Alexandre Frota representará criminalmente o ator Zé de Abreu

 

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Presidente Jair Bolsonaro e o Dep. Alexandre Frota/Foto: Reprodução

O deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP), informou nas redes sociais que nesta segunda-feira (11), entrará com uma representação criminal contra o ator Zé de Abreu, que vem obtendo apoiadores na sua sátira desde que se ‘autoproclamou’ Presidente do Brasil.

“Segunda estarei entrando com uma representação criminal contra esse TRASTE ,pelos diversos crimes cometidos por ele no Aeroporto em solo Brasileiro .Será surpreendido.A representação será entregue a Procuradora Geral da República”, tuitou Frota.

O ator Zé de Abreu, que retornou de férias da Europa na última sexta-feira (8), ao desembarcar no Rio de Janeiro, foi recebido por um grupo significativo de pessoas na Galeão. O movimento realizado no aeroporto repercutiu rapidamente nas redes sociais.

O que começou como uma brincadeira na internet está crescendo e incomodando o presidente Bolsonaro. O deputado Alexandre Frota teria sido escalado pelo Palácio do Planalto para confrontar Zé Abreu. O presidente havia ameaçado processa-lo, mas apenas deu mais visibilidade ao movimento de protesto realizado por Abreu.

Campanha ‘contra o carnaval’ tem repercussão internacional negativa para Bolsonaro

 

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O polêmico post do presidente Jair Bolsonaro, que publicou um vídeo no twitter na terça-feira (5) com cenas obscenas, gravado durante o carnaval alcançou e ainda repercuti internacionalmente.

A publicação teve objetivo de “expor a verdade para a população” sobre o que estaria se tornando a folia no país. O presidente só não imaginou que o post lhe traria tamanho desgaste e críticas, inclusive a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment.

O jornal americano “The New York Times”, logo na abertura da matéria, diz sobre o texto: “Faremos todos os esforços para mantê-lo digno”.

“O artigo que você está prestes a ler é sobre um vídeo com conteúdo sexual, o presidente da quarta maior democracia do mundo e as guerras culturais que agitam o Brasil”, afirma.

O jornal britânico “Mirror” enfatizou que o vídeo é impróprio para menores de idade e “muito obsceno”, enquanto o “Independent” destacou a pergunta que Bolsonaro postou nesta quarta-feira, sobre o significado de ” golden shower “. A expressão faz referência à prática sexual que aparece nas imagens e está entre os assuntos mais comentados do Twitter nesta quarta-feira.

O também britânico “The Guardian” disse que o presidente foi “ridicularizado” após a publicação. Segundo o jornal, Bolsonaro “provocou indignação, nojo e ridicularização depois de twitar um vídeo pornográfico em uma aparente tentativa de revidar as críticas ao seu governo durante o carnaval deste ano”.

Outro portal de notícias a abordar o assunto foi o americano “Insider”. No título, o site afirmou que “o presidente do Brasil declarou guerra ao carnaval”. O “Insider” também falou sobre manifestações de foliões contra o governo realizadas em blocos no período de festa nacional.

A agência de notícias “Reuters” informou que “Bolsonaro provocou choque e indignação” com o tweet. O veículo ressaltou também que o presidente causou ainda mais polêmica ao publicar hoje pela manhã a pergunta “O que é golden shower?”, que é justamente a prática sexual que o vídeo mostra.

O Twitter incluiu um alerta de “conteúdo sensível” no post, devido ao seu caráter pornográfico, para que o internauta concorde em acessá-lo. Os vídeos postados na rede social podem ser vistos automaticamente, dependendo do que retratam . “Nós não podemos te mostrar tudo!”, diz o aviso do Twitter. “Ocultamos automaticamente vídeos com possível conteúdo sensível ou impróprio”.

O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Filipe Martins, saiu em defesa de Bolsonaro e de suas publicações. Ele comparou a postura do presidente a de Theodore Roosevelt (presidente dos Estados Unidos entre 1933 e 1945).

“Roosevelt dizia que a Presidência da República é um ‘bully pulpit’, uma posição pública que permite falar com clareza e com força sobre qualquer problema. Foi o que o Presidente @jairbolsonaro fez ao expor o estado de degeneração que tomou nossas ruas nos últimos dias”, escreveu Martins.

(Informações O Globo)

Presidente Bolsonaro é criticado após postar vídeo ‘contra o carnaval’

 

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Recluso e criticado nos dias de folia, Jair Bolsonaro (PSL) compartilhou na noite de terça-feira (5) um vídeo de um homem urinando em outro para “expor a verdade” sobre os blocos de rua no Carnaval.

“Não me sinto confortável em mostrar, mas temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades. É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro. Comentem e tirem suas conslusões (SIC)”, tuitou.

A publicação causou revolta nos foliões, que denunciaram o vídeo por conteúdo impróprio e publicaram uma avalanche de críticas nos comentários.

O vídeo veiculado pelo presidente começa com um homem com as nádegas de fora dançando em cima de um ponto de táxi. Em seguida, ele se abaixa e um outro homem urina em sua cabeça.

Segundo relatos de usuários do Twitter, o caso teria ocorrido no Blocu, bloco de carnaval que passou ontem por ruas do centro de São Paulo. O vídeo publicado por Bolsonaro mostra um prédio e um ponto de táxi que ficam na Rua Boa Vista, uma das que faziam parte do trajeto do bloco.

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Além de críticas ao fato de Bolsonaro ter divulgado um vídeo de conteúdo adulto, alguns internautas consideraram que o presidente estaria violando a Lei do Impeachment (lei 1.079/1950). O parágrafo 7º do artigo 9º diz que “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo” é crime de responsabilidade contra a probidade na administração pública.

Informações Revista Forum

A coerência de Mourão na ‘esquizofrenia de ditadores maus e bons’

 

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Vice-Presidente Hamilton Mourão/Foto: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (PPS-MA), elogiou a postura do vice-presidente brasileiro Hamilton Mourão em meio recrudescimento da pressão em relação à crise na Venezuela.

Para a senadora, contrária ao regime adotado e defendido por Nicolás Maduro, as declarações de Mourão demonstra equilíbrio e coerência ao se posicionar contra intervenção no país vizinho e favorável a uma saída politicamente negociada.

“Em meio ao que está acontecendo, surge na verdade uma voz coerente, que é a voz do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, taxativamente contrário a uma intervenção militar na Venezuela. Agir a partir de conveniências ou interesses, sabe-se lá quais são, a gente nunca sabe qual o retorno, qual a repercussão, qual o resultado que isso pode ter ao final de tudo” afirma a senadora.

Eliziane questiona o que estaria por trás das reais intenções de Jair Bolsonaro e Donald Trump. Isto porque enquanto ambos demonizam Maduro, o presidente dos Estados Unidos elogia o ditador Norte-Coreano, Kim Jong-un, e o presidente do Brasil faz o mesmo com o ditador Paraguaio Alfredo Stroessner.

“Uma coisa é fato: ditador é ditador em qualquer lugar do mundo. O Kim, o Stroessner e o Maduro são igualmente ditadores” disse a senadora maranhense Eliziane Gama.

Câmara se cala para ouvir deputado cego com visão em favor do Brasil

 

felipe-rigoniO deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), entrou para história da política brasileira como primeiro deputado federal cego do país, e também, por silenciar o inquieto e ruidoso plenário da Câmara Federal na quarta-feira (20), ao estrear na tribuna com um discurso de superação e prioridade ao Brasil.

Com 27 anos, ele perdeu a visão total aos 15, após 17 cirurgias para tentar reverter uma inflamação provocada nos olhos que o perseguiu desde a infância. Doze anos depois de ficar cego, ele saiu das urnas com 84.405 votos na condição de segundo deputado mais votado de seu estado.

Ajuda Humanitária: Maduro diz que compra todo alimento que o Brasil quiser vender

 

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Nicolás Maduro durante pronunciamento em Caracas/Foto: Reprodução

O presidente da Venezuela Nícolas Maduro, na tarde deste sábado (23), durante pronunciamento em Caracas demonstrou todo seu descontamento principalmente com Estados Unidos, Brasil e Colômbia, por causa da ameaça de queda do regime venezuelano.

Maduro classificou de “traição” o apoio e ajuda humanitária dos países vizinhos e favoráveis ao  movimento, entre eles, o Brasil. Ao se referir aos alimentos enviados pelo governo bolsonaro, ele disse que os venezuelanos não são mau pagadores e estão dispostos a comprar todo alimento que o Brasil quiser vender.

“Estamos dispostos como sempre estivemos a comprar todo o arroz, todo o açúcar, todo leite em pó que vocês quiserem vender. (…) Não somos maus pagadores, nem mendigos, somos gente honrada e que trabalha. Querem o que? Trazer caminhões com leite em pó? Eu compro agora”, disse.

Fechamento da fronteira pela Venezuela ‘não é ato de agressão’

 

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General Hamilton Mourão (Vice-Presidente do Brasil) sobre fechamento da fronteira e pretensões de Trump em atacar a Venezuela/Foto: Reprodução

247 – Na contramão do discurso beligerante do governo Trump e de seu próprio governo, o vice-presidente Hamilton Mourão diz que o fechamento da fronteira pelo governo venezuelano é uma atitude que não representa qualquer agressão: “O fechamento da fronteira para nós não significa um ato de agressão. A Venezuela tem liberdade para fazer o que quiser”. Mourão defende em que “a questão da Venezuela tem que ser resolvida pelos venezuelanos”, em oposição aberta ao bolsonarismo sob o comando de Trump, que pretendem intervir no país vizinho.

As afirmações foram feitas numa entrevista à agência France Press (AFP), nesta quinta-feira (21). O vice-presidente brasileiro adotou um discurso moderado e conciliador: “Vejo essa reação [o fechamento da fronteira] simplesmente para impedir que ocorra esse processo de ajuda humanitária”. Para ele, a retórica agressiva dos americanos terá muita dificuldade de se transformar numa ação militar: “A ameaça está mais no campo da retórica do que na ação. Seria muito prematuro e fora de propósito os EUA realizarem uma intervenção militar dentro da Venezuela”.

As declarações de Mourão devem criar ainda mais arestas entre ele e o bolsonarismo, pois o governo está agindo freneticamente nos últimos dias em busca de uma confrontação com o governo Nicolás Maduro. Na entrevista ele descartou a possibilidade de Eduardo Bolsonaro ter alguma relevância na política externa brasileira: “O deputado federal Eduardo Bolsonaro foi aos Estados Unidos em um primeiro momento e estabeleceu alguns canais de comunicação. Mas obviamente esses canais informais, vamos dizer assim, acabaram sendo substituídos pelos canais normais da diplomacia”.

E, de maneira taxativa, ele descartou qualquer influência futura dos filhos de Bolsonaro no governo daqui para frente: “Agora vai chegar o momento em que cada um vai entender o tamanho da cadeira dele. A cadeira de deputado federal é uma, a cadeira de senador é outra e a cadeira de vereador é outra”.

Se Mourão tem uma mensagem de paz para a América Latina e a Venezuela, sua entrevista pode ser lida como mais uma declaração de guerra pelo clã Bolsonaro.

A íntegra da entrevista pode ser lida aqui.