João Dória aproveita para tietar Sérgio Moro no Encontro dos Governadores

 

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Governador eleito de São Paulo, João Dória, e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro/Foto: José Cruz

A segunda reunião dos governadores eleitos e reeleitos realizada nesta quarta-feira (12), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, reuniu 23 governadores e dois vices. Participaram Dias Toffoli (Presidente do STF) e Sérgio Mouro, futuro Ministro de Justiça no governo Bolsonaro.

Mas, não foi apenas a Segurança Pública, pauta central do encontro dos governadores que chamou atenção dos presentes. A tietagem e bajulação ao futuro Ministro da Justiça, Sérgio Mouro, teve destaque à parte.

O governador eleito de São Paulo, João Dória (PSDB), comandou os afagos ao ex-juiz da Lava-Jato, não faltou nem selfie para postar nas redes sócias. Para alguns observadores mais atentos e críticos, o governador do estado mais rico e poderoso da federação deveria ter adotado uma postura menos subserviente.

Imagens mostram o momento da tragédia na igreja em Campinas

 

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Atirador: Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos/Foto: Reprodução

O atirador que se suicidou após matar cinco pessoas e ferir outras no interior da Igreja Católica em Campinas, nesta terça-feira (11), foi identificado como sendo o analista de sistemas, Euler Fernando Grandolpho, 49 anos. Segundo a polícia, ele não tinha antecedentes criminais, e morava com os pais e fazia tratamento contra depressão.

De acordo com as  informações prestadas até o momento o ataque ocorreu durante a missa realizadas às 12h15, o atirador teria entrado na igreja por volta das 13h. Ele ficou sentado nos últimos bancos da igreja acompanha a celebração, quando de repente passou atirar nas pessoas, segundo testemunhas cerca de vinte disparos.

Foram mortos Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho, em seguida tirou a própria vida. Várias pessoas foram feridas e levadas para hospitais próximos a igreja. Os feridos foram identificados como: Jandira Prado Monteiro, 65 anos; Heleno Severo Alves, 84 anos; e Maria de Fátima Frazão, 68 anos.

Aécio Neves, Cristiane Brasil e Paulinho da Força são alvos de operação da PF

 

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Foto: Reprodução/Rafael Feliciano

Polícia Federal e Ministério Público Federal nesta terça-feira (11), fazem buscas e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio e em Minas Gerais.

Andréa é considerada operadora do senador nas investigações da Lava Jato. Ela foi presa pela PF em maio de 2017 e foi solta há um ano, por decisão do ministro Marco Aurélio.

A operação tem objetivo de encontrar documentos baseados em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves.

Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias.

São um total de 24 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos em oito estados e no Distrito Federal. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

São alvos da operação: Aécio Neves (PSDB), senador e deputado federal eleito; Agripino Maia (DEM), senador; Andréa Neves, irmã de Aécio; Antonio Anastasia (PSDB-MG), senador; Benito da Gama (PTB), deputado federal; Cristiane Brasil (PTB), deputada federal; Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, deputado federal e presidente nacional do partido Solidariedade. Empresários também são investigados e alvos da da polícia Federal.

A operação no Rio é braço de investida que ocorre simultaneamente em São Paulo (capital e interior, com nove mandados), Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte. Decorre do inquérito 4519, que tem como relator, no Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio.

Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.

Com informações G1

Assaltantes desafiam a polícia e assaltam mais um banco no MA

 

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Populares na agencia do Bradesco após o assalto em Arame/Foto: Reprodução

Assaltantes de bancos voltaram agir no Maranhão, desta vez o alvo foi a agencia do Bradesco, na cidade de Arame distante cerca de 474 km. A ação ocorreu por volta das 23h do domingo (9), e durou aproximadamente uma hora.

Com modos operandi padrão das quadrilhas especializadas nesse tipo de crime, que fortemente armada age  com violência aterrorizando moradores da cidade com tiros e fazendo reféns. A agencia do Bradesco foi destruída praticamente toda por explosivos.

Na cidade de Arame tem apenas o Bradesco para realização de transações bancárias. Segundo moradores da cidade, o banco postal e uma casa lotérica que haviam no município estão fechadas há vários meses.

Com o assalto de Arame, agora são três em menos de um mês no Maranhão, desde  o mega-assalto na distribuidora de valores do Banco do Brasil, no dia 25 de novembro em Bacabal, que teve grande repercussão no país.

Recuperados mais de R$ 40 milhões do assalto em Bacabal, mas ainda falta

 

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Jefferson Portela (Secretario de Segurança do MA) e Cel Jorge Luongo (Comanda Geral da PM-MA)

Cerca de R$ 100 milhões teriam sido levados em um dos maiores assaltos a bancos ocorridos no Brasil. Mas, o valor real do roubo audacioso e cinematográfico ocorrido em  Bacabal, aproximadamente 260 Km de São Luís, capital maranhense, ainda é um mistério.

Apenas na ação na noite de ontem, segunda-feira (3), em Santa Luzia do Paruá, o valor recuperado foi estimada em R$ 40 milhões. A soma total do dinheiro recuperado até agora ainda é desconhecida oficialmente, mas considerando o valor encontrado com os assaltantes e devolvido por populares, a quantia chega a um valor considerável.

Aproximadamente quarenta homens participaram do assalto, desse total seis já foram mortos, três no dia do assalto em Bacabal e mais três na operação ocorrida em Santa Luzia do Paruá, e ainda, dez elementos foram presos, apenas ontem.

Na primeira ação policial foram presas oito pessoas, sendo dois policiais – um piauiense e outro maranhense; e recuperados R$ 3,7 milhões. Durante confronto com a polícia, morreram três membros da quadrilha, sendo um do Pará, outro de Tocantins e um da Bahia.

Nesta terça-feira (4), o delegado Jefferson Portela (Secretários de Segurança do Maranhão) e o Cel. Jorge Luongo (Comandante Geral da Polícia Militar), falaram sobre os membros da quadrilha e o trabalho que está sendo realizado para prende-los, segundo Jefferson Portela, todos estão identificados.

O CORONEL JORGE LUONDO

SECRETARIO DE SEGURANÇA JEFFERSON PORTELA

Flávio Dino destaca prisões e apreensão de armas em Santa Luzia do Paruá

 

Screenshot_2018-12-04-08-19-29O governador Flávio Dino usou sua conta no twitter para destacar o trabalho da policia pela ação realizada no final da noite de ontem, segunda-feira (3), em Santa Luzia do Paruá, que culminou na prisão de vários assaltantes, e com eles um arsenal de armas de guerra.

A cúpula do Sistema de Segurança Pública do Maranhão reunirá a imprensa às 10:30hs  desta terça-feira (4), para informar detalhes da ação policial realizada no final da noite de ontem, segunda-feira (3), em Santa Luzia do Paruá, que cominou na prisão de seis elementos, quatro feridos e três mortos. Eles são suspeitos de integrarem a quadrilha que praticou do audacioso e violento assalto ocorrido em Bacabal, na noite do último dia 25 de novembro.

PRINT FLÁVIO DINO

Na ação os policias apreenderam muitas armas de grosso calibre. De acordo com as últimas informações, os treze elementos se encontravam num caminhão baú que tentou furar um bloqueio da PM, em Santa Luzia do Paruá, momento em que houve a reação da polícia e trocas de tiros. Os seis pressos foram levados para Delegacia  Regional de Zé Doca.

 

Bancada federal maranhense destina R$ 163 milhões para saúde no estado

 

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do  Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema, agradeceu a bancada maranhense pela destinação de recursos para saúde no estado, fruto da emendas impositivas inclusas no Projeto de Lei 27/2018, do Orçamento do Governo Federal para 2019.

“Nós, prefeitos, só temos é que agradecer o empenho, à boa vontade e à disposição dos nossos senadores e deputados federais, na aprovação dessas emendas, que trarão benefícios nas mais diversificadas áreas para os municípios maranhenses. Foi uma demonstração de que os nossos congressistas estão sintonizados num mesmo propósito, independentemente de cores partidárias ou ideológicas”.

As emendas foram distribuídas da seguinte forma: 

R$ 1 milhão será utilizado em Policiamento Ostensivo nas rodovias federais e para aquisição de viaturas para a Polícia Rodoviária Federal.

R$ 10 milhões, está destinada para a reestruturação e modernização de hospitais federais  (Hospital Presidente Dutra).

R$ 17.312.493,00 será alocada para apoio a projetos de desenvolvimento sustentável  local integrado, através da Codevasf.

R$ 105.369.608,00, será direcionada para incremento temporário ao custeios da Atenção Básica na área de saúde, através do sistema fundo a fundo.

Também no sistema fundo a fundo, foi estipulada emenda no total de R$ 31.139.268,00 a ser aplicada no incremento ao custeio ao  custeio dos serviços  de assistência hospitalar e ambulatorial na área de saúde.

Para a aquisição de veículos para o transporte escolar da educação básica , foi destinada emenda no valor de R$ 4.807.152,00.

Somente para saúde foram alocados R$ 163.821,369,00, o que representa 96,6% da totalidade das  emendas.

Participaram da reunião da Bancado os senadores Edison Lobão, João Alberto de Sousa e Roberto Rocha, além dos deputados federais Luana Costa (coordenadora), Aluísio Mendes; André Fufuca; Cleber Verde; Eliziane Gama; Hildo Rocha; Julião Amin; João Marcelo; José Reinaldo; Júnior Marreca; Juscelino Filho; Pedro Fernandes; Sarney Filho; Rubens Pereira Júnior; Victor Mendes; Waldir Maranhão; Weverton Rocha e Zé Carlos.

Coletiva de Imprensa detalhará nova prisão do delegado Thiago Bardal

 

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Delegado Thiago Bardal/ Foto: Reprodução

A Secretaria de Segurança Pública convocou a imprensa para uma coletiva, no final da manhã desta quarta-feira (28), onde as autoridades darão todos detalhes sobre as investigações e a operação realizada na madrugada de hoje, que culminou com a nova prisão do delgado Thiago Bardal, um agente da Policia Cível e dois advogados.

As prisões foram resultado de um trabalho conjunto que envolveu a Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO)  e Ministério Público Estadual.

O delegado Thiago Bardal foi preso preventivamente. Além dele também foram presos o investigador João Batista Sousa Marques e os advogados Werther FerrazJunior e Ary Cortez Prado Junior.

Também foram realizadas buscas e apreensões. As ações ocorreram, simultaneamente, em São Luis e Imperatriz.

As prisões foram determinadas pela 1ª Vara Criminal de São Luis e são fruto de investigação conjunta iniciada no primeiro semestre deste ano, os acusados se associaram em uma verdadeira organização criminosa, com objetivo de extorquir grupos criminosos, vindo a receber parcela dos produtos dos assaltos a agências bancárias, e a proteger, mediante o pagamento de propina, criminosos que integravam o crime organizado.

As investigações remontam aos anos de 2015 e 2016, quanto TIAGO BARDAL assumiu a chefia da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

De acordo com a investigação o delegado Thiago Bardal tinha como homem de confiança o agente Batista que juntos cobravam propina de quadrilhas que atuavam no Maranhão, especialmente no roubo a banco, e que o faziam por intermédio dos advogados

As informações dão conta de que os policiais recebiam cerca de R$100.000,00 (cem mil reais) por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.

Os policiais presos seguem para a Delegacia da Cidade Operária e os advogados para o sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.As investigações avançam, com a intenção de averiguar a participação de outros policiais no esquema criminoso.