Risco de volta da ditadura militar no Brasil é real para 40% dos brasileiros

 

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Bolsonaro: elogios à ditadura militar desde a época de deputado (Marcos Corrêa/PR)

A possibilidade dos militares voltarem a governar o Brasil é uma realidade para 40% brasileiros, segundo pesquisa VEJA/FSB publicada na edição desta semana. Outros 28% acreditam que essa possibilidade é pequena — e só 26% estão razoavelmente tranquilos nesse aspecto.

O levantamento também mostra que a grande maioria – 77% – acredita que a democracia é sempre, ou na maior parte das vezes, o melhor sistema de governo.

Apenas 10% apontaram a ditadura como uma alternativa ideal.  A pesquisa foi feita em meio a seguidas referências do presidente Jair Bolsonaro à ditadura militar que governou o país entre 1964 e 1985. (Revista Veja)

Números da Exata apontam segundo turno para prefeito de São Luis

 

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Pesquisa realizada, de 18 a 21 de novembro, pela Exata, revelou que eleições municipais para prefeito de São Luís ainda não está decidida. A amostra deu segundo turno como certo e revelou que os cenários, para este, ainda estão indefinidos.

Os números do primeiro turno apontam o deputado Eduardo Braide na liderança com 40%; seguido de Welington do Curso (12%), Duarte Junior (11%), Neto Evangelista (6%) e Bira do Pindaré (6%) embolados; Osmar Filho e Adriano Sarney empatados com 3%.

Somando 2 ou 1%, estão Jeisael Marx (2%), Yglésio Moisés (1%) e Rubens Junior (1%); Alan Garcez foi o único a não atingir 1%. Brancos ou Nulos somaram 10%; já 5% não sabem ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.016 participantes, de ambos os sexos, distribuídos através de alocação proporcional e selecionados aleatoriamente nas residências e pontos de fluxos determinados. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.(Blog Marrapá)

Imagem negativa de Moro e Bolsonaro crescem e governo muda postura

 

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Ministro da Justiça Sérgio Moro e o presidente Jair Bolsonaro apresentam crescimento negativo de popularidade aponta pesquisa/Foto: Reprodução

A mudança de postura do governo Bolsonaro e aliados não é por acaso. Isso ficou mais claro após a queda do entendimento da prisão após condenação em 2ª instancia e consequentemente a liberdade de Lula.

O presidente Jair Bolsonaro percebendo a mudança do ambiente político escalou seu ministro da Justiça Sérgio Moro, o mais popular até que o próprio presidente, para atuar mais ativamente em defesa do governo no embate político com os principais adversários.

É interesse do presidente Bolsonaro formar dobradinha com o ministro Sérgio Moro como vice na sua chapa em 2022. O comportamento politico recente do ex-juiz da Lava Jato de certa forma confirma a estratégia do governo. Sérgio Moro continua o mais popular membro do governo, mas assim como Bolsonaro começa apresentar crescimento negativo da popularidade, como mostra pesquisa publicada nesta terça-feira (12) no El País.

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A Pesquisa Atlas destaca que é a primeira vez que a aprovação pessoal do ministro da Justiça se encontra abaixo dos 50%. Moro já havia perdido 10 pontos de apoio — de 60% para 50,4% — logo após a série de reportagens sobre a Lava Jato do site The Intercept Brasil.

A avaliação negativa (45,6%) está perto de ultrapassar a positiva (48,4%).

(Com informações DCM/247)

Pesquisa: reprovação de Jair Bolsonaro continua crescendo

 

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Reprovação de Jair Bolsonaro sobe de 33% para 38%/Foto: Reprodução

Pesquisa publicada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S. Paulo” aponta que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL)  aumentou de 33% para 38% em pouco menos de dois meses.

O percentual que avalia o seu governo como ruim ou péssimo ultrapassa o número de entrevistados que o considera ótimo ou bom.

A pesquisa aponta ainda que a aprovação de Bolsonaro também caiu  de 33%, em julho para 29%, agora. Já a avaliação do governo como regular ficou estável, passando de 31% para 30%.

Bolsonaro segue sendo o presidente eleito mais mal avaliado em um primeiro mandato, comparando os governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Ele teve queda acentuada entre os mais ricos, com renda mensal acima de 10 salários mínimos, caindo de 52% em julho para 37% agora nesta enquete. Entre os mais pobres, que ganham até dois salários mínimos, esse índice  é de 22%,

As piores avaliações de Bolsonaro também ficam entre os mais jovens (16 a 24 anos), 24%, e dos com menor escolaridade (só ensino fundamental, 26%).

Entre as regiões sua reprovação aumentou de 41% para 52% no Nordeste. Na região Sul, considerada bolsonarista, a avaliação negativa de seu governo aumentou de 25% para 31%.

As mulheres são as que mais rejeitam o presidente:  43% das entrevistadas o avaliam como ruim ou péssimo, ante 34% dos homens.

O índice dos que acham o comportamento de Bolsonaro inadequado subiu de 25% para 32%. Os que  veem com bons olhos suas atitudes como presidente diminuiu: em julho eram  22%, agora são 15%.

A avaliação negativa do governo Bolsonaro saltou de 19% para 39,5%

 

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Presidente Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

SÃO PAULO – Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro. O percentual saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo.

No caso da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro, a aprovação recuou de 57,5% para 41%, enquanto a desaprovação do presidente foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto.

Enquanto isso, apenas 9,5% dos entrevistados acreditam que o presidente está cumprindo totalmente suas promessas de campanha, enquanto outros 45,4% afirmam que ele está cumprindo em partes. Outros 40% dizem que Bolsonaro não está cumprindo suas promessas. 5,1% não souberam ou não responderam.

No caso da relação com o Congresso, 31,6% das pessoas afirmam que o presidente tem conseguido uma boa articulação para aprovar temas importantes para o País, enquanto 55,6% acham que ele não está conseguindo articular as propostas. 12,8% não souberam ou não responderam.

Segundo a pesquisa, entrevistados apontaram Saúde (54,7%), Educação (49,8%) e Emprego (44,2%) como os maiores desafios do atual governo. Dentre as onze opções apresentadas, os entrevistados deixaram Energia (2,0%), Saneamento (3,1%) e Transporte (3,5%) como os menores desafios.

Sobre o desempenho do governo em diferentes setores, a pesquisa coloca o Combate à Corrupção (31,3%), Segurança (20,8%) e Redução de cargos e ministérios (18,5%) como as áreas que o governo melhor atuou nestes oito meses.

Por outro lado, Saúde (30,6%), Meio Ambiente (26,5%) e Educação (24,5%) foram apontados pelos entrevistados como as áreas de pior desempenho de Bolsonaro.

Bolsonaro é o terceiro presidente mais mal avaliado da América Latina

 

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Foto: Reprodução

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos para medir a aprovação dos presidentes latino-americanos perante 403 pessoas influentes na opinião pública da região – colunistas, articulistas, jornalistas – coloca Jair Bolsonaro como o terceiro chefe de Estado mais mal avaliado da América Latina.

À frente apenas dos seus algozes Nicolás Maduro (3%), da Venezuela, e Miguel Díaz-Canel (18%), de Cuba, Bolsonaro possui somente 29% de aprovação. Em primeiro lugar aparece o direitista Sebástian Piñera (68%), do Chile, no levantamento que questionou jornalistas e “líderes de opinião” de 14 países da América Latina sobre 12 presidentes da região.

O Ipsos argumenta que o levantamento não se propõe a representar a opinão da população desses países, apenas mostrar a popularidade entre pessoas que influenciam a opinião pública. Essa foi a primeira pesquisa em que apareceu o presidente Jair Bolsonaro depois de tomar o posto, demonstrando que sua chegada não é bem vista na região – em novembro, logo após as eleições, ele tinah 25% de aprovação. Entre os brasileiros consultados, a aprovação de Bolsonaro atinge apenas 21%.

Na pesquisa, o brasileiro aparece bem abaixo do aliado Mauricio Macri (50%), da Argentina, que busca reeleição e sofreu uma dura derrota nas eleições prévias do país vizinho.

Confira o ranking dos presidentes:

Sebástian Piñera, Chile – 68%
Tavaré Vásquez, Uruguai – 65%
Iván Duque, Colômbia – 53%
Martín Vizcarra, Peru – 51%
Lenin Moreno, Equador  – 51%
Mauricio Macri, Argentina – 50%
Andrés López Obrador, México – 44%
Evo Morales, Bolívia – 36%
Jair Bolsonaro, Brasil – 29%
Miguel Díaz-Canel, Cuba – 18%
Nicolás Maduro, Venezuela – 3%

Laurentino Cortizo foi o 12º chefe de Estado que teve o nome questionado, mas não aparece no ranking da Ipsos porque 60% dos consultados não emitiu opinião sobre ele. Na América Central e no Caribe, onde é mais conhecido, ele obteve 53% de aprovação e 5% de desaprovação.

(Informações Revista Fórum)

“O que ganha eleição não é a política, mas trabalho”, Rubens Jr sobre o pleito em São Luís

 

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Secretário de Estado das Cidades, Rubens Pereira Junior/Foto: Reprodução

Pré-candidato a prefeitura de São Luís o secretário de Estado das Cidades, Rubens Junior (PCdoB), disse ao  Upaonews.com nesta sexta-feira (19), que ficou feliz com os números da última pesquisa JP, mas que eleição na capital é decidida no momento certo.

“Em São Luís pesquisa de véspera não serve para absolutamente coisa nenhuma. Na última eleição todos diziam que Eliziane Gama ganharia fácil  do prefeito Edivaldo Holanda Junior, porque ela liderava todas pesquisas, mas foi Eduardo Braid que disputou o segundo turno, e Edivaldo Junior que venceu a eleição. Em 2008 quando Flávio Dino foi candidato a prefeito de São Luís com Castelo, começou a campanha com 2% dos votos, foi para o segundo turno e quase vence as eleições, só para citar dois exemplos recentes”, lembrou Rubens Junior.

Apesar de quando questionado sobre as eleições dizer que está focado nos projetos de sua pasta para capital Rubens Junior não nega está com disposição de sobra para o pleito. Porém, deixa claro que não será candidato de si mesmo. Com relação ao questionamento que não teria atuação política de destaque na capital, o que dificultaria sua candidatura, ele contesta e diz que isso não procede.

“Isso não é verdade! Nas duas últimas eleições para deputado federal estou sempre entre os dez mais votados em São Luís, superando vários candidatos que tradicionalmente fazem política na capital. Nasci e estudei aqui em São Luís, e também é onde estão muitos dos meus amigos. Então essa conversa é uma tentativa de mudar o foco do debate sobre a eleição”, assegurou Rubens Junior.

A simpatia do governador Flávio Dino com a candidatura de Rubens Junior não é novidade e para vários analistas um aspecto positivo. Flávio Dino tem 56% de aprovação em São Luís, segundo a última pesquisa do JP. Mesmo ele não participando diretamente da eleição no primeiro turno sua preferência é importante para qualquer um dos candidatos.

Rubens Junior realizou bons mandatos como deputado estadual e federal, agora no executivo à frente da Secretaria de Cidades, responsável por várias obras e projetos importantes na capital tem grande chance de também mostrar competência, o que naturalmente poderá lhe dá grande visibilidade.

O jogo político pela disputa da Prefeitura de São luís está aberto. Rubens Junior parece confiante que vai se viabilizar para a batalha eleitoral em 2020. Segundo ele, “o que ganha eleição não é a política, mas trabalho”.

Bolsonaro enfrentará 56% de reprovação do seu governo em São Luís

 

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Pesquisa divulgada pelo Jornal Pequeno registrou 56% de reprovação do governo Bolsonaro, em São Luís; 39% aprovam e 4% não soube responder. O presidente que poderá participar em breve da entrega de obras de revitalização do Centro Histórico de São Luís, enfrentará um ambiente desfavorável na capital.

O projeto do governo Federal realizado através do IPHAN contempla várias cidades históricas no país. Concebido e autorizado no governo Dilma Rousseff, as obras que estão sendo executadas em São Luís, teve parte entregue no final de 2018, ainda no governo de Michel Temer.

Bolsonaro tem interesse em melhorar sua imagem e aceitação na região Nordeste, onde foi derrotado nos nove estados. No Maranhão enfrentará uma população de maioria contrária ao seu governo, e ainda, governado por Flávio Dino (PCdoB), um dos mais contundentes críticos do seu governo e adversário político e ideológico.

Reeleito em primeiro turno nas eleições para o governo do Maranhão em 2018, Flávio Dino, que é considerado um dos melhores governadores do país, também teve sua gestão avaliada na pesquisa do Jornal Pequeno. Segundo a pesquisa, sua gestão é aprovada por 55% da população da capital maranhense; 40% desaprovam e 3% não soube responder.