“Forte, firme, oportuno pronunciamento do presidente Rodrigo Maia”, disse Márcio Jerry

 

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Deputado Federal, Márcio Jerry. vice-líder do PCdoB na Câmara/Foto: Reprodução

O deputado federal Márcio Jerry, classificou de ‘forte, firme e oportuno’ o pronunciamento do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, na abertura da sessão nesta terça-feira (26). A fala foi vista como uma convocação em defesa da democracia.

“Forte, firme, oportuno pronunciamento do presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, de alerta para o momento grave e de conclamação à defesa da unidade em torno da democracia e do efetivo combate à pandemia do coronavírus”, destacou Márcio Jerry.

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), em clara preocupação com os rumos que o país está tomando defendeu o dialogo, independência entre os Poderes da República e a paz.

“O Parlamento cumpre as decisões do STF mesmo quando discorda (..) Conservamos respeito pelo Judiciário e preservamos a harmonia entre os Poderes, que compreendemos como um pilar fundamental da democracia (..) Tenho procurado ser prudente e observar as normas, o que não pode ser confundido com medo. É preciso coragem para construir a paz. A voz dessa casa de leis deve traduzir a voz do povo brasileiro”, disse Rodrigo Maia.

Projeto de Eliziane propõe beneficio de R$ 600 por mais 3 meses, governo quer mais 2 meses de R$ 200

 

Senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Foto: Reprodução

A senadorra Eliziane Gama (Cidadania-MA) protocolou nesta quinta-feira (21), no Senado Federal, um Projeto de Lei que amplia por mais três meses o beneficio de R$ 600 para as pessoas de baixa renda.

O governo Bolsonaro também pensa estender o beneficio, mas por dois meses  e no valor de R$ 200. É o mesmo valor que o governo ofereceu no inicio da pandemia e o Congresso aumentou para R$ 500, e que no fim foi fixado em R$ 600.

Benefício de R$ 600 pode ter influenciado avaliação do governo Bolsonaro no NE

 

A avaliação do governo Bolsonaro como “ruim e péssimo” disparou 10% em 35 dias no país e bateu os 50%, segundo a pesquisa da XP Investimentos, feita pelo instituto Ipespe.

Em 15 de abril, a avaliação negativa nacional era de 40%.

Desde então, nas três pesquisas posteriores, o “ruim e péssimo” a nível nacional cresceu a ponto de chegar aos 50% nesta quarta-feira. Nesta edição, 25% avaliam o governo como ótimo ou bom, e 32%, regular.

Mas uma região oscilou para baixo, dentro da margem de erro, da tendência de crescimento da avaliação de “ruim e péssimo”.

Nas duas últimas pesquisas, em 30 de abril e 20 de maio, o Nordeste registrou queda de 3% na avaliação negativa, ou seja, menos pessoas na região avaliam o governo como “ruim e péssimo”.

Essa mudança já vinha sendo notada no dia a dia por políticos da região, governistas e da oposição, em grande parte pela aprovação pelo Congresso do auxílio emergencial de R$ 600, que foi visto como um benefício dado pelo governo. (ÉPOCA)

CNT/MDA: governo Bolsonaro é reprovado por 43,4% da população

 

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Foto: Reprodução

A avaliação negativa do governo  Bolsonaro saltou de 31% para 43,4%, no período de janeiro a maio de 2020. É o que revela a Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (12). A diferença é de 12,4 pontos. A avaliação positiva caiu de 34,5% para 32%.

O estudo foi contratado pela Confederação Nacional dos Transportes, que ouviu 2.002 pessoas por telefone, entre 7 e 10 de maio, em 494 municípios de 25 estados. A marge de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.

Eliziane Gama sugere utilização dos CRAS e CREAS para que ‘invisíveis’ recebam o auxílio de R$ 600

 

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Senador Eliziane Gama (Cidadania-MA)/Fodo: Reprodução

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) está sugerindo ao governo Bolsonaro, a utilização dos CRAS e CREAS para que os milhões de ‘invisíveis’ que estão esperando o benefício de R$ 600, destinados em razão da crise do coronavírus, possam finalmente serem localizados e recebam o dinheiro.

“Milhões de brasileiros sem CPF, celular e até endereço precisam urgentemente do auxílio de 600 reais, aprovado pelo Congresso. O momento pede parceria entre União e municípios p/ resolver esse drama. Os CRAS, CREAS e Centros Pop podem ajudar na busca ativa dos mais necessitados (..) Dos 123 bilhões disponibilizados pelo Congresso, apenas 32 bilhões chegaram aos mais necessitados. Há milhões de brasileiros fora dos cadastros oficiais do governo. É urgente um trabalho conjunto c/ a Rede Suas e os munícípios p/ chegar aos cidadãos “invisíveis”. A fome ñ espera”, cobrou Eliziane.

Foi preciso a pandemia para descobrirem que existem quase 50 milhões de pessoas no país que não existem nos dados do governo, o que representa algo entorno de 25% da população. Eles se cadastraram para receberem o auxílio de R$ 600, mas ainda não conseguiram.

Márcio Jerry chama escolha de Ramagem para PF de tentativa de uso político da instituição

 

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Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) e o delegado Alexandre Ramada, no Diretor Geral da Polícia Federal

Como era esperado a escolha do delegado, Alexandre Ramagem, para Direção Geral da Polícia Federal, confirmada no D.O da União desta terça-feira (28), está causando várias reações e protestos de políticos.

Para o deputado, Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, a escolha do partidário e amigo da família do presidente é desrespeito à Polícia Federal e clara demonstração da intenção de aparelhamento da instituição para uso político.

A nomeação de Alexandre Ramagem como Diretor Geral da PF desrespeita a própria instituição e é uma demonstração clara da tentativa de aparelhamento ilegal da PF para uso político. Inaceitável. O Brasil não pode ficar a mercê dos filhos malfeitores de Jair Bolsonaro.

Alexandre Ramagem é íntimo da família Bolsonaro, principalmente do vereador Carlos Bolsonaro, ele estava na ABIN (Agencia Brasileira de Inteligencia) e foi coordenador da segurança do então candidato a presidência Jair Bolsonaro, inclusive quando do atentado em Minas Gerais, ele estava no evento político.

Pesquisa revela pior avaliação do Governo Bolsonaro desde o início

 

Atlas

247 – Pesquisa feita pelo Atlas Político e divulgada nesta quarta-feira (15) aponta que o governo Jair Bolsonaro sofreu uma piora nos índices de aprovação e a perspectiva de um impeachment começa a aparecer com mais força.

Entre fevereiro e abril, o percentual de pessoas que avaliam o governo como Ruim/Péssimo saltou de 38% para 43% – o maior desde o início do mandato de Bolsonaro. A avaliação positiva baixou 6 pontos: eram 29% que avaliavam o governo como Ótimo/Bom e agora são 23%.

Apenas 37,6% a aprovam o desempenho individual do presidente, enquanto 58,2% desaprovam. Além disso, a pesquisa mostra que 46,5% dos brasileiros já apoia o impeachment de Bolsonaro enquanto 43,7% rejeitam.

A pesquisa mostrou ainda que 72,2% dos entrevistados concordam com o isolamento social e 19,6% são contra.

Sobre o entrave na relação de Bolsonaro com o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, a pesquisa mostra que 76,2% se posicionaram contra a demissão do ministro e apenas 13,7% disseram concordar.

Flávio Dino alerta para trama contra governadores em meio a crise

 

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Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro ao que parece decidiu partir para cima dos governadores que não ‘rezam na cartilha’ do Palácio do Palanalto. Em busca de sobrevivência política em meio ao combate à pandemia do novo coronavírus no Brasil, o governo poderá travar uma batalha política de retaliação contra os governadores. O alerta foi dado na manhã deste sabado (11), pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, seguramente um dos principais alvos caso a retaliação se confirme.

“Nos bastidores estão tramando retaliações contra os governos estaduais, em face das medidas sanitárias adotadas pelos Estados e também por conta de antipatias pessoais. São irresponsáveis. Não pensam na saúde, na segurança, nas penitenciárias”, alerta Flávio Dino.

No meio da ‘guerra política’ e revanchista do governo Bolsonaro contra os governadores estão as medidas de prevenção contra a pandemia adotadas que contrária os interesses do Palácio do Planalto, até o ministra da Saúde, Henrique Mandetta, é considerado empecilho para os interesses políticos do presidente Bolsonaro e seus aliados.

Para Flávio Dino, o governo bolsonaro tenta colocar na conta dos governadores a responsabilidade de problemas econômicos no país, quando o próprio governo é que tem todas condições de minimizar os impactos da crise sanitária e econômica.

“Nenhum estado quer “farra fiscal”. Há um problema econômico objetivo. E os instrumentos de combate estão concentrados na esfera FEDERAL: bancos, fundos, emissão de moeda e de títulos, condições de crédito para Estados etc. Isso explica o que estamos defendendo na Câmara”, acrescentou o governador.

O governo Bolsonaro sabe do desgaste politico e suas consequências eleitorais em 2022, com a crise econômica acentuada em meio a crise sanitária, então tenta a sobrevivência política. É real a possibilidade do governo Bolsonaro sair da crise menor que entrou.