Parcialidade de Moro e Dallagnol na Lava Jato próximo de ser provada

247 – A defesa do ex-presidente Lula já tem elementos para demonstrar a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol na Lava Jato.

Os diálogos  que fazem parte da Operação Spoofing comprovam que Moro orientou a acusação, o que é proibido por lei, e que a equipe de Dallagnol manteve conversas clandestinas com autoridades dos Estados Unidos e da Suíça – o que também é ilegal.

Trechos das conversas foram publicados, nesta noite, em reportagem da revista Veja.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, determinou nesta quinta-feira, 28, sigilo sobre a ação em que a defesa do ex-presidente Lula conseguiu acesso às mensagens da Lava Jato, vazadas por hackeres, alvos da Operação Spoofing.

O ministro atendeu pedido da defesa do ex-presidente “por haver no material conteúdo considerado sigiloso”.

Ministros do STF estranham medo da entrega das mensagens da Vaza Jato para Lula

A coluna da jornalista Mônica Bergamo na Folha de SP , desta quinta-feira, dia 28, informa que ministros do STF estão surpresos com o pedido do procurador Deltan Dallagnol para que o ex-presidente Lula não tenha acesso às conversas da Vaza Jato, que podem inocentá-lo e demonstrar que foi alvo de perseguição política.

“Na semana passada, o ministro Ricardo Lewandowski determinou a entrega imediata do material a Lula, que pretende usar as mensagens como prova de que sofreu perseguição da Lava Jato. Os procuradores pedem que o ministro reconsidere a decisão —e, em caso negativo, que encaminhe o caso ao plenário do Supremo (..) O pedido, assinado também por procuradores como Januário Paludo e Laura Tessler, causou estranheza entre magistrados: quando comandavam a Lava Jato, os operadores divulgaram mensagens de investigados —e até mesmo conversas privadas da ex-primeira-dama Marisa Letícia com os filhos dela e de Lula. A resistência levantou entre ministros também a percepção de que, embora boa parte das mensagens já tenha vindo a público, a íntegra do conteúdo preocupa os procuradores”, pontua a jornalista.

(Brasil 247)

Senador quer prisão e multa para quem furar fila da vacinação

O senador Plínio Valério (PSDB-AM), apresentou no Senado segunda-feira, dia 25, projeto que torna crime ‘furar fila de vacinação’. A proposta sugere mudança no Código Penal, que estabelece prisão de três meses a um ano e multa.

“A intenção é tipificar o delito fura fila próximo ao da corrupção ativa, onde cabe punição. É um projeto desnecessário se fossemos um país civilizado nesse aspecto (..) Você entrar na frente daqueles que realmente precisam usando sua condição social é uma vergonha. Por isso que também tem que se punir o agente público, os dois tem que ser punidos.”, disse Plínio Valério.

Com inicio da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, o Ministério Público apura a pratica, em pelo menos oito estados.

O Ministério Público do Estado de Pernambuco, publicou ontem segunda-feira, Nota Técnica Criminal n.º 01/2021, em que tipifica 14 crimes pela pratica de furar a ordem de prioridade de vacinação e outras diretrizes relacionadas à campanha nacional de vacinação.

PF, MPF e RF realizam operação “VERNISSAGE” com mandados em São Luís

Do G1

A Polícia Federal, Ministério Público Federal e a Receita Federal, deflagraram nesta terça-feira, dia 12, a 79ª Fase da Operação Lava Jato, denominada “VERNISSAGE”.

Cerca de 70 policiais federais e 10 auditores da Receita Federal cumprem 11 mandados de Busca e Apreensão em Brasília/DF (2), São Luis do Maranhão/MA (3), Angra dos Reis (1), Rio de Janeiro (3) e em São Paulo (2).

O alvo dos mandados em São Luís são cumpridos nos endereços de Márcio Lobão e Edison Lobão Filho, filhos do ex-ministro Edison Lobão. O pai dos investigados não é alvo da operação desta terça-feira.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 13ª Vara Federal em Curitiba/PR.

Durante as investigações da Operação Lava Jato, foi identificada uma Organização Criminosa voltada a fraudar o caráter competitivo das licitações mediante o pagamento de propina a altos executivos da Petrobras, bem como a outras empresas a ela relacionadas, como a Transpetro.

Petrobras e Transpetro foram vítimas dessa organização criminosa. Aqui mais informações

Há indícios de crimes de corrupção, fraudes licitatórias, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

‘Polícias Militares e Civis são órgãos estaduais’, diz Flávio Dino

O governador do Maranhão, Flávio Dino, reagiu nesta segunda-feira, dia 11, sobre a intensão de setores ligados ao presidente Bolsonaro, no Congresso Nacional, em reduzir poderes dos governos estaduais em relação as polícias Civil e Militar, e lembrou que as instituições são ‘órgãos estaduais’.

Segundo Flávio Dino, “..as polícias Militares e Civis, são órgãos estaduais, sendo seus regimes legais estabelecidos pelas Assembleias Legislativas, em obediência ao principio federativo..”.

“Polícias Militares e Civis são órgãos estaduais. Logo, seus regimes legais são estabelecidos pelas Assembleias Legislativas, em obediência ao princípio federativo. E leis sobre organização administrativa e servidores públicos dependem de iniciativa privativa dos governadores”, destacou Dino no twitter.

Ministro do STF intima juiz para liberar conteúdos hackeados para defesa de Lula

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, ordenou nesta segunda-feira, dia 14, que o juiz responsável da 10ª Vara Federal Criminal do DF seja intimado da decisão que concede à defesa do ex-presidente Lula acesso às mensagens apreendidas na chamada operação “spoofing”. 

Lewandowiski determinou o compartilhamento do conteúdo hackeado do celular de autoridades, entre eles, integrantes do Ministério Público Federal no Paraná e do ex-juiz Sergio Moro, no último dia 28, mas foi descumprido por Waldemar Cláudio de Carvalho, responsável pelo plantão da 10ª Vara. Continue lendo aqui no Conjur

Governo e Assembleia lamentam morte da desembargadora Cleonice Freire do TJ-MA

NOTA DO GOVERNO DO ESTADO

O Governo do Maranhão manifesta profundo pesar pelo falecimento da desembargadora Cleonice Freire, ocorrido neste sábado, dia 2 de janeiro de 2021. 

A desembargadora ingressou na Magistratura em 1981 e ocupou, sucessivamente, as comarcas de Alcântara, Santa Inês e Imperatriz. Na capital, foi titular da Vara da Infância e da Juventude. Idealizou, projetou e participou ativamente da criação da “Casa da Criança Menino Jesus”, instituição para abrigar crianças de até dois anos de idade.

Em 2 de outubro de 2013 foi eleita Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, para o biênio 2014/2015. Ao longo de sua gestão priorizou projetos e ações voltados para a promoção dos direitos da Infância e Juventude.

Neste momento de dor e tristeza, o Governo do Estado manifesta as mais sinceras condolências à família, aos amigos e ao Tribunal de Justiça do Maranhão pela perda de um ente querido e de uma magistrada com tantas virtudes.

NOTA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

A Assembleia Legislativa do Maranhão manifesta profundo pesar pelo falecimento da desembargadora e ex-presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Cleonice Freire, ocorrido neste sábado (2), em São Luís.  
 
Nome ímpar no Judiciário maranhense, Cleonice Silva Freire nasceu em Coroatá (MA) e ingressou na Magistratura em 1981. Foi juíza titular das Comarcas de Alcântara, Santa Inês, Imperatriz e São Luís. Exerceu os cargos de presidente, corregedora e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. Em 2013, foi eleita presidente do Tribunal de Justiça para o biênio 2014/2015.
 
Neste momento de tão difícil perda, a Assembleia Legislativa solidariza-se com a família, amigos da desembargadora e com os membros do Judiciário maranhense, prestando condolências e manifestando os mais sinceros pêsames.
 
Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão

Legalizado Aborto na Argentina com 38 votos a favor, 29 contra e uma abstenção

Do RBA

São Paulo – Depois de 12 horas de debate, o Senado da Argentina aprovou a lei que permite o aborto até a 14ª semana de gestação. Com 38 votos a favor, 29 contra e uma abstenção, o Senado converteu em lei a interrupção voluntária da gravidez, segundo o jornal Clarin.

A iniciativa prevê que as gestantes tenham acesso ao aborto legal, após assinatura do consentimento por escrito. Além disso, estipula um prazo máximo de dez dias entre a solicitação e a realização da interrupção da gravidez.

A sessão no Congresso foi acompanhada por uma vigília com milhares de manifestantes do lado de fora do parlamento. O resultado foi comemorado nas ruas de Buenos Aires. O projeto da lei nacional de saúde integral durante a gravidez também foi aprovado por unanimidade, com 65 votos.

O presidente do país, Alberto Fernandez, que incentivou a iniciativa, comunicou anteriormente que cerca de 38.000 mulheres são hospitalizadas anualmente por abortos mal executados.

A atual legislação permitia a interrupção da gravidez em caso de estupro ou de risco à vida ou à saúde da mãe, tal como acontece no Brasil.

Com a aprovação da lei, a Argentina se torna o primeiro grande país da região a permitir que as mulheres decidam sobre se querem ou não ser mães, após o Uruguai, Cuba, Guiana e Guiana Francesa.

A vigília que começou na tarde desta terça-feira (29) reuniu manifestantes a favor e contra a lei. Mas o número de apoiadores do projeto de legalização do aborto na Argentina se mostrou maior.

A Campanha Nacional pelo Aborto Legal, Seguro e Gratuito iniciou uma concentração às 14h. A jornada da “maré verde”, como é chamada a mobilização massiva pelo direito ao aborto no país, contou com atividades culturais e telões para acompanhar a votação, além do tradicional “pañuelazo” pela aprovação do projeto, em referência aos lenços verdes que se tornaram símbolo da militância favorável ao projeto.

Com informações do Clarin, Sputnik Brasil e Opera Mundi