Lockdown reduz circulação em 85% no Transporte Público e confirma apoio da população

 

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População está contribuindo no cumprimento do lockdown/Foto: Carlos Pereira

Circulação de passageiros reduziu em 85% no sistema de transporte público da Região Metropolitana de São Luís. O percentual e o resultado positivo das ações promovidas pelo Governo do Estado, e a contribuição da população no cumprimento do lockdown.

A suspensão total de serviços não essenciais e redução da circulação na região tiveram início no dia 5 e prosseguem até dia 14 deste mês. No transporte urbano de passageiros, a média diária de passageiros, que era de 470 mil, caiu para 70 mil, indicando 85% de queda de movimentação neste sistema.

No semiurbano, a média de 170 mil por dia diminuiu para cerca de 26 mil, representando 84,4% de menos movimentação. Ou seja, de uma média de 600 mil passageiros nos dois sistemas, com o lockdown diminuiu para, aproximadamente, 90 mil, gerando a redução geral de 85%.

No transporte semiurbano, uma série de medidas são realizadas pela MOB, entre estas, o transporte apenas de passageiros sentados nos coletivos, redução do número de ônibus, permanência das janelas abertas e antes de cada viagem é feita limpeza dos veículos com água e sabão ou álcool 70%. Equipes da SMTT, com o apoio da Polícia Militar, seguem com barreiras nos principais pontos de tráfego.

Quem está em deslocamento em carros particulares ou no transporte coletivo precisa comprovar que trabalha em atividades essenciais ou está a caminho de supermercados ou unidades de saúde, por exemplo. Por meio do Centro de Controle de Operações do Trânsito, da SMTT, é observada em tempo real toda a movimentação dos principais corredores viários da cidade. da capital.

As fiscalizações cobrem ainda o comércio de serviços e produtos não essenciais, que deve permanecer fechado; mercados, que precisam cumprir regras para evitar a transmissão do novo coronavírus; e a circulação de pessoas, que deve ser restrita. O objetivo do bloqueio é fazer com que seja cumprido o isolamento social e reduzir a curva de casos da Covid-19.

“[Bolsonaro] é filho do ethos autoritário. Se puder, dará um golpe”, diz Flávio Dino

 

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Flávio Dino: “Bolsonaro quer se desviar, mas tem que tratar do coronavírus. Ele é sócio do coronavírus” — Foto: Silvia Zamboni/Valor

O governador do Maranhão, Flávio Dino, aumentou sua exposição nacional em meio a pandemia da Covid-19, ratificando sua condição de uma das principais vozes capazes de explicar a crise e complexidade da atual conjuntura política brasileira, agravada pela crise sanitária.

Em live realizada esta semana pelo Jornal Valor Econômico, Flávio Dino, mostrou-se mais uma vez lucidez e preocupação com os rumos que o Brasil está tomando e as prováveis consequências a curto, médio e longo prazo. Para ele, a situação poderia ser diferente se o presidente Bolsonaro não insistisse em ‘sabotar o país’, com seus rompantes autoritários.

“Bolsonaro é filho do ethos autoritário. Se puder, dará um golpe. Ele não se conforma com o fato de não exercer um poder absolutista. Outro dia declarou: a Constituição sou eu. Ele resiste a todo tipo de decisão do Congresso, sobretudo do Supremo. Então se ele puder, ele atravessa aquela praça ali [dos Três Poderes]. Um dos filhos disse que bastaria um cabo e um soldado para fechar o Supremo. Eles têm esse impulso autoritário. Ele pensa que exerce algum tipo de liderança bonapartista, de perfil autoritário.”, disse Flávio Dino.

Considerado um dos potenciais nomes para disputa presidencial em 2022, foi o primeiro governador a adotar no Brasil o ‘lockdown’, medida considera extrema contra o coronavírus, atraindo mais atenção da grande mídia para suas ações no estado e dando a ele oportunidade de intensificar suas bem fundamentadas críticas ao governo Bolsonaro. Leia mais aqui

Teich diz que ‘iniciou há 39 anos no SUS’, mas o sistema foi criado em 1988

 

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Foto: Reprodução

Depois de abandonar há mais de 3 décadas a profissão de médico e passar a se identificar como ‘economista da saúde’, Nelson Teich protagonizou uma gafe ao rebater nas redes sociais o ex-presidente Lula, que disse nesta terça-feira (5) que o ministro da Saúde de Jair Bolsonaro “ só entrou em hospital para vender plano”.

“Como o senhor deve saber @LulaOficial, um dos pontos mais graves da Covid-19 é a propagação da desinformação. Iniciei minha carreira há 39 anos no SUS”, tuitou Teich.

No entanto, O ministro foi lembrado pelo seguidor Walter Arato Bastos que o Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado apenas em 1988, definido pela Constituição Federal, em seu artigo 196. Ou seja, o SUS existe há 32 anos.

Diante do alerta, Teich voltou à rede por volta da 1h20 desta quarta-feira (6) por propagar a desinformação. “Obrigado pela observação. Quis dizer Sistema Público de Saúde de 1981, que evoluiu para o Sistema Único de Saúde (SUS) em 1988”, afirmou. (Revista Fórum)

Governadores e a Pandemia: Flávio Dino, fala na Live do Valor nesta quarta, às 11 horas

 

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) será o entrevistado no quadro “Os governadores e a pandemia” da Live do Valor, que vai ao ar às quarta-feira,11 horas, no site e nos canais do Valor no YouTube e no Facebook.

Ele vai conversar com a editora-assistente Malu Delgado sobre os impactos da pandemia de covid-19 em seu Estado e sobre o cenário político nacional.

Ex-juiz federal e o único governador do PCdoB, Dino tem ocupado posição de destaque em debates nacionais. Na pandemia de covid-19, fez uma surpreendente operação comercial, em abril, para compra de 107 respiradores da China, passando pela Etiópia, com objetivo de fugir do rastreamento dos Estados Unidos e da Europa, e também de barreiras do governo federal. A Receita Federal acusou o governador de uma operação ilegal, mas ele nega.

Apontado como um político moderado, experiente, com trânsito no Executivo e Legislativo (Dino foi deputado federal), o maranhense, antes da pandemia, vinha articulando diálogos pelo centro, para formar uma alternativa política em 2022. Em 2014, quando foi eleito para o governo do Maranhão, Flávio Dino conseguiu derrotar a oligarquia dos Sarney, que passaram 50 controlando o estado. (Valor Econômico)

Brasil registra 600 óbitos e 6.935 novos casos de Covid-19 em 24 horas

 

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Foto: Reprodução

De acordo com dados do Ministério da Saúde nesta terça-feira (5), o Brasil já ocupa a 3ª posição em número de casos em 24 horas no mundo. Nas últimas 24 horas foram 6.935 casos novos e 600 novos óbitos, sendo que a maior parte é referente a outros períodos, mas foi inscrita de ontem para hoje.

Foram registrados 114.715 casos de coronavírus e 7.921 mortes provocadas pela doença no Brasil até as 20h de hoje, segundo informações foram atualizadas e repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde todo o país. São consideradas recuperadas após contraírem a doença 48.221 pessoas, o que representa 42% do total de casos confirmados.

Atualmente, estão em acompanhamento outras 58.573 pessoas (51,1%) e 1.579 óbitos permanecem em investigação.

Apesar de muitos municípios do país ainda não registrarem casos da doença, de forma geral, o coronavírus está presente em todos os estados do país. São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 34.053 casos e 2.851 mortes. Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 12.391 casos e 1.123 óbitos.

O estado que registra menos notificações é Mato Grosso do Sul, com 283 confirmações de casos e dez mortes. Tocantins, agora, tem 303 casos e sete mortes.

Primeiro dia de lockdown é marcado por grande adesão na Grande São Luís

 

loc na ilhaLocais na capital maranhense que normalmente apresentam grande movimentação e aglutinação de pessoas como Avenida Litorânea, Anel Viário, Terminal da Praia Grande, entrada da cidade e Terminal da Ponta da Espera ficaram esvaziados ou com pouca circulação nesta terça-feira (5), o primeiro dia do lockdonw (bloqueio) na Ilha de São Luís.

O lockdown foi pedido pelo Ministério Público, concedido pela Justiça e acatado pelo Governo do Maranhão, que pôs em prática diversas medidas. Elas valem até o dia 14, somente na Ilha de São Luís.

O objetivo é reduzir a curva de contágio do coronavírus, cujos casos estão concentrados na Região Metropolitana.

Para ajudar a reduzir a circulação e induzir o cumprimento as regras do lockdown, foram montados 50 pontos de bloqueio em diversas partes da Ilha. Policiais militares e outros profissionais ajudam na operação.

Nesses bloqueios, só pôde passar quem preenchia os requisitos estabelecidos pelos decretos. Entre eles, profissionais de saúde a trabalho, funcionários e servidores de serviços essenciais e caminhões de carga.

Os trabalhadores de serviços essenciais tiveram que mostrar a Declaração de Serviço Essencial, fornecida pelas empresas. O modelo está disponível nos canais oficiais do Governo do Estado.

O documento tem que estar em papel timbrado. Os trabalhadores devem andar com o original. Cópias não são aceitas.

No caso dos caminhões de carga, a circulação foi liberada para abastecer os mercados, que continuam abertos. O mesmo acontece com feiras, hospitais e farmácias, por exemplo.

O sistema de transporte coletivo semiurbano está operando com frota de 50%, com a obrigatoriedade de passageiros sentados e com máscara. Sobre os ferryboats, houve redução para quatro viagens diárias para atender prioridades como caminhões, viaturas e ambulâncias.

As regras

Só podem funcionar serviços essenciais, como os mercados. A venda de alimentos está liberada. Podem funcionar supermercados, mercadinhos, feiras, quitandas e estabelecimentos que vendam alimentos.

Mas todas as empresas e todos os estabelecimentos abertos precisam seguir regras para evitar aglomerações e reduzir o risco de contágio.

Caminhões com cargas de alimentos e produtos de limpeza e higiene, entre outros itens, podem entrar e sair da Ilha.

Podem continuar circulando pessoas que trabalham em atividades essenciais ou que estejam se deslocando em busca de um serviço essencial. Por exemplo, um médico pode sair para o trabalho ou uma pessoa pode ir ao mercado comprar alimentos e produtos de limpeza.

Atividades liberadas

– Supermercados, feiras, quitandas e estabelecimentos semelhantes; delivery de alimentos; venda de produtos de limpeza e de higiene pessoal;
– Hospitais, clínicas e laboratórios; farmácias; clínicas veterinárias para casos urgentes;
– Postos de combustíveis; abastecimento de água e luz; coleta de lixo; imprensa; serviços funerários; telecomunicações; segurança privada;
– Serviços de manutenção, segurança, conservação, cuidado e limpeza em ambientes privados (empresas, residências, condomínios);
– Oficinas e borracharias; pontos de apoio para caminhoneiros nas estradas, como restaurantes e pontos de parada;
– Serviços de lavanderia; comércio de álcool em gel; indústrias do setor de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza

Tire suas dúvidas sobre o lockdown (bloqueio) na Ilha de São Luís

 

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Preparamos uma lista de perguntas e resposta sobre o lockdown (bloqueio) que começa nesta terça-feira (5) na Ilha de São Luís. As regras estão em edital do Governo do Estado publicado nesse domingo (3).

O que é o lockdown?

É o bloqueio da maior parte das atividades comerciais e da circulação de pessoas. A Justiça determinou o lockdown para reduzir a disseminação do coronavírus na Ilha de São Luís.

Vale onde?

Apenas na Ilha de São Luís.

Vale quando?

Entre esta terça-feira (5) e o dia 14.

Mercados podem funcionar?

Sim, pois a venda de alimentos está liberada. Podem funcionar supermercados, mercadinhos, feiras, quitandas e estabelecimentos que vendam alimentos.

Mas todas as empresas e todos os estabelecimentos abertos precisam seguir regras para evitar aglomerações e reduzir o risco de contágio.

Então eu não preciso estocar alimentos?

Não. A circulação de cargas está liberada. Caminhões com cargas de alimentos e produtos de limpeza e higiene, entre outros itens, podem entrar e sair da Ilha.

Eu posso ir ao mercado durante o lockdown?

Sim.

Posso pedir entrega (delivery) de comida?

Sim. Esse serviço continua funcionando.

Tenho uma consulta médica marcada durante este período. Ela está mantida?

Hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios médicos continuam funcionando. Mas a recomendação é que, se for possível e não for prejudicar sua saúde, a consulta seja adiada.

Quem pode circular durante o lockdown?

Pessoas que trabalham em atividades essenciais ou que estejam se deslocando em busca de um serviço essencial. Por exemplo, um médico pode sair para o trabalho ou uma pessoa pode ir ao mercado comprar alimentos e produtos de limpeza.

Como o funcionário vai provar que trabalha numa atividade essencial?

A empresa para a qual ele trabalha precisa emitir a declaração. O modelo de declaração pode ser conseguido aqui https://bit.ly/DeclaraçãoTrabalhadores (empresas privadas) ou aqui https://bit.ly/DeclaraçãoServidores (órgãos públicos)

Existe uma lista das atividades essenciais que podem funcionar?

Sim. Você pode vê-las nas páginas 2, 3 e 4 do decreto sobre o lockdown: https://bit.ly/Decreto35784

Em resumo, quais são essas atividades liberadas?

– Supermercados, feiras, quitandas e estabelecimentos semelhantes; delivery de alimentos; venda de produtos de limpeza e de higiene pessoal;

– Hospitais, clínicas e laboratórios; farmácias; clínicas veterinárias para casos urgentes;

– Postos de combustíveis; abastecimento de água e luz; coleta de lixo; imprensa; serviços funerários; telecomunicações; segurança privada;

– Serviços de manutenção, segurança, conservação, cuidado e limpeza em ambientes privados (empresas, residências, condomínios);

– Oficinas e borracharias; pontos de apoio para caminhoneiros nas estradas, como restaurantes e pontos de parada;

– Serviços de lavanderia; comércio de álcool em gel; indústrias do setor de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza

Se eu estiver me deslocando para comprar alimentos ou ter acesso a um serviço dessas atividades essenciais, como poderei justificar caso isso seja solicitado por uma autoridade estadual ou municipal?

Em casos nos quais existam comprovantes (por exemplo, consulta médica), basta apresentar o documento. Em casos nos quais não existam comprovantes (por exemplo, ida a supermercados), a justificativa será feita verbalmente. Averiguações adicionais podem ser solicitadas.

Transporte por aplicativo e táxis está liberado?

Sim, o transporte continuará funcionando. O passageiro é quem tem que comprovar por que está em deslocamento.

Como o motorista de aplicativo pode comprovar o deslocamento até o passageiro?

Serviços de transporte individual de passageiros não estão proibidos pelo decreto do Governo do Estado. Mas os municípios da Ilha podem editar regras adicionais.

Os ônibus funcionam?

Sim, mas com pontos de parada reduzidos. As paradas perto de hospitais estão preservadas.

Haverá bloqueios para veículos não entrarem ou saírem da Ilha?

Sim, na entrada e na saída da Ilha de São Luís. A exceção será para circulação de cargas e veículos como ambulâncias e viaturas.

Posso usar o ferryboat?

Os ferryboats terão viagens reduzidas e exclusivas para ambulâncias, viaturas, cargas e profissionais da saúde em atividade.

O aeroporto continua funcionando?

Sim.

Haverá bloqueio em avenidas?

Sim. Haverá barreiras em avenidas para restringir circulação de veículos. A restrição será feita pelas prefeituras onde for local de competência municipal (ruas e avenidas). Haverá também proibição de estacionamento na Litorânea, Centro, Espigão e outros locais.

E nas rodovias que cortam a Ilha?

O trânsito fica suspenso nas MAs 201, 202, 203 e 204, com exceção de circulação de cargas e veículos como viaturas e ambulâncias, além daqueles usados por trabalhadores de serviços essenciais e pessoas em busca por serviços essenciais.

Bancos e lotéricas funcionam?

Sim, mas precisam seguir regras como manter distância entre as pessoas, organizar filas, funcionários com máscaras, higienização frequente das superfícies e disponibilização de álcool em gel ou água e sabão.

Shoppings podem funcionar?

Não, mas estabelecimentos dentro de shoppings liberados pelo decreto podem. Por exemplo: um mercado ou uma farmácia dentro do shopping podem funcionar, mas as demais lojas não podem.

Lojas de conveniência podem funcionar?

Sim, se trabalharem com a comercialização das mercadorias cuja venda está autorizada no decreto (entre eles, alimentos e produtos de higiene e limpeza).

Empresas (ou comerciantes) sem CNPJ ou MEI poderão fazer entregas?

Sim, se trabalharem com a comercialização das mercadorias cuja venda está autorizada no decreto (entre eles, alimentos e produtos de higiene e limpeza).

Cuidadores de idosos podem continuar trabalhando?

Sim. Com as devidas adaptações, o modelo de declaração para trabalhadores https://bit.ly/DeclaraçãoTrabalhadores deverá ser utilizado por quem, embora não desenvolva atividade empresarial, se utilize dos serviços de trabalhadores cujas atividades sejam autorizadas pelo decreto.

Hotéis e pousadas podem funcionar?
Sim.

Entregas e postagem dos Correios funcionarão nesse período?
Sim, trata-se de um serviço de competência federal

O uso de máscara é obrigatório?

O uso é obrigatório em locais públicos e de uso coletivo.

E quem desrespeitar as regras?

Há multas, interdições e punições para quem desrespeitar regras que restringem circulação.

“Infectado pelo bolsonarismo Hildo Rocha ‘comemorou’ mortos pelo covid 19 no MA”, diz Márcio Jerry

 

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Deputados Federais Márcio Jerry (PCdoB-MA) e Hildo Rocha (MDB-MA)

O deputado federal, Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara, durante a sessão virtual desta segunda-feira (4), defendeu e reconheceu o esforço do governador Flávio Dino, instituições, prefeitos e profissionais de saúde na batalha contra o novo coronavírus no Maranhão. Ele lamentou a fala do também deputado Hildo Rocha (MDB-MA), que criticou o governador, o juiz Douglas de Melo e o enfrentamento da Covide-19 no Estado, e ainda, defendeu Bolsonaro que, segundo ele, está sendo injustiçado com as mortes pela Covid-19.

Infectado pelo vírus do bolsonarismo o dep Hildo Rocha  “comemorou” o número de mortos pelo covid 19 no MA. Mentiu sobre as ações que estão sendo implementadas e depois, bem ao estilo cruel e desumano de Bolsonaro, anunciou que vai transformar as mortes em bandeira política (..) A exemplo do que faz Jair Bolsonaro no Brasil , Hildo Rocha desdenhou de todos os profissionais que no MA se dedicam diariamente à luta pela vida. Não dedicou uma palavra de preocupação ou de condolências por essa tragédia (..) Na conta desumana de Hildo Rocha não há vidas a salvar, não há profissionais lutando pela vida dos maranhenses, não há gestores lutando com muita dedicação para combater a pandemia. Para o insano deputado só existe a conta do oportunismo político às custas da dor de tanta gente”, disse Márcio Jerry.

Márcio Jerry classificou ainda de desumana e insensível a postura do presidente Bolsonaro ao reter recurso para o enfrentamento contra o coronavírus para estados e municípios. De acordo com o parlamentar, dos R$ 250 bilhões  aprovados apenas 24% foram liberados.

“Há 90 dias do reconhecimento legal da pandemia (Lei nº13.979), o governo Bolsonaro ainda retém recursos orçamentários indispensáveis ao combate da pandemia. Sem os recursos, aumenta o caos (..) Governo mantém postura de permanente menosprezo às ações em defesa da saúde, da renda das famílias, do emprego, das empresas e das contas de estados e municípios, cada vez mais fragilizados (..) Para se ter uma ideia, dos R$ 250 bilhões já aprovados, apenas 24% chegou ao destino final. Isso mostra o total desrespeito de  e sua equipe com a concretização das ações tão urgentes para salvar vidas e manter as condições de vida de milhões de brasileiros” destacou Márcio Jerry.

Os posicionamentos dos parlamentares maranhenses aconteceram durante votação da PEC do ‘Orçamento de Guerra’ para enfrentamento da Covid-19, nos estados e municípios.