O Jornal Folha de SP divulgou nesta segunda-feira (30), mais uma Datafolha onde mostra que para 57% dos brasileiros consultados querem que o governo Bolsonaro priorize investimentos na área social, e não na segurança, para combater a violência.
Para 45 dos entrevistados disseram ser mais importante investir na melhoria das polícias, com mais treinamento e equipamentos somaram. 2% dos ouvidos não souberam responder.
O Datafolha ouviu 2.948 pessoas entre os dias 5 e 6 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.
O instituto de pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18), revela uma avaliação ruim para o trabalho da Câmara e o Senado Federal em 2019. De acordo com o levantamento a reprovação é 45%, um aumento de 10% em relação ao último resultado. A aprovação pontua apenas 14%.
A pesquisa também mostra que os Bolsonaristas são os que mais apoiam o Congresso Nacional com: 25% ótimo e bom, 11% regular e 7% ruim ou péssimo.
A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo país entre 5 e 6 de dezembro. O nível de confiança é de 95%, com margem de 2 percentuais para mais ou menos.
Bolsonaro: elogios à ditadura militar desde a época de deputado (Marcos Corrêa/PR)
A possibilidade dos militares voltarem a governar o Brasil é uma realidade para 40% brasileiros, segundo pesquisa VEJA/FSB publicada na edição desta semana. Outros 28% acreditam que essa possibilidade é pequena — e só 26% estão razoavelmente tranquilos nesse aspecto.
O levantamento também mostra que a grande maioria – 77% – acredita que a democracia é sempre, ou na maior parte das vezes, o melhor sistema de governo.
Apenas 10% apontaram a ditadura como uma alternativa ideal. A pesquisa foi feita em meio a seguidas referências do presidente Jair Bolsonaro à ditadura militar que governou o país entre 1964 e 1985. (Revista Veja)
Pesquisa realizada, de 18 a 21 de novembro, pela Exata, revelou que eleições municipais para prefeito de São Luís ainda não está decidida. A amostra deu segundo turno como certo e revelou que os cenários, para este, ainda estão indefinidos.
Os números do primeiro turno apontam o deputado Eduardo Braide na liderança com 40%; seguido de Welington do Curso (12%), Duarte Junior (11%), Neto Evangelista (6%) e Bira do Pindaré (6%) embolados; Osmar Filho e Adriano Sarney empatados com 3%.
Somando 2 ou 1%, estão Jeisael Marx (2%), Yglésio Moisés (1%) e Rubens Junior (1%); Alan Garcez foi o único a não atingir 1%. Brancos ou Nulos somaram 10%; já 5% não sabem ou não responderam.
A pesquisa ouviu 1.016 participantes, de ambos os sexos, distribuídos através de alocação proporcional e selecionados aleatoriamente nas residências e pontos de fluxos determinados. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.(Blog Marrapá)
Ministro da Justiça Sérgio Moro e o presidente Jair Bolsonaro apresentam crescimento negativo de popularidade aponta pesquisa/Foto: Reprodução
A mudança de postura do governo Bolsonaro e aliados não é por acaso. Isso ficou mais claro após a queda do entendimento da prisão após condenação em 2ª instancia e consequentemente a liberdade de Lula.
O presidente Jair Bolsonaro percebendo a mudança do ambiente político escalou seu ministro da Justiça Sérgio Moro, o mais popular até que o próprio presidente, para atuar mais ativamente em defesa do governo no embate político com os principais adversários.
É interesse do presidente Bolsonaro formar dobradinha com o ministro Sérgio Moro como vice na sua chapa em 2022. O comportamento politico recente do ex-juiz da Lava Jato de certa forma confirma a estratégia do governo. Sérgio Moro continua o mais popular membro do governo, mas assim como Bolsonaro começa apresentar crescimento negativo da popularidade, como mostra pesquisa publicada nesta terça-feira (12) no El País.
A Pesquisa Atlas destaca que é a primeira vez que a aprovação pessoal do ministro da Justiça se encontra abaixo dos 50%. Moro já havia perdido 10 pontos de apoio — de 60% para 50,4% — logo após a série de reportagens sobre a Lava Jato do site The Intercept Brasil.
A avaliação negativa (45,6%) está perto de ultrapassar a positiva (48,4%).
Reprovação de Jair Bolsonaro sobe de 33% para 38%/Foto: Reprodução
Pesquisa publicada nesta segunda-feira pelo jornal “Folha de S. Paulo” aponta que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aumentou de 33% para 38% em pouco menos de dois meses.
O percentual que avalia o seu governo como ruim ou péssimo ultrapassa o número de entrevistados que o considera ótimo ou bom.
A pesquisa aponta ainda que a aprovação de Bolsonaro também caiu de 33%, em julho para 29%, agora. Já a avaliação do governo como regular ficou estável, passando de 31% para 30%.
Bolsonaro segue sendo o presidente eleito mais mal avaliado em um primeiro mandato, comparando os governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Ele teve queda acentuada entre os mais ricos, com renda mensal acima de 10 salários mínimos, caindo de 52% em julho para 37% agora nesta enquete. Entre os mais pobres, que ganham até dois salários mínimos, esse índice é de 22%,
As piores avaliações de Bolsonaro também ficam entre os mais jovens (16 a 24 anos), 24%, e dos com menor escolaridade (só ensino fundamental, 26%).
Entre as regiões sua reprovação aumentou de 41% para 52% no Nordeste. Na região Sul, considerada bolsonarista, a avaliação negativa de seu governo aumentou de 25% para 31%.
As mulheres são as que mais rejeitam o presidente: 43% das entrevistadas o avaliam como ruim ou péssimo, ante 34% dos homens.
O índice dos que acham o comportamento de Bolsonaro inadequado subiu de 25% para 32%. Os que veem com bons olhos suas atitudes como presidente diminuiu: em julho eram 22%, agora são 15%.
SÃO PAULO – Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro. O percentual saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo.
No caso da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro, a aprovação recuou de 57,5% para 41%, enquanto a desaprovação do presidente foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto.
Enquanto isso, apenas 9,5% dos entrevistados acreditam que o presidente está cumprindo totalmente suas promessas de campanha, enquanto outros 45,4% afirmam que ele está cumprindo em partes. Outros 40% dizem que Bolsonaro não está cumprindo suas promessas. 5,1% não souberam ou não responderam.
No caso da relação com o Congresso, 31,6% das pessoas afirmam que o presidente tem conseguido uma boa articulação para aprovar temas importantes para o País, enquanto 55,6% acham que ele não está conseguindo articular as propostas. 12,8% não souberam ou não responderam.
Segundo a pesquisa, entrevistados apontaram Saúde (54,7%), Educação (49,8%) e Emprego (44,2%) como os maiores desafios do atual governo. Dentre as onze opções apresentadas, os entrevistados deixaram Energia (2,0%), Saneamento (3,1%) e Transporte (3,5%) como os menores desafios.
Sobre o desempenho do governo em diferentes setores, a pesquisa coloca o Combate à Corrupção (31,3%), Segurança (20,8%) e Redução de cargos e ministérios (18,5%) como as áreas que o governo melhor atuou nestes oito meses.
Por outro lado, Saúde (30,6%), Meio Ambiente (26,5%) e Educação (24,5%) foram apontados pelos entrevistados como as áreas de pior desempenho de Bolsonaro.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos para medir a aprovação dos presidentes latino-americanos perante 403 pessoas influentes na opinião pública da região – colunistas, articulistas, jornalistas – coloca Jair Bolsonaro como o terceiro chefe de Estado mais mal avaliado da América Latina.
À frente apenas dos seus algozes Nicolás Maduro (3%), da Venezuela, e Miguel Díaz-Canel (18%), de Cuba, Bolsonaro possui somente 29% de aprovação. Em primeiro lugar aparece o direitista Sebástian Piñera (68%), do Chile, no levantamento que questionou jornalistas e “líderes de opinião” de 14 países da América Latina sobre 12 presidentes da região.
O Ipsos argumenta que o levantamento não se propõe a representar a opinão da população desses países, apenas mostrar a popularidade entre pessoas que influenciam a opinião pública. Essa foi a primeira pesquisa em que apareceu o presidente Jair Bolsonaro depois de tomar o posto, demonstrando que sua chegada não é bem vista na região – em novembro, logo após as eleições, ele tinah 25% de aprovação. Entre os brasileiros consultados, a aprovação de Bolsonaro atinge apenas 21%.
Na pesquisa, o brasileiro aparece bem abaixo do aliado Mauricio Macri (50%), da Argentina, que busca reeleição e sofreu uma dura derrota nas eleições prévias do país vizinho.
Confira o ranking dos presidentes:
Sebástian Piñera, Chile – 68%
Tavaré Vásquez, Uruguai – 65%
Iván Duque, Colômbia – 53%
Martín Vizcarra, Peru – 51%
Lenin Moreno, Equador – 51%
Mauricio Macri, Argentina – 50%
Andrés López Obrador, México – 44%
Evo Morales, Bolívia – 36%
Jair Bolsonaro, Brasil – 29%
Miguel Díaz-Canel, Cuba – 18%
Nicolás Maduro, Venezuela – 3%
Laurentino Cortizo foi o 12º chefe de Estado que teve o nome questionado, mas não aparece no ranking da Ipsos porque 60% dos consultados não emitiu opinião sobre ele. Na América Central e no Caribe, onde é mais conhecido, ele obteve 53% de aprovação e 5% de desaprovação.