Nomeação de Kassio Nunes Marques no STF é publicada no Diário Oficial da União

A nomeação do desembargador Kassio Nunes Marques como ministro do Supremo Tribunal Federal foi publicada há pouco em edição extra do Diário Oficial da União.

Marques foi aprovado pelo Senado nesta quarta-feira (22/10) com 57 votos favoráveis e dez contrários.

O piauiense de 48 anos ocupará a cadeira do ministro Celso de Mello, recém-aposentado. É o primeiro indicado por Jair Bolsonaro para a Corte. (Conjur)

Dino destrói boato sobre ‘negação de segurança’ a Bolsonaro em Balsas no MA

O governador Flávio Dino (PCdoB), reagiu rápido ao boato de que teria negado segurança ao presidente Bolsonaro, em Balsas, região Sul do Maranhão.

Dino ao tomar conhecimento da informação, contestou a ‘negativa de segurança’ ao presidente, e classificou o ocorrido de mentira e irresponsabilidade.

“Alguns irresponsáveis estão mentindo à população de Balsas sobre o cancelamento de uma suposta visita de Bolsonaro à cidade. Não houve nenhuma negativa de segurança a ele. Gostaria que mostrassem o documento que provaria a fantasiosa versão”, alertou o governador do Maranhão.

O governador do Maranhão voltou se posicionar nas redes sociais, ainda na noite de ontem, para em tom de indignação mostrar de onde surgiu o boato e cobrar provas.

“..descobrir que a mentira de que eu neguei segurança a Bolsonaro em Balsas partiu dele próprio..”, destacou Dino no twitter.

Ciro e Lula ameaçam mais Bolsonaro do que Doria e Huck em 2022

Para líderes no Congresso Nacional ouvidos pela nova edição do Painel do Poder, ferramenta do site Congresso em Foco, as chances de Bolsonaro (sem partido) se reeleger em 2022 cresceram.

Os nomes mais fortes contra ele são Ciro Gomes (PDT) e Lula (PT).

O apresentador de TV e empresário Luciano Huck e o ex-juiz e ministro Sérgio Moro empataram na quarta posição, em quinto está João Dória (PSDB). Aqui mais detalhes sobre o levantamento

Dino e Eliziane criticam Bolsonaro por desautorizar compra da vacina Chinesa Chinovac

O presidente Jair Bolsonaro incomodado com o lucro político do governador de São Paulo, João Dória (PSDB), pré-candidato a presidente em 2022, desautorizou nesta quarta-feira, dia 21, o ministério da Saúde, comprar a vacina chinesa Chinovac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

A decisão de Bolsonaro ocorre um dia após o ministro Pazuello, anunciar a compra de 46 milhões de doses da vacina junto ao governo de São Paulo.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que ontem participou da reunião dos governadores com o ministério da Saúde, para tratar das vacinas, reagiu à decisão do presidente Bolsonaro, dizendo que ele só pensa em “palanque e guerra”. Ele também defendeu que os governadores procurem o Congresso Nacional e a Justiça, para garantir o aceso da população à vacina.

“Bolsonaro agora quer fazer a “guerra das vacinas”. Só pensa em palanque e guerra. Será que ele não quer jogar War ou videogame com Trump ? Enquanto jogasse, ele não atrapalharia os que querem tratar com seriedade os problemas da população(..) Não queremos uma nova guerra na Federação. Mas, com certeza os governadores irão ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário para garantir o acesso da população a todas as vacinas que forem eficazes e seguras. Saúde é um bem maior do que disputas ideológicas ou eleitorais”, destacou Dino no twitter.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), também lamentou a decisão do governo Bolsonara. Para ela, é ‘estupidez’ e ‘irresponsabilidade’ desprezar e politizar uma vacina eficaz só por causa do país que produz.

“A decisão de desautorizar o Ministério da Saúde a comprar a vacina chinesa contra o Coronavírus beira a estupidez. Desprezar uma vacina eficaz apenas em razão do país q/ a produz é menosprezar a vida. Queremos a cura da doença. Politizar saúde pública é irresponsabilidade”, disse Eliziane.

O presidente Bolsonaro não esconde de ninguém sua prioridade com as eleições 2022. Ele é o próprio ‘pragmatismo político’ em nome da permanência no poder’.

“.. juiz da Suprema Corte não pode ser objeto de negociações políticas..”, diz grupo Muda Senado

O grupo de senadores que integram o  Muda Senado emitiram nota contra à indicação do desembargador Kássio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal.

Marques foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir a vaga do ministro Celso de Mello, que se aposentou na semana passada.

NOTA PÚBLICA DO GRUPO MUDA, SENADO

Recentemente o Presidente da República indicou para tomar assento como Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) o desembargador federal Kassio Nunes Marques. Nós Senadores da República, abaixo assinados, queremos registrar publicamente nossos votos contrários a essa indicação. A escolha de um juiz da Suprema Corte de um país não pode ser objeto de negociações políticas. Um magistrado deve apenas seguir sua consciência e a Constituição Federal. Defendemos o início do cumprimento de pena após decisão judicial em segunda instância, o fim do foro privilegiado, a independência dos poderes, o combate intransigente à corrupção e o respeito absoluto à Constituição Federal. Queremos manifestar também nossa posição contrária à reeleição dos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, vedação que é absolutamente clara na Constituição Federal, no seu artigo 57, parágrafo quarto. Respeitando as posições divergentes, queremos registrar nosso posicionamento de forma clara e transparente.

Atenciosamente,

Alessandro Vieira (Cidadania-SE)

Styvenson Valentim (Podemos-RN)

Lasier Martins (Podemos-RS)

Jorge Kajuru (Cidadania-GO)

Reguffe (Podemos-CE)

Eduardo Girão (Podemos-CE)

(Com informação do Congresso em Foco)

Senador pego com ‘dinheiro na cueca’ amplia afastamento para filho assumir mandato

Em caráter irrevogável e sem vencimentos o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), que nesta terça-feira, dia 20, incialmente anunciou que se afastaria do mandato por 90 dias, ampliou para 120.

A medida busca reduzir desgaste do senado e do próprio parlamentar, que tenta se livra de uma possível cassação. A decisão também influencia em procedimentos na Comissão de Ética do Senado e no STF.

O suplente do senador Chico Rodrigues, é o próprio filho, Pedro Arthur, que em sendo mantido o tempo inicial 90 dias de afastamento, não poderia assumir o mandato do pai.

R$ 77 mi de verbas da Covid-19 já foram gastos com passagens e diárias

O governo Bolsonaro gastou R$ 77,3 milhões com passagens, diárias e despesas com locomoção, durante a pandemia do coronavírus.

É o que revela matéria do site Metrópole a parti de um levantamento junto ao painel Monitoramento dos Gastos da União com Combate à Covid-19.

O maior gasto ocorreu na rubrica “Passagens e despesas com locomoção”, responsável por R$ 66,1 milhões. Foram R$ 44,3 milhões de meios de transporte, R$ 20 milhões em passagens para o exterior e R$ 1,1 milhão em passagens nacionais. (Informações Metrópoles)

“..acabar com a corrupção seria como auto-extermínio..”, Dino sobre Bolsonaro

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB), comentou nas redes sociais a operação da PF de ontem, terça-feira, dia 14, onde um dos alvos foi o vice-líder do governo Bolsonaro no Senado.

O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), foi flagrado com ‘dinheiro nas nádegas’, como informou a revista Crusoé.

Para Dino, o episódio envolvendo a suspeita contra o senador, em desvios de recursos destinado ao combate ao coronavirus, mostra a corrupção nos ‘círculos íntimos’ do governo Bolsonaro.

“.. a corrupção está, sempre bem perto dele.., Bolsonaro acabar com a corrupção seria uma espécie de auto-extermínio..”, .