O Maranhão está no estudo de viabilidade econômica da empresa americana Oil Group, destinado à construção de quatro maiores refinarias do total de seis unidades planejadas para o País, com investimento total de US$ 2 bilhões.
As tratativas acontecem desde 2017 e no fim do ano passado representantes do governo do Maranhão estiveram na França para conhecer e debater pessoalmente a viabilidade do projeto com representantes da empresa.
As unidades maiores terão capacidade de 20 mil a 30 mil barris diários e serão instaladas próximas a portos. As duas menores terão capacidade de 3 mil a 5 mil barris diários, próximas à produção terrestre de petróleo.
O projeto do Oil Group já está avançando no Rio de Janeiro, no Porto do Açu e será executado pela Entrepose e Axens, onde o grupo busca reproduzir a mesma estrutura no Maranhão e Espírito Santo. A quarta e as duas unidades menores ainda não possuem localização, mas os estudos estão entre a Bahia e Sergipe.
Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), mais de 85 mil servidores públicos estaduais e municipais receberam o Auxílio Emergencial irregularmente no Maranhão.
Uma ferramenta foi desenvolvida para idenficar os servidores que receberam indevidamente o benefício.
“.. a gente tem 84 pessoas que receberam e tem salários acima de R$ 9 mil reais, nos cargos que ocupam. Então são pessoas que não deveriam receber o benefício porque estão trabalhando, e ainda, tem salário no nível elevado para os padrões maranhenses. Temos 54 nomes de advogados e procuradores em cargos públicos no estado e muncípios que também receberam o auxílio..”, disse Leylane Maria Silva, superintendente da CGU no Maranhão, à TV Mirante.
Os gestores estaduais e municipais serão notificados para que acionem os servidores que constam na lista de recebimento indevido, para que prestem as devidas explicações sobre o ocoriido e também devolvam o benefício de R$ 600 reais.
Aqueles que constam na lista e tiveram os nomes utilizados indevidamente terão que apresentar denúncia da irregularidade.
O levantamento realizado pela CGU e os TCEs detectou pagamento indevido nos 26 estados e o Distrito Federal. Mais de 317 mil funcionários públicos receberam o benefício o que representou prejuízo aos cofres públicos de R$ 222,987 milhões. Aqui mais informações
vereador Carlos Bolsonaro e o presidente Bolsonaro/Foto: Reprodução
O vereador Carlos Bolsonaro, um dos filhos mais influentes e ativos defensores do presidente e seu governo cobrou os líderes dos outros poderes solidariedade ao presidente Jair Bolsonaro.
Após Bolsonaro informar que estava com suspeitas de covid-19, e que teria realizado um exame, milhares de pessoas passaram desejar sua ‘morte’ nas redes sociais.
“.. pessoas pedindo a morte do chefe do Executivo neste momento deveria ser motivo de solidariedade imediata dos líderes dos outros poderes..”, disse Carlos Bolsonaro.
A imensa quantidade de pessoas pedindo a morte do chefe do Executivo neste momento deveria ser motivo de solidariedade imediata dos líderes dos outros poderes, mas o que vemos novamente é a seletividade da indignação e ninguém chama os tais “desumanos” de robôs. Não terão êxito!
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) July 7, 2020
O presidente Bolsonaro, 65 anos, disse ao repórter Leandro Magalhães da CNN Brasil, nesta segunda-feira (6), que está com 38 graus de febre e sintomas de Covid-19.
Ele é do grupo de risco e já fez um teste no Hospital das Forças Armadas em Brasília, que deverá sair até 12h desta terça-feira (7). Bolsonaro suspendeu agendas.
O padre da cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, que, durante a missa, chamou Jair Bolsonaro de “bandido” e disse que quem votou nele deveria se confessar (assista aqui) divulgou uma extensa nota sobre o episódio.
Edson Adélio Tagliaferro afirmou que sua fala no vídeo que viralizou está “descontextualizada” e contou como estava se sentindo naquele dia:
“É bom que saibam reconhecer no padre um ser humano que também sofre as incoerências da vida, tem suas lutas interiores e desafios exteriores a enfrentar. Naquele dia específico, eu tive uma conversa acalorada com uma apoiadora do presidente da República. Isso talvez tenha sido decisivo para o ocorrido.” (O Antagonista)
De acordo com Site G1 a mulher que apareceu em uma reportagem do Fantástico, ofendendo um fiscal da Prefeitura do Rio durante uma inspeção na região da Barra da Tijuca, foi demitida na manhã desta segunda-feira (6), da empresa onde trabalhava por causa do episódio.
No fim de semana, Flávio Graça, superintendente de Inovação, Pesquisa e Educação em Vigilância Sanitária, Fiscalização e Controle de Zoonoses da Prefeitura do Rio de Janeiro, foi ofendido por um casal durante uma fiscalização.
“Cidadão não, engenheiro civil, formado, melhor do que você”, disse a mulher a um fiscal da Vigilância Sanitária.
A mulher que aparece ofendendo o fiscal foi demitida da TAESA, empresa privada da área de energia. De acordo com a empresa, o comportamento da ex-funcionária é incompatível com a da empresa.
NOTA DE POSICIONAMENTO OFICIAL
A TAESA é uma companhia comprometida com a segurança e a saúde não apenas de seus empregados, mas também com o bem-estar de toda a sociedade. Desde o início da pandemia da Covid-19, a Taesa implementou inúmeras iniciativas para proteger a saúde de seus profissionais e seus familiares, como o home-office para 100% do seu quadro administrativo, e a adoção de diversas outras medidas de proteção para as equipes que operam em campo.
A companhia não compactua com qualquer comportamento que coloque em risco a saúde de outras pessoas ou com atitudes que desrespeitem o trabalho e a dignidade de profissionais que atuam na prevenção e no controle da pandemia.
A TAESA tomou conhecimento do envolvimento de uma de suas empregadas em um caso de desrespeito às leis que visam reduzir o risco de contágio pelo novo coronavírus e compartilha a indignação da sociedade em relação a este lamentável episódio, sobretudo em um momento no qual o número de casos da doença segue em alta no Brasil e no mundo.
A TAESA ressalta que segue respeitando o isolamento e as mais rigorosas regras de prevenção ao coronavírus e que a empregada em questão desrespeitou a política vigente na empresa. Diante dos fatos expostos, a TAESA decidiu por sua imediata demissão.
O governador, Flávio Dino, um dos principais opositores e críticos do governo Bolsonaro, é também um dos nomes mais fortes da oposição para 2022.
Em entrevista ao Correio Brasilênse, disse que a oposição precisa abdicar divisões do passado e adotar um discurso de soluções para os graves problemas do país.
“Precisamos ter uma mensagem unificada, agora, para facilitar a busca de um discurso único para 2022. Porque, se não criarmos um clima positivo no atual momento, chegaremos nas eleições com um nível tal de animosidade, de mágoa, que prejudicará o diálogo”, indicou o governador maranhense”, disse Dino.
O ex-juiz da Lava Jato e pré-candidato a presidente, Sérgio Moro, disse na GloboNews que depoimento de Lula no processo do triplex, se deu em um “ringue” de boxe, o que passou ser visto como ‘confissão’ da falta de imparcialidade do então juiz.
Como se sabe Lula foi condenado e preso ficando fora das Eleições de 2018, vencidas por Jair Bolsonaro, cujo o ministério da Justiça do seu governo foi ocupado por Moro, ex-juiz da Lava Jato e que condenou Lula.
CONFISSÃO:
Em entrevista para a Globo News, no último domingo, o e-juiz e ex-ministro de Bolsonaro confirmou que tratava @LulaOficial como adversário em uma luta de boxe. É urgente que o processo conduzido por Moro seja anulado por quebra de imparcialidade. pic.twitter.com/RL9W6FxcXI