‘STF encerra triste capítulo do Direito no Brasil’, Dino sobre parcialidade de Moro

O ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), nas suas redes sociais na noite desta terça-feira, dia 23, classificou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, em processo contra o ex-presidente Lula, decido pela 2ª turma do STF, como o fim de “um triste capitulo da história do Direito no Brasil”.

Com a mudança do voto da ministra Cármen Lúcia dado em 2018, o placar contra o ex-juiz federal Sergio Moro no processo de suspeição pelo julgamento em que condenou o ex-presidente Lula no caso do tríplex no Guarujá.

Com isso, se formou maioria na 2ª turma do STF, por 3 a 2, com os votos de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowisk e Cármem Lúcia pela suspeição contra os votos de Edson Fachin e Kassio Nunes.

STF retomará julgamento da suspeição de Moro em processo de Lula

Do Uol

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Nunes Marques devolveu hoje para julgamento pela Segunda Turma a análise do processo que pede a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

De acordo com o sistema eletrônico da Corte, o tema foi incluído na pauta para ser julgado ainda nesta terça-feira (23).

Em 9 de março, o ministro pediu vista no processo que analisa parcialidade de Moro durante na condenação do ex-presidente Lula (PT), do tríplex no Guarujá.

O placar no julgamento sobre a suspeição de Sérgio Morro está empatado em 2 a 2.

Especializada da Polícia registra 405 ocorrências de injúria racial em 2020

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a cada 10 pessoas assassinadas, sete são negras. No Maranhão a Polícia Civil possui, na capital, uma delegacia especializada no atendimento a esse tipo de delito.

“A principal dificuldade na investigação de tais crimes consiste na coleta de provas, pois, muitas vezes, o crime é praticado sem testemunha presente. De qualquer forma, todos os casos que nos chegam, sejam mais fáceis ou mais difíceis de apurar, têm completa investigação, sobretudo, em razão de sua gravidade, pois atinge valores e princípios fundamentais, como a igualdade entre todas as pessoas e a dignidade da pessoa humana” destaca o delegado Agnaldo Carvalho.

No estado em 2020 foram registrados 405 ocorrências de injúria racial; em 2021, até março foram registradas 98 ocorrências pela Polícia Civil.

Na Especializada foram 15 registros em 2020 e oito registros em 2021, do crime de racismo, definido no art. 20, caput, da Lei nº 7716/89, que define: “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.

É comemorado em 21 de março, o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. O crime de racismo é uma prática comum, a cada 10 pessoas assassinadas, sete são negras.

Petistas chamam Bolsonaro de ‘genocida’ e são presos em Brasília

Cinco militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) foram presos nesta quinta-feira (18), em Brasília, após estenderem uma faixa contra o presidente Bolsonaro (sem partido) e com a palavra “genocida” escrita.

De acordo com o deputado federal Alencar Santana Braga (PT-SP), eles foram presos na Praça dos Três Poderes. Durante toda a manhã o paradeiro dos detidos era desconhecidos. “Nós fomos em 5 DPs, estamos tentando idenfiticar onde eles estão, mas até agora não se achou. Isso é um absurdo”, declarou o deputado Alencar à Fórum.

Dos cinco manifestantes presos, já se sabe a identidade de dois: Rodrigo Pilha e Guilherme Martins.

Informações mais recentes dão conta de que os militantes foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional e que teriam sido levados para a Polícia Federal. Os deputados Alencar e Natália Bonavides (PT-RN) estão a caminho da PF e vão acompanhar o caso de perto. (Revista Forum)

TSE descarta advogado para vaga no TRE-MA por agressão a Flávio Dino

Hora do Povo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  por maioria 6 a 1 e com base no voto do ministro Alexandre de Moraes, rejeitou a indicação do advogado Roberto Charles de Menezes Dias para integrar a vaga destinada aos advogados como desembargador eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado do Maranhão.

Pesou no voto do ministro Alexandre de Moraes, apoiado pelos ministros Luís Felipe Salomão, Mauro Campbell, Tarcísio Vieira, Sérgio Banhos e Luís Roberto Barroso, vencido o voto do relator, ministro Edson Fachin, o fato do candidato à vaga no TRE-MA ter se manifestado, em suas contas em redes sociais, com acusações agressivas contra o governador do Estado do Maranhão, Flavio Dino, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Conselho Federal da OAB e o Ministério Público.

Nessas manifestações, o advogado pleiteante à vaga de desembargador, revela falta de respeito, civilidade, tendo se referido ao governador Flavio Dino  como “comunista” e “porco” em razão das ações do governo estadual para garantir  medidas de proteção à saúde pública na maior crise sanitária vivida pelo país. 

Com isso, o advogado, um notório bolsonarista, evidenciou falta de imparcialidade, requisito para escolha e nomeação, após ter sido escolhido para integrar a lista tríplice.

O voto do ministro Alexandre de Moraes foi contundentemente expressivo na rejeição ao candidato pelas agressões que proferiu contra o governador maranhense e em defesa da política negacionista operada por Bolsonaro no país frente à pandemia.

Ao se manifestar sobre o episódio, Luciana Santos, vice-governadora de Pernambuco e a presidente nacional do PCdoB, partido do governador Flávio Dino, afirmou que “se um dia virasse jurisprudência firme, teríamos mais qualidade na vida institucional do país”.

‘Suspeição de Moro é apenas nos casos envolvendo Lula’, diz Gilmar Mendes

Da Band

O ministro do STF, Gilmar Mendes, disse durante entrevista ao programa Canal Livre na Band, na noite de ontem, domingo dia 14, que se acontecer a suspeição do ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, nos processos de Lula, os outros casos alvos da operação não serão anulados.

“Estamos tomando uma decisão só na esfera penal e só no caso Lula, não tem repercussão direta sobre os outros casos. Vamos ter que examinar, se é que isto virá ao Tribunal, outros casos relativos à Lava Jato e às punições que ocorreram. Estamos aqui tratando exclusivamente do caso Lula. Portanto, as investigações e aquilo que foi presidido pelo juiz Moro é afetado, nada mais do que isso”, disse Gilmar Mendes.

Kássio Nunes pede vista e decisão sobre suspeição de Moro no STF é adiado novamente

O ministro Kássio Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro, pede vista no julgamento de suspeição de Sérgio Moro em processo contra Lula e resultado final fica adiado novamente. Ele alegou desconhecer com profundida o caso.

O julgamento foi retomado nesta terça-feira, dia 9, na 2ª turma do STF, após dois anos. O ministro Edson Fachin ainda tentou adiar, mas sem sucesso sendo vencido por 4 a 1, ele já se posicionou contra a suspeição de Moro.

O ministro Gilmar Mendes, presidente da 2ª turma, em longo e devastador voto entendeu que o ex-juiz Sérgio Moro não foi imparcial. Ricardo Lewandowiski também votou pela suspeição.

Flávio Dino avisou que Moro e Curitiba não eram competentes para processar Lula

Ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), lembrou nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 8, que há muito tempo avisa que o e-juiz Sérgio Moro e a 13ª Vara em Curitiba, não tinham competência para processar e condenar Lula, no âmbito da Lava Jato.

“Há muitos anos, venho sublinhando que esses processos contra o ex-presidente Lula jamais poderiam ter sido julgados em Curitiba. Incompetência processual que pode e deve ser reconhecida a qualquer tempo. Vitória da Constituição. Como ex-magistrado federal, fico muito feliz (..) Ministro Fachin decidiu um habeas corpus proposto em 03/11/2020. Nada de estranho quanto a isso. E aos que estão preocupados com apuração de condutas de Sérgio Moro, há várias outras formas de chegar a esse resultado. Decisão foi correta, de acordo com a Constituição e o CPP”, governador Flávio Dino.

Hoje o ministro do STF, Edson Fachin, anulou as condenações de Lula no caso do tríplex do Guarujá, do sítio de Atibaia, da sede do instituto Lula e das doações ao Instituto Lula.Com a decisão, o ex-presidente volta a ter direitos políticos e pode disputar as eleições.