Movimento Negro que reúne 150 organizações protocola nesta quarta-feira (12), um pedido de impeachment de Jair Bolsonaro.
O documento acusa Bolsonaro de cometer crimes de responsabilidade contra a vida da população negra e suas comunidades.
Além da Coalizão do Movimento, apoam a iniciativa 600 entidades e instituições de todo o país, entre elas, trabalhadores e trabalhadoras domésticas, saúde, informais, plicativos, construção civil e cultura e religião.
247 – Enquanto o país ultrapassa os mais de 100 mil óbitos em decorrência da Covid-19, o governo Jair Bolsonaro, sem ministro da Saúde, prepara uma lista para relacionar governadores e prefeitos com as regiões com maiores índices da doença.
De acordo com reportagem do jornal O Globo, o nome do aliado Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, foi omitido.
No entanto, o documento que O Globo teve acesso mostra que há um “top 5” de locais com mais “novos casos” e “novos óbitos”.
Ao lado dos indicadores, vem o nome dos cinco chefes do Executivo estadual respectivos, começando por João Doria, governador de São Paulo e adversário político de Bolsonaro.
O documento foi elaborado pela Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República usando dados do Ministério da Saúde justamento do último sábado, dia em que o Brasil ultrapassou os 100 mil mortos pela Covid-19.
O vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA) questionou a validade da manutenção da prisão domiciliar de Fabrício Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar.
“Queiroz mentiu sobre cheques para Michelle Bolsonaro. E aí, continuará ‘premiado’ com a prisão domiciliar ou voltará para a cadeia? A dúvida, com resposta mais lógica para a volta à cadeia, deixou Bolsonaro insone desde a revelação dos novos cheques”, afirmou Márcio Jerry.
Queiroz e Márcia são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) de operacionalizar o esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho do presidente, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, quando este ainda exercia o cargo de deputado estadual.
Na sexta-feira a revista Crusoé revelou que, após a quebra de sigilos, o casal depositou 27 cheques que somam R$ 89 mil (valores não corrigidos) em nome da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, entre janeiro de 2011 e dezembro de 2017.
O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírua, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.
O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, usou as redes sociais para lamentar a triste e trágica marca que também é simbólica, para informar luto no Congresso Nacional, em respeito aos mortos e seus famíliares. Vários políticos se manifestaram nas redes sociais.
“Hoje (8/08/2020) é um dos dias mais tristes da nossa história recente. O Brasil registra 100 mil vidas perdidas para a covid-19. O Congresso Nacional decreta luto oficial de 4 dias em solidariedade a todos os brasileiros afetados pela pandemia e às vítimas desta tragédia.”, Davi Alcolumbre, presidente do Senado.
“Hoje o nosso país vive um marco muito triste: 100 mil mortes por coronavírus.100 mil famílias estão de luto. Resultado da união de um vírus letal com um governo omisso, que nunca deu importância para o problema. Minha solidariedade a todas as famílias.”, senador Weverton (PDT-MA).
“Quem disse que poucos morreriam ? Quem gerou aglomerações em passeios irresponsáveis ? Quem sabotou uso de máscaras ? Quem debochou das mortes, alegando não ser coveiro ? Quem divulgou remédios “milagrosos”, sem ser médico ? São as perguntas do Tribunal da História para Bolsonaro.”, governador Flávio Dino.
“100 mil mortos por covid no Brasil. 10 mil mortos só na cidade de São Paulo. Enquanto os governos não se sensibilizarem com a dor de cada uma dessas famílias evitando novos casos, não dá pra simplesmente tocar a vida como Bolsonaro quer fazer parecer.”, Guilherme Boulos.
O governador Flávio Dino agradeceu nas redes sociais neste sábado (8), aos presidentes Lula e Dilma, pela realização do sonhho das 256 famílias contempladas com apartamentos do Residencial José Chagas, que moravam em palafitas na Ilhinha em São Luís.
A política habitacional que deu oportunidade para milhares de famílias do Maranhão, conseguissem a casa própria, foi criado nos governos Lula e Dilma, através do PAC e o programa “Minha Casa, Minha Vida.
Os recursos e autorização são do governo federal e executado pelos governos estaduais.
Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA)/Foto: Reprodução
O deputado federal Márcio Jerry, líder do PCdoB na Câmara, defendeu, nesta quinta-feira (6), uma reforma tributária que seja mais “justa e solidária”, em substituição ao atual modelo, que taxa os mais pobres e isenta os mais ricos ricos.
Em 2019, PCdoB, PT, PSOL, PDT, PSB e Rede já haviam apresentado uma proposta sobre o assunto ao país e pretendem, neste ano, levar o debate adiante no Congresso Nacional.
“Nós defendemos uma reforma tributária justa, solidária e sustentável. O objetivo é taxar bens de luxo, grandes fortunas, cobrar imposto sobre grande-heranças, como acontece em países como os Estados Unidos, por exemplo. É preciso taxar o patrimônio dos super-ricos, não bens de consumo”, definiu o parlamentar.
A comissão especial mista encarregada de analisar as propostas reuniu-se nesta semana, pela primeira vez, desde que o Congresso recebeu um projeto do governo federal. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), já declararam que pretendem aprovar a medida até o fim deste ano.
Hoje durante lançamento da campanha “Taxar os super-ricos para reconstruir o país”, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), destacou que quando se fala em “progressividade” da carga tributária, a classe média é levada a crer que seria impactada com aumentos de impostos. Não é o caso da proposta de Reforma Tributária Justa e Solidária.
“Estamos tratando dos super-ricos, aqueles que realmente detêm grandes patrimônios. Na verdade, a nossa proposta protege a classe média brasileira e o mercado interno. E garante condições fiscais para a retomada de um ciclo de prosperidade no Brasil”, destacou o governador. Dino afirmou que, no seu estado, zerou impostos sobre a venda de motos populares, enquanto elevou as alíquotas que incidem sobre grandes heranças.
O presidente Jair Bolsonaro continua liderando a corrida eleitoral para a presidência em 2022. Em levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), realizado pelo site Poder 360, Bolsonaro aparece ainda com ampla vantagem em relação a Fernando Haddad (PT), segundo colocado.
Bolsonaro tem 38% seguido por Haddad com 14%, em seguida, na terceira posição está Sérgio Moro com 10%, o quarto é Ciro Gomes (PDT), com 6%.
Os outros que pontuam na sequência da pesquisa são: Luiz Henrique Mandetta com 5%; o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 4%; e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), com 3%.
Brancos e nulos somam 12%, enquanto 8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
O ministro da Saúde, Hamad Hassan, informou a jornalistas do lado de fora de um hospital que pelo menos 50 pessoas morreram em decorrência da explosão.
Além disso, o incidente deixou, por enquanto, 2.750 mil feridos, que estão sendo encaminhados para hospitais da cidade.
Os números sofrem atualização em tempo real e tendem a crescer ainda mais de acordo com o andamento do trabalho das autoridades locais.
O primeiro-ministro Hamad Hassan confirmou à imprensa local que a expectativa é que o balanço de mortos e feridos suba ao longo do dia. Continue lendo aqui no uol