Operação Réveillon Feliz contará com mais de 2 mil policiais

 

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Foto: Reprodução

A programação cultural da virada de ano, em São Luís, que começa nesta quinta-feira (27) e segue até o dia 1° de janeiro terá várias atrações como show de Zeca Baleiro e Raça Negra. Para garantir a tranquilidade e segurança de quem for curtir o evento, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) executará a Operação Réveillon Feliz, um plano de ações com o envolvimento conjunto das forças policiais.

Serão mais de dois mil policiais na operação, destes, aproximadamente 600 distribuídos ao longo da orla marítima, com maior concentração na Avenida Litorânea – circuito que concentra maior número de atrações.

O policiamento será intensificado e terá a cobertura direta do Batalhão de Polícia Militar de Turismo (BPTur) e dos Comandos de Policiamento Metropolitana (CPAM) das Áreas I, II e III, cobrindo os bairros da Região Metropolitana de São Luís incluindo a capital, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Os plantões de delegacia estarão funcionando para o atendimento das ocorrências durante o feriado e nos demais dias as delegacias funcionam normalmente.

O efetivo estará na orla marítima, nas praias da Avenida Litorânea, Araçagi, Panaquatira e do Meio. O policiamento contemplará, ainda, o Centro Histórico (praças Pedro II, Nauro Machado e do Reggae), Forte Santo Antônio (Espigão na Ponta d’Areia) e Ceprama.

Nas praias, a cavalaria percorrerá dunas e áreas de difícil acesso.A maior parte do policiamento estará concentrada na orla marítima, por conta das atrações na Avenida Litorânea. Na orla marítima, toda a extensão terá guarnições mobilizadas para a segurança dos presentes. O Comando Tático Aéreo (CTA) estará disponível com rondas aéreas enquanto o patrulhamento terrestre seguirá a pé, em quadriciclos e nas viaturas.

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) reforçará o trabalho com grupamento específico com viaturas de incêndio, ambulâncias e na contenção de ocorrências. Além de participar da ação integrada com a Polícia Civil no atendimento e registro de casos nas delegacias de plantão.

O planejamento da Segurança Pública é elaborado junto aos comandos militares, sob a coordenação do Comando Geral de Polícia Militar, apoio da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e acompanhamento da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), que organiza a programação do evento. E ainda, parceria com a Prefeitura de São Luís na condução do trânsito e fiscalização do comércio informal.

Operação fora do circuito

Durante o período de festas, a Polícia Militar intensificará a segurança e ações de rotina nos bairros da Grande Ilha. As rondas em viaturas e motos cobrem toda a Região Metropolitana de São Luís, em todos os seis dias de programação. O patrulhamento será realizado, também, em vans para cobrir bairros com maior histórico de ocorrências. Complementando o esquema de segurança, equipes da Prefeitura de São Luís – Blitz Urbana, Guarda Municipal e a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) – reforçam o planejamento.

Queiroz finalmente aparece e diz que dinheiro é de revenda de carros

 

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Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro/Foto: Reprodução

Após sumir desde que transações financeiras atípicas em sua conta foram detectadas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o policial militar Fabrício José Carlos Queiroz, ex-assessor e motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), decidiu conceder uma entrevista ao SBT, antes de prestar depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro, que tentou ouvi-lo quatro vezes.

Na entrevista, ele tenta justificar a movimentação financeira de R$ 1,2 milhão em suas contas, como resultado de revenda de carros, e ainda, disse ser um “cara de negócios” e negou irregularidades.

Queiroz confirmou dinheiro emprestado junto a Bolsonaro, que o próprio presidente eleito havia justificado quando da polêmica do deposito de R$ 24 mil na conta bancária da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Só não conseguiu explicar por que alguém que movimentou R$ 1,2 milhão pediria R$ 40 mil reais emprestado.

Outra questão que Fabrício Queiroz não explicou na entrevista é porque vários assessores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, transferiram valores para a conta dele. A expectativa agora é quanto seu depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Como ele mesmo afirma, não ocorrerá logo.

Chama atenção ainda a tranquilidade do ex-assessor parlamentar na entrevista, se considerarmos a gravidade desse escândalo.

Nomeados pessoas com deficiência aprovados no concurso da PM do MA

 

O governador Flávio Dino voltou conceder entrevista ao Site 247 em nível nacional, nesta sexta-feira (21), onde fez um balanço dos quatro anos da sua gestão; disputa política no maranhão; falou sobre a conjuntura política nacional e perspectivas de futuro, além de responder perguntas de internautas.

Entre os questionamentos ao governador do Maranhão, um foi relacionado às nomeações das pessoas com deficiência, que foram aprovadas no último Concurso da Polícia militar do Estado. Ele falou que deveria nomeá-los até em fevereiro, mas antecipou.

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Polícia Federal quer saber quem está pagando defesa de Adélio Bispo

 

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Foto: Reprodução

A Polícia Federal em Minias Gerais fez buscas nesta sexta-feira (21), no escritório de Zanone Manuel de OLiveira, advogado de Adélio Bispo de Oliveira que deu da facada em Bolsonaro, durante a campanha eleitoral. Os homens de preto querem saber quem está pagando a defesa de Adélio.

Os advogados têm mantido essa informação sob sigilo, e nem cogitam dizer, o que aguça mais a curiosidade dos investigadores. Adélio Bispo é investigado pelo atentado, após ser denunciado na Lei de Segurança Nacional.

A polícia quer descobrir se Adélio tem ligações com outras pessoas e grupos que podem ter encomendado ou ajudado no ataque. A polícia investiga e-mails, dados telefônicos e conversas do acusado nos últimos cinco anos. Por enquanto o entendimento que se tem é que ele agiu só.

Do Congresso em Foco

Saída de Natal: 809 presos em São Luís, Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar

 

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Foto: Reprodução

Presos que estão no regime semiaberto, na área da 1ª Vara de Execuções Penais da Comarca da Grande São Luís, que abrange os municípios de São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar e São Luís editou oficio onde colocam aptos à saída temporária de Nata 809 presos.

O oficio é assinado pelo juiz Márcio Brandão, titular da 1ª Vara. O benefício tem início às 9h da manhã de sexta-feira (21), e será encerrado às 18h, quinta-feira (27).

A saída temporária é concedida por ato motivado do juiz, ouvidos o Ministério Público e a administração penitenciária. Para ter direito ao benefício, o interno do regime semiaberto precisa ter cumprido, no mínimo, 1/6 (primários) ou 1/4 da pena (reincidentes); apresentar comportamento adequado na unidade prisional, além da compatibilidade entre o benefício e os objetivos da pena.

Os internos deverão recolher-se às suas residências até as 20 horas e não poderão viajar para outro Estado. Os presos são proibidos: Ingerir bebida alcoólica, Portar armas, Frequentar festas, bares e/ou similares

A Lei de Execução Penal disciplina que o benefício da saída temporária será automaticamente revogado quando o beneficiário praticar fato definido como crime doloso; for punido por falta grave; desatender as condições impostas na autorização ou revelar baixo grau de aproveitamento do curso, quando for o caso. A recuperação do direito à saída temporária dependerá da absolvição no processo penal, do cancelamento da punição disciplinar ou da demonstração de merecimento do condenado.

Ministro Gilberto Kassab é suspeito de embolsar R$ 58 milhões da JBS

 

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Gilberto Kassab, Ministro de Ciência e Tecnologia do governo Temer, e futuro Secretario Chefe da Casa Civil de João Doria, governador eleito de São Paulo

A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira (19), operação de buscas e apreensões no apartamento do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), em São Paulo. Os mandados foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e estão relacionados a inquérito que apura se Kassab cometeu os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa dois, conforme delações da JBS. Também são feitas buscas na residência de Renato Kassab, irmão do ministro.

Futuro chefe da Casa Civil do governador eleito João Doria (PSDB), Kassab é acusado por delatores de receber mesada de R$ 350 mil por mês, entre 2010 e 2016, como contrapartida por atender a interesses da JBS.  Também são cumpridos mandados em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, e em Natal, no Rio Grande do Norte.

As suspeitas envolvem o pagamento ilícito de R$ 58 milhões, conforme os investigadores. O inquérito também apura se o ministro, fundador do PSD, recebeu dinheiro para garantir o apoio político de seu partido ao PT nas eleições de 2014. Nesse caso, segundo os delatores, os pagamentos foram feitos por meio de doações oficiais.

De acordo com a Polícia Federal, parte dos recursos foi repassada para campanha do governador Robinson Faria (PSD) e de seu filho, o deputado Fábio Faria (PSD). Os dois também são alvos da PF. A suspeita é que os valores eram recebidos por empresas por meio da simulação de serviços que não foram efetivamente prestados e para os quais foram emitidas notas fiscais falsas.

O empresário Wesley Batista e o ex-executivo Ricardo Saud alegam que fizeram repasses ao ex-prefeito paulistano por meio de contratos com as empresas Yape Transportes e Yape Consultoria, que, segundo os delatores, são ligadas a Kassab. De acordo com Wesley, durante seis anos foram pagos mais de R$ 20 milhões.

Kassab, que está em Brasília, disse que não cometeu qualquer ilegalidade. “Ao longo de todos esses anos de vida pública não há nada que me comprometa no campo da imoralidade. Estou tranquilo porque sempre respeitei os princípios da ética. Estou à disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário. Não há nada que macule minha imagem”, afirmou o ministro. A reportagem não conseguiu localizar a defesa do governador Robinson Faria e do deputado Fábio Faria.

Informações Congresso em Foco

“Milicianos superestimaram poder da vereadora Marielle Franco”

 

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Assassinato de Marielle Franco completa 9 anos/Foto: Reprodução

Em entrevista ao jornal Estadão, publicada nesta sexta-feira, o secretário de Segurança Pública do Rio, o general Richard Nunes, afirmou que milicianos mataram a vereadora Marielle Franco (PSOL) por achar que ela podia atrapalhar negócios de grilagem de terra na zona oeste do Rio. Segundo o general, os criminosos superestimaram o poder de Marielle.

“Era um crime que já estava sendo planejado desde o final de 2017, antes da intervenção. Isso aí nós temos já; está claro na investigação. O que aconteceu foi o contrário. Os criminosos se deram conta da dimensão que tomou o crime por ter sido cometido na intervenção. Não podemos entender como afronta porque eu assumi em 27 de fevereiro. E dei posse ao comandante da PM no dia 14 de março, que foi o dia do crime. Estávamos iniciando um trabalho. E hoje com os dados de que dispomos de 19 volumes de investigação fica claro que se superestimou o papel que ela desempenhava”, disse ao jornal.

O assassinato de Marielle e de seu motorista Anderson Pedro Gomes completa nove meses nesta sexta-feira (14). Eles foram mortos na noite de 14 de março, no bairro do Estácio, na região central do Rio. Ambos foram alvejados quando voltavam para casa, de carro, após participar de evento na Lapa. Os tiros foram disparados de outro veículo.

O estado do Rio de Janeiro está sob intervenção federal desde o dia 17 de fevereiro. O crime ainda não foi solucionado.

Na manhã desta sexta-feira a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão contra o vereador Marcello Siciliano (PHS). Foram apreendidos documentos, computadores, um cofre e ainda equipamentos eletrônicos, na casa e no gabinete do vereador. As ordens judiciais estão ligadas à investigação do assassinato de Marielle e Anderson. As informações foram divulgadas pelo portal G1. 

Oriunda da Favela da Maré, zona norte do Rio, Marielle Franco tinha 38 anos e estava em seu primeiro mandato. Era socióloga, com mestrado em administração pública, e ficou conhecida pela militância na área dos direitos humanos.

Nesta quinta-feira (13) foram cumpridos mandados de prisão e apreensão no Rio de Janeiro e Juiz de Fora, em Minas Gerais. A apuração dos mandantes e executores dos homicídios é conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta quinta-feira que o assassinato “pesa” sobre o Brasil e sobre a imagem do país no exterior. Segundo ele, as investigações iniciadas no mês passado para apurar possíveis interferências no inquérito conduzido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro estão indo “muito bem”.

Marielle Franco trabalhou por dez anos no PSOL ao lado do deputado estadual Marcelo Freixo. Na véspera do assassinato da vereadora completar nove meses, a Polícia interceptou um plano de matar o deputado. O crime seria cometido neste sábado (15).

Congresso em Foco/Agência Brasil. 

Motorista é detido após colidir veículo no Posto da PRF em São Luís

 

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Foto: Reprodução

Um veiculo desgovernador surpreendeu Policias Rodoviários Federais no Maranhão, na madrugada desta quinta-feira (13), quando se encontravam de serviço no Posto da PF localizado no Km 14, da BR 135, município de São Luís.

Por volta das 02h45, um veículo Fiat/Uno Mille Way, de cor prata, atropelou as barreiras e os cones na área da Unidade Operacional de Pedrinhas e colidiu contra a torre de rádio. Em seguida o condutor saiu do carro dizendo que foi baleado por três elementos que se encontrava dentro de veículo. Porém, os policias ao fazerem uma vistoria não encontraram ninguém.

Os policias perceberam que o condutor tinha fortes sinais de estar sob efeito de entorpecente. Ao ser indagado, ele confirmou que teria usado cocaína.

Diante dos primeiros levantamentos da ocorrência a PRF fez as seguintes constatações de delitos: conduzir veículo automotor sob efeito de droga, e sem Habilitação gerando perigo de dano. O veículo foi apreendido e o motorista detido e conduzido ao plantão da Polícia Civil da Cidade Operária.

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Foto: Reprodução da PRF-MA
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Foto: Reprodução da PRF-MA