Yglésio Moisés tenta esclarecer repercussão sobre pré-candidatura do PDT em São Luís

 

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Senador Werverton e o deputado estadual Yglésio Moisés

O deputado estadual Yglésio Moisés usou as redes sociais nesta segunda-feira (9), para dizer que será candidato à prefeitura de São Luís. A atitude de Yglésio é uma reação à repercussão da entrevista coletiva do senador Weverton, que ratificou o nome do  vereador Osmar Filho, como pré-candidato do PDT à prefeitura de São Luís em 2020.

Nota de esclarecimento

Sobre as recentes notícias veiculadas em blogs, de que o presidente do PDT-MA, o senador Weverton, “veta” a minha saída do partido, venho fazer algumas considerações, após conversar com o mesmo na sede do PDT, às 11:35 do dia 09/09/2019:

1- Nunca discuti no partido a legitimidade da candidatura do vereador Osmar Filho, até por acreditar que o mesmo tem buscado condições políticas dentro da legenda para pleitear a sucessão de Edivaldo Holanda Jr.

2- Minhas declarações prévias nunca apontaram para qualquer possibilidade de disputa interna no PDT , contra quem quer que seja.

3- É legítima, não apenas para mim, mas como para qualquer filiado, a possibilidade de buscar viabilizar seu projeto de pré-candidatura a qualquer cargo que seja.

4- Não aparece, em nenhum momento do vídeo, a declaração de que Weverton “veta” minha saída do PDT. O mesmo, em nossa conversa reservada, como democrata que é, em nenhum momento colocou empecilho a uma eventual mudança de partido minha, caso eu consiga viabilidade.

5- Nunca fui homem de embarcar em projetos sem viabilidade, nem de forçar situações, muito menos de impor constrangimentos a outrem no curso de minhas relações políticas. Porém, é inegável que há no pleito que se avizinha a oportunidade aberta para aqueles que de fato querem discutir soluções para a cidade.

6- Tenho apreço ao PDT e à sua história, porém considero legítimo também colocar meu nome à disposição de São Luís e é com esse mesmo apreço, misto de admiração e respeito, como alguém que quer sempre somar e jamais atrapalhar, que considero a possibilidade de encontrar outra casa partidária.

7-Reafirmo minha pré-candidatura, pois estamos em um momento pré-eleitoral, onde a população deve ter a oportunidade de a valiar os melhores projetos, mandatos, biografias e na eleição escolher o que melhor convier para o futuro da cidade.

Cordialmente,
Dr. Yglésio, deputado estadual pelo PDT Maranhão

‘CPI das Transferências no Curso de Medicina em Caxias’ já tem 15 assinaturas

 

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Deputados Yglésio Moisés (PDT) e César Pires (PV) denunciaram transferências para Curso de Medicina de Caxias/Foto: Reprodução

Foi denunciado na Assembleia Legislativa do Maranhão na manhã desta quarta-feira (28), ‘transferências suspeitas’ de universitários que estudam medicina em países como  Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai para o curso da UEMA (Universidade Estadual do Maranhão) em Caxias.

O caso chegou ao conhecimento dos parlamentares a partir de relatos de estudantes, professores e lideres estudantis. Segundo a denuncia, as prováveis irregularidades nas transferências estariam causando prejuízos ao curso e revolta na instituição.

Após ser tornado público através da tribuna da Assembleia pelos deputados Cesar Pires (PV) e Yglésio Moisés (PDT) foi solicitado a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que de imediato obteve 15 assinaturas, suficiente para ser protocolado junto à mesa diretora do Poder Legislativo Estadual.

O autor do pedido da CPI é o deputado Yglésio, que também é médico. De acordo com ele, o curso de medicina em Caxias tem capacidade para cerca de 35 vagas, mas já foram autorizadas 17 transferências. O objetivo da comissão será esclarecer como está se dando esse processo.

“Quando você tem 17 decisões no mesmo sentido, quando você tem todas as medidas liminares concedidas pelo mesmo magistrado em Caxias, que tem três Varas Cíveis.., nós começamos aqui a ver problema no curto horizonte”, disse Yglésio ao defender a CPI.

As transferências estão sendo autorizadas através de liminares determinadas pela Justiça em Caxias. Os beneficiados são brasileiros que cursam medicina em universidades particulares estrangeiras.