Governadores cobram aprovação do Fundeb e maior contribuição da União

 

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Reunido em Brasília nesta terça-feira (11), o Fórum dos Governadores aprovou nota (íntegra) em que reivindica a imediata aprovação de uma proposta que mantenha em vigência e amplie a participação da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que expira em 31 de dezembro.

O Congresso discute o assunto, mas esbarra na resistência da equipe econômica e do ministro da Educação, Abraham Weintraub. (Informação Congresso em Foco)

Realizado no Maranhão 19º Fórum dos Governadores da Amazônia Legal

 

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Os governadores da Amazônia Legal que envolve os estados do Maranhão, Pará, Manaus, Amapá, Acre, Mato Grosso, Amazonas, Rondônia, Tocantins, Roraima. Entre as medidas aprovadas no 19º Fórum se destacaram: Alinhamento do discurso sobre COP-25 em Madri; Aprovação de um mecanismo de financiamento do Consorcio; Primeira compra corporativa que será coordenada pelo Amazonas na área da saúde; Avança também para compra corporativa na área de tecnologia coordenada pelo Mato Grosso; também houve avanços deliberativos em relação à Segurança Pública que será aprofundado no inicio do próximo ano.

Abaixo a Carta de São Luís assinada pelos Governadores da Amazônia Legal.

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Noruega, Reino Unido e Alemanha querem colaborar com governos da Amazônia Legal

 

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Os embaixadores da Noruega, Alemanha e Reino Unido se reunirão nesta sexta-feira (13), em Brasília. Solicitada pelos governadores da Amazônia Legal a reunião vai acontecer na sede da representação norueguesa.

“Nós queremos trabalhar juntos com todos os níveis do Brasil e o que nós queremos hoje é entender mais o que os governadores querem, o que eles acham da situação e quais soluções eles dão”, disse o embaixador da Noruega, Nils Martin Gunneng.

Participaram representantes dos estados do Amazonas, Amapá, Roraima, Pará, Rondônia, Acre, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. Nenhum representante do governo Bolsonaro participa.

Na tarde de hoje os representantes do estados da Amazônia Legal se reunem com embaixador da França, às 13h.

Bolsonaro copia medida adotada por Flávio Dino no Maranhão contra queimadas

 

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De acordo com a Folha de SP nesta quarta-feira (28), o governo Bolsonaro prepara várias ações que serão todas anunciadas até a próxima semana com objetivo de barrar e minimizar o desgaste com a crise das queimadas na Amazônia.

Entre as providencias do pacote de ações o governo federal editou hoje um decreto que proíbe queimadas durante dois meses em todo Brasil. O decreto será publicado amanhã quinta-feira (29), no Diário Oficial da União.

A medida é semelhante a que o governador Flávio Dino (PCdoB) apresentou na última terça-feira (27), durante reunião dos governadores da Amazônia Legal e o presidente Bolsonaro em Brasília, como uma das ações que adotadas no Maranhão para enfrentar o problema das queimadas.

De acordo com o texto do decreto editado por Flávio Dino a proibição abrange o período de 27 de agosto a 30 de novembro de 2019.

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Weverton Rocha culpa Bolsonaro por aumentar temperatura da polêmica sobre Amazônia

 

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Senador Weverton Rocha (PDT)/Foto: Reprodução

O Senador Weverton Rocha (PDT-MA) criticou nesta terça-feira (27) a forma como o presidente Bolsonaro se comportou diante da crise das queimadas na Amazônia.

Para o senador maranhense a oposição é acusada injusta e sistematicamente pelo presidente por tentar dificultar seu governo, e agora, pelo desgaste internacional. Para ele, o presidente é o principal responsável por aumentar a ‘temperatura’ da crise.

“Na série histórica de problemas das queimadas na Amazônia nem um chefe de estado se comportou na crise da forma como o presidente Bolsonaro. Diferente de quatro anos atrás, quando Dilma venceu as eleições, a oposição não aceitou até acontecer o impeachment. Na atual quadra o presidente Bolsonaro tem o conforto de a oposição aceitar o resultado. Por tanto, ele não pode acusar o mundo de ser petista e comunista e que acabaram com o Brasil”, destacou Weverto.

Mas, o senador maranhense também elogiou Bolsonaro pela iniciativa de se reunir com os governadores da Amazônia Legal, e com eles discutir alternativas e soluções para a crise.

Para Weverton o convite principalmente ao governador Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que tem notória divergências ideológicas e políticas com Bolsoanro, foi um gesto importante em meio à crise.

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Flávio Dino crítica postura do governo Bolsonaro em relação a crise na Amazônia

 

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Durante a reunião dos governadores da Amazônia Legal com o presidente Bolsonaro (PSL), na manhã desta terça-feira (27), o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) criticou a postura do governo federal na crise das queimadas na Amazônia.

“Não precisamos rasgar a Constituição. Lá está definido que a Amazônia é um patrimônio nacional,.. Precisamos separar o joio do trigo. Não podemos dizer que as ONGs são inimigas do Brasil. Não é tocando fogo nas ONGs que vamos salvar a Amazônia”, disse Flávio Dino.

Na reunião o presidente Bolsonaro destacou o apoio e reconhecimento do presidente norte americano Donald Trump em relação a politicas adotadas pelo seu governo na área ambiental em especial na Amazônia. Ele também responsabilizou governos anteriores pelos problemas existentes na área ambiental brasileira.

Flávio Dino e Bolsonaro voltam se encontrar na reunião com governadores da Amazônia Legal

 

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Governadores da Amazônia Legal se reunirão na manhã desta terça-feira (27), com o presidente Bolsonaro. O objetivo será discutir e encontrar saídas para o problema envolvendo a Amazônia. A reunião acontece no Palácio do Planalto às 10h,

“Melhor modo de defender a indeclinável soberania nacional sobre a Amazônia é exercê-la em sua plenitude, cuidando bem do que é nosso. Para tais cuidados serem efetivos, a ajuda internacional pode ser útil. Não há razão para recusá-la apenas por extremismo ou por brigas pessoais”, destaca Flávio Dino.

A agenda sobre Amazônia colocará novamente o presidente Bolsonaro (PSL) e o governador Flávio Dino (PCdoB) frente a frente. De posições políticas e ideológicas antagônicas o reencontro está causando certa expectativa.

Participam da reunião os governadores do Maranhão, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso.