentos andam de mãos dadas com a responsabilidade fiscal. Ou seja, o Maranhão não gasta mais do que pode. 

“O alto volume de investimentos é fruto da junção de responsabilidade fiscal e responsabilidade social, as duas precisam andar juntas para movimentarmos a economia, gerando renda e oportunidade de emprego para a nossa população”, afirma a secretária. 

Demais estados

Os dois estados que conseguiram percentual acima do maranhense foram Paraná (12%) e Espírito Santo (11%). Ceará e Pará igualaram os 10% do Maranhão e também estão na terceira posição no ranking nacional.

Estudo mostra Maranhão como 2º maior exportador do Nordeste

Em 2020, a participação do Maranhão nas exportações da região Nordeste aumentou, indo de 18,1%, em 2017, para 20,9%. É o que destaca o estudo “Maranhão – perfil e oportunidades de exportação e investimentos 2021”, lançado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Segundo os dados, o Maranhão registra o segundo lugar no ranking de exportação no Nordeste – em âmbito nacional; o estado também apresentou crescimento entre 2017 e 2020, saltando de 1,39% para 1,60%, ficando no 13ª lugar em nível nacional.

O estudo detalha um panorama geral da economia do Maranhão, identificando o potencial exportador do estado a partir da análise das exportações de bens e serviços e do perfil dos investimentos estrangeiros diretos.

De acordo com a Apex-Brasil, as exportações maranhenses totalizaram, aproximadamente, US$ 3,4 bilhões em 2020. No período 2017-2020, as exportações do estado registraram elevação média anual de 3,5%.

Estudo da Apex-Brasil

Na pesquisa da Apex-Brasil, foram identificadas mais de 70 oportunidades específicas, distribuídas em oito complexos, além da seleção de setores com maior potencial para expandir suas exportações no estado.

Maranhão é 1º do NE em Empregos com Carteira Assinada e 4º no Brasil

Com 19.753 novos empregos com carteira assinada em 2020 o Maranhão tem resultado positivo pelo quarto ano seguido.

Em 2017, o saldo positivo tinha sido de 1.221 postos formais. Em 2018, subiu para 9.649. Em 2019, foram geradas 10.707 vagas. E em 2020, foram os 19.753 empregos com carteira assinada. 

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Economia, do governo federal, que mensalmente publica o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 

O Brasil em 2017, teve saldo negativo (-20.832). Em 2018, voltou ao positivo (529.554). Em 2019, cresceu (644.079) e se manteve positivo. Em 2020, também foi positivo (142.690), mas menor que o do ano anterior.

No Nordeste o Maranhão com 18.753 liderou na criação de empregos com carteira assinada em 2020. Em segundo lugar está Ceará, com 18.546. Seguido pala Paraíba (5.152), Alagoas (4.595) e Rio Grande do Norte (1.769), que também tiveram desempenho positivo. 

Quatro Estados registraram saldo negativo: Piauí (-181), Sergipe (-4.475), Pernambuco (-5.163) e Bahia (-5.307).

Nota do IMESC registra saldo de contratações do Maranhão em 2020

O Maranhão é o terceiro estado do Nordeste com maior saldo de contratações formais no período de janeiro a agosto de 2020.

Nos primeiros oito meses do ano, ocorreram 8.350 admissões líquidas, sendo que, desse total, 5.861 foram contratadas só no mês de agosto.

É o que mostra a Nota de Mercado de Trabalho referente a agosto de 2020, publicada nesta terça-feira (27), pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), autarquia vinculada à Secretaria de Programas Estratégicos (SEPE).

A Nota da destaca ainda o contraste do Maranhão em relação ao Brasil.

Enquanto o estado implicou em um crescimento de 1,74% no estoque do emprego celetista em 2020, o país perdeu 850 mil vínculos com carteira assinada.

Já em termos de crescimento de empregos, o estado ocupa a sexta posição no Brasil, e o terceiro do Nordeste.

O Ministério da Economia destaca o Maranhão como o quinto estado do país e o primeiro do Nordeste com maior alta na quantidade de abertura de empresas no segundo quadrimestre de 2020.

As Médias e Grandes Empresas foram as principais responsáveis pela geração de emprego no estado do Maranhão para esse período, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

Maranhão é o 3º em criação de empregos com carteira assinada em 2020

O Maranhão criou 5.861 empregos com carteira assinada no mês de agosto. Foi o terceiro mês seguido de geração de novas vagas formais, mesmo com a crise econômica nacional.

No acumulado do ano de 2020, entre janeiro e agosto, o Maranhão é o terceiro estado em todo o Brasil que mais criou empregos novos. O saldo é de 8.350 vagas geradas com carteira assinada.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo governo federal.

Apenas Mato Grosso e Pará conseguiram desempenho melhor que o do Maranhão entre janeiro e agosto deste ano

O Maranhão é o único estado do Nordeste que conseguiu gerar novas vagas no acumulado de 2020.

O cenário maranhense também é bem diferente da média nacional. De janeiro a agosto de 2020, o Brasil perdeu 850 mil empregos com carteira assinada.

Aprovação do governo Bolsonaro caiu no Nordeste após viagens à região

Pesquisa PoderData mostra que a estratégia do presidente Bolsonaro de intensificar a agenda no Nordeste não funcionou na avaliação do governo na região.

A aprovação do governo Bolsonaro no Nordeste, que estava crescendo, caiu 8 pontos percentuais. Passou de 48% para 40% em relação de acordo com o último levantamento realizado em agosto.

A desaprovação ficou em 50% –variação positiva, dentro da margem de erro. As taxas estão abaixo da avaliação nacional: 51% aprovam o governo Bolsonaro e 41% desaprovam. Aqui mais informações no Poder 360

Márcio Jerry e Eliziane protestam contra retirada de R$ 83,9 milhões do Bolsa Família

 

O presidente Jair Bolsonaro retirou cerca de R$ 83,9 milhões, que seriam destinados ao Bolsa Família e beneficiariam cerca de 70 mil famílias, agora serão utilizados para bancar propaganda do governo.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), classificou de inacreditável a medida do governo Bolsonaro, “retirar R$ 83,9 milhões do Bolsa Família para gastar com propaganda”, questionou a senadora. O benefico atenderia famílias da Região Nordeste.

Já o deputado federal, Márcio Jerry, resaltou que o governo Bolsonaro faz questão de demonstrar todos os dias seu desprezo pelo povo.

A medida de certa forma não surpreendeu, uma vez que tem sido recorrente reclamações de falta de atenção do governo Bolsonaro, com o Nordeste. O presidente Bolsonaro perdeu a disputa eleitoral de 2018, nos nove estados da Região. Após assumir a presidência declarou ‘guerra’ aos governadores.